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DENÚNCIA GRAVÍSSIMA !!!! ACORDA, BOLSONARO !!!! | Jota Agostinho
DIÁRIO DO PODER IPOJUCA PONTES A cultura especial de Osmar Terra (gigantismo burocrático e terror) Em 1990 assumi a Secretaria Nacional da Cultura criada à luz da reforma administrativa empreendida pelo governo Collor de Mello. Antes, reinava na área a figura movediça de José Aparecido, o Zé das Medalhas. Na própria semana de deixar o cargo, o mineiro empapuçara o então Ministério da Cultura – sinônimo de malversação do dinheiro público, permissividade e empreguismo – com a nomeação irregular de 250 novos funcionários. O chamado "trem da alegria", que transbordara o espaço sujo ocupado por uma burocracia em expansão, carregava consigo filhos de ministros, políticos, diplomatas, ex-assessores, cunhados ("não são parentes", dizia Brizola), afilhados etc. – a confirmar, assim, como de praxe, a tradição do patrimonialismo estatal já à época minado pela sanha vermelha. No resumo da ópera, só o Minc em Brasília mantinha 4.371 funcionários, sem contar os 1.050