“Não, você não odeia a sua vida. Você odeia a fase pela qual está passando. Não confunda as coisas.”
— Sofia Eckart.

“Não, você não odeia a sua vida. Você odeia a fase pela qual está passando. Não confunda as coisas.”
— Sofia Eckart.
Essenciável (via motoshima)
Bob Marley. (via motoshima)
é preciso se valorizar, sabe?
o amor só é bom quando a gente não precisa implorar por ele.
Mary (via poetizei-o-silencio)
Bruno Alonso (via reforcei)
Kenedy, 1995 (via delator)
Eu me chamo Antônio (via motoshima)
Chrislayne L. Pinto. (via quoteografa)
Não espere a aprovação dos outros. Seja você, faça por você.
reamarei.
Conto em G Meu nome é Lorena e tenho 17 anos, moro com meu pai desde que ele se separou da minha mãe. Moramos no Em Vitória do Espirito Santo. Meu pai trabalha em um banco, e como é novo, ainda tem 41 anos, sempre aparece em casa com uma namorada nova. Isso não me incomoda, eu e meu pai somos bem próximos, eu sei de tudo da vida dele e ele sabe tudo da minha vida, sendo assim eu tenho bastante privacidade e posso ficar com os caras ou garotas sem me preocupar muito. Sim, sou bissexual, descobri isso quando tinha 13 anos. Bom, essa história começa em um sábado de manhã. Na sexta feira meu pai disse que talvez não voltasse para casa pois ia em uma festa da empresa. Fui no shopping com algumas amigas e voltei pra casa, dormi sem me preocupar e no sábado acordei pensando estar sozinha em casa. Como imaginei que meu pai estava dormindo na casa de alguma nova namorada dele fiquei despreocupada sobre fazer barulhos de manhã para não o acordar. Assim que levantei passei a mão pela minha boceta, é normal para mim acordar com tesão. Aproveitei que estava dormindo de barriga para baixo e comecei a me masturbar daquele jeito mesmo. Minha mão tocava meu grelo e o tesão ia aumentando cada vez mais, virei de barriga para cima para tocar os bicos do meu peito. Já estava toda meladinha e gemendo alto, alto do jeito que só faço quando papai não está em casa. Tirei a parte de cima do meu pijama e apertei meu bico mais forte ainda, cuspi na minha mão e enfiei 2 dedinhos bem devagar. Peguei o celular e gravei um snap pra um menino do colégio que estava ficando de vez em quando. Enquanto gravava o snap gemia mais alto e falava “Estou tão safadinha hoje, queria tanto alguém pra me foder gostoso. Terminei o snap e coloquei o celular no criado mudo do lado da minha cama, no mesmo criado peguei meu vibrador. Passei ele na boca apenas para molhar com saliva e logo coloquei na minha buceta. Quando começou a vibrar abri mão do controle do meu corpo e apenas me entreguei ao prazer do orgasmo que estava quase chegando quando de repente. -Lorena? estou indo comprar pães, você vai querer alguma coisa? Uma mulher alta e morena estava na frente do meu quarto que estava com a porta meio aberta. A mulher era Luana, papai ja tinha trazido ela em casa outras vezes, mas essa foi a primeira vez que a vi apenas de baby dol. O baby dol era preto e meio transparente e ela não estava usando calcinha ou nada do tipo, além de estar semi nua na minha frente me olhava com um sorriso malicioso, como se tivesse visto tudo o que eu tinha feito antes dela chegar. E… Sim, ela viu. E o melhor foi o jeito que eu descobri. Levantei da cama e vesti a parte de cima do meu pijama, fui até a mesa da cozinha mas papai ainda estava dormindo. Comi uma bolacha com requeijão até que ele acordou, me deu um beijo no rosto como sempre e sentou junto comigo. Logo em seguida Luana sentou também só que ao meu lado. Dessa vez ainda com o baby dol porém com calcinha.
-Achei que o senhor não voltaria hoje pai. -Ah, a festa estava chata e a Luana preferiu vir para cá.
Luana tinha seios grandes e olhos verdes, provavelmente tinha uns 30 ou 35 anos. -Falei com seu pai, ele deixou eu te ajudar a fazer suas unhas - Luana disse aquilo e olhei para ela sem entender. Papai estava com os olhos fixos no IPAD lendo noticias, de vez em quando comentava alguma coisa.. Luana fez um sinal para eu fazer silêncio e deslisou a mão pela minha perna até chegar na minha boceta. Começou a me massagear por baixo da mesa e eu me controlei para não fazer nenhum som. Minha bucetinha ainda estava sensível por não tinha gozado pela manhã e tinha parada quando estava quase lá. Sua mão tocava minha buceta e seus olhos não paravam de me encarar como se ela quisesse me comer inteira. Me segurei até que ela em um movimento rápido colocou a mão dentro da minha calça e tocou meu grelo. Soltei um gemido baixo. Ela tirou a mão e papai olhou para nós.
-Está tudo bem? Luana olhou para ele e disse - Sim amor, eu e Lorena vamos pro quarto fazer as unhas ok? Papai disse que sim e foi sala, sentou no sofá e começou a assistir algum jogo de futebol que não era do Brasil.
Entramos no meu quarto e Luana trancou minha porta Logo me colocou deitada na cama e jogou seu corpo por cima de mim, me beijava na boca, nos seios, logo estava totalmente nua. Ela ainda usava seu baby dol preto transparente. Ela deslisou pelo meu corpo até sair da cama. Me chupava enquanto ficava com o bumbum empinado. Eu via aquilo e não conseguia acreditar, apenas deixava ela tomar conta da situação. Ela me chupou durante muito tempo e eu finalmente gozei. Mas com ela era diferente das meninas da minha escola. Ela fazia tudo “direito”, da pra entender? Parecia que ela sabia os movimentos certos para eu ter o máximo de prazer. Assim que gozei ela se levantou e meu deu a ordem para ajoelhar. Sem pressa ela tirou a calcinha e o baby dol e eu ajoelhada na sua frente comecei a chupar seu grelo. Me senti uma escrava sexual que apenas obedecia o que minha dona ordenava, e isso me dava mais tesão ainda. Ela pressionava minha cabeça contra sua buceta e eu ouvia seus gemidos. Seus seios estavam molhados com a saliva que ela mesmo passou neles. Ela sentou na cama e eu continuei ajoelhada no chão apenas chupando minha dominadora que dez vez em quando me puxava pelo cabelo e beijava minha boca, ou batia na minha cara e mandava eu não fazer barulho pro papai não ouvir. Acho que fiquei uns 30 minutos chupando ela até que ela mandou eu sentar no seu rosto. Antes ela pegou meu vibrador no criado mudo e emfim fizemos o 69. Só que ela além de me chupar colocou o vibrador na minha bucetinha que já estava escorrendo de tão melada.O vidrador e sua língua me tiraram do controle. Pela primeira vez na vida gozei e soltei um jato. Molhei ela e minha cama. Mesmo assim ela não parou, continuou me estimulando e mandou eu enfiar três dedos em sua buceta. Depois tirou o vibrador da minha pepeka e mandou enfiar no dela. Foram mais alguns minutos até que ela gozou também. A parte de dentro da sua coxa tremia e sua barriga dava pequenos espasmos. Ela me pegou pelo cabelo de novo e disse.
-Pra uma menininha de 17 anos até que você manda bem.
Voltamos pra sala e papai já estava vendo outro jogo com times diferentes. Luana se vestiu e foi embora, segundo ela tinha relatórios para terminar e eu fiquei com a lembrança daquela foda maravilhosa que tive. A melhor da minha vida sem sombra de duvida. Estou esperando o dia que papai vai trazer ela aqui em casa de novo.
Motoshima. (via motoshima)
João Fontinelly. (via renunciador)
(…) mas ontem eu me dei conta de que não quero que ninguém mais me toque sem amor.
Autor desconhecido (via delator)
Pedro Pinheiro. (via soulstranger)
a tristeza parece a cômoda velha que eu tenho no quarto e não jogo fora