Caio Fernando Abreu. (via oxigenio-dapalavra)
A beleza de uma flor É a simplicidade de Ser ela mesma.
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esse vazio sempre presente tão consistente e opressor há quantos anos não me acompanha e mesmo assim não me acostumo com o quão murchos estão meus olhos? quanto resta de vida neles? sinto o fim chegando e consumindo-me a alma aos poucos e regurgitando essas tolices da existência humana qual o peso de uma lágrima de tristeza? seria o suficiente para mudar o curso da luz? talvez seja por isso que o negrume me rodeia e escurece a cor das rosas em meu jardim semi-morto as coisas e pessoas vão se desfazendo sumindo…e somente nós vamos ficando a observar sua obliteração nada sentirá nossa falta nada sequer nos sentiu quão falhos são nossos poemas em transmitir a poesia que sufoca nossos pulmões um dia sequer um dia seremos ouvidos? ou a nós só resta resta a indiferença? ao pecador seus pecados
Sylvia Plath. (via oxigenio-dapalavra)
Verdades sobre o tempo
No compasso do relógio Vou andando sobre as horas Algumas vezes, pulo Outras, fujo Vontade de conhecer o futuro Vontade de esquecer o passado Vontade de mudar o presente Mas, nunca, de vivê-lo plenamente (…)
A voz da arte, Livia Gualberto.
Charles Bukowski (via florejaste)
Flor Poeta (via florpoeta)
Quando estou com você


