vem domingo!

O1. Esteja seguindo a TDQ
O2. Mande na nossa ask “Eu no top 4 + #suatag
O3. Reblogue esse post.

Importante:

  • O top 4 vai rolar por uma semana. O resultado vai rolar no dia 24 de setembro (domingo que vem).
  • Todos q participarem vão ter 7 autorias reblogadas. Os escolhidos pro top 4, terão 20 autorias (aqui e no meu pessoal) e o follow da família.
  • Somente ask.

                                               Venham!

segunda-feira é recomeço. e eu adoro a sensação de começar de novo. é um fôlego a cada sete dias. dia de tirar seu veleiro do cais. a chance de desbravar oceanos. é brisa do litoral. dia de ir além… até domingo que vem.

Olá?

Vocês devem estar querendo me matar, mas juro que posso explicar!

Não vou mentir para vocês que fiquei com um put* bloqueio de criatividade e muita, muita indisposição pra tentar escrever algo. Ainda tive problemas com minha mãe e agora, por enquanto, todas às terças e quintas eu chegarei em casa às 17:00 pois estou em um reforço - sem necessidade - e isso tem me deixado extremamente furiosa.

Também não vou mentir que abandonei um pouco o blog e que me sinto um lixo por isso. Vocês são meu apoio, são meu ânimo, e deixar vocês na mão é uma tremenda falta de respeito.

Quero pedir mil, dois mil, três mil, o quanto for necessário, desculpa, meus Sweeties. E lembram-se do tema do blog em que vocês escolheriam toda semana um diferente? Ele ainda está de pé, mas infelizmente começará a partir de domingo que vem.

(Jesus, esse texto tá ficando enorme. Mas é por uma boa causa, espero que tenham lido tudo até agora, haha.)

Como devem saber, eu e a maravilhosa @dearoppa estamos com um projeto muito cute e eu preciso muito fazer um imagine super dedicado, mas com esse bloqueio as coisas tomam um rumo diferente. Então, tenho que avisar que - ai, não me matem, por favor♡ - até eu acabar este imagine, ficarei sem postar algumas coisas, como reactions e os imagines - que por acaso estão pela metade. Desisto, podem me matar. MENTYRA.

Agora, falando sério novamente - eu sei que é chato - espero que possam me compreender, babes. Não se preocupem pois eu sempre vou estar interagindo com vocês e respondendo suas perguntas, yah?

Kisses by Sweetie *-*♡

O quê vocês não pedem chorando que a gente não faz sorrindo? Isso mesmo, stars, IT’S GIVEAWAY TIME IN THE CITY OF STARS!!!

  • O roleplay ficará semi-appless por uma semana, ou seja, vale até domingo que vem, dia 10/09!
  • “Mas por quê semi, Lola sua louca?”, porque a) nós gostamos de ter uma mínima ideia dos personagens novos, então vamos pedir 3 HEADCANONS no lugar da biografia, e b) a gente é bem aesthetic cray-cray, então ficaria bastante estranho sem nenhuma informação na hora de editar a ficha de vocês.
  • Os headcanons não precisam ser grandes, pode ser coisinha básica de verdade! Por exemplo: Fulanx começou a cantar quando tinha 12 anos; Perdeu os pais em um acidente aéreo; Entrou na rehab aos 19; etc!! Pode ser coisa mais detalhada? PODE, mas não deve, até mesmo porque a ideia do giveaway é dar menos trabalho pra vocês. Mas se a inspiração bater na porta, rapaz, só vai!
  • “Tá, mas eu quero escrever a bio, e agora meu? Tenho que esperar até semana que vem pra mandar a ficha?” Não né, Zé. Isso aí é opcional, pode mandar a bio normalzinha se preferir, aqui todo mundo tem vez!

Qualquer outra dúvida é só chegar no probleminha que a gente resolve, fechou?? É só vir que é sucesso!!

Vem pro CoS você também!! 

Xx, Lola.

                           PROJETO AUTORAL: VOCÊ NA DASH

Nos últimos domingos vem sendo realizado o PROJETO AUTORAL do Tumblr. Organizado por 17 pessoas que vocês já conhecem, o projeto consiste em tornar os domingos apenas para autorias. Nas últimas semanas vocês tiveram a oportunidade de conhecer junto conosco inúmeros Gabitos, Tatis e Clarice que estavam escondidos por ai além de encontrar todos os dias uma dash diferente.

Quer saber como participar ou ainda não conhece o projeto? Leia mais abaixo.

O que é o PROJETO AUTORAL?

O projeto é uma campanha que tem o objetivo de tornar os domingos do tumblr apenas para autorias próprias. Chega de Gabitos, Tatis, Caios e Buksowski, chega de letras de músicas e livros que você está cansado de ver, quem faz parte da Dash agora é você e todas as outras pessoas que querem escrever.

Como faço para participar?

Poste seus QUOTES com a Tag #projetoautoral. Os organizadores passarão todo o domingo olhando-a e reblogando APENAS QUOTES AUTORAIS afim de incentivar cada um de vocês.

Não há preferência quanto a gênero. Pode ser poesia, crônicas, textos e etc.

Para que o projeto funcione, alguns nomes estão vetados, isto é, certas autorias não poderão ser reblogados por nós no domingo. E é, contando com o seu apoio, que pedimos para que você também não rebloguem os nomes da lista abaixo.

NOMES VETADOS

Tati Bernardi, Bukowski, Gabito Nunes Clarissa Côrreia, Clarice Lispector, Caio Fernando de Abreu,letras de música em geral e trechos de livros e qualquer outra autoria que não faça parte do tumblr.

Você também poderá, no domingo, enviar por submit, ask ou cartinha, link dos suas autorias, a tag dos seus próprios quotes, novos ou antigos para cada organizador. Estaremos disponíveis para olhar e reblogarmos o que gostarmos.

ATENÇÃO

1) Os integrantes do projeto não são obrigados a reblogar todos os quotes mandados, os posts são reblogados de acordo com o gosto de cada um.

2) Não aprovamos plágio, por tanto, não poste quotes como autoria pessoal não sendo criação sua.

3) Importante frisar que também somos produto do tumblr e postaremos quotes.

URLS PARTICIPANTES

QUERIDO JOHN
HIFENS
TROVEJO
CAPITANIAS
EXPELIDOR
APRENDIZDEPOETA
INCORPORA
FOCALIZOU
INDAGUE
CAPITULE
CASEBRE
THIARA MACEDO
INVERBOS
TAJMAHHAL
S-I-M-P-L-I-F-I-C-A-R
ETERNUE
10REAIS

ALLAXG

Um pedido    

O projeto consiste em não ter nenhuma autoria de autores não oriundos do tumblr na dash. Por tanto, você pode nos apoiar reblogando também somente autorias no domingo. Afinal, custa nada ganhar reconhecimento e ajudar os amiguinhos no meio do caminho e tornar o tumblr nosso, não é?

Um recadinho: 0 #projetoautoral acontece oficialmente todos os domingos, mas durante a semana estamos sempre de olho na tag e reblogando.

Até o próximo domingo!

obs:

corações
na madrugada
morrem de cansaço
atravessam gargantas
atrofiam de ferrugem
calados, espreitando
pelas frestas dos olhos
as tantas saudades
e o domingo
que vem.

O dia em que Tony Ramos infelizmente perdeu o controle

Uma da tarde: Cristóvam tirava a segunda bandeja de linguiça e servia para o resto da família, reunida em torno da grande mesa do churrasco dominical. Michel Teló berrava suas profanidades no rádio instalado no parapeito da janela, e todos davam ótimas risadas com as anedotas contadas por Lúcio Flávio, o tio solteiro de 50 anos.

- Aquela lá, noooossa!!

Todo mundo rindo muito, se divertindo. Cristóvam não podia esperar para finalmente abandonar a picanha assando e continuar o processo de “entortamento” - vulgo, a lenta inserção de álcool em suas veias.

Foi quando estava enfiando o espeto no pedaço de boi morto, que sentiu uma mão masculina, peluda, apertar o seu ombro. Olhou para o lado, e lá estava ele:

- Tony Ramos??

- He he he!! Tudo bom, meu amigo Cristóvam! Vejo que você está aqui hoje, reunido com sua família… - olhando para a mesa, Tony acenou para a senhora sentada em uma das cadeiras da esquerda, que imediatamente ficou branca de espanto. - Olá, dona Angélica! Bonita a maionese!

- O… obrigado! - respondeu Angélica, lançando um olhar desesperado ao seu marido.

- Pois é, Tony - respondeu Cristóvam, sem jeito. - Que surpresa você por aqui, se eu soubesse que você apareceria de novo eu te… hmmm… ggh…

Cristóvam não conseguiu terminar a frase. O ator global, com um sorriso, apertava seu mamilo com um pouco de força.

- Me fala uma coisa aqui, Cristóvam. Fala aqui pra mim um negócio. Essa carne aí, esse… esse CADÁVER aí que você tá espetando, Cristóvam. É FRIBOI??

Cristóvam gelou. Não era FRIBOI. Sabe deus que porra de carne Angélica tinha comprado. Ouviu as vozes silenciarem-se. Todos sabiam, todos eram cúmplices.

- N… não, senhor Tony… essa é uma… é outra carne que… que a… - o mamilo de Cristóvam já devia estar roxo como uma azeitona preta… ou preto, tanto faz. Tony ramos largou o churrasqueiro e, com as mãos no bolso, começou a caminhar ao lado da mesa.

- Não é Friboi então.

Silêncio.

- Não é Friboi. Ou é? - perguntou Tony, inclinando-se próximo ao ouvido de Angélica. 

- Não… - começou Angélica, enquanto chorava. Agarrando a travessa de maionese com as duas mãos, o ator global afastou-se da mesa e atirou-a contra a parede, criando uma chuva de cacos de vidro e pedaços de ovo pelo quintal. Todos se abraçavam, com medo.

- Tony, deixa eu explicar…

- Sabe qual é o problema, Cristóvam? - interrompeu o ator, com um grito. - Eu vou te falar qual é o problema, Cristóvam. Dá aqui essa carne. Pega essa porra dessa carne e dá ela aqui pra mim.

Cristóvam removeu a picanha do espeto e estendeu para Tony. Com um chute fortíssimo, o garoto-propaganda da Friboi arremessou o bife por cima do telhado. Depois disso, Tony Ramos ainda correu até a mesa, pegou a bandeja de linguiças e arremessou no quintal do vizinho.

- NÃO ERA FRIBOI TAMBÉM A LINGUIÇA, NÉ CRISTÓVAM?? Claro que não era Friboi essa merda…. essa, essa…. - sem terminar, Tony Ramos, enfurecido, puxou uma das cadeiras e a partiu ao meio com uma joelhada. Suando, o ator começou:

- “Ooolha, lá vem o Tooony… ha ha ha olha como é engraçado o Tony, peludinho, simpático…. ha ha ha olha lá o Tony perguntando se é Friboi” Cristóvam, puta que pariu. O que foi que eu falei quando eu vim aqui semana passada?

- Falou que era pra comprar Friboi, sr. Tony.

- Falei. E você fez o que, Cristóvam?

- Eu comprei… outras carnes…

- VOCÊ CAGOU NO PAU, CRISTÓVAM. FOI ISSO QUE VOCÊ FEZ, VOCÊ SENTOU NO MEU PAU E CAGOU NELE, CRISTÓVAM SEU MERDA. SEU FILHO DA PUTA, VOCÊ É UM CAGÃO, CRISTÓVAM. OLHA O QUE EU FAÇO COM ESSA CARNE AQUI, CRISTÓVAM, DÁ AQUI ISSO AQUI QUE VOCEÊ VAI ASSAR, É COSTELINHA, CRISTÓVAM? É COSTELINHA?? OLHA OQ UE EU FAÇO COM ESSA… COM ESSA PORRA AQUI OLHA O QUE EU VOU FAZER

Projetando-se para cima da carne, Tony Ramos foi interrompido pelo tio Lúcio Flávio, que se colocou entre ele e o cunhado.

- Olha aqui colega. Eu não sei qual é a tua. Não te conheço, não batizei teu filho. Não sou rico, meu carro é um tempra 4 portas ano 99. Mas esse churrasco, tu não vai estragar. É melhor tu ir embora antes que a coisa fique feia pro teu lado.

Observando seu oponente nos olhos, Tony Ramos soltou algumas bufadas. Caminhou, de um lado pro outro, encarando Lúcio Flávio, até decidir dar meia volta e sair pelo portão, sem falar nada.

O tio Lúcio Flávio foi até a mesa e abraçou Angélica, que se derramava em lágrimas.

- Calma, minha irmã… ele já foi embora, vamos limpar isso antes que… AAARGH!! - Lúcio Flávio foi arremessado no chão por um Tony Ramos três vezes mais furioso, dessa vez armado com um taco de golfe. Antes que alguém pudesse se aproximar, ele apontou o objeto esportivo para Cristóvam:

- Olha aqui pra mim, Cristóvam. Olha bem pra minha cara e me responde aqui com sinceridade. Que carninha o senhor vai comprar pra sua família domingo que vem?

- F… Friboi, sr. Tony Ramos! Vou comprar só Friboi!

- Bom… muito bom.. e o que você vai fazer com essa carne de má procedência que você tentou ENFIAR GOELA ABAIXO NOS SEUS ENTES QUERIDOS HOJE?

- Eu vou cavar um buraco no terreno baldio da esquina e vou enterrar ela todinha lá, sr. Tony Ramos.

- Isso, muito bom. Você e o seu cunhado querido aqui no chão vão os dois pegar uma pá e um saco de lixo biodegradável e vão enterrar a carne bem longe daqui, certo?

- Certíssimo, Tony!

- Bom, muito bom.

Abaixando o taco de golfe, o ator caminhou calmamente para fora do portão e foi até o seu carro, estacionado do outro lado da rua. Desativou o alarme, entrou, bateu a porta e ficou em silêncio. Após respirar fundo, falou para si mesmo:

- O próximo que eu pegar hoje e não for Friboi, eu juro que mato.


(todos os fatos narrados nessa história são meramente fictícios e não representam de maneira alguma o comportamento do querido Tony Ramos)

E então o sábado não me trouxe nenhuma nova era no dia seguinte. Era apenas mais um domingo, como tantos outros que ainda viriam. Não trouxe o tédio bom que é ficar remoendo e colhendo as lembranças do sábado a noite. Enfim, era só mais um domingo. Daqueles em que não há circo, nem parque, nem show ou drama. Apenas o dia que precede o retorno à vida de cão. Não era um século avassalador que começava depois de um dia memorável, proclamando a independência, vencendo a guerra ou sambando descalço até a banda desmontar o palco. Era só mais um dia sem feira na semana. Quando o ócio tenta nos engolir de todas as maneira e a cama chama, o choro vem visitar e toda a força adquirida numa sexta-feira passada se esvai. Só mais um domingo, como tantos outros que virão, em que o peito se esvazia de pouco e a cabeça se enche de muito. E esse muito invade as veias e os pulmões de tal forma que a gente já não pode respirar ar puro: tudo dói, tudo sangra exageradamente. Como tantos outros que virão, era só mais um domingo em que uma borboleta azul esvoaçante na janela emociona e faz tremer até três quartos do corpo. Em que a gente vai desfalecendo sozinho, vendo até o fim de semana nos abandonar sem dó ou piedade, como a borboleta abandona a flor. Não era uma nova vida começando, era só mais um domingo, desses em que a gente se deixa morrer de pouquinho em pouquinho. Mas tudo bem. Amanhã a gente dá um jeito de renascer. Quem sabe o que vem depois de um domingo? Pode ser o começo de uma semana, pode ser o começo de uma vida.
—  Rio-doce

— Anda logo Lua! Você é lerda até pra se arrumar, quero até ver quando for se casar…
— Calma, estou quase pron… - um som de buzina impede com que Alice ouça a mesma frase que Lua já estava repetindo a longos dez minutos.
— Aposto que é a Meg, e a Lua até agora não está pronta - diz Alice em pensamentos enquanto fazia gestos com os braços, expressando sua ansiedade e impaciência. - Indo em direção a porta, Alice sem querer esbarrar o braço no vaso de Lírios de Calla Roxo, mas antes que ele caísse, ela agarra-o e solta um suspiro de alivio. Ao abrir a porta, Alice se depara com Meg a quatro passos de sua porta, ela não controla a emoção e corre de encontro com a amiga e a cobre de abraços apertados.
— Calma Alice! Você vai borrar minha maquiagem. - diz Meg com um tom firme, mas que logo abre um sorriso.
— Você está linda! - diz Alice com um enorme sorriso, por ver a amiga tão bem, ou melhor, aparentando estar bem.
— E… Você não vai me convidar para entrar?
— Acontece que a Lua está transando na sala, é melhor ficarmos por aqui…
— Sério isso? - indaga Meg com uma expressão facial bem assustada.
— Sim amiga, chega mais próxima para você ouvir os gemidos. - Alice a pega pelos braços e começa a puxar.
— Você está maluca Alice? Aí, que nojo!
— É brincadeira, ela ainda está no banho. - diz Alice toda sorridente.
— Bacaca! - retruca Meg enquanto adentra a casa.
— LUA! A Meg chegou. - grita Alice.
Meg se assenta sobre o sofá e após cruzar as pernas, diz:
— Confesso que estou com um pouco de vergonha…
— Você com vergonha? Como assim? Você sempre foi espontânea, sempre chegava nos garotos que te encavaram na época do colégio.
— É… - responde Meg com a cabeça baixa. - acontece que depois do fim do meu namoro com o Kurt, eu me tornei uma pessoa insegura… - os olhos de Meg começam a lacrimejar, e antes mesmo que Alice pudesse dizer algo, Lua surge pelo corredor, quebrando aquele memento que sem sombra de duvidas, resultaria em maquiagem toda borrada, e um breve SMS: “Desculpe, mas não iremos mais.”
— Meeeg, quanto tempo! Você está linda. - diz Lua indo em direção da amiga.
Meg se levanta, e junto a ela, seus olhos percorrem Lua, dos pés a cabeça, e então ela diz:
— Se eu estou linda, o que sobra pra você? Meu Deus do céu, que vestido lindo! Você é muito apelativa amiga, deste jeito todos homens olharão apenas para você - diz Meg com uma feição séria, mas que logo abre um sorriso enorme e envolve-a com um abraço.
— Obrigada por não me deixarem. - sussurra Meg no ouvido de Lua.
— Amigas são pra esse as horas. - diz Lua olhando nos olhos dela, e ao se afastar, Lua complementa - ai ai de você Alice se o cara que eu tiver que beijar for feio!
A sala é preenchida por som de risos… O telefone toca.
— Alô!
— Oi Chris, sou eu Fred, estou ligando só pra ver se você ainda se lembra do nosso compromisso.
— Claro que lembro, estou só esperando o Jacob chegar, para descermos lá pro bar.
— Daqui vinte minutos estou descendo pra lá, tudo bem?
— Tudo. - Chris desliga o telefone.  
Chris deita sobre ao sofá, e fica brincando com o seu celular como forma de fazer o tempo passar, não demora muito e o Jacob, e sem bater ou chamar, já vai entrando.
— Até agora não se arrumou?
— Não queria que eu deitasse com a camisa para amassa-lá, né? Seu retardado.
— Ai! Eu sou o Chris, todo frescurento! - diz Jacob em uma tentativa frustrada de imitar a voz de Chris.
Chris apenas olha pra ele e diz:
— Se eu tivesse essa voz de pato, pularia na frente de uma espingarda.
Sente ai no sofá que vou lá em cima colocar minha camisa e finalizar meu cabelo.
— Você deveria ter nascido mulher.
— E você minha mãe, porque é chato que nem ela.

— Eu te falei que aqui era contra-mão Alice! - diz Lua.
— Mas no GPS diz que não.
— Essas coisas demoram atualizar amiga. - diz Meg.
— Aproveita que aquele carro está longe e faz o contorno. - diz Lua.
Não demora muito e elas chegam ao Bar Kings.
— Liga pra ele Alice.
— Já ia fazer isso mesmo… - diz Alice apos um profundo suspiro que demonstrava sua ansiedade.
— Alô! - diz Fred com uma voz calma.
— Chegamos, onde que vocês estão?
— No segundo piso, ala norte.
— Tudo bem. Beijos. - ela então desliga a ligação.
— Hmmm, beijos…. - diz Lua sorrindo.
— Beijos é o que você vai ganhar já já. - diz Meg olhando pra Alice.
— Idiotas! Vamos entrar logo, como é que está meu batom?
— Está perfeito. E o meu? - diz Lua, e o mesmo pergunta Meg.
— Está tudo certo. Iremos divar meninas. - diz Alice.
Logo na recepção, o barman oferece uma dose para meninas como cortesia da casa e logo em seguida elas sobem para o segundo piso.

— Vamos chegar atrasado! Por sua culpa.
— E?
— E? E que você parece uma moça, nunca vi mais lerdo pra se arrumar, meu Deus do céu né Chris! - diz Jacob com uma expressão nervosa. - sabe que gosto de ser pontual.
— Chegaremos no momento certo. Elas já terão bebido pelo menos uma dose e já terão perdido a timidez de inicio conversando com o Fred. - diz Chris sorrindo e autoconfiante.
Logo Chris e Jacob chegam ao Bar e enviam uma mensagem a Fred, que diz exatamente onde estão. Então os dois seguem em direção, de repente Chris para e Jacob pergunta:
- O que foi cara? Parece que viu um fantasma, quais das suas que você viu perdida por ai? -diz Jacob rindo.
Mas chris não sorri, apenas continua olhando fixo.

— 

Capítulo 16 - Florejus e Aniquilou em: Quando as peças não se encaixam mais, é hora de renunciar.

São exatamente 3 da madrugada, e eu criei coragem para retribuir as suas milhares de cartas redigidas ao meu endereço. Provavelmente eu me arrependerei de estar fazendo isso. Aliás, qual o intuito desse bilhete? Vamos, me diga você que sempre foi conhecido como poeta do avesso. Talvez por ser poeta, você quis me transformar em brisa leve. Mesmo eu sendo furação. Não vou dar meu braço a torcer, falando que você me mudou. Mas, se você cruzar seus dedinhos dos pés e prometer que não contará a ninguém, eu assumo que estou me adaptando a ser calmaria. Ainda que o assunto não combine com a minha personalidade. Até arrisco-me a falar que você foi o melhor problema da minha vida, e o mais complexo. Indeciso e birrento que só convivendo para sentir. E com um coração enorme, e uma bunda gigante. Ai, me desculpe por falar do seu glúteo, é que estou morrendo de saudade de apertá-lo. Falando em saudade, passei ontem naquele armazém que você costumara comprar nosso café da manhã quando eu sem querer dormia na sua casa. E eu também sinto falta de sem querer adormecer nos seus braços. É estranho falar sobre isso, mas você sempre me cuidou tão bem. Eu sempre me sentia segura quando estava envolvida em seus braços. Você me abraçava e ficávamos quietinhos sentindo a segurança que um transmitia ao outro. Seu peitoral sempre foi o meu travesseiro favorito. Domingo que vem eu apareço na sua casa. Ficarei extremamente contente se você me receber de portas abertas. Faz um jantar pra gente, mas capricha, porque eu estou criando aquela coragem que você sempre teve, e pretendendo pedir para voltar do local de onde eu nunca deveria ter saído.
—  Pitter and Holly. Me espera na porta, está aqui a carta tão aguardada. 
E você se machuca. E você sangra.E a ferida cicatriza. E abre de novo. É um ciclo no qual os dias ruins são como os dias da semana, e os dias bons são uma sexta feira, seguida de um sábado, até que o domingo vem para te lembrar quão miserável a vida é
—  Não se apega, não.
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