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Crítica: Midsommar - O Mal Não Espera a Noite | Cinematecando
Onde o entusiasmo e o soturno se encontram Antes de mais nada, apesar do que sugerem as expectativas e o marketing de divulgação em torno do filme, é importante ter em mente que Midsommar é, em seu propósito narrativo, uma obra completamente diferente de Hereditário. Temos sim semelhanças de ritmo, abordagem, estrutura e até de construção de cenas, mas o “coração” de ambos os longas busca transmitir mensagens distintas, que se não forem separadas desde o início, podem não surtir todo o efeito pretendido pela trama. O novo longa de Ari Aster nos agarra de forma brusca desde seus primeiros …