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Perspectivas 2015 - Química fina: Sem planejamento de longo prazo, avanço do segmento segue lento e disputa espaço com importados - PETRÓLEOENERGIA.com.br - O Portal da Revista Petróleo e Energia
“As coisas foram tão ruins em 2014, que não devem piorar mais.” O desabafo é do 1º vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina), Nélson Brasil de Oliveira, um crítico feroz das facilidades para a importação e da falta de uma política industrial de longo prazo no país. “De modo geral, a indústria total passa por um período muito ruim”, contextualiza, lembrando que há cerca de 10 anos, o setor secundário representava 25% do PIB nacional e hoje não vai além de 13%. O segmento da química equivale a 3% do PIB – faturou US$ 160 bilhões no ano.