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A arte de escolher, em busca de uma vida plena: ressonâncias no chão do cotidiano
“Escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e tua descendência.” (Dt 30, 19) O cotidiano também pode ser concebido como uma oficina de tecelaem, cujos múltiplos e diversificados fios nos desafiam e nos instigam a criatividade, uma vez que, para a tessitura dos mesmos fios, nos provoca, nos convoca a fazer escolhas, a decidir.(...)