babelcultural.com
A CRIANÇA EM RUÍNAS
Dividido em três partes, na primeira temos a lembrança da criança a brincar no quintal, no chão da cozinha, a morte a rondar e a certeza de que aquele tempo não volta mais. Na segunda, o ar está pesado e o poeta, carregado de angústia e espera. Na terceira, o amor, a paz sentida ao ver o filho dormir, o fim do amor, a lembrança do amor juvenil, a solidão. Segundo o autor, essas três partes procuram sugerir uma possibilidade de história. “Talvez várias idades, se as partes forem consideradas em sucessão, ou várias dimensões, se forem consideradas em simultâneo. Em qualquer dos casos, essa divisão é mais uma pergunta do que uma afirmação. Caberá aos leitores encontrar a resposta definitiva e, creio, pessoal. Este é um livro bastante íntimo. A minha ambição sempre foi que os leitores encontrassem nele o reflexo da sua própria intimidade.”