veneziane

A gente segura o choro, olha pro céu, conta as estrelas, tenta se distrair com qualquer coisa que aparece pela frente. Mas a dor continua, não para, não se distraí, não te deixa esquecer a saudade.
—  Veneza, 1997.
O sorriso dela é uma icógnita, há tantas coisas por de trás para se descobrir e resolver , mas ninguém nunca teve a perspicácia de tentar de conseguir desvendar os mistérios por ela escondido.
—  Veneza 1997
E eu te perdi. Mas não perdi porque não cuidei, te perdi para as minhas inseguranças, te perdi para o meu medo de te perder, te perdi para as minhas incertezas e desconfianças. Te perdi porque nunca soube te ter.
—  Veneza, 1997