vestida de noiva

Jesus me mostrou nitidamente, vários e vários vestidos de noivas sendo fechados. E me surpreendi ao me ver vestida de noiva, em um deles. Os detalhes do meu vestido branco feitos a mão tão delicados, feitos para mim, cada detalhe um mais lindo do que o outro. Vi meu vestido sendo fechado e um sorriso sendo cravado nos meus lábios. Sorrio em meio a lágrimas ao ver Jesus no altar a minha espera, seu sorriso era algo incrível. Ele colocou uma aliança no meu dedo.  Quando abri meus olhos Ele disse “Eu te amo, eu não vou te machucar, olha pra mim, eu quero algo sério com você, a aliança de prata que eu te dei não foi algo por acaso, eu te entreguei ela por quero a mais contigo, eu quero casar com você, eu quero te fazer feliz, eu quero ser o centro da sua vida, eu quero cuidar de você e te amar a todo instante, nós vamos nos casar e eu estou te preparando para o nosso casamento.”
—  Andra Mayara
Escrevo para você, que se sente sozinha. Que quer despertar com um beijo de bom dia. Que de vez em quando sente medo e não tem quem abraçar. Que quer alguém para dormir de conchinha. Que, por mais que tenha amigos, carreira e sonhos, não tem um amor.
Quero te dizer que não precisa ter inveja da sua colega de faculdade, da sua amiga de infância, da vizinha ao lado, daquela moça bonita que outro dia andava de mãos dadas com aquele moço bonito. Você não precisa se sentir deslocada por ir ao cinema sem namorado. Nem por almoçar ou jantar sem ninguém do outro lado.
Escrevo para você, que sente uma ponta de inveja ao ver sua amiga que está namorando feliz. Que sente um leve recalque por ter visto sua colega da primeira série vestida de noiva. Que não consegue esconder que também queria que o final feliz pulasse dos finais dos filmes para a (sua) vida real.
Quero te dizer que ter um amor não basta. Assim como ter um corpo em dia não basta. Assim como ser reconhecida no trabalho não basta. Assim como ter um cabelo que não arrepia em dias chuvosos não basta. Assim como realizar todos os sonhos do mundo não basta. E nunca, nunca vai bastar. A gente quer mais, sempre mais. O pouco não contenta. O mais ou menos não convence. O alguma coisa não enche a barriga, o coração, os poros, a vida.
Escrevo para você que acha que ter um namorado resolve todos os problemas do mundo. Não se engane, por favor, não se engane. É claro que existe companheirismo, cumplicidade, tesão, amor, amizade, parceria, admiração. É claro que existem todos os prós do mundo. Mas também existe briga, cara feia, troca de farpas e o lado sujo daquilo que a gente sempre quis um dia. Existe a chatice, o egoísmo humano, os defeitos em luzes neon piscando pela cidade.
Quero te dizer que muito mais importante que ter alguém é ter paz. Muito mais importante que ter alguém é saber lidar com você mesma. É se gostar, se curtir, se suportar, se superar todo dia. É gostar do que vê e do que não é visível aos olhos. É engolir e sorrir para a própria companhia. Muito mais importante que ter alguém é estar todo dia verdadeiramente apaixonada pelo “alguém” mais importante da sua vida: você mesma.
—  Clarissa Corrêa.

“Pedido: Quero um fofo cm o liam q eles ficam conversando de manha sobre o futuro juntos.”

Tenho esse pedido feito a muito tempo, mas eu simplesmente adorei fazer ele, cute sempre foi o meu forte, espero que gostem e desculpem os erros!


Os raios de sol batiam em meus olhos ainda fechados enquanto as cortinas se moviam conforme o vento tocava elas, abri devagar meus olhos vendo um Liam adormecido. Meu namorado era tão lindo e meu namoro com ele ia tão bem, éramos muito parceiros e um sempre apoiava o outro, não sei se isso ia para frente, mas eu já me imaginava tendo uma família com ele. Gemi sentindo meu corpo ainda mole por conta do sono. Sorri vendo o quão lindo ele fica mesmo dormindo, suspirei dando um selinho rápido nele. Quando fui me levantar sua mão me impedir e eu gemi sorrindo.
- Muito bom acordar assim- Ele disse com a voz grave e eu senti meu corpo arrepiar.
- Muito bom ouvir essa sua voz de manhã - Disse e ele passou a mão em meus cabelos.
- Tive um sonho, que por sinal é o que eu quero para o futuro.
- E como era esse sonho? - O encorajei a continuar, e ele suspirou.
- Você estava grávida do nosso terceiro filho, os outros dois ainda eram pequenos e eu olhava vocês enquanto corriam pelo parque, e eu era o homem mais feliz do mundo.
- E você se imagina assim no futuro? Você quer ter filhos comigo Liam? - Ele assentiu e eu me sorri boba.
- Todo os dias, eu imagino você entrando na igreja toda linda de noiva e eu de terno, todo nervoso. - Liam riu tímido.
- Eu também me imagino vestida de noiva, mas sabe o que eu imagino também? Os nossos filhos, se eles puxarem você, irão ser tão lindos, e eu vou ser a mãe mais feliz. - Disse ainda boba.
- Se eles puxarem você ia ser maravilhoso, mas se puxarem nós dois, irão ser a coisa mais incrível.
- E como será quando tivermos velhinhos?
- Vamos contar a história de como nos conhecemos para nossos netos, eles irão adorar saber cada aventura nossa. - Liam me puxou ficando com o rosto em meu pescoço.
- Eu também sonhei com você. - Eu disse e ele sorriu entre meus cabelos.
- Você estava com um de nossos filhos no colo enquanto fazia ele dormir. - Passei minhas mãos em seu cabelo- Fazemos tantos planos, será que um dia eles darão certo?
- Eu não sei, mas para ter filhos é preciso fazer só uma coisa. - Ele disse malicioso e beijou meu pescoço.
- Não estraga o momento Liam. - Disse com humor ouvido ele rir.

Logan, Esta não é uma carta de amor. E você também nunca irá recebê-la, porque eu não vou colocá-la no correio pela manhã. Eu quero que saiba que nunca amei um homem tanto quanto amei você. Nunca imaginei outro cara que não fosse você, de pé, me esperando no altar, enquanto eu entrava na igreja, vestida de noiva. Nunca houve ninguém, além de você, quando eu pensava em quem estaria ao meu lado, em uma cadeira de balanço, com os cabelos grisalhos, olhando nossos netos correndo pelo jardim. Lembro-me de quando nos vimos pela primeira vez na escola. Eu era a caloura bobinha, nova na cidade, que ninguém conhecia. Você era o veterano, atleta principal do time de basquete, por quem as universidades brigariam. E naquela época, eu já era caidinha por você. Mas não porque você era o astro da escola e também não era porque você era o que todas as garotas queriam. O seu armário ficava a dois armários de distância do meu e uma vez te vi guardando um CD do The Strokes lá dentro. Suas notas eram boas e os professores gostavam de você. Você não era como o resto dos seus amigos babacas que se achavam os mandachuvas do lugar só porque tinham jaquetas legais e um pouco de músculos. Você costumava deixar o cabelo um pouco levantado e propositalmente bagunçado, e eu achava aquilo super sexy. Eu acho que você nunca teria me notado se não fosse a bolada que me deu, sem querer, naquele dia em que as minhas amigas insistiram em ficar na escola para ver o seu treino de basquete. O seu rosto ficou pálido de preocupação e só faltou você me pegar nos braços e me levar, literalmente, correndo para o hospital. Nós viramos amigos e todas as garotas da escola se corroíam de inveja quando você andava comigo pelos corredores. Você me contou do seu medo de desapontar todo mundo. Você gostava do basquete, mas não era aquilo que queria para a sua vida. Sua paixão era escrever e eu me lembro de como você sempre ficava ansioso para saber o que eu havia achado sobre algum texto que você escrevia e me mostrava. Você nunca os havia mostrado para ninguém além de mim. No dia 19 de setembro, uma terça-feira, você se sentou comigo na hora do almoço. Você parecia nervoso. Eu perguntei o motivo e você fugiu do assunto. Quando o sinal tocou, você me pediu para te encontrar na quadra de basquete no final da aula. E foi o que eu fiz. Você estava na parte mais alta da arquibancada leste e sorriu quando me viu. O seu sorriso era a parte mais linda de você. Quando eu me sentei ao seu lado, você remexeu a sua mochila, tirou alguma coisa de dentro dela e me entregou. Era um livro. “Orgulho e preconceito”, da Jane Austen. Você sabia que aquele era o meu livro favorito e também sabia que eu havia perdido a minha cópia dele durante a mudança. Eu já estava encantada quando você pegou a minha mão, me olhou nos olhos e recitou: “Em vão tenho lutado, mas de nada serve. Os meus sentimentos não podem ser reprimidos e permita-me dizer-lhe que a admiro e a amo”. Eu fiquei completamente paralisada, sem ter certeza se aquilo era real, então você prosseguiu: “Não posso determinar a hora ou o lugar, ou o olhar, ou as palavras que estabeleceram o alicerce. Foi muito tempo atrás. Eu estava no meio antes de saber que havia começado.” Nós nos beijamos e você foi o único cara que fez um beijo parecer alguma coisa além de apenas um ato físico. Você fez questão de conversar com os meus pais e pedir a permissão deles para me namorar e também fazia questão de me buscar toda manhã para irmos à escola. No meu aniversário de 16 anos você me deu um CD com todas as nossas músicas, que iam de Van Halen à The Cranberries, e uma estrela. Você chegou com um certificado nas mãos que comprovava a sua compra e nele estava o nome que você escolheu para ela. O meu nome: Sophie. Você também levou o telescópio do seu primo e nós passamos a noite inteira tentando encontrar a minha estrela a partir das coordenadas escritas no certificado. Mas o que importava de tudo aquilo era que você havia conseguido o que queria: Me fazer lembrar de você, de nós, todas as vezes que eu olho para o céu à noite. Você terminou a escola e conseguiu entrar para a universidade que queria e, ao contrário do que você pensava, seus pais te apoiaram quando você disse que iria cursar literatura inglesa. Nós passamos a nos ver apenas em finais de semanas alternados, o que serviu como teste para o nosso relacionamento. Brigamos feio algumas vezes, mas tudo melhorou quando eu terminei a escola e consegui entrar para a mesma universidade que você. Com todas as imperfeições, o nosso relacionamento era perfeito e você era o meu melhor amigo. Na verdade, você foi tudo o que eu precisei que fosse. Seus pais te deram um apartamento de presente quando você fez 21 anos e nós fomos morar juntos. Eu aprendi a tocar piano e nós compramos um por uma pechincha em uma loja de penhores. Você adorava ficar deitado no chão da sala enquanto eu dedilhava alguma canção e, à noite, você lia para mim até que eu pegasse no sono. Eu te amava tanto, Logan, e nenhum amor contado pelos livros que você lia para mim era maior do que o amor que eu sentia por você. Em uma noite de sexta-feira, você me deu um beijo antes de ir para a despedida de solteiro do Scott, o seu melhor amigo. Me lembro de ter fingido brigar com você dizendo que arrancaria seus olhos se você ousasse olhar para outra mulher. Você riu e me beijou de novo. E então você disse a coisa mais linda que eu já ouvi alguém dizer: “De todas as coisas que eu já vi, você foi a mais bonita”. O telefone tocou às duas da manhã e eu não me lembro com exatidão das palavras que a voz do outro lado da linha disse, mas era sobre você e um acidente e que eu precisava ir ao hospital. Não faço ideia de como consegui chegar lá. Eu não conseguia raciocinar. Quando o táxi me deixou na frente do hospital, me lembro de ter jogado algumas notas para o taxista e disparei para a entrada do lugar. Comecei a gritar o seu nome e então uma enfermeira veio até mim e tentou me fazer sentar. Mas eu não queria sentar. Eu queria te ver. Queria ver os seus olhos me olhando de novo e queria te dizer que você também era a coisa mais bonita que eu já havia visto. Mas eu não poderia. Você havia morrido, Logan. O médico disse que você estava em um carro com o seu amigo quando o motorista de um caminhão perdeu o controle do veículo e bateu em vocês. Você morreu na hora, não sentiu nada. Mas eu senti tudo. Seus pais e meus pais chegaram pela manhã e nós todos choramos. Nos abraçamos, como se pudéssemos preencher o vazio que você havia deixado. Hoje faz 15 anos que você se foi, e um pedaço de mim se foi junto com você. A dor não diminuiu, mas me acostumei com ela e eu a tenho como uma velha amiga, já que, muitas vezes, ela foi minha única companhia. Eu tenho um filho agora. Encontrei-o em um orfanato enquanto ajudava uma amiga em uma ação social promovida por ela. Consegui a guarda definitiva dele há cerca de três meses. O nome dele é Matthew e ele tem olhos verdes, da mesma cor que os seus eram. E eu também enxergo um brilho no olhar dele cada vez que ele me olha, da mesma forma que seus olhos brilhavam quando você me olhava. Matt me traz alegria e me faz sentir viva de novo. Eu tenho certeza que ele teria gostado de você. Um dia ele me perguntou quem era o rapaz nas fotografias que estão nos porta-retratos da sala e do meu quarto. Eu disse a ele que era o anjo da guarda que me protege todos os dias e que à noite, através das estrelas, ele me diz que não importa onde ele esteja, nós sempre estaremos juntos. Sinto sua falta. Com amor, Sophie

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JD  (lucy-vp-1952)

Eu não poderia falar de casamento, não sem lembrar teu nome, não sem imaginar eu puxando meus votos de algum guardanapo amassado perdido em meus bolsos. Eu não poderia falar de casamento, não sem te imaginar vestida de noiva com as mãos tremendo, não sem calcular o tempo que demoraria pra escolher um buquê. Eu não poderia falar de casamento, não sem dizer que se seu destino fosse outro alguém, eu invadiria a igreja e sequestraria a noiva, não sem falar que eu mataria o noivo pelo meu sórdido prazer. Eu não poderia falar de casamento, não sem antes te mostrar o gosto amargo do meu amor, não sem você o apreciar mesmo assim. Eu não poderia falar de casamento, não sem ter uma visão dos nossos filhos, não sem estrategicamente achar um lar pra nós e todos os animais de estimação que teremos. Eu não poderia falar de casamento, não sem querer toda uma vida ao teu lado.
—  K.F
Reação dos paqueras ao ver a Docete vestida de noiva

Armin: Você está tão linda, case-se comigo. Oh! Mas este é o nosso casamento! Haha você está linda, querida.

Castiel: *Ela está tão linda! Mantenha a sua pose de sempre, Castiel. Mantenha-se relaxado. A partir de hoje ele será a sua esposa definitivamente. E que linda esposa*

Kentin: Amor, olha aqui. Sorria! *extremamente feliz*

Lysandre: Oh! Ela está tão linda. Muito mais bonita que todos os outros dias.

Nathaniel: *assim que vê a Docete fica constrangido e começa a sorrir de nervoso*

Ela? Ah o que dizer dessa menina que surgiu do nada na minha vida, o que dizer de alguém que tenho a certeza de que foi alguém enviada por Deus para eu cuidar, só tenho a agradecer a Ele por isso, por tê-la em minha vida, por tê-la no meu “mundo”. Ela é minha menina, alguém que eu enxergo tanta fragilidade, alguém que eu “olho” e vejo tanta pureza, um alguém que olho com tanto amor e carinho. Falar sobre essa menina que tanto me encanta parece pouco, tudo que faço não me parecem suficiente para mostrá-la o tamanho do amor que eu tenho por ela, o tamanho do carinho e cuidado, brigas? O que isso entre nós? Bom isso nunca aconteceu, e não irá vir a acontecer, o que rola é apenas crises de ciúmes de alguém que ama e tem medo de perder, nada demais, vejo os ciúmes como um sinal de amor e de medo, ta pode ser um medo bobo, porém ele existe pra mim, medo de ser trocada, medo de nunca ser o suficiente pra ela, medo de nunca poder tocar em teu rosto e de poder me aconchegar em volta dos teus braços. Ela? Bom está a quilômetros longe de mim, está a quilômetros dos meus olhos, do meu abraço e do meu colo quando á vejo tão frágil ao ponto de precisar de um, e sabe, você deve saber o que é isso, o que é ter alguém que tanto ama longe de ti então vamos pular essa distância pelo menos nesse texto, já que não podemos pulá-la na vida, mas enfim voltando a “ela” o que dizer? Que eu a amo ao ponto de esquecer todo o resto e focar somente nela? Falar das minhas dores que guardo em um baú antigo só para cuidar das dela? Acho melhor não, pois ela já sabe disso tudo. Sempre quando eu posso venho aqui para falar um pouco dessa menina, sempre que posso arrumo algo para mostrá-la que meu amor por ela, sempre me pego arrumando maneiras e mais maneiras dela ver isso sabe? Dela perceber que não é e nunca será apenas mais uma guria que eu conheci em uma rede social, ela vai muito além disso, pois ela eu quero ao meu lado para o resto da vida, quero que ela me veja entrando vestida de noiva na igreja, quero que ela seja madrinha dos meus filhos, quero ter com ela algo além de uma amizade, quero ter com ela uma aliança mais forte, como uma irmã de outra mãe não é assim que dizem? Então é assim que a quero em minha vida como irmã e ainda acho isso muito pouco. Dizer a ela que a amo digo todos os dias e todas as noites, e na hora de ir dormir bom… Já que não posso fazer eu mesma, peço sempre a Deus que cuide dela para mim, que faça com que ela tenha bons sonhos e que a livre de todo o mau dessa vida. Espero que Deus me dê à chance o enorme e imenso prazer de algum dia eu poder tê-la assim bem perto de mim, perto o suficiente para poder sentir o Coração dela bater cada vez mais forte quando eu estiver frente a frente com ela.
—  Natália C 
Meu primeiro amor, sabe a importa disso ? Você e o primeiro que eu quis, o primeiro q eu me entreguei, o primeiro que amei. Eu não aguentaria enfrentar o mundo sem você do meu lado, passei mts anos sem você e agr não aguento mais passar minutos. Sonhei com você, eu estava vestida de noiva e você no altar, eu espero o tempo q for pra ter seu sobrenome!
—  Ele e meu ponto forte.
Capitulo 61

Chegamos em casa, comemos, fiz Max dormir o que não foi difícil por ele esta exausto como eu. Tomei um banho e cai na cama, Vanessa ainda estava se trocando ela se deitou e me deu um beijo. Eu a abracei e coloquei meus dedos gelados em sua costela, fazia frio aquela noite. Ela deu um gemido e eu aconcheguei e fiquei coladinha nela embaixo das cobertas.

- Amor – eu disse

- HUum – ela respondeu quase cochilando.

- Te amo – disse e lhe dei um beijo na nuca

Ela se virou ficou de frente olhando em meus olhos e disse – Eu também te amo. – Me deu um beijo lento.

Estava fechando os olhos quase dormindo, ela resolve perguntar.

- Quem era ela? –

- Ela quem amor?- perguntei

- A moça de hoje, que você estava toda derretida. – ela disse ironicamente

- Eu já te apresentei ela Van, é a Sara uma amiga da faculdade. – disse

- Huuuuummmmm amiga sei. – disse enciumada

- É sim, hoje em dia é só amiga mesmo. – a provoquei.

- Ah éééé ? Então vocês eram mais que amigas? – ela disse cravando as unhas na minha cintura

- Ai aiaiiaiai amor, ta doendo – disse choramingando

- Ahhh é pra doer mesmo sua safada –

- É passado Van, estávamos rindo porque lembrei de uma historia dela. Foi só isso – me defendi

- Que historia Clara? Quero saber tudo vai desembucha – ela disse impaciente

- Oxi não vou contar é segredo -  a provoquei ainda mais

- Hum então é assim, beleza. – ela disse e se virou, ficando de costa para mim

- Hahahahahaha to brincando amor vem aqui – a puxei para mais perto

- Não, me deixa vai. To com sono  - ela disse ainda virada

- Amor eu to zuando com você, a historia é muito idiota mas vou te contar. Estavamos em uma festa e a Sara tava super bêbada, ela saiu de dentro da casa pelada e começou a correr o gramado inteiro, ai me viu puxou a minha mão me fazendo correr junto, ai tropeçamos e caímos na piscina. Foi só isso. –disse

- Hahaha nossa que engraçado – ela riu ironicamente -  vou dormir agora. – ela disse ainda virada

- Aff Van que saco, eu tava brincando com você. –

- Tah Clara, beleza. Só to com sono. – disse ela.

- Okay – eu beijei novamente sua nuca e pescoço e tentei dormir.

Agora além do ciúmes ela ainda estava emburrada comigo pela historia.

…..

No outro dia Vanessa acordou ainda chateada com a historia da minha amiga Sara, eu tentava conversar mas ela sempre falava apenas sim, não, uhum. Tava difícil, mas eu estava tentando me desculpar.

Hoje faríamos mais um ensaio do casamento, estava cada vez mais próximo. Todos os padrinhos foram inclusive Jorge que fazia par com  Sara estavam lá e a pequena Júlia sapeca como sempre estava correndo junto com o Max por todo o salão.

Ela  continuava chateada, quando ela foi para o banheiro eu fui atrás. Fechei a porta.

- Pra que isso ? – ela perguntou

- Quero falar com você. –respondi me aproximando e a encurralando na parede.

- Fala ué, não precisa fechar a porta pra isso. – ela foi ríspida

- Van me desculpa por ter provocado, eu sei que você é ciumenta e eu gosto de te ver enciumada, só isso. Como eu disse antes, Sara é apenas uma amiga, temos muitas coisas em comum e eu gosto dela, mas é amizade Van. Ta bom?

- Eu tenho ciúmes Clara, o que você quer que eu faça? – disse ela

- Não precisa amor, eu vou me casar com você! Eu te amo e não quero ficar com mais ninguém além de você. Entendeu?

Ela avançou em minha boca e roubou um beijo delicioso, nossas línguas desesperadas uma pela outra.

- Eu também te amo. – ela sussurrou em meu ouvido.

Alguém batia na porta.

- Clara você esta ai? – minha mãe me procurava

- Já to saindo mãe. – respondi

Segurei sua mão e a puxei, saímos juntas.

- Já vai começar filha. –  

- Estamos prontas, né amor? – olhei em seus olhos

- Sim – ela sorriu

O ensaio foi lindo, primeiro entravam os padrinhos, depois entrava Duas crianças maiores e depois entrava Max e Júlia, os dois encantavam a todos. Após eu e ela entravam juntas, vestidas de noivas e seguiamos até o altar. No momento não estávamos com os vestidos, mas eu imaginava tudo como seria. O juiz de paz refez todas as suas falas, e finalmente acabou o ensaio.

No final Jorge estava todo cheio de papo com  a Sara, e eu gostei. Ele era um irmão pra mim e ela era uma pessoa muito especial que merecia alguém como ele. Torci para dar certo seus flertes, pelos largos sorrisos dela acho que estava dando sim.

Ela me viu sentada sozinha em um dos bancos e deixou Jorge sozinho e foi até mim. Sentou-se ao meu lado.

- Eai como esta? – ela perguntou

- Ansiosa e você ? –

- Ótima. – ela arrumou os óculos

- O que ta rolando entre vocês? – me referi a ela e Jorge

- Hahaha nada só estávamos conversando – ela disse tímida

- E porque não ?? ele é um gato –

- É sim e  muito simpático, mas eu não estou procurando ninguém.

- Sara, deixe de bobeira tenta pelo menos. – insisti

- Não Clara, eu não quero. – ela colocou o cabelo atrás da orelha.

- Ta boom. Mas ele é um gato – gargalhei insistindo

Ela deu um sorriso de canto e me olhou torto.

- Você é linda, qualquer um teria sorte de ficar com você.

- Não sou, estou bem descuidada, depois do termino com o Carlos e depois da Julia eu não tive vontade de me vestir como antes, além do mais estou horrível.

- Para Sara, você é uma gata. Continua linda, gostosa e muito sexy. Jorge tem boom gosto por isso esta investindo.

Ela sorriu tímida, e eu percebi que havia passado dos limites para alguém dizer pra ex nas vésperas do casamento.

- Me desculpe não quis te deixar tímida. – disse a ela.

- Não se desculpe, eu gostei dos elogios. Desde que te vi eu me sinto diferente, você me despertou a vontade de ser livre novamente. E seus elogios só mostraram que você continua a mesma Clara de sempre. Aquela que eu namorei e vivi a melhor época da minha vida. – ela terminou tocando nossas mãos.

- Eu sou a mesma Sara, porém noiva. Me desculpe se deixei outra impressão mas eu te quero feliz e quero ver a velha Sara de volta. Quero muito. – disse a ela

- Eu sei que esta noiva, e que logo vai se casar. E eu torço muito para que vocês sejam muito felizes. Só estou querendo agradecer, que você me faz bem, entendeu? – ela terminou e me deu um beijo no rosto.

- Você também me faz muito bem. – torci para que Vanessa não estivesse vendo a cena, porque até eu explicar que focinho de porco não é tomada. Seria uma sacrifício.

Ela se despediu e disse que iria na minha despedida de solteira na próxima sexta. Seria em um bar bem conhecido e estaria fechado só para nossos amigos, Vanessa iria para outro bar e ficaríamos separadas naquele dia. Estava ansiosa para o que nos aguardava.

….