viih

Prefrence #93: Eles te imitam em uma entrevista.

Harry: The Elle DeGeneres Show:

E: Você pode imitar ela quando está brava?

H: ~imitando~ Harry Edward Styles, porque você deixou a toalha em cima da cama.

Louis: Saturday Night Live: 

E: o que você mais gosta nela?

LT: ~imitando~ Eu odeio quando você fica mordendo seus lábios Lou

Zayn: Good Morning America:

E: Qual palavra ela mais fala?

Z: ~imitando~ Zaaaayn. 

Liam: BBC1 :

E: Se ela pudesse te descrever em uma palavra, qual seria?

LP: Perfumado.~imitando~ Nossa Liam que perfume gostoso.Qual é esse?

Niall: Domingão do Faustão:

F: Niall Horan, bixo, imita sua namorada ai! Se vira nos 30.

N: ~imitando~ Eu te amo ta…

F: Olha o cara meu.

One Shot com Niall Horan

• Pedido por anônimo: Pode fazer um one shot em que o Niall vai fazer sua primeira tatuagem?
• Espero que gostem, tentei fazer diferente do convencional já que eu vi em vários lugares coisas parecidas…
• Viih

Arrumei a gravata quando a porta se abriu.
- Nervoso? - Liam surgiu todo arrumado de terno e gravata, diferente da maioria das vezes que nos víamos antes da longa pausa, ou termino, que demos.
- Um pouco. - Falei conferindo o modelito no espelho mais uma vez. - De dar errado, não sei. - Liam riu.
- Olha para você. - Ele apontou para o espelho, que refletia minha imagem. - Agora imagina a (S/n). - Tentei imaginar minha noiva, de branco, com véu, em prantos caminhando pela areia da praia em minha direção. - Não tem como dar errado Niall… - Ele riu. - Todos nós já casamos, e você vem enrolando a (S/n) por longos 10 anos, já está na hora. - Ele sorriu. - Vai dar tudo certo, bro. - Liam caminhos em minha direção me deu um abraço e uns tapinhas nas costas. - Quando estiver pronto, nós estamos te esperando. - Assenti.
Era um dia especial, dia do meu casamento com a pessoal muito especial na minha vida. Olhei mais uma vez no espelho e segui até o lado de fora do quarto onde estava, por lá esperavam nossos padrinhos e madrinhas, que logo me cumprimentaram dando parabéns, me sentia mais nervoso a cada segundo.
Tempo depois, a organizadora nos colocou em fila, avisando que (S/n) estava pronta, esperando para a cerimônia começar. Primeiro entraram os padrinhos e as madrinhas, seguidos por mim que me posicionei ao lado do arco preenchido por flores e voal que minha noiva insistiu tanto, ela tinha razão, estava lindo, voando com o vento.
De repente ao fundo, apareceu (S/n) com um lindo vestido branco, bem coladinho mostrando todas as curvas de mulher grávida de 3 meses que ela estava. Lembro-me de quando ela foi fazer a última prova do vestido, estava tão nervosa por não caber, mas a costureira conseguiu deixar ela ainda mais linda, se é que é possível. Segurei sua mão, quando ela se aproximou, a beijei e o padre começou a cerimônia, rápida, sem enrolar como (S/n) tinha pedido.
- Eu, Niall James Horan, aceito (S/n) (S/s) como minha esposa, prometo honra-la na alegria e na tristeza, na saúde e na doença todos os dias de nossas vidas. - Beijei o anel que eu coloquei em seu dedo.
- Eu, (S/n) (S/s), aceito Niall James Horan como meu marido, prometo honra-lo a alegria e na tristeza, na saúde e na doença todos os dias de nossas vidas. - Ela fez o mesmo movimento que eu.
Mas as alianças eram só para a cerimônia, (S/n) decidimos que assim que casássemos iríamos fazer uma tatuagem, uma aliança no dedo da mão esquerda. Pode parecer burrice deixar algo eterno para um relacionamento, que das vezes pode não dar certo, mas justamente por isso, quando chegar um dia em que estivermos de saco cheio, irritados ou qualquer outra coisa olharemos para o dedo, pintado com tinta, permanentemente em nossas peles e lembraremos o quão importante é superar as dificuldades.
A festa foi incrível, mas o dia seguinte chegou e consecutivamente o dia do combinado, eu estava nervoso, confesso, minha mulher, menos que eu, já que ela tinha uma tatuagem, abaixo da clavícula escrito ‘blessed’, (S/n) foi primeiro, nem reclamou e em uma hora, talvez menos, já estava pronta, decorada com uns arabescos lindos, como a aliança convencional que tinhamos comprado para a cerimônia. Minha vez.
(S/n) saiu da sala, deixando- me sozinho com o tatuador, ele também não demorou a fazer a minha, que doeu, eu queria gritar, chorar e socar a cara dele toda vez que ele colocava a maquininha do meu dedo, mas eu aguentei. Olhei para o trabalho d estava incrível, mas não era só isso.
No meio da cerimônia, (S/n) sussurrou que era uma menina, nós já tinhamos conversado sobre nomes se caso fosse menino ou menina. Falei para o tatuador e estiquei o braço, colocou a maquininha embaixo da articulação do cotovelo e lá começou a surgir o nome que daríamos a nossa filha: Hanna.

One Shot com Harry Styles

Parte I

Enquanto sorria por fora, a dor me arruinava por dentro. Eu tentava passar todas as melhores sensações para Harry, mas era tão difícil, nem eu estava confiante quanto mais passar confiança para alguém.
- (S/n). - Harry falava travando - Me desculpa, eu não devia ter corrido tanto e não devia ter brigado com você. - Sorri para ele, mesmo querendo pular em cima dele e socar aquela carinha bonita.
- Sem problemas, Haz. - Eu falei, mas na verdade eu queria xingar-lo, queria mostrar minha raiva. Por mais que eu tivesse 99% curada, eu sentia remorso, mas o mais machucado com o erro de Harry, era ele mesmo.
- Você ainda me ama? - Eu olhei o. - Mesmo nessa cadeira de rodas?
- Sempre vou te amar. - O que era uma verdade por ora.
Papo vai, papo vem o médico adentra no quarto do meu noivo.
- Noticias: Os exames feitos ontem revelam que, se Harry fizer terapia ele pode, daqui a uns 10 anos, sendo otimista, voltar a andar. - O doutor olhou para meu rosto, lagrimas rolavam. - Eu sinto muito, sei que não são boas noticias, mas graças a Deus, antes de ocorrer o acidente, Harry era um homem ativo em atividades físicas o que pode ajudar-lo muito na recuperação. Além disso, Harry pode usar da sua imagem para alertar sobre os acidentes no transito, porque tenho certeza que vocês não desejam isso, nem para a pior pessoa do mundo. - Eu agradeci o médico que sai do quarto.
- Seremos otimistas durante esse período. - Harry levou as mãos ao rosto e começou a chorar. - Vai ficar tudo bem, nós iremos superar juntos essa.
- Nem se o mundo todo fosse otimista em 10 anos eu estaria curado… O que vai acontecer com o nosso casamento? E os planos para ter filhos? E as viagens pelo mundo? Você vai ter que ficar me carregando igual bagagem!
- Harry, pessimismo é o que menos precisamos agora. Ao nosso casamento, se for preciso entro de cadeira de rodas para você não se sentir mal. Aos nossos filhos, daremos educação e amor. Às nossas viagens pelo mundo, compraremos duas passagens para qualquer lugar.
- Mas e o seu vestido branco, cheio de detalhes? Se você entrar sentada em uma cadeira de rodas não vai mostrar o quanto você é linda. Mas como teremos filhos, se eu não posso fazer nada? Mas e as passagens serão mais caras por causa da cadeira!
- Harold, como você é pessimista. Entenda, podem ocorrer um à bilhões de incidentes que farão nós pensarmos em desistir, mas estaremos juntos para um levantar o outro. Quando um de nós decidir ver o mundo com uma cor diferente, o outro vai provar para o mundo que aquela cor na verdade é a certa. Quando um de nós desistir de lutar, o outro vai empurrar-lo até o fim, igual no filme Carros, lembra? Seremos como os três mosqueteiros, só que com dois, ‘um por todos e todos por um’, lembra? Seremos Bernardo e Bianca, lutaremos com os piores inimigos, e no fim ficaremos juntos, lembra? Seremos como The X-Factor, que você não precisa ser o primeiro para conquistar o mundo, lembra? - dizia eu em lágrimas, fazendo Harry e Anne, que havia entrado na sala assim que comecei a falar, chorarem.

~Continua

One Shot com Niall Horan

Estava deitada em minha cama lendo o último livro de uma série de livros que eu precisava ler para a faculdade. Já eram, por volta, de onze horas quando meu celular vibrou e uma mensagem brilhou em minha tela:
“Você + Eu= 40 minutos no endereço abaixo! Te espero lá xoxo Niall”
Olhei para o relógio, deixei o livro sobre a cômoda do lado da cama, troquei de roupa e sai com o google maps aberto rumando o endereço anexado que Niall havia mandado. No aplicativo falava que o caminho não demorava mais que 30 minutos, mas, certamente, ele sabia que eu demoraria um pouco para sair de casa, como aconteceu.
Olhei para o aplicativo que brilhava falando para virar a direita a 200 metros e finalmente chegaria no destino. O endereço possivelmente estava errado, porque era no meio de uma estrada cercada por vegetação sem trégua.
- Você chegou ao seu destino. - Anunciou o aplicativo.
- Obrigada por me trazer no meio do nada. - Falei desligando o motor do carro na frente de um prédio, aparentemente, abandonado. - Obrigada Niall. - Falei em deboche.
O lugar era meio assustador, silencioso e escuro, apenas iluminado com a luz da lua, sem barulhos e ruídos, conseguia ouvir minha respiração e meu coração bombeando sangue pelas artérias para meu corpo e recebendo o sangue pelas veias…
Segui em direção a porta do lugar abandonado, a porta rangeu e dentro dela surgiu uma luz fraca vinda de velas com um caminho de pétalas de rosas misturado com um pouco de poeira e nos cantos da grande sala, teias de aranha. No começo da passarela tinha uma folha de papel, com letra quase ilegível e isso piorava pela falta de luz descente. S… I… G… Dai para frente não dava para entender, mas pela inteligência ‘siga’ é um bom complemento para a palavra, assim eu fiz.
As pétalas levavam ate o terceiro andar, por uma escada pouco segura e do terceiro para uma grande varanda que tinha uma mesa com velas e outro bilhete.
E… P… E… R… E… Espere?! Talvez. Sentei no banco de plástico que tinha na frente da mesa e esperei, com o papel na mão olhando repentinamente para o papel e para a lua. Ao longe via uma pequena cidade com poucas luzes, algumas ainda se apagando.
Ouvi um barulho atrás de mim, pela porta de onde eu rinha saído e quando me virei um grande outdoor, completamente iluminado dizia “Casa comigo?” e bem abaixo dele, no telhado do terceiro andar, Niall segurava um buquê.
- Alguém me disse que você gosta de surpresas! - Ele desceu por uma escada lateral e veio em minha direção, ajoelhando ao meu lado. - O que me diz?
- Claro que sim né! - Niall levantou e me beijou. Ele subiu na grade que dividia a varanda para o chão três andares mais baixo.
- Vou gritar para o mundo todo que eu vou casar! - Ele abriu os braços e virou de frente para mim.
- Amor, desce dai, grita daqui é mais seguro. - Tentei alcança-lo mas Niall foi para trás, despencando os três andares, fechei os olhos e comecei a chorar, aguardando pelo som do impacto… Que não veio.
Me debrucei na grade e bem abaixo do prédio, um grande colchão de ar preto com um homem loiro deitado, rindo.
- Achou mesmo que eu acabaria com tudo? - Ele gritou, fazendo eu ter certeza de que estava realmente vivo.
- Você é louco Sr. Horan!
- Louco por você Srta. Horan.

~Viih

One Shot com Louis Tomlinson

Parte I

Louis tinha me ligado avisando que estava chegando. Desci para a portaria do meu prédio para receber-lo . Cumprimentei o porteiro e pedi que ele abrisse o portão para Louis. Nós não trocamos muitas palavras até a porta do elevador:

- Acha que deveríamos fazer isso mesmo? - Pergunto enquanto ele entra no elevador seguido por mim. - O que você acha? - Louis me agarrou e começou a me beijar e fez eu pular em seu colo, começou a beijar meus seios. - Acho que não.

O elevador abriu e ele me levou até meu apartamento, nós entramos e fomos direto para meu quarto, ele arrancou minha roupa e eu a dele, Louis foi descendo até minha intimidade e começou a brincar com a mesma. 

Eu e Louis começamos a ouvir passos, me embrulhei no lençol e ele colou a cueca:

- Cadê? Cadê os otários? - Era a voz da Eleanor. Louis olhou para mim com medo. - Não adianta se esconder Louis ou (s/n), nós estamos aqui. - Então ela abriu a porta, Eleanor e Niall olhando para nós. 

- Eu posso explicar! – Louis se levantou.

- Não precisa explicar. Seu escroto, eu nem sei o que dizer. – Eleanor saiu do quarto seguida por Louis.

- Por que você fez isso?

- Eu não queria, Niall.

- Então porque fez? Eu não posso acreditar. Quando a mãe dele falou eu jurei de pés juntos que era mentira. - Niall começou a chorar e meu coração estava partido. - Você não merece tudo o que eu te dei. Não merece se quer uma lágrima minha. - Eu chorando e enrolada no lençol, fui para abraça-lo. - Mantenha-se longe, sua…

- Niall, me perdoa. - Ele olhou no fundo dos meus olhos.

- Eu tentei não acreditar, eu tentei, mas você foi além do que eu imaginava, sua…

- Niall, por favor. - Ele virou as costas e foi embora, e eu fiquei ali, tacada no chão. Louis, Niall e Eleanor foram embora, eu não tinha o que fazer, eu amava o Niall, mas toda vez que o Louis me tocava eu me sentia mais mulher, um calor subia em meu corpo e agora eu perdi os dois.

One Shot com Harry Styles

• Espero que vocês gostem, se gostarem, por favor, comentem.
• Pedido: Anony

Eu olhei para o começo do tapete vermelho do Video Music Awards, ela tinha chegado. Saiu do carro com seu melhor sorriso no rosto, acenou para alguns fãs e caminhou lentamente para frente do tapete vermelho, parando para algumas fotos do seu vestido vermelho, junto com suas jóias, da sua perfeita maquiagem e do cabelo, que cada vez que batia um vento ele ficava mais bonito.
Eu não olhava para nenhuma foto que tiravam de mim, apenas para aquele ofuscador de brilho que estava caminhando na direção da entrada do evento. Niall bateu de leve no meu braço anunciando que deveríamos entrar e eu deveria parar de olhar para (S/n).
- Fecha a boca se não a baba cai. - Louis brincou antes de sentar na mesa reservada.
A premiação havia começado algumas apresentações e prêmios entregues e em apenas alguns segundos que eu tirei os olhos de (S/n) ela sumiu. Não sabia para onde tinha ido a mulher mais bonita daquela festa.
- Para de procurar a (S/n) por ai! - Liam falou rindo com os outros meninos. - Vão apresentar a categoria que estamos concorrendo. - Completou sua fala depois de virar-se para olhar para o palco.
- E para apresentar o clipe do ano… - O apresentador falou. - (S/n) (S/s)! - Todos começaram a aplaudir e eu estava sem reação, não sabia se torcia para ganhar para poder falar com ela ou para perder para não ter que olhar para ela tão de perto e não tê-la para mim.
- E os indicados para a categoria de melhor clipe são… - Ela estava linda, como sempre, mas hoje, em especial, sua beleza cintilava. - One Direction - Night Changes; Fifth Harmony - Sledgehammer; e Meghan Trainor - All About That Bass. - Certamente eu torcia para que ganhássemos. - E o vencedor é… - Ela abriu o cartão que escondia o nome. - One Direction - Night Changes. - Abri o maior sorriso. Eu e os meninos nos abraçamos como de costume e um simples sussurro de Niall me fez cair na real.
- Não esquece que o beijo é no rosto e não na boca Styles. - E saiu rindo, fazendo eu o seguir assim como os outros.
Ela segurava o prêmio, cumprimentou Niall com um beijo no rosto e um lindo sorriso entregando a estatueta para ele, na metade do caminho para o palco Zayn e Louis passaram na minha frente, sendo assim cumprimentados primeiro que eu por (S/n).
Eu poderia beijá-la, nos lábios mesmo, provocaria choque em todos inclusive nela, mas mostraria o quanto eu ainda a amo. Era uma boa ideia.
Cheguei bem perto dela, olhava em seus olhos e para seus lábios, levemente pressionados um contra o outro, e aquele batom vermelho realçando o quanto ela ficava bonita de batom vermelho. Segundos se transformaram em horas, e nossa distância ia acabando em câmera lenta, ela fechou os olhos, quando encostei minha boca na sua bochecha e sussurrei.
- Você está belíssima. - Sorri, nos afastando e indo em direção ao microfone para agradecer o prêmio, que nesse momento, para mim, só me deixava mais feliz.

One Shot Cute com Harry Styles

Era uma tarde de verão em Londres, mesmo não parecendo por conta da forte chuva que caia sobre a cidade. Eu estava na casa da minha melhor amiga, Katarine, conversando sobre diversos assuntos:
- Ultimamente Harry tem sido bem grosso comigo!
-Iiih amiga, se livra… A última vez que um cara fez isso comigo, ele estava me traindo. E ele nem fazia parte da maior boyband da atualidade. - Coloquei a mão na boca por causa da enorme vontade de vomitar que me deu. - Aconteceu algo, (S/N)?
Corri para o banheiro e as únicas coisas que eu fiz foi agachar e levantar a tampa do vaso. E ali fiquei por uns 30 minutos até a Katarine voltar da farmácia com 2 testes de gravidez de diferentes marcas:
- Faz um agora e um daqui uns 20 minutos.
Encostei a porta do banheiro e encarei aquele palitinho, rezei algumas vezes para dar negativo.
- Dois pauzinhos significa o que?
- Você ta grávida. - Nós olhávamos uma para outra sem reação.
Eu ficava andando de um lado para o outro sem saber o que fazer, minha amiga, que estava no sofá, roia as unhas de nervoso:
- Olha, (S/N), o Harry vai amar o filho ou filha de vocês, afinal você não fez com o dedo.
- Ele não vai querer! Ele ta no auge do sucesso dele, jamais assumiria um filho agora.
Peguei o segundo teste, antes mesmo de dar 20 minutos, entrei no banheiro e repeti o que tinha que fazer.
- Isso não deve estar acontecendo comigo. - Saio do banheiro com o segundo teste em mãos e os dois pauzinhos revelando que estaria grávida. - Acho que tenho que ligar para o Harry…
Tentei parecer normal ao telefone, mas eu não sabia qual seria a reação dele.
-Harry, precisamos conversar, mas não pode ser por telefone. Tem como você ir até a minha casa?
Harry aceitou ir alegando que também precisava falar algo. Em poucos minutos eu estava em casa, tentando achar a melhor forma de dizer para um garoto de 20 anos, no auge da sua carreira, que ele teria um filho ou filha.
A campainha soou e eu estremeci. Lá estava o homem no qual eu namoro por oito meses, que tem uma banda conhecida mundialmente e que por suas fãs sou excomungada. 
- Fale você primeiro, Haz. - Ele esperou um pouco, andou pela sala.
- Vou falar rápido, não acho que esteja sendo bom para nós estarmos juntos… - Harry olhou no meu rosto e algumas lágrimas caiam. - Olha não fica triste… - Naquele momento eu pensei em não contar a ele sobre nosso filho ou filha, mas eu não tomaria a “culpa” sozinha.
- Eu não estou triste por terminarmos. O problema desse termino é que eu estou grávida.

*

Faziam pouco mais de duas semanas que eu havia dito para Harry que estava grávida, desde então eu não tive nenhuma noticia, a não ser pelos sites de fofoca que sempre comentavam algo.
Eu terminei de arrumar minhas malas para viajar para Montreal, coloquei a última blusa na mala e fechei o zíper. Eu coloquei todas as malas dentro do carro e voltei para fechar as portas e janelas. Peguei minha bolsa e o celular, mas quando fui fechar a porta da frente, eu fui interrompida:
- Aonde você vai?
- Você não precisa saber, não estamos namorando mais.
- Mas você tem um filho meu.
- Você não deu noticias por duas semanas. - Falo em tom alto.
- Eu precisava pensar. - Harry coloca a mão nos cabelos e roda em torno de si. - (S/N) eu quero fazer parte da vida do…
- DoS nossoS filhoS… São dois meninos.
- Podemos conversar lá dentro? - Harry olha em volta para ver se não tem nenhuma pessoa tirando fotos. Nós entramos. - Como assim dois?
- Dois, gêmeos… - Harry sentou no sofá. - Harry se você não quiser não precisa… Eu não quero forçar você a nada…
- É muito difícil para mim. - Harry se levantou do sofá e parou na minha frente, fazendo com que eu olhasse para cima, já que ele era mais alto que eu. - Eu conversei com meus amigos e com a minha mãe. Todos eles falaram para eu responder as minhas responsabilidades, menos minha mãe.

*Flashback Harry on*
- O que eu faço agora, mãe? Minha carreira está por um fio. - Estava eu sentado em um lado e minha mãe do outro do sofá.
- Vai atrás dessa menina. Ela foi à única namorada que me chamou na casa dela para um almoço, as outras pediram um almoço meu. Ela foi quem ficou mais tempo longe de você por causa da tour, mesmo assim se manteve fiel. Vocês não precisam voltar a namorar, filho, mas como sua mãe tenho que falar que você vai procurá-la e Dr. apoio para o seu filho. A pior coisa é ser mãe solteira tão jovem, Harry. Pensa bem filho.
*Flashback Harry off*

- Depois que ela me falou isso, eu percebi que você precisa de mim, mesmo que você não queira admitir. E tudo bem, eu admito, preciso de você também. 
- Não acho que seja boa ideia ficarmos junto de novo.
- Mas e o nossos filhos?
- Manterão contato. - Harry chegou mais próximo de mim.
- Por favor, (S/N), vamos ficar juntos… Prometo ser um bom pai e bom namorado…
Eu olhei para minhas volta, nada jogado, me lembro da viagem.
- Não posso… Eu vou viajar e vou ficar um tempo fora.
- Vou com você. - Eu neguei.
- Você tem shows.
- Venha comigo para eles. - Cada frase que ele falava, chegava mais perto.
- Eu não quero depender de você.
- Não vai. Trabalha junto com a Lou, fazendo as maquiagens e os cabelos. - Eu queria aceitar, mas não seria bom. 
- Não, Haz. - Merda, eu só falava Haz quando estávamos juntos. - hm… Harry, eu vou viajar.
- Vou com você, como pai dos nossos filhos, para decidirmos os nomes e essas coisas.
- Acho melhor não.
- Mas eu vou. Vamos, se não perderemos o vôo.

~Viih~ Espero que gostem Xoxo ~

Prólogo | Capítulo 1 | Capítulo 2

Capítulo 3

Zayn me deixava agoniada, cada vez que ele me falava algo sobre o tal serviço que eu faria, eu ficava mais nervosa. Tenho certeza que ele faz isso para que eu desista, mas eu não farei isso. Virei-me e na mesinha de canto da sala tinha um celular com um bilhete. “Faça bom uso.”, o que eu possivelmente não faria, já que o celular era bloqueado por senha, a qual eu não tinha.
Olhei mais uma vez para a porta onde Zayn havia saído minutos antes e suspirei. Quando eu achava que ele havia me dado respostas, mais perguntas surgiam. Subi até o quarto que eu havia dormido na noite anterior, tomei outro banho e deitei para dormir, mas eu não consegui. Eu pensava em amanhã, hoje, olhei no relógio do celular e marcavam meia noite. Com apenas um par de roupas eu saberia o que faria, a voz dele ecoava na minha cabeça: “Às sete horas eu passo aqui para irmos”. Eu tinha dezenove horas para “se passar, continua, se não, morre”, novamente a voz de Zayn ecoou.
- Que merda que eu vou fazer? - Perguntei para mim mesma. 
Eu não conseguia dormir, me sentia tão frágil quanto no dia em que eu conheci Zayn, aquele olhar frio quando ele matou meu pai, me senti uma menina chorando por aquilo. Merda. Por que tudo tinha que ser tão difícil? 
Eu só consegui dormir depois das duas, toda vez que eu olhava para o relógio celular eu contava as horas para as sete. E finalmente quando eu consegui dormir, eu comecei a ter pesadelos que não faziam sentido algum para mim.
Pulei da cama assim que ouvi novamente o barulho no andar debaixo. Eu desci as escadas, abri a porta e uma mala de mão estava parada na frente da porta. Suspirei antes de pega-la, sabia que ali guardava todas as respostas para minha perguntas, decidi não abrir. Coloquei a mala em cima do sofá e fiquei do lado dela durante o dia todo. Às vezes eu ousava olhar para a vista da cidade ou para as horas no celular, mas logo eu voltava para minha real situação.

17 horas, olhei para a bolsa, era a hora de descobrir. Peguei a bolsa e subi os andares até o quarto, colocando-a em cima da cama e me direcionando, em seguida, para o banheiro. Tomei banho, me enrolei na toalha, lentamente abri a bolsa e dela não tinha nada além de uma lingerie preta com muita renda e transparência, um casaco de couro que ia até acima do joelho e uma bota, também de couro que vinha até minhas coxas. E aquilo não tinha esclarecido nenhuma das dúvidas que eu havia criado durante od dias que eu fiquei sozinha nessa casa. 
Olhei para o relógio do celular, que marcava 18:30, examinei os bolsos laterais da mala e deles saíram algumas maquiagens e um mini secador de cabelos, que eu me senti na obrigação de usá-los já que fazia parte do que estava dentro da mala. Peguei o celular em cima da cômoda e desci os degraus até o andar debaixo.
19 horas e a buzina de um carro preto tocou na frente da casa. Saí confiante pela porta e ela se esvaiu quando vi Zayn sair do carro preto junto com três seguranças. Seus olhares não negavam, eu estava os provocando, e eu tenho certeza de que essa era a intenção dele.
Cheguei mais perto do carro, consecutivamente de Zayn, que cheirava a perfume e cigarro, um aroma considerado, por mim, agradável, já que eu o achava completamente sexy. Ele chegou mais perto de mim e me deu um beijo, explorando todas as partes do meu corpo semi-coberto pelo casaco. Depois, me indicou o carro para que eu entrasse.

- Dê o celular! – Zayn falou primeiro, assim que entramos. Estendi o celular para Zayn, que o pegou e colocou em uma bolsa. – Coloca isso na sua orelha. – Era parecido com um fone de ouvido, mas não tinha o fio, ficava apenas na minha orelha e se escondia perfeitamente entre meu cabelo. – Por ele, você vai ouvir minhas ordens.
- Certo. - Falei sentando na sua frente. - O que eu devo fazer? 
- Simples. - Zayn me olhou. - O seu trabalho é chegar lá, seduzir o cara que estiver sentado na cadeira, o fazer tomar isso. - Zayn mostrou um pequeno frasco com líquido azulado dentro. - E sair viva. - Olhei para Zayn, que sorria.

Queria falar que ele era louco e maníaco por estar sorrindo em um momento como aquele, mas não me dei ao trabalho disso. Não deu tempo de trocarmos muitas palavras, pois o caminho foi curto. Zayn não explicou o porquê eu teria que fazer aquilo, foi só o que eu iria fazer e se eu o questionasse a resposta era única: “O resto, deixa comigo.”. Eu estava nervosa e apreensiva, Zayn deu algumas ordens para alguém por telefone antes de eu ter que sair do carro e parar na frente de um galpão, semelhante ao que Zayn tinha, porém o tamanho era reduzido e não estava cheio de homens de preto, tinha apenas um, dentro de uma pequena cabine assistindo qualquer coisa na televisão.

- Me ouve pelo ponto. – Zayn falou pouco baixo. Ouvi ele sussurar algo antes de eu sair, mas eu não me atentei ao que era.
Respirei fundo e segui em direção à cabine que tinha dentro do galpão. O homem que estava ali sentado me observou com olhar intrigado.

“Abre o casaco” ouvi Zayn dizer no ponto. Fiz o que ele pediu e deixei a lingerie a mostra, seu olhar sai por completo da televisão e se tornou malicioso e com desejo. 

“Caminha até a porta e se apoia.” foi o que fiz, deixando o casaco cair no chão, sem a ordem de Zayn.
- O que você deseja? - Ele me olhou apoiada na porta.

“Senta com ele.” Queria matar Zayn pelo pedido. Não respondi o moço, apenas sentei em seu colo e comecei a provocá-lo, passando minhas mãos pelo seu tórax por cima da camisa. Beijei seu pescoço e rocei meus lábios nos dele.

“Faça ele abrir a boca, (S/n)” Zayn mencionou no ponto. Rebolei um pouco em cima do seu membro começando a ficar ereto. O homem jogou a cabeça para trás e abriu a boca para a saída de um leve gemido.

“Agora.” não esperei nem mais um segundo, tirei o frasco preso na bota e despejei todo na boca dele.

“Sai daí (S/n)” levantei do seu colo e fui andando de costas em direção porta, olhando aquele homem agonizar. Abaixei para pegar o casaco no chão, mas foi como se eu tivesse desaprendido a andar e cai sentada no chão. O homem parou de agonizar e caiu com a cabeça para frente, fazendo seu corpo cair para o chão completamente.

- Zayn! – Gritei. Eu não queria só gritar, queria chorar.
Senti uma enorme mão segurando meu braço e levantando, fazendo eu me arrastar para o carro saído minutos antes. Onde Zayn se encontrava.
- Bom trabalho. - Ele falou assim que eu sentei no banco do carro, que começou a andar em seguida. Coloquei as mãos na cabeça e tirei o ponto da minha orelha e taquei em cima de Zayn.
- Eu o matei. - Falei boquiaberta e gritando. - Você o matou! - Zayn abriu um pequeno sorriso e se encostou no banco do carro, com um olhar orgulhoso em cima de mim.

One Shot com Niall Horan

Pedido: Mullinganar -> Faz um imagine em que o Niall e a s/n eram casados, e tiveram um filho(a) e se separaram, aí eles vão passar um dia em familia e o filho deles fica perguntando quando eles vão voltar.

Aqueles olhos pidões me faziam sentir a pior mãe do mundo.
- Não filho, a mamãe não pode ir, é dia especial dos meninos! - Afirmei pegando meu filho, Derek, no colo e indo até seu quarto para arrumar suas malas para o fim de semana com o pai.
- Mas o papai te chamou! - Disse ele convicto. - Falou para fazermos o dia em família, igual fazíamos quando ele morava conosco.
- Vou falar com o seu pai, e veremos.
Deixei Derek brincando com alguns brinquedos e fui para a sala ligar para Niall.
~ Ligação on ~
- Alô?!
- Não acredito que você fez isso, Niall! - Falei brava. - Golpe baixo pedir para o Derek uma coisa dessas!
- Qual é (S/n)? É só uma tarde, ele vai ficar feliz e vai ser legal.
- Niall, a gente não está mais juntos e…
- E isso não importa, é para passarmos um tempo com ele. - Niall pediu, tinha certeza que ele estava fazendo a mesma cara que Derek tinha feito mais cedo quando me pediu.
- Não creio nisso…
- Só uma tarde! - Niall falou mais uma vez.
- Certo, só essa tarde, e pelo Derek!
- Amanhã, ok?!
- Certo. Aliás ele vai passar o sábado e o domingo com você por causa da tour que começa semana que vem né?
- Isso!
~ Ligação off ~
Quando cheguei no quarto Derek já estava na cama, peguei apenas algumas roupas para o fim de semana com o pai. Confesso que o convite que Niall fez me deixou surpresa, apesar de sermos separados, Niall nunca foi um mal pai ou mal marido, apenas as circunstâncias da vida fizeram a gente se separar, para falar a verdade, eu ainda o admirava.
*
Acordei com meu filho pulando na cama e me dando beijos gritando:
- Vamos mamãe! Acorda! - Como Niall disse, ele estava feliz.
Acordei, fiz minha higiene, tomei banho e ajudei Derek a se trocar depois do banho. Coloquei algumas coisas na minha bolsa e terminei de arrumar a mala de Derek. Tempo suficiente para que Niall buzinasse na frente de casa, fechei as janelas e portas e sai, meu filho já estava com o pai, mostrando dois dos brinquedos que eu o deixei trazer. Niall fez questão de sair do carro e me ajudar a colocar a mala no porta-malas.
- Fico feliz que tenha aceitado o convite. - Niall fechou a porta do porta-malas. Sacudi a cabeça em negação.
- Obrigada pelo convite Niall, mas… - Niall deu um beijo rápido nos meus lábios, eu o olhei com reprovação, que sorriu e colocou o dedo indicador na frente dos lábios e seguiu para dentro do carro.
Restabeleci minha consciência segundos depois e o segui, sentando no banco de passageiros tentando evitar contado com Niall.
- Vamos para onde papai? - Derek perguntou fazendo eu olhar para a mão de Niall que estava no cambio.
- Surpresa. - Ele mudou a marcha e acelerou o carro.
Mais uns quarenta minutos passaram, Derek dormia no banco de trás, Niall batucava os dedos no volante ao som de alguma musica do seu pen drive e eu olhava pela janela os pequenos vilarejos perto da autoestrada que estávamos.
- Derek ficou feliz? - Niall quebrou o silêncio entre nós.
- Sim, ele gostou. - Falei ainda olhando para fora.
- Desculpa pelo que aconteceu hoje cedo, eu não…
- Tudo bem Niall. - Falei olhando, pela primeira vez no carro, para ele.
- Por que nós nos separamos, (S/n)?
- Não quero falar sobre isso nesse momento. - Niall passou os olhos da estrada para mim, rapidamente, voltando o olhar da onde ele tinha saído.
- Se eu fiz algo errado…
- Nini… Niall, não quero falar sobre isso agora. - Droga o maldito apelido que eu só mencionava quando estávamos juntos e aquele maldito sorriso, ele estava pensando no apelido também, certeza.
Mais alguns minutos de silêncio seguiram até Niall parar o carro, Derek ainda dormia na cadeirinha e eu ainda criava forças para não ficar dentro daquele carro o resto do dia. Peguei minha bolsa e fui na direção de Derek no banco de trás.
- Eu pego ele, pega aquela bolsa maior ali no porta-malas. - Assenti. - Vamos fazer um piquenique.
Andamos até abaixo de uma árvore, abrimos a toalha e colocamos a bolsa para segurar do vento que soprava. Peguei minha bolsa e fiz dela um travesseiro para Derek enquanto dormia e novamente eu e Niall, no silêncio profundo.
- Eu imaginava a gente correndo atrás do Derek, mas ele ‘tá dormindo. - Niall deu um sorriso encostando suas contas no troco da árvore.
- Já já ele acorda, afirmei sentando ao seu lado já que a bolsa de comidas ocupava a outra ponta e Derek estava no meio da toalha.
- O que ocorreu na sua vida esses últimos anos? - Niall puxou assunto.
- Nada muito especial e na sua?
- Shows, entrevistas, essas coisas. - Niall sorriu observando nosso filho dormir.
- Ele tem os seus olhos. - Falei e Niall riu. - Na verdade, ele é um mini você. - Afirmei. - Isso me irrita um pouco.
- Te irrita?
- É, ele me lembra a você.
- E eu te irrito?
- Não. - Nós não trocamos muitas palavras depois disso.
Derek acordou minutos depois e começou a brincar de pega-pega com o pai pelo redor de onde estávamos instalados, mas Niall não tinha tanta disposição como antes, logo se sentou e nosso filho continuou explorando por ali.
- Me sinto um idoso. - Ele se sentou ao meu lado pegando uma garrafa de água dentro da bolsa.
- Ele que tem muito pique. - Olhei para Niall que estava levemente suado.
- Sinto sua falta. - Niall soltou, sem me preparar. - Sinto falta quando você trabalhava na tour com a Louise.
- Niall não é… - Segurei minhas lágrimas ao máximo, mas elas escorreram.
- Saudade. - Ele falou que português. - Não tem significado e inglês, é a palavra mais difícil de ser traduzida porque o significado é grande. - Ele voltou a falar em inglês. - Você que me ensinou isso, espero que não esteja errado, faz tanto tempo que eu não sinto isso, talvez eu até nem tenha sentido isso antes. - Ele segurou minha mão. - Volto a perguntar, por que nosso casamento acabou? Eu sempre te amei tanto e eu sei que você também me amou. - Levantei de onde estávamos e chamei Derek, limpando as lágrimas que terminavam de cair. Eu não tinha respostas para aquela pergunta, na verdade foi uma decisão em que ambos estávamos irritados e repentinas discussões por besteiras e…
- Mãe!? - Derek quebrou meus pensamentos. - Por que está chorando?
- É-er, eu machuquei meu dedo! Pode dar um beijinho para sarar? - Estiquei o dedo para ele que fez o gesto. - Vamos. - Para minha supresa quando chegamos perto da toalha do piquenique.
- Pai?! - Fui para perto de Derek. - Machucou seu dedo também? - Niall olhou para ele e lágrimas também saiam.
- Algo muito mais difícil de curar filho, mas acho que o beijo na bochecha vai parar um pouquinho.
- ‘Tá com dor de dente? Tudo bem então. - Queria poder explicar para meu filho que não era dor de dente, e sim dor no coração. - Papai, posso te fazer uma pergunta?
- Você já fez uma pergunta. - Niall brincou com o filho.
- Nãaaao Pai, então duas? - Niall afirmou. - Por que você mudou de casa? - Nós emudecemos. - Agora a mamãe chora de noite.
- Derek! - O repreendi.
- Que foi mãe? O pai é super-herói ele vai te salvar do mal. - o menino se virou para Niall. - Acho que ela tem medo de aranhas. - Derek sussurrou um pouco alto para o pai. - Sabe mãe, eu também tenho um pouco de medo de aranhas, mas o papai não, talvez ele possa salvar a gente delas, que tal? - Olhei envergonhada para Niall, Derek se virou para ele. - Você pode matar aranhas, não é?
- Apenas se sua mãe deixar. - Niall falou, me olhando, os dois, aqueles olhares pidões, era esse o fato que me irritava do Derek ser igual ao Niall, eles ficavam irresistíveis com aquelas carinhas.
- Com uma condição. - Falei fazendo Niall se levantar. - Se vocês me derem um beijo. - Derek pulou nos meus braços e me deu um beijo na bochecha. Niall esperou ele terminar e eu o soltar no chão para dar um passo até mim.
- Finalmente. - Ele falou me beijando e como eu senti falta daquele beijo que me deixava sem ar.
- Eca. - Ouvi Derek dizer ao fundo fazendo eu e Niall rir e separar do beijo.