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Era engraçado de se pensar como é a minha cidade, afinal, ao mesmo tempo que ela é moderna, ainda é vintage e segue o regime Monárquico. Jordhaun, também conhecida como Veneza Americana, possui um charme único, suas casas coloridas e coladas uma a outra, os barquinhos que circulam pelo rio que corta a cidade ao meio, os milhares de cafés, bicicletas para cima e para baixo, flores e mais flores. Todos ali se conheciam e era raro ter alguma desavença.

Sr. Phoster, meu pai, trabalha como secretário do rei Jordhaun; Sra. Suely, minha mãe, trabalha com a própria floricultura; Eu trabalho dando aula de ballet na School Fireto, para crianças de 3 a 10 anos; Meu irmão, Josh, e minha irmã, Luanne, apenas estudam. Vivemos uma vida humilde, sem muito luxo, mas não passamos necessidade. Com o meu salário me sustento com as coisas supérfluas: roupas, chocolate, sapatos, chocolate, entre outros e ajudo em casa quando sobra algum dinheiro. Sou bastante conhecida na cidade, inclusive no palácio, ia sempre com meu pai quando ainda era pequena, a rainha adorava, logo eu que possuo a idade que a filha dela também teria.

A princesa Mia fora sequestrada quando ainda tinha por volta dos dois anos de idade, o casal real fez tudo o que pode para encontrá-la, mas nada fora significante. Hoje, o casal vive sem saber nem se a filha está viva. Porém, todo ano, no dia do aniversário da princesa, eles soltam fogos. Um dia, ainda criança, perguntei à rainha o porquê dos fogos, ela me respondeu: “porque eu sei que aonde quer que a minha menina esteja, ela os verá e ficará encantada”. Guardei aquelas palavras comigo e nunca mais as esqueci. A rainha já me dissera uma vez que eu havia a aparência parecida com a de Mia, eu ficava feliz com as palavras, mas ao mesmo tempo me entristecia, afinal ela via a filha dela em mim e eu nunca vou ser capaz de saber qual o tamanho da dor que ela carregava em seus olhos quando os mesmos pousavam sobre mim.

Nunca vou saber qual é a dor de perder um filho, sem que ele tenha perdido a vida.

- Prólogo - The Lost Princess

76° Capítulo.- além da implicância.

Rodrigo acordou no meio da madrugada sentindo a ausência de Juliana na cama, e no mesmo instante, levantou–se num salto. Uma hora daquelas, era para a loira estar no mais profundo sono. O moreno acendeu a luz do cômodo, e foi até o banheiro onde não havia nenhum sinal dela.

Ao sair do quarto do casal, ele pode ouvir alguns gemidos baixinhos vindos do quarto da Marina, e rapidamente adentrou, encontrando Juliana sentada na poltrona com as duas mãos sobre a barriga e os olhos fechados com força.

– Ju? Tá tudo bem minha loira? – Perguntou caminhando até ela.

– Contrações. – Ju sussurrou. – Fortes. – Disse pausadamente devido as dores.

– E você não ia me chamar? – Ajoelhou–se diante ela.

– Não queria te acordar em vão, á essa hora Rod. – Respondeu.

– Em vão amor? Você sentindo dores e é em vão? – Respirou fundo tentando não perder a paciência. – Vamos para o hospital. – Disse.

– São de treinamento. – Juliana argumentou e em seguida trincou os dentes e fechou os olhos com força.

– Ju, vamos para o hospital, eu não estou perguntando, estou te informando. – Ele falou num tom sério e posicionou–se para ajuda–la a levantar.

– Rod… – Tentou argumentar, mas ele lhe olhou sério. Aquilo não estava em questão, iriam e pronto.

Rodrigo apoiou o corpo de Juliana, e caminhou até o quarto deles, onde apanhou uma camisa para ele, e um casaco pra ela vestir por cima da camisola. Em seguida, apanhou a carteira e a chave do carro.

O caminho feito até o hospital foi em silêncio, o único som que podia ser ouvido eram os das respirações de ambos, sendo a de Juliana um pouco descontrolada por causa das dores que vinham do nada, às vezes fracas, às vezes mais fortes. Completamente irregulares.

Assim que chegaram ao estacionamento do hospital, quando Rodrigo já estava descendo do carro pra ajuda–la a sair, Juliana o chamou.

– Rodrigo, as dores sumiram. – Disse incrédula. Marina só podia estar querendo zombar dos pais.

– Não é possível. – Ele voltou a se sentar dentro do carro. – Filha, tá de brincadeira com a gente? – A risada não foi possível de ser controlada. – Mas mesmo assim loira, vamos lá dentro ter certeza. – Disse.

– Eu falei que eram de treinamento Rodrigo. – Juliana falou em tom repreensivo.

– Melhor pecar por excesso do que por falta. – Disse apenas antes de dar a volta no carro pra ajuda–la a sair. Já que estavam ali, entrariam para confirmar que as contrações eram apenas de treinamento. Rodrigo não queria correr o risco de voltar pra casa, e ao chegar lá, Juliana voltar á sentir dores.

Adentraram no hospital, e aguardaram alguns minutos na sala de espera até poderem ser atendidos por Joana, que estava de plantão aquela noite. E a médica confirmou o que eles já tinham quase certeza, eram apenas contrações de treinamentos.

– Fiquem tranquilos, quando realmente for à hora, vocês saberão. – Ela disse. – E as contrações de treinamento são irregulares, quando forem as de verdade, Ju, você vai notar a diferença. – Explicou.

– Na hora não da pra raciocinar. E toda essa expectativa pra Marina nascer logo. A gente fica achando que já é a hora. – Ju disse.

– Entendo vocês. Mas não precisam correr pra cá toda vez que sentir uma contração, ta papais de primeira viagem? – Brincou.

– Ouviu né moreno? – Juliana o olhou.

– Entendido, mas o que dá pra fazer quando essas dores vierem? Não gosto de vê–la sentindo dor. – Argumentou.

– Bom, tem algumas coisas. Se tiver deitada, levanta um pouco, caminha. Se tiver em pé, deita de um jeito confortável. Toma um banho. Geralmente costuma á ajudar. – Disse.

– Certo. – Disseram em uníssono.

Despediram–se da médica e logo estavam de volta ao carro, rumo a casa deles. Rindo de toda aquela cena. Marina realmente estava mostrando que não seria uma criança fácil. Sequer havia nascido e já estava pregando boas peças em seus pais. Marina malandrinha.

(…)

– Alice, quanto mistério é esse? – Ju estava estranhando Alice estar cheia de segredinhos com as amigas. Não estava gostando nada daquilo. Estava se sentindo excluída. Mal sabia ela, que estavam lhe preparando uma surpresa.

– Que mistério Ju? – Fez–se de desentendida. – Paranoia de grávida é? – Riu.

– Não. Vocês estão cheias de segredinhos. Estou odiando isso. – Disse brava.

– Para disso loira. Coisa da tua cabeça. – Yanna disse. – E afinal, você vai nos emprestar os bodys? – Perguntou.

Elas queriam que Juliana lhes emprestasse os bodys que Marina havia ganhado de presente. Apenas os primeiros. Mas Ju estava resistindo por que queria saber o motivo daquilo, mas elas não queriam lhe contar.

– Pra quê? – Arqueou as sobrancelhas.

– Ju! Deixa de ser chata. Empresta vai. Você vai saber o motivo depois! – Alice insistiu.

– Me falem pra quê ué. – Disse irredutível.

– Desista, não vamos dizer. – Yanna falou.

– Desistam, não vou emprestar. – Devolveu implicante.

– Juliana! – Alice perdeu a paciência. – Por favor. Eu imploro, vai!

– Tá. – Deu–se por vencida. – Mas saibam que eu não to gostando nada desses segredinhos de vocês. – Falou indo pro quarto da filha apanhar as peças.

– Relaxe, você já vai saber o motivo. – A outra loira disse a seguindo, assim como Yanna.

Aquelas duas haviam ficado encarregadas de irem buscar as peças com Juliana, enquanto as outras amigas, Cristina e Ana organizavam outras coisas importantes para a surpresa que estavam fazendo pra Ju e Rodrigo. Na verdade, todos estavam envolvidos, mas estavam proibidos de contar qualquer coisa para o casal. Tudo tinha de ser mantido e sigilo para que a surpresa fosse total.

Após pegarem as peças, as meninas não prolongaram muito á conversa com Juliana. Cada uma inventou um motivo para ter que ir embora, e partiram deixando uma loira bastante curiosa com tudo aquilo. Com certeza estavam aprontando algo.

Sozinha em casa, Ju resolveu preparar o jantar para ela e Rodrigo quando o namorado chegasse do trabalho. Tratava–se de uma sexta á noite e geralmente naquele dia da semana ele demorava mais um pouco á chegar.

Estava distraída na cozinha quando foi surpreendida pelos braços dele que lhe envolveram a cintura.

– Cheguei minha gravidinha linda. – Ele beijou seu pescoço.

– Aí que saudade do meu moreno. – Ela virou–se para lhe beijar. – Chegou cedo hoje. – Falou distribuindo beijos em todo seu rosto.

– Acelerei as coisas pra vim logo te ver. – Contou. – Ju, eu acho que eu to ficando doente de uma doença chamada “amar demais as minhas princesas”. – Disse e ela lhe olhou confusa.

– Como é isso Rodrigo? – Riu.

– É assim, eu amo muito vocês duas. – Referiu–se á ela e a filha. – E quando to longe, eu fico só pensando no momento em que vou estar perto de vocês novamente. Preciso consultar um médico pra saber se isso é grave. – Brincou humorado fazendo–a rir ainda mais.

– Olha, não sei se essa doença aí é séria, mas com certeza sua bobice é séria e demais. – Mordeu sua bochecha suada. – Vai tomar banho vai doentinho. – O empurrou levemente.

– Tá com nojo do meu suor é? – Não se afastou dela.

– Não Rod. Mas vai lá e me deixa terminar aqui, senão teremos que acabar a noite em pizza. – Disse.

– Ah bom. – Disse e em seguida, saiu da cozinha indo se banhar.

Ju terminou de aprontar o jantar, e Rodrigo logo voltou já banhado para ajuda–la a arrumar a mesa do jantar.

– Rodrigo, as meninas hoje tiveram aqui, cheias de mistério. – Juliana contou. – Você tá sabendo de alguma coisa? – A curiosidade não lhe cabia mais.

– Eu? Sabendo de quê Ju? – Não entendeu. Também estava por fora de tudo.

– Do que elas estão aprontando. – Disse. – Pediram os bodys da Marina emprestado, não me disseram o motivo. Estão todos cheios de segredinhos. – Contou. – Não to gostando nada disso.

– Deixa de ser paranoica linda. – Riu. – Vai ver que não é nada demais. – Deu de ombros.

– Tá. – Ju resolveu deixar o assunto de lado, mas ela estava decidida em descobrir o motivo de todo aquele mistério. E no dia seguinte sondaria outras pessoas pra ver se sabiam de algo.

Mal sabia que sequer teria tempo para tal.

(…)

O sábado amanheceu de pressa. Juliana acordou primeiro que o namorado e aproveitou isso pra ligar pra Ana e Cristina para saber se elas estavam sabendo de algo, e obviamente não obteve nenhuma resposta. Ambas se fizeram de desentendidas e mudaram de assunto, precisavam manter a surpresa em segredo.

Quando Rodrigo acordou, eles resolveram ir dar uma caminhada com Zeke pela orla da cidade maravilhosa. Aproveitando o sol da manhã, caminharam, tomaram água de coco, e Juliana até aproveitou um pouquinho do mar.

No período da tarde, após o almoço, Bruno e Yanna foi até o apartamento do casal busca–los.

– Vocês aqui? – Ju estranhou ao abrir a porta.

– Ué, não gostou da surpresa cunhadinha? – Bu brincou. – Assim eu vou me sentir rejeitado.

– Claro que não. É por que vocês não avisaram. – Argumentou os dando passagem pra entrarem.

– Queríamos fazer um programa de casal hoje. – Yanna disse.

– Que programa? – Rodrigo saiu do quarto perguntando.

– Um cineminha. Qualquer coisa. – Bu disse.

– Isso tá estranho. – A loira falou os olhando. – E o Fi e a Mari?

– Eles não vão poder. – Bu falou. – Vão pra casa da família da Mari. – Disse.

Enrolaram Juliana e Rodrigo um pouco mais, e conseguiram os convencer á ir ao tal programa de casal. Após se arrumarem, eles seguiram no carro do Bruno rumo ao desconhecido.

– Que shopping é esse que estamos indo? – Rodrigo perguntou desconhecendo o caminho pegado por Bruno.

– É um que tem logo ali adiante. – Disse. – Parece que é novo. – Mentiu.

– Já estamos chegando! – Yanna disse.

Alguns minutos e Bruno parou o carro diante á uma casa.

– Que lugar é esse? – Ju perguntou.

– Vai saber quando entrar né Juliana. – Yanna disse já saindo do carro. – Venham! – Os chamou.

Desceram e caminharam para a porta da casa. Bruno abriu-a e revelou finalmente a surpresa para Juliana e Rodrigo.

– Surpresa! – Todos dentro do local gritaram.

Haviam preparado o chá de bebê surpresa pra eles.

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Capítulo surpresinha, nos 45 do segundo tempo dessa noite de domingo, e espero que vocês gostem, e por favor, comentem <3

ウェブサイトの意思表示

僕のブログは、わりととりとめもなくWeb周辺を漂ってる感じで、それはそれとして一定の情報提供をしているから意味がないことはないんだけど、

もし、僕はこうしたい、こうします、誰かに何かを伝えたい、誰かに何かをしてもらいたい。っていう具体的なディレクションを示し続けるとしたら、それは誰かにとって行動を起こさせるきっかけになるだろうと思う。

たとえば、自分が作ったものをただなんとなくアップしているサイトと、これは商品です!と言って売っているサイトとでは、同じものを見せていても、見た人の行動は違うものになる。

「見た人が決める」というのは一理はあるけど全てではない。もし結果を期待するなら、見せる人も決めないといけない。それで見た人がどうしたらいいのか?ということを。

潜在的に何かをしたい気持ちがあって、ブログを書いている人がいるとすれば、そこに今までよりはっきりとした意思を込めてみたら、反応も変わってくるんじゃないかと思う。

Pop culture FOMO is real — and we’re stressing ourselves out over it 

“It is a literal crime that you haven’t watched The Wire,” my roommate said to me. “I know, I know,” I said, kind of embarrassed.

The truth was, I knew enough keywords to navigate myself around a discussion of the critically acclaimed HBO series. But after years of being told how much I’d “absolutely love” the show, it got buried on the endless cultural to-do list, becoming just another one of the “Did you see it?"s thrust upon me by friends, family, bosses and the endless scroll of my social media streams.

It’s pop cultural FOMO, exacerbated by digital technology (isn’t everything?) and topped off with a dose of judgment. The hardest part? The judgement comes mostly from ourselves.

youtube

Last week, Australia had an outbreak of a “Spider Rain”, with dozens of spiders falling from the sky. Apparently this is a common thing - spiders spin webs and they can be picked up en masse by decent winds. Here’s video of a spider rain in Texas.


With Google’s annual conference right around the corner, we’re left anticipating what news is on the horizon. Though Google I/O is meant for developers, consumers can look to it for concepts they likely will see on their devices in a few months time. So what are we going to get at I/O this year? Probably nothing groundbreaking, but we’ll still have a lot to talk about. Android M Google’s Senior Vice President of Products (read: guy responsible for everything you use) Sundar Pichai will likely drop Android M on us, but not in a big way. We won’t get the official…

This story continues at The Next Web

– Então, está conseguindo retratar minha beleza?

– Quieto!

Felipe sorriu, porém não tornou a falar. Analisei-o pelo que seria a trigésima vez naquele curto período de quarenta minutos, e voltei novamente minha atenção para o papel. Havia um pequeno traço no lugar que supostamente deveria ser sua sobrancelha esquerda. Não se assemelhava em nada com a original, é claro. Talvez uma versão troncha, fina e morena dela. Ainda assim, estava me esforçando para entregar algo que não fosse digno de pena.

– Fica mais sexy se eu estiver sério ou sorrindo?

– Que tal se você simplesmente estiver de boca fechada? – Resmunguei, apagando o rabisco que fizera acima de seu olho.

– Você não gosta muito de desenhar, gosta? – Ele franziu o cenho, fitando minha expressão impaciente. – Deveria ter me deixado fazer seu retrato.

– E servir de modelo sua? Não, obrigada. – Arqueei as sobrancelhas, ainda tentando fazer uma linha aceitável. – Era sua chance de passar a aula inteira soltando gracinhas.

– Do jeito que fala, até parece que eu só sei fazer isso. […]

—  Spoiler, capítulo 9.