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URANIANO MOTA E OS 29 ANOS DA MORTE DE GILBERTO FREYRE: Em uma época de doutrinas racistas no Brasil e no mundo (lembremos o grande Euclides da Cunha a falar de raça frágil em Os Sertões), onde sempre se disse que nós éramos sub-raça (até hoje há quem insista nisso) por força da miscigenação, Gilberto Freyre destacou o avanço da mistura de raças, e não só a mistura, Freyre ressaltou o papel do negro como agente da nossa formação cultural e de raça. Ele chega a frases lapidares, como na resposta que dá à ideia reinante de que o negro era feio: “feia é a miséria” (em que o negro vivia)
URANIANO MOTA E OS 29 ANOS DA MORTE DE GILBERTO FREYRE: Em uma época de doutrinas racistas no Brasil e no mundo (lembremos o grande Euclides da Cunha a falar de raça frágil em Os Sertões), onde sempre se disse que nós éramos sub-raça (até hoje há quem insista nisso) por força da miscigenação, Gilberto Freyre destacou o avanço da mistura de raças, e não só a mistura, Freyre ressaltou o papel do negro como agente da nossa formação cultural e de raça. Ele chega a frases lapidares, como na resposta que dá à ideia reinante de que o negro era feio: “feia é a miséria” (em que o negro vivia)