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““Começa devagar”, ela cochicha, com a mão colada à minha orelha.
 Percebo que já começo a ficar excitado. Afinal, ela me deixava louco de uma maneira absurda. Coloco a mão em seu quadril. Sua mão cobre a minha logo em seguida. Sinto sua respiração curta e acelerada contra meu pescoço. Ela cola sua boca a minha e vai me beijando devagar e com desejo. Ela me queria como eu também a queria, e isso alimentava mais a minha vontade de te-la só para mim, como minha mulher. Seus lábios eram tão macios que eu poderia ficar beijando-a por horas. Com a mão direita ela percorreu por minhas costas com as unhas, me fazendo soltar um gemido de dor e prazer, suas unhas haviam traçado um caminho em minhas costas que deixaram rastros seus. Eu sentia o ardor se misturar com o prazer. Ela já tinha conseguido me excitar com poucos minutos ao teu lado. Me sentei numa poltrona que tinha ali e a puxei, encaixando-a em meu colo, pressionando-a contra o volume já notável em minha calça. Como num impulso, ela começou a se esfregar lentamente sobre meu pau, fazendo um “vai e vem”, me fazendo querer senti-la por inteira e não por cima de alguns panos. Eu a queria, puta merda. Queria tanto foder e fazê-la gozar. Não porque eu queria uma transa. Mas porque eu precisava dela.
—  I needed her… Reforcei em companhia de Vulgarizei.
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A princípio foi esse olhar um simples encontro; mas dentro de alguns instantes era alguma coisa mais.
Era a primeira revelação tácita, mas consciente, do sentimento que os ligava.
Nenhum deles procurara esse contato de suas almas, mas nenhum fugiu.
O que eles disseram um ao outro, com os simples olhos, não se escreve no papel, não se pode repetir ao ouvido; confissão misteriosa e secreta, feita de um a outro coração, que só ao céu cabia ouvir, porque não eram vozes da terra, nem para a terra as diziam eles.
As mãos, de impulso próprio, uniram-se como os olhares; nenhuma vergonha, nenhum receio, nenhuma consideração deteve essa fusão de duas criaturas nascidas para formar uma existência única.
—  Machado de Assis