crescer
Tenho pensado muito.
Sobre quem eu sou e quem eu fui. Sobre meu comportamento, minha identidade e minha forma de pensar. Sobre o que me afeta e o que passa desapercebido. Sobre um momento propício para crescer.
Crescer e abarcar uma nova mentalidade, novas responsabilidades, novas atitudes e novos projetos. Tomar decisões por conta própria e decidir o caminho a seguir, apontando para a direita ou para a esquerda.
O grande assusta, mas é deslumbrante. O futuro apavora, mas é promissor.
É por isso que se tornou preciso sair do casulo. Conduzir a alma, ainda criança, até a sua graduação. Sair debaixo das asas protetoras e desenvolver as minhas próprias — grandes o suficiente para me proteger também. Há forças para que isso aconteça?
O próximo passo me faz estremecer, mas me enche de esperança.
Estremeço porque às vezes parece incerto, errado e pesaroso. Porque tenho medo de me perder. Medo de transbordar em culpa. Mas me enche de esperança porque existem cores, possibilidades e oportunidades. Talvez exista a cura também.
A palavra “mudança” reverbera e se debate na garganta, mas não cansa de procurar uma forma de sair. O destino ainda é oscilante, mas as mãos que o conduzem estão dispostas a finalmente serem firmes.
ROMAN HOLIDAY by Ines Perkovic
“The treadmill of talk shows and press junkets, radio interviews, and public appearances alongside stormtroopers and robots, took an inevitable toll. Fisher and Hamill referred to Harrison as ‘Dad’ on the promotional tour. But all three couldn’t help behaving like adolescents to relieve the strain. ‘We went wild in amusement parks at night to get away,’ said Fisher. During their stay at the Sherry Netherland in New York the trip had a massive, frat house–style food fight. ‘We tried to clean up before George and Marcia Lucas came in–like mom and Dad–but there was still a piece of spinach on the mantel,’ said Fisher.”


