#marie-colvin

Avatar

I watched her at her home in that morning as she accomplished what would have taken anyone else several days. She juggled several phones, gave an interview to National Public Radio, made calls in English and French to make arrangements for two separate clandestine border crossings, made flight arrangements, coordinated with other reporters, communicated with her office, dug up leads, tracked down reports. And that was all the while she was packing and gathering up several different phones and communications uplinks, taking deliveries at the front door, and pulling out her helmet, her flak jacket and all her other protective gear, which was all marked, “Marie Colvin, O +,” for her blood type. She laughed about that too, and all the time she was apologizing for cutting our visit short. She was generous to a fault and she showed her idiosyncratic disinterest when it came to compliments. And when I pitched in and helped her prepare to leave in what limited ways I could, she was surprised by it and slightly embarrassed.

Avatar

How valuable is it to not just find a friend who has your back...but also be able to spend time both working...and not?

-

-

-

-

(Hopefully by this point you’ve finished all 110 minutes of 'A Private War’, the kind of person who isn’t bothered by spoilers, or are just deciding if you still want to keep watching.)

Avatar

The pain of war is really beyond telling. I don't think I've filed a story and felt I got it. I really said what I want people to feel, but I do try and I think whatever the rights and wrongs of a conflict, I feel we fail if we don't face what war does, face the human horrors rather than just record who won and who lost.

- Marie Colvin |  journalist, foreign affairs correspondent

Avatar

Remembering the intrepid war journalist and martyr, Marie Colvin on her birthday, January 12, 1956. Marie risked her life and safety numerous times to show the world the inhumanity of wars. She was murdered by the Syrian regime while trying to show the world what the monstrous ASSad government was doing to its women and children in Homs. She hoped, and believed, that the world would do something, anything, to stop the slaughter. Instead Marie showed us that the world didn’t care about Syrians because we have lost all sense of compassion and interest in our fellow man. Her murder in the pursuit of justice is a hard lesson for the world and it will be our shame forever that we witnessed and then did nothing. RIP Marie and thank you for being a compassionate person who wanted to make a difference for people.

Avatar

Colvin: o retrato da coragem

Muitos jornalistas possuem a difícil missão de noticiar locais em situação de perigo, como zonas de guerra, cidades assoladas por epidemias ou acidentes devastadores. Marie Colvin foi uma correspondente internacional americana especializada em Oriente Médio que cobriu muitos países atingidos pela guerra ao longo de sua carreira, como Líbia, Iraque e Síria. Sua coragem de permanecer em locais cercados pelo conflito armado foi reconhecida diversas vezes, se tornando muito premiada no mundo jornalístico.

Marie Catherine Colvin nasceu no Queens, Nova York. Filha de um veterano da segunda guerra mundial e uma professora de Long Island, Marie começou a produzir textos durante a faculdade. Formou-se em antropologia, na Yale. A jovem Colvin contou pra sua mãe que decidiu ser jornalista após publicar um artigo no jornal da universidade.

Após trabalhar em um sindicato em Nova York e depois integrou o grupo da (UPI), Unidade de Imprensa Internacional, trabalhando em Trenton, Nova York e Washington. Em 1985, se mudou para Londres e foi contratada pelo jornal britânico The Sunday Times.

Sua primeira missão como correspondente de um país em guerra civil ocorreu em 1986, na Líbia. Durante sua cobertura, entrevistou Muammar Gaddafi, o líder revolucionário, após a operação El Dorado Canyon, constituída por um bombardeio aéreo americano que atingiu as cidades costeiras de Tripoli e Benghazi, em resposta a um ataque líbio numa boate de Berlin repleta de soldados americanos. Na ocasião, Gaddafi afirmou que a reconciliação da Líbia com os EUA seria impossível enquanto Ronald Reagan, à época presidente, não abandonasse o cargo.

Apesar de ser especializada no Oriente Médio, Marie Colvin também cobriu guerras civis em outras zonas de perigo, como Chechênia, Kosovo, Timor Leste, Serra Leoa e Sri Lanka.

Na ocasião em que esteve em Timor Leste, Colvin se recusou a sair do complexo em que estava. O local foi cercado pelo exércio da Indonésia. Por causa de sua recusa, levou o crédito por ter salvado 1.500 mulheres que se encontravam no refúgio, além de uma força das Nações Unidas. Após quatro dias, todos foram evacuados do local. Ela também ganhou o prêmio  da Fundação Internacional de Mulheres pela coragem no jornalismo por sua cobertura na Chechênia e Kosovo.

A cobertura da guerra civil do Sri Lanka foi marcante para a jornalista, que perdeu o olho esquerdo durante um ataque a bomba ao local em que estava, a levando a usar um tapa-olho pelo resto de sua vida. Mesmo machucada, ainda escreveu um artigo de 3.000 palavras sobre o desastre humanitário do país e denunciou o bloqueio de alimentos, suprimentos médicos e a proibição do acesso de jornalistas estrangeiros ao local de guerra. Seu tapa olho era sua marca registrada, o símbolo de sua coragem. Seu acidente a levaria a uma crise psicológica profunda e de alcoolismo que deteriorou sua saúde e a acompanharia até seus últimos dias, mas a jornalista decidiu não se aposentar e continuou a ser correspondente de guerra.

Após cobrir a guerra do Iraque, a primavera árabe da Tunísia, do Egito e da Líbia, Colvin também também cobriu a guerra civil na Síria, onde entrevistou Gaddafi pela segunda vez e escreveu sobre a humanidade nos extremos, levada ao insuportável e ao sofrimento indescritível.

A coragem de Marie Colvin a levou a cometer atos ilegais para noticiar em detalhes as tragédias que ocorriam nos países em guerra, como entrar em locais onde a presença de jornalistas era proibida e mentir sobre sua verdadeira identidade. Isso levou à ira de vários governantes, como Bashar Al-Assad, que ordenou que o complexo em que se encontrava refugiada juntamente com outros jornalistas, fotógrafos e civis fosse bombardeado, causado a sua morte.

O cerco de Homs, na Síria, foi onde Colvin fez sua última transmissão, em fevereiro de 2012, aparecendo em vários veículos de televisão espalhados pela Inglaterra, Como BBC, Chanel 4 e ITN. Durante seu relato, ela descreveu a série de horrores que estava acontecendo em Homs, como bombardeios aleatórios e indiscriminados por parte do governo do ditador sírio, além de ataques de franco-atiradores aos civis da região. Apesar de visto muitos conflitos de guerra antes, Colvin afirmou que nunca havia nada tão cruel quanto na Síria. Momentos após a sua transmissão, o local foi bombardeado, levando Marie e um fotógrafo frânces à morte.

Em 2016, os advogados da família de Colvin processaram a Síria por responsabilidade direta na morte da jornalista, desencadeando uma indenização milionária. Também foi estabelecido um Fundação em memória da jornalista, que faz doações a vítimas de desastres humanitários.

Avatar

A Private War

One of the most celebrated war correspondents of our time, https://en.wikipedia.org/wiki/Marie_Colvin is an utterly fearless and rebellious spirit, driven to the frontline of conflicts across the globe to give voice to the voiceless.

As it is often the case, the episodic structure of biopics reduces the flow of the story. The "countdown" to the last event feels ill-advised.

But still, an important film about a courageous reporter doing vital work.

The movie doesn't sugar coat Colvin's often self-destructive behaviour.

Avatar

Marie Colvin  Very difficult question. It's like writing, uh, your own obituary. I suppose to look back at it and say, you know, I cared enough to go to these places and write, in some way, something that would make someone else care as much about it as I did at the time. Part of it is you're never gonna get to where you're going if you acknowledge fear. I think fear comes later when it's all over.