volto correndo

admito que tenho dificuldade para largar meus vicios.

tento largar o cigarro, logo em seguida, já estou com um entre os dedos.
tento largar a bebida, logo em seguida, já estou com um copo na mão. 
tento largar você, mas logo em seguida, percebo o quão viciada eu sou, e volto correndo. na verdade nem tento (finjo), porque você é a melhor droga que existe.

Se você deixar: Eu volto, volto correndo! Renuncio a tudo e a todos. Eu mudo, prometo que mudo. Se você gostar: eu escrevo, eu dito, eu lido com o infinito. Troco de cor o céu, nomeio as estrelas uma por uma, mas só se você deixar.  Se você quiser: Eu engulo o choro, paro de resmungar. Se você prometer ficar: Eu não largo sua mão. Se você cair: Bem, eu não deixaria você se machucar…
—  Camila Mendes
#Preference - Paternidade

Harry:

Harry P.O.V


Eu escutava alguns barulhos de passos vindos do corredor do lado de fora, mas eu estava com bastante sono, preferi ignorar.


Sentia que a cama estava vazia ao meu lado, me fazendo pular ao perceber que já era mais de 07:00 da manhã, então s/n já havia ido trabalhar.


“Puta que pariu” Mumurrei ao bater meu dedo no pé da cama.


“Papai?” Escutei Darcy me chamar e logo depois minha garotinha abriu a porta de meu quarto. “Acho que estou atrasada para a escola”.


“Eu sei filha. Vamos se arrumar rápido ou sua mãe me mata”. Disse já lhe puxando para o banheiro de meu quarto e tirando sua roupinha para lhe dar um banho.


Darcy tinha apenas 6 anos, e eu e várias outras pessoas já lhe considerava muito inteligente para a sua idade.


Hoje era o dia em que suas aulas voltavam depois das férias, e ela já estava mais que animada.


Eu era casado com s/n há 10 anos, e a cada dia que passava eu ficava mais apaixonado por aquela mulher.


Dei um suco de caixinha e uns biscoitos para Darcy ir comendo no caminho até a escola, já que eu estava mais que atrasado e as chances de s/n me matar se descobrisse eram altas.


Parei o carro em frente à escola o mais depressa possível, já que a moça que ficava no portão do colégio já estava anunciando o fechamento dos portões.


Tirei o cinto rapidamente, saindo só carro e indo até o banco de trás, pegando a mochila e a lancheira de Darcy, e lhe tirando da cadeirinha.


“Esta entregue, filha. Não se esqueça que quem vai lhe buscar vai ser a mamãe. Não vá com ninguém além dela, ok?! Coma o lanche direitinho…”


“Tudo bem, papai. Você fala isso sempre”. Ela disse dando uma risadinha e logo depois um beijo em minha bochecha. “Eu te amo”. Disse e saiu correndo entrando no colégio.


Zayn:

Zayn P.O.V



Abri a porta aliviado por finalmente ter chego em casa. Com as gravações do novo álbum, e ideias para um possível turnê, tudo ficava mais agitado.


O ambiente estava calmo, e as luzes do primeiro andar estavam todas apagadas. Estranhando o silêncio, logo fui para o segundo andar, notando que apenas a luz do quarto de minha filha estava acesa.


Bati duas vezes na porta e entrei, me deparando com minha esposa s/n e minha filha Helena, colorindo em uma mesinha cor de rosa que havia no canto do quarto.


“Papai, papai, você chegou” Disse vindo correndo e pulando em meus braços. “Mamãe estava me ajudando a fazer um desenho para dar de presente para você. Mas não acabei ainda” Disse fazendo um biquinho.


“Eu aposto que ficou lindo, boneca” Eu disse lhe dando um beijo na bochecha, caminhando até a mesinha e me abaixando para dar um selinho em minha mulher.


Fiquei ajoelhado em frente à mesa enquanto Helena pegava um dos milhares de papéis que estavam espalhados por ali.


“Eu estava tentando desenhar igual a você, papai. Mas acho que não ficou muito parecido” Disse passando a mão pelos cabelos, já que tinha a mesma mania da mãe quando ficava envergonhada.


“Ficou lindo, meu amor. Tenho certeza que o papai vai adorar” s/n disse sorrindo para Helena, lhe encorajando a mostrar o desenho.


Helena concordou com a cabeça e rapidamente me entregou o papel.


No desenho haviam 3 bonequinhos de ‘palitinho’. Um mais alto com o ‘cabelo’ espetado (o que eu imaginei que fosse eu), um com os cabelos longos e um pouco mais baixo que o primeiro (o que eu deduzi ser s/n), e um pequenininho de cabelos curtos (que representava Helena).


Além do desenho, havia em letras maiúsculas e um pouco tortas a frase “Te amamos papai” feita com lápis de cor.


“Esta lindo filha. Bem mais bonito que os meus.” Eu disse emocionado, lhe abraçando.


“Sério?” Perguntou com os olhinhos brilhando. “Obrigada papai.”


“Eu quem lhe agradeço, linda.” Disse dando um beijo na testa e observando s/n com um sorriso imenso no rosto.


“O que foi?” Perguntei rindo ao ver seus olhos brilhando.


“Ela se parece tanto com você.” Afirmou e lhe dei um sorriso, concordando.


“Vocês são as mulheres da minha vida.”


Niall:

Niall P.O.V


“Será que sua mãe vai gostar?” Perguntei sussurrando para Nicole, minha filha de 10 anos.


“Tenho certeza que sim, papai. Ela diz que quer um cachorro a bastante tempo.” Disse sorrindo enquanto segurava o filhote de labrador com um laço de presente em volta de seu corpo.


“Então vamos subir logo, antes que ela acorde.” Eu disse pegando a bandeja com um café da manhã e um botão de rosa.


Hoje era aniversário de s/n, minha esposa a 12 anos. E como surpresa, eu e minha filha decidimos lhe dar um cachorro, coisa que ela já queria a bastante tempo.


Subimos as escadas no máximo de silêncio possível enquanto o filhote de labrador estava acomodado no colo de Nicole.


Surpresa.” Eu e Nicole gritamos assim que chegamos no quarto.


S/n se remexeu um pouco, e logo depois abriu os olhos com um pouco de dificuldade, já que a luz entrava por entre as janelas.


“O que?” Mumurrou um pouco perdida e assim que levantou o corpo se apoiando na cama, deu um amplo sorriso. “Não acredito.” Disse emocionada.


“Feliz aniversário mamãe.” Nicole disse correndo até s/n lhe entregando o filhote, e logo depois lhe abraçando. “Te amo.”


“Eu também te amo, meu amor” Disse retribuindo o abraço. “E que coisinha mais linda.” Disse se referindo ao cachorro enquanto o mesmo mordia seu dedo, brincando.


“Feliz aniversário, querida”. Eu disse colocando a bandeja no criado mudo ao lado da cama e me abaixando para lhe dar um beijo.


“Eca” Nicole disse tampando os olhos.


“Vamos ver até quando acha isso nojento, mocinha” s/n disse e eu lhe encarei sério.


“Nem pense nisso” Eu disse e s/n gargalhou.


E observando minhas garotas juntas, não pude me imaginar mais feliz.


Louis:

Louis P.O.V



Meu coração se enchia de orgulho ao observar meu filho, Edward, jogando futebol ao lado dos amiguinhos no campeonato da escola.


Minha esposa, s/n, infelizmente não pôde vir pois estava em uma viagem de trabalho. Edward ficou chateado no início, mas depois entendeu o lado de sua mãe.


Assim que acabou o jogo, com o time de Edward ganhando de 4X1, fui até ele lhe parabenizar.


“Você foi ótimo, campeão.” Disse lhe dando um abraçando enquanto batia em suas costas.


“Obrigado pai, mas acho que preciso treinar mais.” Disse revirando os olhos e bebendo rapidamente a água que estava em sua garrafinha.



Edward tinha 15 anos e já era totalmente apaixonado por futebol, assim como eu. E eu não podia estar mais feliz por isso. Eu lhe treinava sempre que podia no jardim de casa, coisa que eu amava fazer.


“Não se preocupe quanto a isso. Podemos treinar no final de semana.”


Ao longe, ouvi alguns adolescente chamarem por Edward enquanto acenavam.


“Vou até meus amigos, pai. Já volto.” Falou indo correndo até os garotos.


Ao longe, observava meu filho conversando e rindo com seus amigos, me fazendo me lembrar da época em que eu também ficava horas e horas conversando com meus amigos depois de uma boa partida de futebol.


E ver que meu filho estava cada vez mais parecido comigo, não podia me deixar mais orgulhoso.


Liam

Liam P.O.V



Ouvia o choro ecoando pela sala abafada enquanto segurava as mãos de s/n.


Estávamos em um almoço na casa da minha família, quando s/n anunciou que sua bolsa havia estourado, e então, viemos correndo para o hospital mais próximo.


S/n apertava fortemente minha mão enquanto lágrimas grossas saiam de seus olhos (e dos meus também, devo admitir).


O pequeno bebê foi embrulhado em manto rosa, e entregue a s/n, que chorou mais ainda ao ver a face da garotinha.


Ela era minúscula, e embrulhada naquele manto parecia um pacotinho.


“Ela é linda.” S/n disse emocionada. “Se parece com você.”


Minha filha tinha olhos castanhos, e seus poucos cabelos, ainda sujos de sangue, davam a impressão de serem mais claros que os de s/n.


“Temos que levar sua bebê para banhar. Logo a traremos de volta para vocês.” A enfermeira disse, pedindo licença ao tirar a criança dos braços de s/n.


S/n parecia fascinada, e eu também estava.


Em todo o período de gravidez, estive ao lado de s/n. E admito que era um pouco cuidadoso demais. E agora, vendo aquele presente em forma de criança, vejo que tudo valeu a pena.


“E o nome?” Perguntei ansioso.


Durante toda a gravidez, eu e s/n estávamos discutindo em relação ao nome de nossa filha. Eu queria Alice, já ela, queria Emma.


“Você venceu, Liam” Disse suspirando e rindo logo depois.


Dei um sorrindo gigante, e depois distribui beijos por todo o seu rosto.


“Juro que você irá escolher o nome do nosso próximo filho”. Afirmei.


“Próximo?” Perguntou assustada.


“Você acha que Alice não vai querer uma companhia?”


“É verdade. Podemos comprar um cachorro.” S/n disse rindo.


Discordei com a cabeça, logo depois lhe dando um beijo. Prometendo para mim mesmo, que a faria mudar de ideia.



XxXGabi

Preference #07 - Como nos conhecemos

Era para eu ter publicado ontem, mas eu dormi em cima do computador hahahaha mas ai está. É tipo um especial do dia dos namorados…. Até mais tarde, por que hoje eu tiro o atraso hahaha


Niall:

- Niall, temos que ir. – Harry resmungava enquanto eu encarava a moça que trabalhava na floricultura, em frente ao restaurante que paramos para almoçar.

- Está bem, eu já vou. – Respondi impaciente. – Na verdade, em cinco minutinhos. Já volto.

Atravessei a rua correndo, ouvindo buzinas e os gritos de Harry. Cheguei a floricultura respirando descontroladamente e tentando me acalmar, entrei no lugar.

- Oi. – Disse fraquinho tentando não assustar a garota entretida com algumas rosas.

- Oi! – Ela sorriu. – Posso ajudá-lo.

- Estou indo visitar minha mãe, não quero chegar de mãos vazias. – Ela sorriu e acenou com a cabeça saindo de trás do balcão.

- Você sabe qual é a favorita dela? – Neguei com a cabeça. – Olha, eu recomendaria as tulipas.

- Pode ser. – Eu estava perdido analisando suas expressões.

- Só um minuto que vou fazer o arranjo. – E depois de escolher as tulipas, ela voltou para trás do balcão e fez um buque lindo. – Vai querer um cartão? – Era agora.

- Só se vier com seu número. – Sorri, envergonhado. E eu ouvi ela rir.

- Aqui está o cartão. – Ela me estendeu um cartãozinho colorido com o nome da floricultura e o número da mesma.

- Mas isso?

- Ligue quando quiser. – Meio sem entender, acenei com a cabeça e paguei pelo buque.

 Louis:

- Você sabe que eu não gosto de café, né?! – Resmunguei para minha irmã. – Eu gosto de chá. Chá bem docinho…

- Eu disse que você não precisava vir. – Lottie me olhou pelo canto do olho. – Vou encontrar uma amiga e ela ama café.

- Deve ser uma péssima pessoa. – Murmurei.

- Você não a conhece. – Ela bufou. – E pare de resmungar.

Caminhamos para dentro da cafeteria; uma moça, linda, estava sentada a mesa com uma enorme caneca, que a garçonete completava de café, e um muffin que parecia ser de chocolate.

- Lá está ela. – Lottie saiu caminhando apressada até a moça da caneca imensa.

- (S/A)! – A moça levantou e abraçou Lottie. – Esse é meu irmão, Louis. G

- Oi! – Ela estendeu a mão em cumprimento e eu peguei a mesma. – Eu não pedi nada para você, Lottie por que não sei o que você come e bem, também não pedi nada para o Louis pois não sabia que ele viria.

- Na verdade, só vim deixar Lottie. Eu já vou. – Abracei (S/A) sem jeito e abracei Lottie. – Conversamos em casa. – Disse baixo em seu ouvido.

- Eu sei que você quer sair com ela. – Lottie sussurrou.

 Liam:

- Eu quero um hambúrguer completo, batata grande e um refrigerante grande. Ah, e uma fatia de torta de chocolate. – Pedi ao cara mal humorado que anotava os pedidos no balcão.

- Mais alguma coisa?

- Não, obrigada. – Ao olhar para o lado, um cara me encarava. – O que foi?

- Para onde vai tudo isso? – Ele perguntou abismado.

- Quer mesmo que eu te diga? – Respondi segurando o riso. Eu tinha que parar de andar com meus irmãos.

- Não. Obrigado! – Ele riu.

Caminhei até uma mesa vazia e sentei aguardando meu pedido chegar. O mesmo rapaz com quem eu havia conversado no caixa sentou-se na mesa comigo.

- Oi! Me chamo Liam. – Ele estendeu a mão para mim.

- (S/N). – O cumprimentei.

- Então você gosta de lanches pesados, (S/N)? – Ele perguntou com a sobrancelha arqueada.

- Na verdade, não. Mas preciso comer antes de ir para faculdade.

- Entendi.

Depois que comemos em silencio, eu me levantei pronta para ir embora.

- (S/N), quer carona para a faculdade? Eu também vou para lá… – Poderei a opção, e, bom, o cara era lindo.

- Claro!

Harry:

Eu praticamente corria pelos corredores da empresa, por Deus! Eu precisava de um banheiro. No setor onde eu trabalho, é correria o dia todo e em certos momentos eu até esqueço de ir no banheiro, como hoje. E quando a vontade chega, bate o desespero.

Em uma curva para a esquerda, meu corpo bateu em algo e eu quase fui parar no chão, mas braços me seguraram.

- Cuidado, moça! – Uma voz rouca chegou aos meus ouvidos.

- Me desculpe. – Murmurei quando recuperei o equilíbrio. – Eu não estava prestando atenção.

- Bom isso deu para reparar. – Ele sorriu. Covinhas. Ai.

- Me desculpe mesmo. – Apertei uma perna contra a outra discretamente. – Mas eu segurei o xixi o dia todo, preciso esvaziar. – Ele riu e me deu espaço para passar.

Depois de terminar minha higiene, caminhei mais calma pelos corredores até a minha sala. Era indescritível minha sensação de leveza.

Ao sentar na minha cadeira, notei um papelzinho azul sobre minha mesa. “ Espero que tenha feito seu xixi com calma. E também espero não esbarrar mais com você nessas horas, mas queria muito tomar um café com você, mesmo que aqui na empresa. Harry, ramal 386”

Ao terminar de ler, ri; esse cara é uma figura.

 Zayn:

- Eu estou te falando, cara! – Josh resmungava a minha volta. – Você tem que esquecer ela, Mare é passado!

- O que eu tenho que fazer para você calar a boca? – Falei, sem um pingo de paciência.

- Vamos para algum pub ou coisa assim. Vamos nos divertir. – Bufei.

- Está bem.

As onze horas da noite estávamos entrando no pub mais movimentado de Londres, eu não estava nem um pouco feliz de estar ali; mas já que eu não podia fazer muita coisa, caminhei até o bar e pedi uma cerveja. Ao sentar na banqueta, eu a vi.

Os cabelos soltos, a maquiagem simples e bem feita, a roupa perfeita em eu corpo, mas nada se comparava ao seu sorriso.

Uma amiga dela notou que eu a observava e cochichou algo em seu ouvido, fazendo com que ela olhasse para mim. Tímido, ergui o copo como saudação e ela caminhou até onde eu estava.

- Minha amiga disse que você não parava de olhar para mim. – Ela falou rindo.

- Ela disse a verdade. – Murmurei olhando para seus lábios.

- É mesmo? – Ela se aproximou e eu segurei sua cintura a trazendo mais para mim.

- É! – Soprei antes de beija-la.

anonymous asked:

Você é tudo pra mim, e eu te amo mais que ontem. Daqui a pouco tô de plantão e me dói toda vez ter que te ver um pouquinho mais tarde, mas não tem problema, porque sei que quando volto posso ir correndo te encontrar, você vai estar lá ❤ /Ákila B

Meu amor, apesar de ter que esperar mais algumas horas, a gente sabe que esse tempinho a mais vale a pena quando finalmente podemos deitar a cabeça no mesmo travesseiro e dormir juntas. Mas o que você não faz valer a pena não é? Te espero ansiosamente pra variar o Eu te amo muito, mais que tudo. Você é minha maior sorte. Mulher da minha vida ♥

Originally posted by juststyls

Imagine Harry Styles – por Moni e Mari.

(S/n) POV

Desliguei o chuveiro quando comecei a sentir a pele de meus dedos enrugar e peguei minha toalha que estava pendurada no box, eu tinha uma música aleatória e bem dançante tocando em meu celular e murmurava partes dela enquanto esfregava a toalha por meu corpo me livrando do excesso de água. Abri a porta do banheiro saindo para o meu quarto enquanto secava o cabelo com uma outra toalha e fazia uma dancinha idiota, parei em frente ao guarda roupa ainda cantando e movendo os quadris de forma “sensual” me imaginando em meu próprio show. Eu estava prestes a me livrar da toalha quando uma gargalhada alta me fez dar um salto no lugar, me virei rápido em direção a cama dando de cara com meu namorado que tinha os lábios pressionados enquanto tentava conter a risada.

- Harry - falei baixinho sentindo minhas bochechas queimarem.

- Hey - ele disse depois de se recuperar da vontade louca de rir e eu sorri.

Ficamos ali nos encarando por alguns instantes até que eu reparei seus olhos descendo por meu corpo, demorei alguns instantes até perceber que sua análise se dava ao fato de eu estar apenas de toalha na sua frente, corei mais ainda mordendo o lábio enquanto Harry franzia a testa e subia seu olhar para o meu rosto novamente, seus olhos anuviados se demoraram em meus lábios e eu me senti engasgar com a sensação de frio em minha barriga.

-Eu… Eu vou ali… - apontei para o banheiro vendo Harry se recuperar de seu transe e juntei as primeiras roupas que vi para me vestir - Eu já volto. - sorri nervosa correndo para o banheiro e me fechando lá dentro.

Só sai do banheiro alguns minutos depois quando tive a certeza de que estava completamente vestida, carregando a escova de cabelo nas mãos eu ainda sentia minhas bochechas pegando fogo.

Me aproximei de Harry que agora estava deitado folgadamente em minha cama, e fui recebida com um sorriso lindo, daqueles que dá vontade de sorrir junto, e foi justamente isso que fiz enquanto me sentava ao seu lado e beijava seus lábios levemente.

- Oi! - falou animado, dando beijinhos em minhas bochechas arrancando-me risadas.

- Ai meu Deus, nem parece que já me viu hoje. - ri, saindo do seu abraço e corri até a penteadeira antes que ele me puxasse, peguei o creme e passei em meus cabelos, logo os separando para pentear.

- A gente mal se viu, (s/n) - estreitou os olhos em minha direção. Me dei conta que era verdade, naquele dia havia tido uma reunião de pais no colégio, na qual os alunos também eram obrigados a ir, e como tinha ido com meu pai, Harry ficou receoso de se aproximar. - Venha cá… Com a escova de cabelo. - se sentou e bateu a mão a sua frente, franzi o cenho. - O que? Eu também sei pentear cabelos, baby - ele arqueou as sobrancelhas convencido, e eu andei até ele, sentando a sua frente.

Harry começou a passar a escova por meus cabelos de forma tranquila enquanto assobiava atrás de mim e as vezes eu tinha vontade de rir de sua concentração, minutos depois senti ele afastar meu cabelo para o lado e se aproximar deixando um beijinho em minha nuca que me fez arrepiar e engolir em seco.

- Pronto - ele falou baixinho enquanto eu me virava de frente para seu corpo, sorri sem jeito mordendo meu lábio inferior.

- Obrigada - selei seu lábio levemente.

- (s/a), - ele começou a falar se aproximando mais de mim, nossos narizes a centímetros - você sabe que… Que nós estamos juntos a um tempo e eu… - ele engoliu antes de continuar levando uma das mãos a uma mecha solta de meu cabelo, pondo-a atrás da orelha - e eu gosto muito de você, não é? - assenti meio hipnotizada pela nossa proximidade. - Então, sobre isso, eu queria tentar uma coisa com você, mas eu juro que paro se você não quiser ou não estiver gostando, eu só quero tentar e… - ele desembestou a falar e eu soltei uma risadinha levando minhas mãos ao seu rosto, deixando uma carícia leve no local.

-Harry, respire, eu quero - mordi o lábio meio apreensiva em não agrada-lo, mas o sorriso que apareceu em seus lábios foi o suficiente para que eu seguisse com aquilo.

Harry se aproximou mais de mim, tomando meus lábios em um beijo forte, diferente de todos os que já havíamos trocado, eu me sentia um pouco insegura enquanto ele nos deitava na cama e se deitava sobre o meu corpo, era meio estranho pensar que aos 16 anos eu não havia tido nenhum tipo de contato mais íntimo com nenhum garoto, já Harry, que era meu primeiro namorado, apesar de ter a mesma idade que eu, tinha alguma “experiência” no assunto. Ele continuou beijando minha boca por um bom tempo enquanto apertava minha cintura, e então desceu seus lábios para o meu pescoço, respirando forte contra minha pele o que me fez arrepiar e apertar sua camiseta em meus dedos, mordi meu lábio inferior ao sentir sua mão deslizar por baixo de minha camiseta e subir em direção aos meus seios, Harry subiu os olhos até os meus como se pedisse permissão e eu assenti, sorrindo nervosa, ele sorriu de volta e voltou a me beijar assim que envolveu um de meus seios em sua mão grande, suspirei sentindo um aperto na barriga e arqueei o tronco em direção ao seu toque sentindo-o sorrir entre o beijo. Harry se afastou de mim levando as mãos a barra de minha camiseta e a puxando por minha cabeça e seus lábios voltaram em beijos para o meu pescoço, maxilar, o vale entre meios seios, e então com um dedo ele havia afastado para baixo o bojo de meu sutiã, deixando meu mamilo livre e arrebitado, pude observa-lo lamber os lábios antes de se abaixar cobrindo-me com sua boca, foi impossível conter um gemido baixo quando ele começou a sugar, como se estivesse me mamando, e aquela sem dúvidas era a cena mais sexy que eu já havia visto na vida. Vi meu namorado transferir sua atenção para o outro seio enquanto eu me contorcia em sensações, ele afastou minhas pernas se colocando entre elas e eu pude sentir o volume em sua calça sendo pressionado contra mim, a coisa toda não parecia poder ficar mais deliciosa. Harry separou os lábios de meus seios enquanto começava a se esfregar em mim.

- Assim - ele suspirou fechando os olhos após levar a mão até suas calças parecendo arrumar algo.

Aquilo parecia delicioso enquanto ele se esfregava em mim, desviei os olhos para o local onde nossas partes, protegidas pelas roupas, se encontravam e gemi baixinho sentindo o aperto em minha barriga aumentar, Harry levou uma mão até um de meus seios apertando-o e eu gemi em sua boca assim que ele começou a me beijar, aumentando a intensidade de nossos movimentos, comecei a rebolar contra seu quadril puxando seus cabelos entre meus dedos, em meio aos movimentos, a escova de cabelos acabou caindo no chão em um estrondo alto, nós ignoramos continuando em nossa pequena bolha de prazer, mas os passos de minha mãe subindo as escadas e sua voz chamando por mim me fez arregalar os olhos.

- (s/n), que barulho foi esse? - Harry parou rapidamente de se movimentar e os passos de minha mãe pararam também, ela parecia estar no topo da escada.

- Responde - Harry sussurrou respirando a arfadas.

- Eu… Não foi nada, mãe, deixei cair a escova. - mordi o lábio assim que Harry voltou a se mexer.

- Tudo bem, querida, agora desçam você e Harry, o jantar está pronto. - e então seus passos voltaram a se ouvir assim como a intensidade com que Harry se esfregava em mim aumentou.

- Ssh… - ele pediu assim que um gemido mais alto abandonou meus lábios, e eu tentei conte-los, mas era impossível enquanto eu sentia meu corpo inteiro vibrar, foi quando os passos rápidos de minha mãe na escada se fizeram ouvir de novo. Empurrei Harry de cima de mim o mais rápido que pude no último minuto vendo minha mãe abrir a porta enquanto ele gemia de dor.

- O que… - ela me olhou desconfiada e só então percebeu Harry no chão - O que aconteceu aqui?

- Harry estava me fazendo cócegas - respondi rápido a primeira coisa que me veio à cabeça.

- Ah, meu Deus, (s/n), e precisava ter jogado o menino no chão? - ela adentrou meu quarto enquanto eu tentava regular minha respiração e sentia a frustração atingir meu corpo. - Venha aqui, querido, me deixe te ajudar - ela estendeu a mão para ele que se levantou e se jogou de barriga em minha cama, entendi o motivo quando ele me lançou um olhar apavorado.

- Ele está bem, mãe, só está fazendo um pequeno showzinho. - acariciei seus cabelos bagunçados, sorrindo docemente.

- Só não tente quebrar os ossos do garoto da próxima vez, querida. - semicerrou os olhos para mim em repreensão e virou para Harry - Não poderia ter escolhido melhor namorada bruta. - falou em um tom maternal, nos arrancando risadas leves, e saiu do quarto, mas não sem antes nos apressar.

- Desculpa. - sussurrei assim que ele passou seu braço por meu ombro, andávamos no corredor sem pressa alguma, logo atrás da minha mãe.

- Nah, acontece. - deu de ombros envergonhado enquanto passava os dedos indicador e polegar pelo lábio inferior.

- Te recompenso da próxima vez… - murmurei, mal acreditando que tinha dito aquilo em voz alta.

- Da próxima vez, hum? - abriu um sorriso safado e riu de mim quando escondi o rosto com as mãos. - Você é adoravelmente adorável quando fica envergonhada com as coisas que falo. - tentou me abraçar, mas lhe dei uma cotovelada leve na costela e sai rápido para perto de minha mãe que nos observava do alto da escada. - Isso não foi adorável, darling.

estar só -e não ser- é uma benção

No momento de desespero volto correndo ao mesmo segundo que você me deu um tiro e sinto alívio. Isso mesmo, alívio. Seguir em frente pode aparentar doer muito mais. 

As migalhas que a vida me deu parece banquete: tapam meus grandes buracos, aliviam minha fome, alimentam meus sintomas emocionais. É mais fácil viver na ilusão do que olhar pra frente aonde sempre temos a visão do vazio que é o futuro, construir ele no presente é o verdadeiro medo vívido, não sabemos aonde vamos parar.

Continuo agarrando o que me fere enquanto ele mata a minha esperança.
“É melhor ter algo que me causa dor do que ter nada e morrer pelo acaso” é assim que o desespero me adverte

Sinto falta do passado que me machucou, caio no engano e durmo
só consigo acordar quando meu interior clama: 

“Se cuide, se ame, se perdoe. Estar só é uma benção, tente se cicatrizar”

Só porque estamos presos em um elevador não quer dizer que isso tem que ser uma bagunça, vamos dividir as áreas, cada um só pode pegar ar da sua parte.

me deixa sentir raiva de você,

me deixa sentir saudades quando você sai e demora pra voltar,

me deixa ficar com teu cheiro bom. me deixa com teu café, que aliás, é melhor que o meu em mil comparações diferentes,

me deixa ficar triste quando a gente brigar e sentir orgulho demais pra voltar pra você,

me deixa ficar com ciúmes e ficar fria, sabe que depois de um tempo eu volto correndo e dizendo que te amo,

deixa.. mas não me deixa.

M.C

A aposta-Capitulo 5

Thais:Você não sabe…(fechando a porta) como eu to feliz por ouvir isso.

May:que isso Thais,porque você me trouxe aqui pra fora?(estranhando)

Thais:Eu…ér…la dentro ta quente,vamos tomar um sorvete?

May:quente? Mas você não tem ar-condicionado?

Thais:Eu acho que ele queimou,eu to derretendo la dentro.

May:Você ta ficando louca isso sim,ta de blusa de frio.(tentando abrir a porta)

Thais:Não entra ai.(nervosa)

May:Thais o que te deu hein? vim aqui te dizer que aceito o seu pedido de namoro e você age assim?(e.e)

Eu não podia dizer a ela o que estava realmente acontecendo ali ou meu namoro ia bater record de termino antes de começar,pensei rápido e a desculpa que veio em minha cabeça era ridícula,mas com ela ia ser infalível,eu precisava arriscar.

Thais:Olha linda,se você entrar ai,nunca mais você volta aqui.

May:O que ta acontecendo?

Thais:O dedetizador esta la dentro.

May:agora? (Estranhando)

Thais:Meu ap foi invadido por uma praga de baratas.

May:E ele ta no seu AP dedetizando? E você vestida assim? O.o

Só na hora que ela disse aquilo me dei conta que ainda usava a roupa que dormi,com essa confusão toda Ariane estava no meu quarto e eu resolvi esperar na sala por isso nem troquei de roupa.

Thais:É porque na verdade ele não está mais la…ele saiu agora a pouco.


May: Mas você disse que ele tava la!(e.e)

Thais:Ai amor,ele chegou,acordei cedo,to com sono ainda,me da um desconto.(envolvendo os braços em seu pescoço)

May:Entao vamos entrar e la você descansa.(entrando)

Thais:c-claro.(sorrindo forçado)

(La dentro)

May:Tem certeza que teve um dedetizador aqui?(entrando) não está cheirando a veneno.

Thais:Ah ele usou um que não tinha cheiro e nem era prejudicial a saúde.(nervosa)

May:Trouxe nosso almoço,tá com fome?

Thais:Ér…eu to,mas preciso tomar um banho,você espera aqui?

May:Tá,vou preparando a mesma pode ser?

Thais:Já volto.(correndo para o quarto)

Ariane:Eu não ia sair.(encarando Thais) não quero atrasar sua vida.

Thais:Ari eu..   

Ari:Tá tudo bem.(fungando) eu só preciso sair daqui sem ela me ver.

Estava partindo meu coração vê-la daquele jeito,antes de sermos namoradas,peguetes ou qualquer coisa do tipo,eramos amigas. Eu não sabia como ficaria nossa relação de amizade daqui pra frente,pela jeito que ela estava,ficaria bem abalada.

Segurei Mayra o quanto pude na cozinha para que Ariane pudesse sair sem ser vista. Mayra ainda me questionou sobre a louça suja em cima da mesa com lugar para dois me embananei toda mas conseguir fugir da situação.

May:Eu não sabia que sua prima era…

Thais:Pois é,ela experimentou e gostou.(rindo)

May:Ficou traumatizada tadinha.

Thais:Quer para com isso?

May:Isso o que?(confusa)

Thais:Lavar louça,e vamos fazer direito.

May:fazer o que?(secando as mãos)

Thais:A parte que te peço em namoro e você aceita.(sorrindo)

(Na casa de Vanessa)
Sol:
Vai sair filha?

Van:Vou,vou estudar na casa de uma…garota da minha sala.
.
Sol:Thais?

Van:Não,a senhora ainda não conhece.

Sol:Humm,amiga mesmo? ou amigo?(sorrindo)

Van:Nenhum nem outro,eu disse uma garota da minha sala,não amiga.(rindo) cadê meu pai?

Sol:Saiu,plantão hoje.

Van:De novo? mas ele não fez plantão a semana toda?(o.O)

Sol:Ai Vanessa,seu pai é o medico principal daquele lugar você sabe…

Van:É eu sei sim da importância dele.(revirando os olhos) To indo!

Sol:Tchau amor,não chega tarde filha,amanhã você tem faculdade.

Van:Eu sei mãe.(sorrindo) não chegarei ok?! vai dar uma volta mãe,vai te fazer bem.

Sol:Talvez minha filha,você sabe tem os remédios e…

Van:Você não precisa ser dependente deles.(brusca) desculpa mãe..

Sol:Tudo bem filha,eu sei da sua preocupação,mas eu to bem.(sorrindo)

Van:Tenho que ir.

Sai de casa com o coração apertado,minha mãe sofria de depressão e a vê-la se afundar mais e mais em remédios era muito triste para mim,não digo para meu pai pois ele nunca estava em casa,nem se importava com o que ela fazia. Cheguei no galpão exatamente as 5 e logo em seguinte Junior chegou também,menos Clara,mas eu sinceramente não esperava pontualidade dela mesmo.

Junior:E ai Van!

Van:E ai meu mano.(abraçando) hum,todo esse perfume pra loirinha aguada?

Junior:Claro que não,para você,agora me beija.(aproximando o rosto) 

Van:Sai daqui Junior.(rindo)

Junior:Sabe da Clara?

Van:Tá me zoando?(e.e)

Junior:Sei lá,ela não me ligou…

Van:Se não ligo pra ti,pra mim que não ia ligar.

Junior:Tá Van,eu só imaginei..

Van:Olha,que fique claro,eu ainda não gosto dela e tenho certeza que é reciproco,estamos nessa pelos bichinho e fim!

Junior:Vocês ainda vão se casar.(levantando os braços) eu profetizo.

Van:Sai daqui pai de santo,isso mais parece praga.(rindo)

Fiquei conversando com o Junior e nem vi a hora passar,já ia dar 18:00 e nada dela,estávamos quase indo embora quando avistamos o seu carro virar a esquina.

Van:Isso que eu chamo de pontualidade.(revirando os olhos)

Junior:Não começa Vanessa.(indo até clara) Oi Clarinha.

Clara:Oi Ju.(descendo do carro) desculpa o atraso,eu tive um imprevisto.

E que imprevisto,eu estava em um almoço com os meus pais e.e,isso não seria um problema se Fabian não estivesse lá também,meu pai e o dele eram grandes amigos e desde pequenos diziam que iriamos nos casar,ele claro carrega isso consigo até hoje. 

Fabian não era uma pessoa ruim,mas era apaixonado por mim,e muito chato com essa história,vocês não sabem como foi difícil fugir dele para conseguir estar aqui,e com meus pais e os dele colocando pressão foi mais difícil ainda.

Clara:Oi meus amores.(brincando com os cães ao entrar)

Junior:Ué cadê aquela engraçadinha?

Van;É verdade…(procurando)

Clara:deve estar lá trás aprontando.(sorrindo)

Junior:Vou lá buscar ela.

as duas:Vou ver o boi.(elas se entreolharam)

Junior:Eu já volto.(rindo da situação)

(Lá dentro)

Eu nem olhava para ela e ela da mesma forma em relação a mim,na verdade toda nossa briga foi por conta de uma coisa que hoje talvez não faça tanto sentido,mas na época que tudo aconteceu fazia bastante. Eu sempre me senti deslocada,um peixe fora d'água e ela sempre segura de si,minha vida inteira tive que aguentar piadinhas de gente escrota que sentia prazer em me ver mal,mas ela não,sempre foi a garota requisitada e rodeada de amigos,ela vivia em um mundo que eu não me encaixava.

Num belo dia eu conheci um cara,lindo,todas as meninas morriam por ele,quase caíram para trás quando esse mesmo garoto pediu em namoro a menina mais deslocada da escola e a garota mais requisitada ao mesmo tempo,nessa história toda ela e eu fomos vitimas,mas a partir desse dia nos declaramos inimigas.

Clara:Isso não é bom.(examinando a ferida do cachorro)

Van:O que houve?(se aproximando) isso é péssimo.

Clara:Já era pra ter cicatrizado.(tentando toca-lo que reagiu)

Van:Calma menino.(lhe fazendo carinho) cuidado,ele pode te morder.

Clara:Tá muito inflamado,ele vai precisar de tratamento para isso.

Van:Aqui não é um bom lugar para ele ficar ainda.

Clara:Eu sei,mas não tenho o que fazer,eu não posso leva-lo pra casa.

Van:Eu também não posso leva-lo para a minha.

Clara;Calma boi,eu preciso fazer outro curativo meu amor.(fazendo carinho no animal)

Ela fazia os procedimentos nele com toda delicadeza,tentando amenizar sua dor e também para não levar uma bela de uma mordida,apesar de boi ser um cachorro dócil não deixava de ser de uma raça considerada por muitos perigosa.

Van:Vai ficar tudo bem viu meu amor.

Junior:Meninas,vocês precisam ver o que encontrei lá fora.

(La fora)

Van:Que lindos.(sorrindo)

Clara:Então esse era o porque dela estar tão quietinha.(sorrindo)

Junior:É,pelo porte dela não dava para saber que estava prenha.

Van:E aqueles ali,estão dormindo.

Junior:Não,mortos Van.(lamentando)

Clara:eram 6?

Junior:Sim,três sobreviveram.

Van:Precisamos coloca-los la dentro por conta do frio,não levam perigo ao boi.

Junior:Falando no boi,como está nosso campeão?

Clara:Nada bem,falando nisso.(se levantando) preciso buscar umas coisas no meu carro.

Junior:Precisa de ajuda.

Clara:Muita!

Fomos até o carro dela e realmente tinha muita coisa,um cercado para os bichinhos não passarem para o lado do portão pois dissemos a ela que estava chamando a atenção,ração e alguns brinquedos e havia caminhas para todos eles. 

Junior:Como conseguiu comprar tudo isso sem seu pai ver?

Clara:Comprei no nome da minha prima e depois pago pra ela,e ele nem vai sentir falta,foi um valor pequeno.(pegando uma caixa)

Junior:Não foi mesmo.(carregando algumas caixas)

(La dentro)

Clara:Essa cerca você consegue por Junior?

Junior:Acho que consigo.(olhando para o objeto)

Van:Não é tão difícil,tem o tutorial atrás.

Junior:Se você souber ler em Jap…chin…se você souber falar xing ling.(mostrando a ela)

Van:Bom,antes de fazermos qualquer coisa aqui,precisamos de luz.

Junior:Trouxe lampadas Clara?

Clara:Você disse que ia comprar.(e.e)

Junior:Disse?(sorrindo sem graça) eu vou no supermercado,é rapidinho.

Junior saiu deixando só eu e ela dentro do galpão enquanto eu aconchegava a cadelinha e os filhotes em uma caminha ela estava focada no que fazia dentro de uma caixa pequena que parecia ser primeiros socorros.

Clara:Será que você podia me ajudar nisso aqui?

Van:O que é isso?

Clara:Sedativo.(respingando um pouco da seringa)

Van:Você vai sedar ele?(incrédula) pra que?

Clara:Eu vou opera-lo.(se aproximando de boi)

Van:Que isso,tá doida?(parando em sua frente) você não pode fazer isso.

Clara:Eu preciso,você quer que ele morra?

Van:Não,mas somos inexperiente nisso.

Clara:Já fizemos isso na faculdade,basta seguirmos a regra.

Van:Fizemos isso,mas foram somente testes,é a vida dele em jogo.

Clara:Vanessa,eu sei o que eu estou fazendo?

Van:Você acha que sabe,mas não sabe,a começar pela sua mão que está tremula.(apontando)

Clara:Tem ideia melhor?esperar e deixa-lo morrer?

Van:Porque não levamos ele a um veterinário?

Clara:Porque Vanessa.(colocando a seringa na mesinha) eu resgatei ele de uma delegacia.

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IMAGINE LOUIS TOMLINSON.

– A música que é citada no imagine é essa, caso tenham curiosidade: https://m.youtube.com/watch?v=kvHUYDSSvu0

[…]

– Daisy não vai gostar nem um pouquinho de saber que eu também fui incluída nesse passeio. – repeti pela milionésima vez para Louis quando estacionamos em frente à casa de Jay. Estávamos esperando Lottie chamar a irmã e avisa-lá de que Louis havia chegado para buscá-la para a pequena viagem. Pelo o que Lottie havia dito, ela estava flutuando de tanta empolgação e ansiedade. O meu medo era a sua reação ao descobrir que, diferente das outras vezes, não seria só os dois.

O acampamento de Louis e Daisy era uma tradição que nunca havia se quebrado, independente da agenda lotada de Louis, repetindo-se a cada seis meses, com o intuito de manter intacta a forte ligação que ambos tinham um com o outro e ter um momento só deles, longe de tudo e todos. Porém, dessa vez, Louis havia me chamado para o passeio com o intuito de me aproximar de sua irmã, já que era visível de que ela me detestava. Nunca soube ao certo o porquê de tanto ódio gratuito, já que eu tinha uma ótima relação com todas as outras irmãs, mas tinha uma leve suspeita de que era por ciúmes do meu noivado com Louis, que sempre foi o mais próximo de Daisy, sempre mimando-a e tratando-a como uma princesa.

– Ela vai adorar, não se preocupe. – virei minha cabeça em sua direção com a ironia de suas palavras e ele logo mudou de assunto, apontando para fora com o queixo. – aí vem elas.

Olhei para fora do carro e atrás de Phoebe e Lottie abraçadas, estava Daisy que mal conseguia andar de tanta coisa que levava, mas nem mesmo isso conseguia tirar seu sorriso, o mesmo sorriso que conseguiu aumentar quando viu o irmão mais velho que correu para ajudá-la. Aproveitei que ela estava ocupada e sai do carro, temendo e me preparando para o momento que ela me visse.

– (Sn), você veio!! – Phoebe correu em minha direção, pulando em meu colo e antes que eu pudesse pega-lá consegui ver claramente o momento que Daisy notava minha presença, seu cenho franzindo, seus ombros caindo e a raiva em seu olhar. Ela estava puta. Tão puta como uma menina de doze anos podia ficar.

– Olá, meu amor. – cumprimentei Phoebe que estava grudada em mim, carinhosa do jeito que era. Beijei sua bochecha e me virei para sua gêmea. – Olá, Daisy. Como vai?

– O que ela está fazendo aqui, Lou? – Uau. Começamos mal.

– Louis me chamou para acampar com vocês e eu aceitei. – sorri sem graça.

– O que? Eu não acredito nisso. – os olhos dela ferviam com o mais puro ódio. – essa é uma coisa nossa, nada das suas namoradinhas, lembra??

– Eu sei disso, mas ela é minha noiva. Pensei que houvesse alguma exceção nesse caso. – tentou explicar, só piorando a situação.

– Eu não quero mais ir nessa droga de acampamento. Vai acampar sozinho com ela. – bradou irredutível, jogando sua mochila no chão e voltando para dentro de casa batendo os pés. Louis suspirou.

– Louis, sério, eu não preciso ir, pode ir só vocês dois, vai ser melhor.

– Já volto. – ignorou-me, correndo atrás da irmã.

Assenti com a cabeça mesmo que ele não pudesse ver e fiquei ali junto com Phoebe e Lottie que me encaravam penalizadas. Isso não podia ficar mais constrangedor.

– Não ligue para Daisy. – A menor começou a dizer. – ela sempre foi muito apegada ao Lou, não está acostumada a ter que dividir ele.

– Mas ele teve outras namoradas, ele tem até um filho.

– Um filho homem não é uma ameaça ao cargo de princesinha dela, além do mais, ela adora crianças, até porque, com a quantidade de irmãos, se ela não gostasse, ia ser bem complicado. – riu. – e as outras foram namoradas, não noivas. Ela só tá com ciúme e medo dele preferir você.

– Você é muito inteligente, sabia? Nem parece ser tão novinha quando fala desse jeito.

– Eu tenho quase treze anos, não sou tão novinha assim. – cruzou os braços, indignada.

– Oh, claro, perdoe-me, por favor. – pedi, segurando o riso.

– E parece que Louis conseguiu convencer ela. – Lottie apontou para a casa, onde ambos saiam. Daisy parecia estar mais calma, não me assassinando com o olhar. Esperei pacientemente até que eles chegassem.

– Daisy quer te dizer algo, (Sn).

– Quero??

– O que conversamos, Daisy? Você me prometeu.

– Louis, não é necessário, o que quer que seja isso. – tentei evitar a cena, mas Louis deu um olhar significativo para sua irmã menor. Daisy bufou, revirando os olhos.

– (Sn), meu irmão me subornou para que eu te pedisse desculpas. – disse atrevida, negando-se a admitir que estava errada. Arregalei os olhos, encarando o meu noivo que não sabia onde enfiar a cara. – então, desculpas. Satisfeito, Lou? Ótimo, agora vamos.

Pisquei aturdida, observando a pequena se despedir das suas irmãs, que tentavam a todo custo não rir, e entrar no carro, deixando suas coisas no chão para que Louis pegasse. Me despedi brevemente, agradecendo os votos de boa sorte e antes de entrar no carro, segurei o braço de Louis que fugia visivelmente de mim.

– Você realmente subornou ela?? Uma criança de doze anos de idade?

– Não faço ideia do que você está falando, meu amor. Vamos entrar antes que fique tarde para pegar a estrada? – correu para o banco do motorista, ligando o carro assim que eu fechei a porta. O clima estava extremamente tenso. – QUEM ESTÁ ANIMADO PARA O NOSSO ACAMPAMENTO?? – perguntou entusiasmado, tentando melhorar o clima, mas ninguém levantou o braço ou fez qualquer barulho que indicasse empolgação, ou até mesmo conformidade. – Essa viagem vai ser uma maravilha…

[…]

– (Sn), eu vou para a piscina, tudo bem? Quer ir junto? – Louis me perguntou e eu neguei com a cabeça.

– Não to muito no clima para piscina, acho que vou tomar um banho bem demorado para aproveitar que ainda tenho um chuveiro elétrico antes de voltarmos a pegar a estrada, tudo bem?? Onde está Daisy??

– Ela foi para o salão de jogos, logo logo está de volta. Daqui a pouco eu volto, tchau. – despediu-se fechando a porta do quarto do hotel com um baque seco. Esperei alguns minutos enquanto cantarolava a música que desde ontem não saía da minha cabeça e, quando não pude aguentar mais, tirei minhas roupas e me enrolei no roupão.

Olhei de um lado para o outro, conferindo se eu realmente estava sozinha e encostei a porta do banheiro, preparando-me para o meu pequeno show particular. Tinha apenas alguns minutos antes que Louis ou Daisy voltasse para o quarto. Soltei meus cabelos, apertei o nó do meu roupão mais firme e liguei o som em um volume relativamente alto. Era a hora.

– Alô? Posso falar? Não tem ninguém com você? – comecei a cantarolar assim que a música começou.  – se ela estiver por aí diga, amor, que foi engano, só liguei pra te dizer, que o que você fez comigo, me deixou quase MALUUUUCAAAA de amor, desesperada, completamente apaixonada, vem me veeeeeeer…. – bati minha mão em meu peito repetidas vezes, sentindo a dor que a música transmitia. Não havia intérprete melhor do que eu para aquela música, depois da Joelma da banda Calypso, claro. Ignorei o medo de ser pega e continuei a cantar para o espelho, agora com a escova de cabelo nas mãos. – você fez amooooor, como ninguém fez comigo, me mostrou um paraíso e nunca mais me procuroooooou, VOCÊ ME DEIXOOOOOU muito louca, alucinada, sou menina APAIXONAAAAADA, me sentindo em suas maaaaaaaaos…. – me ajoelhei no banheiro. – como uma virgem, tanã, tocada pela primeeeeeeeeeira vez, como uma virgeeeeeeeeeem… Como uma virgem…. – mexi os quadris no ritmo da música enquanto me levantava e assim que encarei o espelho novamente, soltei o maior grito horrorizado que já havia dado na vida. – sangue de Cristo tem poder!!!! – ali, atrás de mim, me encarando como se eu tivesse drogada, estava Daisy. Nunca desejei tanto ver um fantasma ao invés de uma criança. – Jesus amado… – murmurei, virando-me e encarando seu sorriso debochado. – você não sabe bater na porta, não?

– Sei sim, até pensei em bater, mas quando ia fazer ouvi seus gritos de dor e não sabia se chamava a ambulância ou um exorcista. Preferi conferir primeiro e confesso que estou tentada a escolher a segunda opção.

– Há Ha Ha, como você é engraçada. To morrendo de rir. – ironizei nervosa e ia voltar a brigar quando vi a careta de dor que ela fazia. – o que aconteceu? Você está com dor?

– Sim, eu… Aí, droga… Eu, hm, to com uma dor estranha e aconteceu uma coisa…

– O que foi?? – me sentei no vaso sanitário, desligando o som. Joelma poderia esperar. – você está com dor onde?

– Eu não sei o que aconteceu e não ia falar com você sobre isso, mas não sei o que fazer e você é a única mulher…

– Você está me assustando, fala de uma vez.

– Eu acho que eu menstruei… – sussurrou com as faces completamente ruborizadas de vergonha. Arregalei os olhos diante da ideia e fiquei muda, sem saber o que falar.

– Oh…– foi o melhor que eu consegui. – e, hm, foi a primeira vez? – assentiu. – bom, isso é mau. O que você sabe sobre a menstruação?

– Eu sei toda a parte biológica e algumas coisas que as minhas amigas me contam, mas eu não sei o que fazer agora que aconteceu. Minha mãe já conversou comigo sobre o que iria aconteceu, mas não o que eu devia fazer. Eu sei que devo comprar um absorvente, mas não entendo nada disso.

– Hm, ok, nisso eu posso te ajudar. – peguei meu pacote em cima da bancada e mostrei a ela. – existe vários tipos de absorvente, pequeno, médio, noturno, grande, extra grande e etc. Porém, eles são divididos em dois grupos, os com abas e os sem abas. Abas é isso aqui. – apontei e ela assentiu, nem piscando. – particularmente, eu prefiro com abas porque o sem me dá a impressão que está se mexendo na calcinha e toda hora eu vou ao banheiro conferir se não saiu. Geralmente, eu gosto dos absorventes médios também porque tem uma área de proteção maior, os grandes parece uma frauda e eu não gosto muito. Não confie jamais naqueles pequenininhos, eles não são para a menstruação, são para o dia a dia. Como eu gosto de dormir de bruços, coloco o absorvente um pouco mais para cima, cobrindo a área da frente da vagina, desse modo. – indiquei a ela, colocando o absorvente em uma calcinha limpa que eu encontrei. – porque quando eu durmo, não suja a parte da frente da calcinha, se bem que as vezes isso acontece de qualquer modo. É um horror!! Enfim, na parte de dentro também tem suas diferenças, uns que são mais suaves, outros nem tanto. Gosto de usar o noturno ou esse aqui que tem uma espécie de furinho dentro, porque ele absorve o… Líquido e não faz você se sentir suja ou molhada.

– E com que frequência você troca? Digo, o absorvente.

– Eu gosto de trocar toda vez que vou ao banheiro ou tomar banho, me sinto melhor. Você vai se sentir mais confiante do que fazer com o tempo. Ah, logo você vai descobrir quanto tempo vai durar sua menstruação e essas coisas.

– Elas não são iguais?

– Não, não. Tem algumas mulheres que ficam nesse estado por três dias, outros por uma semana, como é o meu caso. Dica da colega: só para de usar o absorvente quando tiver absoluta certeza que o fluxo parou, usa o absorvente um dia inteiro e se não sair nem uma gota de sangue, aí você se aventura a parar de usar ele. Sempre desconfie do seu fluxo, porque vou te dizer a maior verdade da vida, Daisy, o fluxo menstrual não é seu amigo, não é seu camarada, ele é um filho da mãe que vai rir da sua cara quando você perceber que ele voltou do nada horas depois que você resolveu tirar o absorvente e você vai ter que esfregar a sua calcinha como se não houvesse amanhã.

– Você está começando a me assustar…

– Desculpa, não foi minha intenção. – sorri sem graça. – com o tempo, você vai conseguir prever quando sua menstruação vai chegar, caso ela seja desregulada igual à minha, a descobrir como vai ser sua cólica, se você chegar a ter. Existe muitas meninas que não sentem, tem algumas que vão para o hospital tamanha a dor e tem umas medianas. No começo, eu sentia por cerca de três dias, mas agora minha cólica dura um dia e meio mais ou menos. Mas é um dia e meio clamando por piedade divina. – rimos. – você vai descobrir também posições que melhoram, se você é do tipo que mofa na cama ou vai fazer exercício durante a dor, se gosta de chocolate nesses dias ou se vai enfiar na garganta de quem te deu, se chora ou se grita, mas já te adianto um ensinamento: evite ficar gripada no seu período, se você conseguir.

– Por que?

– Porque durante esses dias você será uma dura concorrente para a competição de qual é maior cachoeira do mundo. – comecei a rir, sendo acompanhada por Daisy, que provavelmente não tinha entendido a piada ainda. Tadinha, mal sabia o que a aguardava.

Porém, nossas risadas foram interrompidas pelo barulho da porta do quarto se abrindo. Daisy arregalou os olhos e escondeu o pacote de absorventes no cesto de roupa suja.

– Droga, é o Louis, por favor, não conta nada para ele. Ele vai me zoar até minha filha ficar menstruada. – implorou.

– É óbvio que não vou contar nada, irmãos não entendem esse tipo de coisa, não se preocupe, esse vai ser o nosso segredo. – estendi minha mão em sua direção e depois de um momento de hesitação, ela a apertou, sorrindo levemente.

– (Sn)?? Você tá aí?? – Louis gritou cada vez mais perto e conseguimos sair do banheiro quando ele nos encontrou. – o que vocês estavam fazendo? – arqueou a sobrancelha.

– Nada demais. – negamos ao mesmo tempo. Louis franziu o cenho, nem um pouco convencido, mas decidiu não insistir. – você não ia para a piscina?

– Mudei de ideia, estava pensando em assistir um filme, o que vocês acham?

– Por mim, tudo bem. – concordei.

– Hmm, claro. Pode ser. – Daisy assentiu, surpreendendo Louis que esperava que ela relutasse.

– Não esperava que você aceitasse tão rápido, mas tudo bem, vou tomar um banho, com licença.

– NÃÃÃÃO!! – gritamos ao mesmo tempo, ficando em frente à porta do banheiro, impedindo sua passagem.

– Não? Por que não? O que vocês estão aprontando?

– Não estamos aprontando nada, Amor. Mas é que Daisy me pediu para tomar banho agora, antes que eu entrasse no chuveiro e eu permiti. Ou seja, você é o ultimo na fila.

– Vocês entraram em um acordo? Estão amigas, é isso?

– Ei, vamos com calma aí. – Daisy o interrompeu. – ainda não somos amigas, é só que… Talvez, mas só talvez, (Sn) não seja tão ruim como eu pensei… – encarei-a surpreendida pela suas palavras. Ok, estava quase derretendo com a possibilidade de virarmos amigas. – mas é só isso mesmo, tchau. – e bateu a porta, trancando-se no banheiro.

– Uau, o que aconteceu aqui, posso saber?

– Na verdade, nem eu sei direito. – sorri, beijando-o carinhosamente. – vai escolher um filme legal que eu vou pedir alguma coisa para a gente comer.

– Tudo bem.

Beijei-o mais uma vez e fui para a pequena sala buscar o telefone, levando um susto ao escutar um “psiu”. Me virei e encontrei Daisy com a cabeça para fora do banheiro, me encarando.

–  Muito obrigada. – agradeceu sem jeito. Sorri.

– Não se preocupe, cunhadas são para isso.

Capítulo 08

“Que coisa mais fofa” Eu disse assim que avistei um gatinho em especial, nós já tínhamos passado pela metade dos animais e todos eram lindos e fofos, mas aquele gatinho tinha me feito derreter. Vanessa então soltou minha mão e se aproximou dos gatinhos.

“Qual Clara, esse?” Ela perguntou apontando um entre os quatro que ali estavam.

“Sim, esse mesmo” Vanessa pegou o gatinho e veio com ele em seu colo, o animal já não era filhote, porém era tão gracioso que isso não fazia diferença. Fiz carinho nele e Max também pareceu gostar do gatinho.

“Leva para você” Vanessa sugeriu.

“Eu levaria, mas não posso, no momento nem sei o que vai ser da minha vida, ter um filho no meio do caos já é muito, um filho e um gato, eu não poderia lidar” Eu acabei desabafando sem nem perceber, ainda fazia carinho no gato e sinceramente nem olhei para o rosto de Vanessa para ver sua reação com o que eu lhe disse.

O gatinho tinha olhos negros, geralmente gatos tem olhos claros e coloridos, mas desse em questão, eram negros e lindos.

“Eu acho que ele tem seus olhos” Eu disse e Vanessa sorriu.

“Isso é um elogio, certo?” Ela perguntou brincando “Porque se não for, saiba que mesmo a gente em público eu bato em você”

“Você não teria coragem” Eu olhei para ela e ambas tínhamos um sorriso no rosto.

“Apenas não me desafie” Vanessa levou o animal novamente até onde estava, ela disse algo para a mulher, mas não pude ouvir o que era e provavelmente não tinha importância.

Continuamos rodando a feira, já fazia quase uma hora que estávamos ali, Max começou a apresentar sinal de tédio.

“Vamos levar  ele até a parte dos brinquedos” Vanessa disse e eu concordei, coloquei Max sentado na gangorra e fiquei segurando suas costas, enquanto Vanessa ficou com a mão na outra ponta da gangorra abaixando e levantando o brinquedo. Max ria quando ela fazia um movimento mais rápido de subir ou abaixar e reclamava quando ficava muito tempo embaixo ou em cima, em seguida fomos até o escorregador, esse Vanessa como uma criança que era, fez questão de ir com ele, subiu a escada com ele no colo e sentou, com Max no meio de suas pernas ela escorregou com ele, os dois riam e repetiram isso algumas vezes.

Praticamente fomos em cada brinquedo daquele praça, depois sentamos para tomar água e voltamos para observar a feira, muitos animais estavam sendo adotados, a feira era um sucesso, Vanessa acabou trocando algumas palavras com os jornalistas e explicando todo aquele esquema, o Sol já se escondia no céu e a luz do dia começava a apagar, o relógio marcava pontualmente 18 horas, Vanessa disse que já podíamos ir embora, que ela tinha pedido a uma amiga para assumir para ela o final da feira.

“Eu já ia esquecendo uma coisa, espera ai que eu já volto” Vanessa voltou literalmente correndo para a feira, não demorou para ela voltar e para a minha total surpresa ela veio com o gatinho ao qual me apaixonei.

“Sua doida, eu já disse que não posso ficar com ele” Eu disse para ela.

“Mas você gostou dele e ele tem meus olhos” Ela colocou o rosto do gato colado ao seu rosto para que eu pudesse comparar os olhos, eu ri dela, mas olhando assim, realmente ele tinha seus olhos “E você não vai levar ele com você, eu vou e fico com ele até você se resolver, no dia que você quiser bastar ir pega-lo e se não quiser pega-lo, basta ir lá em casa o visitar”

“Não, eu vou pegar ele sim um dia. Você é incrível, obrigada por tudo que esta fazendo por mim” Por impulso eu quase a beijei na bochecha para agradecer, porém me segurei por alguns segundos, afinal nós não tínhamos intimidade para isso né? Ou tínhamos? Ela tinha entrelaçado sua mão na minha e desfilamos assim por toda a feira, na frente dos amigos dela, visto isso um beijo na bochecha não seria embaraçoso. Mas na verdade mesmo, desde quando eu controlo meus impulsos? Parte do nunca deixar a vida ser normalzinha era nunca deixar de fazer o que queria.

Segurei o rosto de Vanessa com minha mão e virei ele levemente para o lado, inclinei meu rosto para perto do dela e a beijei suavemente e longamente na bochecha, aproveitei que minha boca era tão perto do seu ouvido e ainda segurando seu rosto, sussurrei novamente um muito obrigada por tudo em seu ouvido, senti Vanessa se arrepiar, mas não pude a julgar, pois eu apenas estava igualmente arrepiada com nosso breve contado de corpos.

“Eu tenho um novo convite para te fazer e novamente não aceito não, como resposta” Vanessa disse e eu novamente estava ansiosa para seu convite.

“Diga, mas tenha em mente que se eu não posso recusar, isso não é um convite e sim uma intimação”

“Você pode dar o nome que quiser, desde que jante comigo essa noite” Eu sorri.

“Eu aceito, mas eu tenho uma condição” Vanessa ergueu apenas uma sobrancelha esperando eu falar “Ah, eu não acredito que você sabe fazer isso de levantar apenas uma sobrancelha, eu sempre tentei” Eu disse frustrada e Vanessa riu.

“Mulher, apenas de sua condição e pare de babar meu ovo”

“Meu, como você é ridícula. Minha condição é que o jantar seja na sua casa, não to afim de restaurantes ou bares”

“Eu topo, mas não quero fazer comida, podemos passar em algum lugar e comprar comidas para levar, certo?”

“Isso soa um plano perfeito”

Capítulo 11.

“Tamanha pressa de chegar…”

Clara estava feliz, tudo estava ótimo na sua vida e vinha melhorando mais e mais. Esses momentos com Vanessa a faziam bem demais e Max estava se sentindo bem também. Pegou seu celular para ligar para o amigo de Fábio, como combinado, para resolver sobre o Ap.

Clara: Alô, André?

André: Sim. Quem é?

Clara: Sou a Clara, ex mulher do Fábio, ele me deu seu número, disse que você estava esperando minha ligação.

André: Sim, Clara, muito bem, estava mesmo. Fábio deixou você a par de tudo, né?

Clara: Sim.

André: Ótimo, vou te mandar o endereço do ap por msg, você pode ir lá conhecer assim que quiser, a chave já está com o porteiro e ele está avisado da sua ida. Leve xerox de seus documentos, você gostando, deixa lá com o porteiro que se chama Antônio e volte a me ligar para avisar. Eu pegarei com ele assim que der e já resolverei no cartório toda a papelada. E óbvio, você gostando, já pode ficar com a chave e se mudar pra lá. Pode ficar à vontade.

Clara: Ótimo, irei hoje mesmo.

André: Então tá Clara, foi um prazer falar com você, nos vemos em breve.

Clara: Obrigada, o prazer foi meu.

Clara vibrou e contou a mãe, recebeu a msg com o endereço e foi com a mãe e Max conhecer o ap, era um prédio bonito e simples, além de ser muito bem localizado e perto da casa de Vanessa, claro que ela pensou bastante nisso, morar longe seria um grande problema. Adorou o ap, 2 quartos e 1 suíte, um banheiro social, sala e cozinha. Começou a imaginar como mobiliar tudo, as pinturas estavam boas e de seu gosto, pelo menos com isso ela não teria que se preocupar, ligou pro André e avisou que adorou e iria ficar com o ap, deixou os documentos com o porteiro, ele ofereceu uma diarista para ir limpar e lavar o ap para Clara, que acertou com ele, e no mesmo dia iria lá fazer essa limpeza. E empolgada passou o resto do dia fora comprando coisas para o ap. Clara apesar de ter parado de trabalhar sempre foi muito cabeça quando se tratava de grana, sempre manteve sua conta com uma boa quantia, e principalmente nos últimos meses que via que seu casamento não duraria o pra sempre que ela pensou.

Chegou em casa já quase 8h da noite, ela, Max e sua mãe estavam exaustos, passaram o dia na rua, comprar além de fazer o tempo passar voando, cansa. Seu celular já estava descarregado a horas, mas primeiro foi dar um banho em Max e tomar banho, colocou ele pra dormir e em seguida sentou na poltrona do seu quarto pegando seu celular e botando pra carregar.

As mensagens começaram a chegar.

**Whatsapp**

Vanessa: Clara

Vanessa: Clarinhaa

Vanessa: Clarudaa

Vanessa: Aff peste! Cadê você??

**Fim da conversa**

Clara sorriu do jeito impaciente de Vanessa e resolveu ligar pra ela.

Vanessa: Aaah, resolveu dar sinal de vida coisa?

Clara: Tava com saudade de você também, Van!

Vanessa: Mas onde eu falei que tava com saudades de você?

Clara: Hahaha. Trouxa!

Vanessa: Onde você tava mano? Falei horrores com você!

Clara: Van, tenho novidades!

Vanessa: Contaa..

Clara: Sobre o ap que eu te falei, lembra?

Vanessa: Lembro.

Clara: Eu fui olhar hoje, amei, e já fui também fazer várias comprar pra mobiliar!

Vanessa: Hum…

Vanessa ficou um pouco desapontada por não ter sido chamada por Clara, ela queria ajudar nas compras e dar algumas coisinhas de presente.

Clara: Eu iria até te ligar Van, mas sai com meu celular já quase descarregado, logo a bateria acabou. Mas quero que você conheça. E é perto da sua casa, acho que 10 minutos no máximo.

Vanessa percebeu que Clara não a excluiu, simplesmente estava muito empolgada e a bateria do celular não cooperou.

Vanessa: Fico feliz por você Clarinha, e eu quero sim conhecer.

Clara: Nossa Van, tô tão cansada.

Vanessa: Que pena, se você não estivesse tão cansada…

Clara: O que?!

Vanessa: Deixa pra lá, você precisa descansar.

Clara: Não, Van, agora fala. Tô revigorada! Kkkkk

Vanessa: Hahaha!! Se você não estivesse tão cansada, iria te pedir pra me levar pra ver o ap!

Clara: Tô dizendo, tô zero bala, vamos, vamos!

Vanessa: Tá já estou no caminho, chegou aí em 5 minutos!

Clara se assustou, então ela de qualquer forma iria raptar ela?! Vanessa sempre conseguia surpreender Clara, mesmo que inconscientemente, se empolgou de verdade, trocou de roupa e chegou no quarto do Júnior.

Clara: Jú! Faz um favorzão, fica de olho no Max! Preciso sair, a mamãe tá cansada, mas qualquer coisa você me avisa e eu volto correndo!

Júnior: E eu tenho escolha?

Clara: Não!

Olhou o celular e era msg de Vanessa avisando que estava lá fora. Clara correu e entrou no carro. Sorriu pra Vanessa e deu um selinho. A empolgação era tamanha que ela acabou agindo impulsivamente.

Vanessa: ôô mulheeer sossega o facho mulheeer.

Clara: Hahaha. Tá bom, parei.

Clara ensinou o caminho, chegaram ao ap, e Clara foi mostrando e contando a Vanessa como queria cada lugarzinho daquela casa, mas na sala, Vanessa pediu uma coisa.

Vanessa: Clara, você pode deixar essa parte da parede livre pro meu presente?

Clara sorriu, ficou feliz em saber que ela tinha planos pra lá e sabia que com certeza seria algo que iria amar muito, só de ser ideia de Vanessa já era bom o suficiente. Clara, abriu uma das janelas do ap, a do quarto, a vista era de um parque bem bonito, com várias árvores e lagos, fontes e canteiros de flores.

Clara: As vezes eu esqueço que SP tem essas coisas lindas e simples.

Vanessa se aproximou abraçou Clara de costas pela cintura, botou seu rosto com o queixo escorado abaixo do ombro de Clara, ela por sua vez entrelaçou seus dedos aos de Vanessa e sorriu por aquele contato inesperado. Ficaram ali abraçadas olhando a beleza e a claridade da lua, até Clara começar a sentir alguns beijos que eram demasiados quentes e ofegantes nas suas costas, Clara arrepiava a cada beijo, aquilo tornava o clima mais quente. Não demorou pra ela se virar e olhar para Vanessa.

Clara: E quem tem que sossegar o facho sou eu?

Vanessa riu e depositou nos lábios de Clara um beijo demorado e quente, pedindo algo a mais a elas. O beijo era diferente dos outros, Vanessa chupava a língua de Clara e os lábios com um desejo grande, Clara se deixou levar, Vanessa tinha urgência nas mãos, pegava com força nos seios de Clara, tirou rapidamente a blusa e o sutiã dela, quase rasgava. Quando Clara pensou em falar algo, Vanessa olhou com uma cara de menina má e com péssimas intenções pra Clara que adorou e se excitou.

Vanessa: Não fala nada! Que hoje eu vou te mostrar quem manda!

Deu um tapinha no rosto de Clara que sentiu o corpo vibrar sentiu um imenso prazer naquelas palavras e no gesto de Vanessa, quase geme, teve que morder o lábio para se conter.

Vanessa e Clara curtiram o momento ao máximo, no chão, em pé, deram e sentiram prazer igualmente, gozaram juntas e ficaram ali abraçadas no chão frio daquele quarto que estava vazio de coisas materiais, mas que estava cheio de sentimentos.

Clara: Van, você já tava indo na minha casa quando eu te liguei?

Vanessa: Hã? O quê… que eu tava indo, mano, foi só uma coincidência, eu tava passando perto do seu bairro.

Vanessa, tentou disfarçar e Clara fingiu acreditar. Vanessa estava com uma vontade enorme de ir ver Clara e Max, tentou falar pelo whats, como ela não respondeu, decidiu ir na casa dela e dizer que estava passando lá por perto e decidiu parar pra ver ela e Max, não contava que Clara ligaria pra ela.

Clara sorriu e deu um beijo na bochecha de Van.

Clara: Que bom então que os ventos te trouxeram até mim.

Vanessa sorriu e ficaram ali, aproveitando mais um tempo juntas.

Deus do amor
  • Você: QUER SABER LUAN EU VOU EMBORA DESSA CASA E VOU LEVAR O BRENO JUNTO! VOCÊ É UM SAFADO SÓ VIVE SE ESFREGANDO NESSAS PIRIGUETES! -Gritando.
  • Luan: SE VOCÊ NÃO ACREDITA EM MIM TUDO BEM! EU JÁ DISSE QUE EU SÓ TAVA CUMPRIMENTANDO A JADE! -Gritando.
  • Você: CUMPRIMENTAR PRA QUE? ME FALA?
  • Luan: O PROBLEMA É QUE VOCÊ NÃO CONFIA EM MIM!
  • Você: NÃO É QUESTÃO DE CONFIANÇA LUAN RAFAEL! QUER SABER EU VOU EMBORA! -Sobe quase chorando.
  • Luan: OK VAI ENTÃO! -Tenta disfarçar o choro.
  • Você sobe arruma as suas coisas e vai no quarto do Breno que tem 6 anos.
  • Você: Filho?
  • Breno: Oi mamusca -Sorri.
  • Você: Vem com a mamãe -Da a mão a ele.
  • Breno: Pra onde nós vamos mamusca?
  • Você: Pra casa da vovó
  • Breno: O papai não vai? já ta chegando o natal mamusca!
  • Você: Não filho, só nós vamos, a gente passa o natal na vovó
  • Breno: Mais porque?
  • Você: Você ainda é muito pequeno pra entender meu amor, vamos
  • Você pega as malas e desce com o Breno.
  • Você: Tchau Luan Rafael -Segurando o choro.
  • Luan: Tchau Seu nome! -Segurando o choro.
  • Breno: Tchau papai -Quase chorando.
  • Luan: Ô filho não fica assim vem aqui no pai -Abraça Breno. Te vivo amanhã vou lá te buscar na escola ta bom?
  • Breno: -Esfrega os olhinhos. Ta bom papai, te vivo tchau -Acena.
  • Você e Breno vão pra casa da sua mãe. No outro dia bem cedo Breno acorda e pede para que sua mãe leve ele em um lugar.
  • Breno: Vovó? -Cochicha balançando ela que estava deitada.
  • Sua mãe: Que foi Bre? -Sonolenta.
  • Breno: Me leva em um lugar?
  • Sua mãe: Aonde?
  • Breno: Na loja de perfume
  • Sua mãe: Espera sua mãe acordar que ela leva Bre
  • Breno: Não vovó ela não pode saber né?
  • Sua mãe: Ta bom, vamos
  • Narração do Breno on
  • Esperei a vovó se arrumar, logo vi a quem a mamusca puxou, ela demorou um tempão. Em quanto vovó se arrumava eu fui quebrar o meu porquinho.
  • Breno: É Porconaldo foi muito bom ter você, tchau amigo -Quebrei o porquinho.
  • Era difícil me despedir do Porconaldo mais tudo bem era por uma boa causa.
  • Sua mãe: Breno -Me chamou. Vamos? Sua mãe ainda está dormindo
  • Breno: Vamos vó
  • Narração do Breno off
  • Eles entraram no táxi e foram direto pra loja.
  • Sua mãe: Pronto, chegamos
  • Narração do Breno on
  • Cheguei perto do balcão e olhei pra moça, o balcão era bem maior que eu, mais ela me viu e sorriu, é incrível o meu poder de sedução igualzinho do meu pai.
  • Narração do Breno off
  • Breno: Moça? Eu quero comprar dois perfumes -Fez o sinal de dois com o dedo.
  • Moça: Aé? Vem com a tia então, você quer dos carrinhos?
  • Breno: Não -Balança a cabeça negativamente. Eu quero comprar perfume pra mamusca e pro papai
  • Moça: -Sorriu. Vamos escolher então?
  • Ela levou Breno até os perfumes e foi mostrando as fragrâncias.
  • Breno: Esse ali é bem cheiroso -Aponta com o dedo.
  • Moça: Esse? -Pega.
  • Breno: Sim, esse é pro papai ta?
  • Moça: Vamos escolher um pra sua mãe?
  • Breno: Sim -Sorriu neném.
  • Ela foi amostrando os perfumes até que ele gostou de um.
  • Breno: Eu gostei muito desse vovó, você gostou?
  • Sua mãe: É muito cheiroso, sua mãe vai gostar
  • Breno: Pronto, já escolhi eu vou levar esses ta moça? -Olha pra moça.
  • Moça: Ta bom lindo -Sorri.
  • Sua mãe: Vem vamos pagar -Pega o cartão.
  • Breno: Não vovó eu vou pagar -Pega o dinheiro.
  • Moça: Deu 500 reais lindo
  • Breno: Aqui moça -Entrega o dinheiro.
  • Moça: Pera ai que tem troco ta?
  • Breno: Ta bom
  • Moça: Aqui seu troco pequeno -Entrega a ele junto com os presentes.
  • Breno: Bigado -Sorri e sai com sua mãe.
  • Eles entram no carro e tinha uma pergunta que não queria calar.
  • Sua mãe: Breno, onde você conseguiu todo esse dinheiro?
  • Breno: Vish vovó eu tive que matar uma pessoa sabia? -Balança a cabeça.
  • Sua mãe: MATAR? BRENO O QUE... -Apavorada.
  • Breno: Sim eu tive que matar o Porconaldo eu quebrei ele hoje coitado -Sorri.
  • Sua mãe: -Rindo. Não me mata de susto menino
  • Breno: Ta -Ri.
  • Eles chegam em casa e Breno esconde os presentes em baixo da cama, já eram por volta de meio dia quando você chama Breno.
  • Você: Filho, vamos tomar banho pra almoçar e ir pra escola
  • Breno: Ta bom -Levanta do sofá. Depois a gente vê mais bob esponja ta vô?
  • Seu pai: Ta bom Brenão vai lá tomar banho -Sorri.
  • Você: Tira a bermuda logo Bre
  • Breno: Você não precisa me dar banho mamusca eu sou grande
  • Você: É mesmo senhor grande? Da ultima vez que eu te deixei tomar banho sozinho você alagou o banheiro, agora vamos
  • Breno: Talvez quando eu fizer sete anos alguém me escute
  • Você: -Rindo. Vem príncipe vamos
  • Você dá banho nele bota o uniforme e da almoço.
  • Você: Vamos pra escola? Dá um beijo no vô e na vó e vamos
  • Breno: Tchau vovô -Dá um beijo no seu pai. Tchau vovó -Da um beijo na sua mãe.
  • Seus pais: Tchau
  • Você põe Breno no carro, para em um mercado compra o lanche dele e vai direto pra escola.
  • Você: Chegamos, vamos lá? -Desce do carro.
  • Breno: Vamos -Pega a mochilete do bob esponja e a lancheira e desce.
  • Vocês entram na escola e vão até a sala dele.
  • Breno: Oi tia Bia
  • Professora: Oi príncipe
  • Você: Oi Bia, tudo bem? -Sorri.
  • Professora: Oi seu nome, tudo ótimo e com você?
  • Você: Tudo bem também, tchau meu príncipe mamãe vai trabalhar -Da um beijo nele. Sem bagunça em? -Sorri.
  • Breno: Pode deixar mamusca -Te da um beijo. Tchau, volta pra me pegar em!
  • Você: Ta bom, tchau se comporta -Sai.
  • Sua narração on
  • Sai da escola do Bre e fui direto trabalhar, eu tinha muita coisa pra revisar, liguei pra Bruna e avisei que não ia dar pra ir na casa dela hoje, eu to atolada de serviço. Comecei a trabalhar e esqueci da hora, me assustei ao olhar o relógio e ver que já eram 16: 45 o Breno sai 17 horas vou ter que voar.
  • Você: TCHAU PESSOAL FUUUI -peguei minha bolsa.
  • Entrei no carro e fui em direção a escola.
  • Narração do Luan on
  • Eu já tinha falado que ia pegar o Breno hoje, então me arrumei e fui pra escola, nossa como eu to morrendo de saudade da Seu Nome, ela faz tanta falta. Cheguei na escola e entrei fui direto na sala do Breno.
  • Luan: Oi filho -Peguei ele no colo sorrindo.
  • Breno: Oi papai -Me deu um beijo. Tia Bia eu já vou ta? Até amanhã
  • Professora: Tchau anjinho até amanhã -Sorriu pegando outra criança no colo.
  • Sai de mão dada com o Breno quando dei de cara com a Seu Nome correndo. Acho que ela esqueceu que hoje eu o buscaria, ela sorriu e deu a mão a ele.
  • Luan: Tchau filho -Sorri e dei um abraço nele. Tchau Seu nome -Sorri pra ela.
  • Breno: Tchau papai
  • Você: Tchau Luan -Sorriu pra mim.
  • Narração do Luan off
  • Você e Breno estavam caminhando até o carro quando ele disse que tinha esquecido uma coisa com o Luan.
  • Breno: Já volto mamusca -Sai correndo.
  • Você: Cuidado pra não cair Breno! -Rindo. Esse menino
  • Ele foi correndo até o Luan abriu a mochilete e pegou uma caixa de presente.
  • Breno: Papai a mamusca mandou pra você -Entregou a caixa.
  • Luan: Pra mim? -Sorriu.
  • Breno: É, tchau papai -Saiu correndo.
  • Você: Já disse pra você não correr e você corre né filho?
  • Breno: Mamusca o papai mandou pra você -Abre a mochilete e pega outra caixa de presente.
  • Você: Pra mim? -Sorriu.
  • Breno: Sim, agora vamos
  • Você chegou em casa abriu o presente e era um perfume muito cheiroso, Luan fez o mesmo. Quando ele te liga.
  • Ligação on
  • Luan: Eu queria saber se você... -Você diz ao mesmo tempo.
  • Você: Se você quer passar o natal com a gente -Sorri.
  • Luan: -Sorri. Claro
  • Você: A gente te espera
  • Ligação off
  • Breno: Viu vó? Eu sou o Deus do amor
  • Sua mãe: Ta bom ô Deus do amor vai tomar um banho
  • Breno: Toda hora eu tenho que tomar banho, olha meu pé ta limpinho -Mostra o pé.
  • Sua mãe: Porquinho, mas você brincou, correu ta todo suado e além disso ta cheio de chulé, já pro banho
  • Breno: Ta booooooooooooooooom vó ta booooom
  • Sua mãe vai dar banho no Breno em quanto você também toma um banho.
  • Você: Bora no shopping com a mamusca ver uma roupa bem bonita pro natal
  • Breno: Só se eu ganhar um lanche
  • Você: Ta bom -Ri. Não nega ser filho do Luan
  • Vocês se arrumam e vão para o shopping, você veste muitas roupas até que acha um vestido e um sapato perfeito.
  • Você: O que achou deste filho?
  • Breno: Lindo mamusca agora vamos comer
  • Você: Você só pensa e comer né? -Ri.
  • Breno: Sim, vamos -Te puxando.
  • Você: Calma Bre eu tenho que pagar né?
  • Você paga tudo e vai lanchar com o Breno. Depois vai pra casa e dorme. Passa 2 dias e era véspera de natal, você foi pro salão, se arrumou toda, ficou toda linda e foi esperar o Luan. Quando deu por volta de 22 horas ele chegou. A campainha tocou e você foi atender.
  • Você: Oi -Sorriu.
  • Luan: Oi princesa -Te abraçou. Que saudade -Entrou.
  • Você: Saudades príncipe -Sorriu.
  • Você e Luan: Me desculpa por aquele dia -Riram.
  • Você: Eu te desculpo -Sorriu.
  • Luan: Eu também te desculpo -Sorriu e te beijou.
  • Você e Luan: Obrigado (a) pelo presente! Mais pera ai que presente?
  • Breno: -Rindo.
  • Você e Luan: BRENO?! -Sorriram.
  • Breno: Fazer o que, eu sou o Deus do amor
  • Luan: Aaaaah vem cá moleque -Pega ele no colo. Papai te vive, obrigado viu filho?
  • Você: É, obrigada filho -Sorri passando a mão no cabelo dele.
  • Breno: De nada, agora vamos comer!
  • Luan: Esse menino puxou a mim!
  • Você: Verdade -Ri.
  • Dá meia noite e vocês comem.
  • Breno: Poxa essa comida tava boa -Bota a mão na barriga.
  • Luan: É tava mesmo -Bota a mão na barriga. Vou lá no carro pegar o presente de vocês -Te dá um selinho.
  • Você: Também vou pegar o de vocês -Sorri.
  • Vocês pegam os presentes e vão pra sala.
  • Breno: PRESENTE PRESENTE PRESENTEEEEEEEEEE! -Indo até vocês.
  • Você: Calma Breno -Ri.
  • Luan: Aqui filho, feliz natal -Entrega a ele uma caixinha.
  • Breno: OLHA MAMUSCA EU GANHEI MUITOS DVDS DO BOB QUE LEGAL OBRIGADO PAPAI EU TÔ MUITO FELIZ, FELIZ NATAL PAPAI -Abraça Luan e beija ele.
  • Luan: De nada meu pequeno -Sorri.
  • Você: Agora o meu, toma bebê feliz natal -Entrega a ele.
  • Breno: -Abrindo a caixa. BONECOS DO BOB, DO PATRICK, DO LULA MOLUSCO, DO SIRIGUEIJO, TODO MUNDO OBRIGADO MAMUSCA EU AMEI FELIZ NATAL -Abraça você e beija.
  • Você: -Sorri. De nada bebê, Luan esse é seu feliz natal -Entrega a ele.
  • Luan: Opa -Abre a caixa. Que camisa linda meu amor obrigado -Sorri te abraça e te da um selinho. Toma esse é seu, feliz natal -Te entrega. Pra você ficar cada dia mais linda pra mim
  • Você: Awn seu gordo -Da um selinho nele e abre a caixa. SOCORRO RAFAEL QUE VESTIDO LINDO! -Abraça ele. Obrigada meu anjo
  • Luan: Tem outro ai amor abre -Sorri.
  • Você: -Abre e vê uma lingerie vermelha linda você olha pra ele e sorri.
  • Luan: Bonita né? To doido pra te ver usando meu presente
  • Breno: Vai mostra mamusca eu quero ver!
  • Você: Ai filho é um esmalte vermelho
  • Breno : Ata -Ri.
  • Luan: Bora pra casa? -Pega Breno no colo e abraça você.
  • Você e Breno: Vamos!
  • Luan: Tchau sogrão, tchau sogrona -Abraça eles.
  • Você: Tchau mãe, tchau pai -Beija eles.
  • Breno: Tchau vovô, tchau vovó -Beija eles.
  • Seus pais: Tchau! -Sorriem.
  • Vocês estão andando pra porta quando Luan diz
  • Luan: Perai, eu esqueci de dizer uma coisa!
  • Você: O que?
  • Luan: Sogrão cê caprichou em -Sai rindo.
  • Você: Idiota -Ri.
  • Seu pai: Esse menino -Rindo.