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Crítica: “Besta Fera”, Jards Macalé
Soturna e atmosférica, Vampiro de Copacabana abre passagem para o ambiente de formas abstratas, delírios e poemas urbanos que escorrem da boca de Jards Macalé em Besta Fera (2019, Pommelo). &qout;Ah, corpo no breu / Ah, dama da noite / Ah, caminho torto / Ah, olhos de sangue&qout;, passeia a criatura das t…