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Ritmo de regeneração das araucárias é preocupante - Alta Montanha
No campo ou na cidade, quase não se vê mais araucárias novas, com menos de 30 anos de idade. A situação colocaria em risco a recuperação da espécie, já ameaçada de extinção. O alerta é feito pelo professor Flávio Zanette, da Universidade Federal do Paraná, um dos principais pesquisadores da árvore-símbolo do Paraná. Com três décadas de dedicação ao assunto, ele comenta que cada vez percebe menos pinheiros jovens e que são necessárias medidas urgentes para que a espécie volte a brotar no estado.