zumbis

The dream is in choosing those who dream big and did not give up but shows the world that is a great talent and pride love Milla Javovich 💯🔝🌏1⃣😍😋😘❤💓 Resident evil
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Velhos carnavais… ou melhor, cosplays que tirei fotos a alguns anos, muitos cosplayers acabam não entrando em contato comigo e isto gera uma grande quantidade de fotos ‘paradas’ nos meus arquivos, caso algum cosplayer tenha a foto aqui e solicite eu a retirarei deste post, já em outro caso, caso queira receber as demais fotos e com sorte ter um post proprio, peço que entre em contato comigo.

To Tranks!

http://totranks.com/h1z1-passara-por-mudancas-na-estrutura-e-no-modelo-de-negocios/

H1Z1 passará por mudanças na estrutura e no modelo de negócios

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Embora não pudesse ser considerada muito original, quando o H1Z1 foi anunciado eu fiquei bastante empolgado com a sua proposta. Um MMO onde teríamos que sobreviver ao ataque de zumbis e de outros jogadores parecia uma ideia bacana, mas logo o meu interesse começou a diminuir. Com o medo de ser explorado por microtransações, do seu lançamento conturbado e dos muitos trapaceiros que frequentavam os servidores, acabei preferindo esperar para ver como seu desenvolvimento evoluiria e nunca me arrisquei nele.

Bom, a última novidade em relação a criação da Daybreak Game Company (ex-Sony Online Entertainment) é que ela passará por profundas mudanças tanto em seu estrutura quanto na maneira como é distribuída, mas será que isso fará com que novos jogadores lhes deem uma chance?

Bom, para começar saiba que o jogo será divido em duas partes, a H1Z1: Just Survive e a H1Z1: King of the Kill. A diferença entre elas é que enquanto a primeira girará em torno do aspecto de sobrevivência, nos colocando para coletar recursos, criar itens e bases, a segunda funcionará basicamente como um multiplayer, com os jogadores se enfrentando em diversos modos.

De acordo com o comunicado publicado pelo estúdio, eles decidiram fazer esta divisão depois de perceberem que comunidades estavam se formando em torno dos modos Survival e Battle Royale e que essas pessoas ou jogavam um, ou outro. Para ser sincero, não sei dizer se a decisão deles foi acertada ou não, mas o fato é que será assim que o jogo passará a funcionar.

O grande problema aqui é que ao dividir o H1Z1 em duas partes teremos que comprar os dois módulos. Isso mesmo, comprar! Apesar de este ter sido anunciado como um jogo gratuito, a Daybreak decidiu que o melhor seria mudar o modelo de distribuição e com isso chegamos a segunda novidade prevista para o título.

Funcionará da seguinte forma: até o dia 16 aqueles que tiverem adquirido o acesso antecipado ao título (que hoje está saindo por pouco mais de R$ 27) terão direito as duas partes, mas após essa data cada uma delas será vendida por US$ 19,99. Por tanto, se você planeja adquirir o jogo, é bom correr para comprá-lo enquanto ainda está mais barato.

Já em relação ao lançamento desses dois módulos, a desenvolvedora informou que enquanto o King of the Kill deverá estrear durante o nosso inverno, o Just Survive só deverá aparecer lá pelo final do ano, com versões previstas para PC, Xbox One e PlayStation 4.

O que você acha? Será que agora vale a pena dar uma chance ao MMO?

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A Cultura Zumbi

Afinal, de onde essa ideia saiu?

Especula-se que são seres mitológicos vindos de crenças da Africa Ocidental, os escravos levaram sua religião para o outro lado do Atlântico, mas a lei francesa os obrigava a se converterem ao catolicismo. O que surgiu, então, foi uma série de elaboradas religiões artificiais, que misturam com criatividade os elementos de diversas tradições, como obeah da Jamaica, a santeria de Cuba, o candomblé do Brasil ou o vodu do Haiti. Mas o zumbi foi popularizado no ocidente através das tradições do vodu haitiano, mas não de um jeito bom…

L’UNION FAIT LA FORCE!!!

Acontece que, as condições de vida de um escravo no Haiti, que até o momento era uma colonia francesa conhecida pelo nome de “Saint-Dominique”, eram horríveis, até para os padrões da escravidão. Por isso, uma rebelião iniciada nas camadas baixas da sociedade, no maior estilo revolução francesa (olha que irônico) conseguiu finalmente eliminar os senhores de escravos em 1791, o país entrou na história, se tornando a primeira república negra independente do mundo, depois de uma longa guerra revolucionária, em 1804. Renomeando seu nome para Haiti, com seu lema:

 A união faz a força.

Apesar de ser uma história incrível, ela não ganha um final feliz pro Haiti… Depois de sua vitória e emancipação, o Haiti se tornou uma humilhação para os impérios, uma colonia que ganhou uma guerra contra o império era um absurdo (mesmo que esse império seja a França, qualquer um bate na França) por essa razão, ele foi sempre demonizado como um lugar violento, cheio de superstições e morte porque sua própria existência era uma ofensa a todos os impérios, diziam que a unica forma de uma colonia vencer, seria através de magia negra. E durante todo o século XIX, relatos de canibalismo, sacrifício humano e perigosos rituais místicos na região, eram constantes. 

Foi apenas no século XX, depois que os Estados Unidos ocuparam o Haiti, em 1915, que essas histórias e rumores começaram a rondar a figura do “zumbi”. Forças americanas tentaram fazer uma destruição sistemática da religião local, o vodu, o que acabou tendo o efeito contrario, fazendo com que ela fosse mais conhecida, graças a um tal de William, mas depois a gente fala dele.

Vamos um pouco mais fundo nesse mito.

Para a maioria de nós, a palavra “zumbi” é sinônimo de um morto que, por algum motivo macabro, voltou a viver. Caminhando novamente pela terra e em avançado estado de decomposição, ele busca um único objetivo: 

Comer a carne dos vivos.

E na cultura contemporânea, é uma boa definição, mas como foi visto até aqui, o conceito de zumbi surgiu muito antes dos filmes de George Romero

Para os haitianos comuns, a palavra zumbi era sinônimo de medo. Os mortos que vivem, eram parte integrante do vodu, essa crença tem como principal base, assim como as outras crenças hibridas trazidas da Africa, a ideia de que um ser humano poderia ser possuído pelos deuses, deixando de lado sua própria alma para dar entrada à divindade.

A separação da alma e corpo era realizada em um ritual controlado. O medo dos haitianos surgiu da ideia de que, se era possível fazer isso por meio da música e dança, tal ação também poderia ser tomada por um alguém fora das cerimônias vodu. Ocasionando um estado de falsa morte, por meio da magia negra, um feiticeiro poderia utilizar o “cadáver” para seus próprios fins. Em vez de uma divindade, o indivíduo teria sua alma separada do corpo e substituída pelos desígnios de seu “senhor”.

Gradualmente foi se espalhando a crença de que feiticeiros poderiam fazer suas vítimas parecerem mortas, através de magia, hipnose ou até uma poção secreta, e aí reavivá-los para servir como seus escravos particulares. Assim o zumbi se tornou uma metáfora para escravo, alguém sem vontade própria, sem nome e preso em uma espécie de morte em vida.

As famílias haitianas tinham diversas maneiras de impedir que os ladrões de túmulos agissem contra seus entes queridos. Alguns enterravam os corpos em tumbas feitas de pedras, outros contratavam guardas para permanecer ao lados das sepulturas. Um terceiro grupo tomava medidas mais extremas e atirava na cabeça dos cadáveres antes de deixá-los na terra. Mesmo com essas práticas, a dúvida sempre permanecia: será que o falecido estava realmente morto? 

O temor dos haitianos dos zumbis não se relacionava especificamente a ser atacado por um deles, e sim a se tornar um. Marcados pela escravidão e vivendo em condições sub-humanas, muitos habitantes do país viam a morte como única saída da vida de sofrimento que levavam em terra. A ideia de que, mesmo após falecerem, ainda poderiam ser submetidos a trabalhos forçados, essa sim, era aterrorizante.

Do Haiti, para o mundo!

Apesar de ter sido citado pela primeira vez no livro “The Country of the Comers-Back” (O País dos que Voltam, em tradução livre), do antropólogo grego Lafcadio Hearn em 1889, e em várias revistas no estilo Pulp Fiction (Revistas consideradas subliteratura, que se caracterizam por aventuras com violência, chocantes e sensacionalistas publicadas em um papel de baixa qualidade), foi o jornalista e ocultista, William Seabrook o responsável por firmar as bases do monstro e apresentá-lo para o ocidente. No livro “A Ilha da Magia”, de 1929, o americano relata sua viagem ao Haiti e como teve um contato direto com uma cultura na qual o fim da vida não necessariamente significa o descanso do corpo.

Com um gosto pela aventura, herdado de seus tempos como militar, Seabrook ficou intrigado pelos relatos vagos do livro de Hearn. Disposto a ter uma experiência em primeira mão com o que chamava de “a terra dos mortos viventes”, ele viajou até o Haiti para relatar a seus leitores aquilo que eles, provavelmente, jamais veriam com os próprios olhos. 

Ele era um famoso entusiasta do “primitivismo”, tendo tentado participar de um culto canibal na África e se iniciado nas cerimônias vodus haitianas.

E por que esse negocio de zumbi popularizou? 

De acordo com “A Ilha da Magia”, os zumbis escravos eram reais. Seabrook conta a história das lavouras de cana-de-açúcar no Haiti, gerenciada pela HASCO (Companhia de Açúcar Haiti-Americana, na sigla em inglês). Em 1919, com a produção batendo recordes, houve uma grande demanda de trabalhadores rurais, prontamente atendida por Ti Joseph de Colombier, um desconhecido completo.

Chegando à plantação com um bando de trabalhadores maltrapilhos que trabalhavam durante dias e noites sem parar e eram mantidos afastados do restante dos empregados da HASCO. A direção da empresa não se importava com essas peculiaridades, uma vez que a força trazida por Colombier produzia mais do que todos os outros funcionários da plantação.

Durante o feriado haitiano de Corpus Christi, porém, os zumbis foram levados à Porto Príncipe pela mulher de Colombier, contrariando as ordens de seu marido. Ela sentia pena daquelas pessoas e, para ajudar, deu a eles comida e doces. Os alimentos cortaram o efeito das drogas administradas pelo senhor e, um a um, os escravos “voltaram à vida”.

Essa ressurreição, porém, foi temporária já que os zumbis tiveram tempo apenas de voltas às suas sepulturas originais. Sob os olhares aterrorizados de seus familiares, os escravos de Colombier, um a um, tombavam no cemitério. Revoltados, os entes queridos dos falecidos mataram o feiticeiro e deixaram seu corpo para apodrecer à vista de todos, ao lado de seus dominados…

Esta foi a primeira história de zumbi a ser publicada nos EUA… Agora imagina você, um americano comum em 1929, pega um livro desse e lê que em um país rola um negócio assim? Já é de se esperar que a partir daí, o fascínio dos americanos pelos mortos que andam apenas cresceria depois de uma dessa.

O autor William Seabrook é até hoje creditado como o responsável por levar o termo “zumbi” para a cultura americana, então, já sabem quem agradecer.

Olha como ele é simpático…

Mas e então? Existe ou não esse negocio de zumbi?

De acordo com Zora Naele Hurston, existe sim! Venerada autora americana que se formou em antropologia e passou vários meses no país caribenho para se tornar sacerdotisa do vodu.

Em seu diário de viagem informal, que depois foi publicado com o título de Tell My Horse (1937), Hurston não só afirma que os zumbis existem como relata seu encontro com um deles, com uma foto para “provar”. No caso, a foto é supostamente, de uma mulher que apareceu em uma aldeia do Haiti, caminhando estranhamente pelas ruas, identificada como Felicia Felix-Mentor. O assombroso é que no hospital, um familiar reconheceu a mulher, mas ele dizia que ela havia morrido e sido enterrada em 1907, com 29 anos de idade. Na época, os médicos da região e a pesquisadora não souberam responder o que realmente estava ocorrendo. Sem solução, a pesquisadora saiu praticamente convencida da veracidade das crenças espirituais em que era possível a existência de zumbis, mas o caso foi arquivado por falta de informações.

A autora sofreu gozações por causa de sua credulidade, mas hoje acredita-se que se a mulher que ela capturou com sua câmera não era uma verdadeira zumbi, era ao menos alguém que tinha sofrido uma morte social, isolada de sua comunidade e sofrendo de uma grave doença mental.

É mais um dos traumas históricos provocados pela escravidão: uma condição em que uma pessoa fica desprovida de sua personalidade e de qualquer ligação com outros indivíduos, arrastando-se por uma existência morta.

Abaixo, foto da autora e antropóloga Zora Naele Hurston:

Já em 1982, um antropólogo canadense chamado Wade Davis foi até o Haiti para tentar decifrar a incógnita dos Zumbis Haitianos. Sua conclusão foi publicado em dois livros: “A serpente e o arco-íris” (adaptado para o cinema por Wes Craven)   e “A passagem das Trevas”.

O pesquisador declarou que uma pessoa viva pode ser transformada em um tipo de zumbi injetando algumas substâncias na corrente sanguínea do ser humano. E ainda falou como é o processo, que passa por duas etapas:

Na primeira fase injeta-se uma mistura poderosa de uma neurotoxina extraída o peixe Baiacu, chamada tetrodotoxina e bufotoxina, provenientes dos sapos e outras combinações de drogas. O resultado dessa combinação injetadas em uma pessoa é um estado de morte clínica, em que os batimentos cardíacos e a respiração são reduzidos ao ponto de se tornarem imperceptíveis. A pessoa dada como morta, então é enterrada, e em torno de oito horas após o enterro a pessoa é desenterrada antes que morra por asfixia.

A segunda etapa, consiste na administração de uma poção contínua de drogas, que induz as pessoas a um estado de confusão mental e desconexão com a realidade, fazendo com que as memórias recentes e a percepção sejam destruídas, tornando-se possível o controle total do possível zumbi. Dessa forma, os zumbis, eram comercializados pelos feiticeiros como escravos.

Davis então concluiu que:

O zumbi haitiano era um estado inicial de morte com animação suspensa, seguido pelo re-despertar após o enterro, em um estado psicótico.

A narrativa teve impacto imediato na comunidade científica, mas logo foi rejeitada pela maioria, especialmente por um químico japonês especialista em tetrodotoxina. Outros testes foram realizados na amostra do pó comprado de um sacerdote vodu pelo estudioso canadense, mas não se chegou a nenhum resultado definitivo. Tudo que sabemos é que se existe ou existia mesmo zumbis no Haiti, continua sendo um mistério…

Abaixo, foto do antropólogo e autor Wade Davis:

O que significa a palavra “zumbi”?

A palavra "zumbi” é igualmente cercada de mistério, mas sua origem pode estar nos termos nzambi ou nzumbi, que, em alguns idiomas do oeste africano, significam “divindade” ou “espírito ancestral”. Já no Brasil, zumbi era um termo usado para fantasmas ou seres imortais, possivelmente a mesma raiz do nome do Zumbi dos Palmares.

Epa!! Pera aí, quem é esse?

Ele era um brasileiro de família escrava, que nasceu liberto em 1655 no Quilombo de Palmares, mas foi capturado aos 6 anos e levado para Portugal por um missionário, não se sabe o nome de nascença de Zumbi, mas foi batizado em Portugal com o nome de Francisco. Zumbi, que nasceu na cidade de Palmares, em Alagoas, fugiu da Europa aos 15 anos e voltou para o quilombo no Brasil, mas o clima ficou pesado entre ele e o líder da comunidade. Acontece que o Quilombo dos Palmares, era uma comunidade auto-sustentável formado por escravos negros que haviam escapado das fazendas, prisões e senzalas brasileiras. Estima-se que ele ocupava uma área próxima ao tamanho de Portugal e sua população alcançava por volta de trinta mil pessoas, não precisa dizer que um reino desse tamanho, marginalizado dentro de outro reino era um problema para Portugal, ainda mais quando esse reino era formado por pessoas que Portugal escravizava, por isso, por volta de 1678, o governador da Capitania de Pernambuco, cansado do longo conflito com o Quilombo de Palmares, se aproximou do líder de Palmares, Ganga Zumba, com uma oferta de paz. Foi oferecida a liberdade para todos os escravos fugidos que estivessem ido para o quilombo, se o quilombo se submetesse à autoridade da Coroa Portuguesa, a proposta foi aceita pelo líder, mas Zumbi rejeitou a proposta do governador e desafiou a liderança de Ganga Zumba, prometendo continuar a resistência contra a opressão portuguesa, assim, Zumbi tornou-se o novo líder do quilombo de Palmares, um líder contra os portugueses, uma lenda no Nordeste, o líder dos escravos rebeldes do célebre Quilombo de Palmares, no Brasil Colonial do século XVII… Mas acabou sendo morto pelos portugueses em 1695, e 2 anos depois, cortaram sua cabeça e colocaram como exposição em uma praça pública, demonstrando que Zumbi não era um ser imortal como todo escravo que já tinha ouvido falar dele, acreditava até o momento…

Apesar de ter muitas polêmicas em volta de Zumbi, como ter assassinado Ganga Zumba para tomar o poder, e ter tido escravos para uso próprio, ele ainda é o simbolo brasileiro da luta contra o racismo, e no dia 20 de novembro, o dia de sua morte, se tornou o dia nacional da consciência negra!…. Isso dá um filme digno de óscar! Pô José Padilha, olha você dando mole aí!!

“Zumbi” idealizado pelo pintor Antônio Parreiras:


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youtube

O Vídeo mostra Duas garotas que resolvem fazer uma surpresa no dia de aniversário de sua mãe. Para isso as duas se escondem dentro do armário e esperam sua genitora chegar para então sair com balões e fazer uma grande surpresa.

Porém, parece que algo acaba por dar errado quando as garotas espiam sorrateiramente sua mãe…
O vídeo está em inglês , porém não é necessário o entendimento da língua para compreensão do filme. Caso queiram podem utilizar a ferramenta de legendas traduzidas do youtube…

E cuidado ao fazerem surpresas deste tipo…..