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A FACADA SAIU PELA CULATRA | Jota Agostinho
OPINIÃO / TRIBUNA DO PARANÁ Jair Bolsonaro não está eleito, como estão dizendo por aí. Mas, seguramente, aumentou a vantagem sobre a concorrência depois do atentado da semana passada. Quem imaginou o contrário verá o tiro errar o alvo. Seja o autor, preso no ato, ou alguém por trás dele. O povo brasileiro gosta de ondas. Age embalado por tendências. O candidato do PSL é uma delas. Lula, outra. São as duas grandes. Como a do PT foi barrada pela justiça, seguindo preceitos legais, restou a de Bolsonaro. Mas, nas últimas semanas, mesmo após o Tribunal Superior Eleitoral vetar Luiz Inácio, o capitão parecia estagnado. A ponto de, em recente pesquisa do Ibope, surgir em condição nada boa, perdendo no segundo turno para três dos principais adversários, Marina, Alckmin e Ciro, e empatando tecnicamente com Haddad, o ungido por Lula. Isso antes da facada. Em praça pública, horário comercial, ato de campanha registrado por centenas de lentes. Bolsonaro tombou, saiu carregado,