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JOGO DE CENA | Jota Agostinho
ISTOÉ - Mário Simas Filho e Claudio Dantas Sequeira O procurador-geral da República eleva o tom das críticas contra o governo, diz que vai punir corruptos e corruptores, mas insiste em um acordo que poderá impedir que a Operação Lava Jato chegue ao Palácio do Planalto Na última semana, em decorrência das descobertas feitas pela Operação Lava Jato, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, elevou o tom das críticas ao governo. Durante evento de combate à corrupção disse que o escândalo da Petrobras "convulsiona" o País e que está envergonhado pelo fato de o "Brasil ser extremamente corrupto". Janot propôs a demissão de toda a direção da estatal, segundo ele, responsável por uma "gestão desastrosa", e mandou um recado direto a corruptos e corruptores: "Não haverá descanso enquanto não houver punição a todos os que instalaram uma roubalheira desenfreada na maior empresa pública do País". Presente no mesmo evento, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, reagiu, a