vanessa flores

This is the film that started it all. The film that taught me about Twin Flames. I have watched it over and over and over. I absolutely detested it the first time, not really understanding the weight of the relationships being depicted. But the more I watched it, the more it all made sense. Realization came crashing down around me. I sympathized with the characters but I understood why things happened the way they did.

This film shows what happens when Twin Flame and Soul Mate collide. I can only suggest that you watch it multiple times, as there are many things to be discovered with each viewing. Also, the soundtrack and cinematography are AMAZING!!

I didn’t know whether or not my Twin was out there after watching this the first time, but I had a feeling that something/someone extremely special was waiting for me. I knew it. So hearing he was my Twin a year after was a small “ah ha” moment, although I deduced that much. It was more like, “well, of course he is.”…

Even though I knew of Twin Flames before the journey began(thanks to this film), it didn’t prepare me for what I would face. Nothing could have. But I’m here and there’s no going back. I know I’ve likened this all to Neo and the Matrix before but that keeps coming back to me. That’s what it is, there’s no going back to how it was before. My life has been divided into two parts. Me before this awakening, and Me now. Two wholly different beings. The latter being more attuned to the outer-world. Sometimes I look in the mirror and hardly recognize myself. All in all, I’m here. For a reason unbeknownst to me at the moment, I’m on this road with this amazing person beside me and no matter how fucking difficult it gets, I’m anxious to see it to the end.

tl;dr watch Cafe de Flore if the idea of twin flame/soul mates remotely interests you. And let me know what you think! It’s in French but should be streaming on Netflix with English subs.

Lucia disse que amava Pedro. 3 meses depois percebeu que era só atração. Mariana declarou amor á Lucas e disse “foi Deus quem me deu você”. 6 meses depois o namoro acabou e ela disse que foi “livramento de Deus”. Rafael mandou flores á Vanessa e prometeu ama-la pra sempre. 8 meses depois sentiu que o sentimento se esvaiu pois Vanessa não correspondia á todas as suas expectativas. Jonas, casado há 5 anos com Marta, que havia declarado o famoso “até que a morte nos separe”, pediu divórcio pois não aguentava mais o jeito da mulher. Não é triste o fim do amor? Não. O amor só termina quando nunca começou
—  A menina e o violão.
Capítulo 96

- Clara: Oi. - Tentava conter suas emoções. Vanessa abriu um sorriso enorme que fez Clara estremecer.
- Vanessa: Oi. - Clara aproximou-se e deu um beijo em seu rosto.
- Clara: Como você está?
- Vanessa: Melhor. E você?
- Clara: Bem. - Ela procurava as palavras.- Você não deve saber quem eu sou, né?
- Vanessa: Eu tenho a impressão de já te conhecer, mas não lembro. - Clara sorriu tentando esquecer a vontade de chorar.
- Clara: Me chamo Clara. Somos…amigas.
- Vanessa: Nossa, que nome lindo, combina com você. - Sorriu. - Traga a cadeira mais pra cá e sente-se. - Clara fez como ela pediu.
- Clara: Ah, eu trouxe isso pra você. - Deu um pequeno buquê de flores.
- Vanessa: Obrigada, são lindas. Mas então Clara, como nos conhecemos?
- Clara: Foi depois que você veio pra SP. Nos conhecemos na praia e acabou que tivemos Ju como amigo em comum. A partir daí começamos a sar juntas, conversar e nos tornamos amigas.

- Vanessa: Legal. Deve ser estranho pra você ter que me contar tudo de novo, né?
- Clara: Imagina.
- Vanessa: É muito estranho pra mim saber que pessoas me conhecem e eu não lembro de nada. Tem coisas que parece que eu to quase lembrando, mas não sai nada, sabe?
- Clara: Imagino. O médico falou que pode ser temporário e que nao é mais necessário a cirurgia.
- Vanessa: Espero. Me diz, é verdade que eu tenho uma boate?
- Clara: É sim, você tem uma boate em parceria com um amigo seu.
- Vanessa: O DJ né?
- Clara: Exatamente. Nesse tempo que você esteve desacordada, eu ajudei ele um pouco.
- Vanessa: Nossa, muito obrigada mesmo.
- Clara: Não tem o que agradecer.
- Vanessa: Você trabalha em que?
- Clara: Eu tenho uma empresa de marketing.
- Vanessa: Nossa, que legal. Era você quem estava aqui quando eu acordei, né?

- Clara: Era eu sim. - Sorriu sem graça.
- Vanessa: Você não voltou depois, né?
- Clara: Hãm, eu tive uns imprevistos na empresa.
- Vanessa: Eu fiquei te esperando.
- Clara: É? - Clara sentiu um frio na barriga.
- Vanessa: Queria saber quem era você. - Sorriu e mais uma vez Clara estremeceu.

Elas conversaram durante mais alguns minutos. Vanessa enxeu Clara de perguntas até que ela precisou ir embora.

- Clara: Bom, eu preciso ir agora.
- Vanessa: Você volta amanhã? - Foi direta.
- Clara: Claro.
- Vanessa: Tá. - Sorriu. Clara aproximou-se mais uma vez e a beijou no rosto, logo retirou-se. Seu coração só faltou sair pela boca.

Nessa noite, Clara dormiu mais feliz, ainda que Vanessa não lembrasse dela, ela estava feliz por Vanessa ter ‘gostado’ dela. No dia seguinte foi tudo normal, Clara foi para sua empresa, fez o que tinha que fazer e no final da tarde foi embora. Ela ia vistar Vanessa, mas Junior havia ligado para ela informando que Vanessa tinha recebido alta, então Clara pensou em ir ao seu apartamento, mas pensou melhor e resolveu deixar Vanessa descansando. Então ela apenas ligou.

- Vanessa: Alô.
- Clara: Oi Van, é a Clara, tudo bem?
- Vanessa: Tudo. Não vai me dizer que você foi me ver no hospital? - Clara sorriu.
- Clara: Não, não. Ju me avisou.
- Vanessa: Ainda bem. Eu ia te ligar, mas não tenho seu número. Pode me passar?
- Clara: Claro. - Clara passou seu número e conversou mais um pouco.
- Vanessa: Você vem hoje?
- Clara: Não, hoje não. Vou deixar você descansar, mas amanhã eu vou. Elas conversaram mais um pouco e logo desligaram.

No dia seguinte, Clara foi trabalhar pela manhã, mas tirou a tarde para ir ver Vanessa. Chegando em seu apartamento Sérgio e Solange contaram a ela tudo o que o médico havia dito.

- Sérgio: Nós queríamos levar a Van pra Porto Alegre.
- Solange: Foi, mas o médico disse que o melhor pra recuperação da memória dela seria deixar ela voltar a sua rotina.
- Clara: Então a Vanessa vai ficar em SP?

- Sérgio: Vai sim. Nós não vamos poder ficar muito aqui em SP por causa de nossos negócios, queríamos pedir pra você dar uma cuidada nela. Sempre que pudermos vamos vir visitá-la.
- Clara: Claro, eu cuido dela sim, não se preocupem.
- Solange: A gente sabe o quanto você cuidou dela, mas vamos precisar de você e dos amigos de Van agora também.
- Clara: Que isso gente, o pessoal e eu vamos cuidar dela sem problema algum.
- Sérgio: Muito obrigada minha filha!

Ela conversou mais um pouco com os pais de Vanessa e logo foi vê-la em seu quarto.

- Clara: Posso entrar? - Vanessa a recebeu com um sorriso lindo.
- Vanessa: Pode, claro.
- Clara: Como você está? - Deu um beijo em seu rosto.
- Vanessa: Muito bem e você?
- Clara: Bem também. - Sentou-se na cama. Elas conversaram um pouco e logo dona Solange levou um lanche para elas.
- Vanessa: Eu queria sair, mas não deixam, né? - Falou referindo-se a seus pais.
- Clara: Tem que seguir como o médico falou.
- Vanessa: Ixi, ta no time deles, é? - Elas riram.

- Clara: Quando o médico te liberar a gente sai pra dar uma volta.

Elas conversaram mais um pouco e quando Clara deu por si já era noite.

- Clara: Nossa, ta tarde, preciso ir.
- Vanessa: Ta cedo ainda.
- Clara: Cedo? - Sorriu. - Ta tarde demais.
- Vanessa: Seu namorado deve estar a sua espera, né? Eu o conheço?
- Clara: Eu não tenho namorado.
- Vanessa: Mais um fora. - Ela riu.

Clara logo se despediu e foi embora. Vanessa sentia o perfume de Clara pelo apartamento todo, mas não entendia o porque. Alguns dias se passaram, Vanessa já havia recebido alta total do médico. Clara não a visitou por esses dias, tinha muito trabalho na empresa e tirou para pensar em tudo. Vanessa ja havia ido em sua boate reconhecê-la. Alguns de seus amigos foram visitá-la, pra variar, May estava lá outra vez e conseguiu arrastar Clara junto nesse dia.
- Mayra: Eu vim te ver de novo, não quero nem saber! - Elas riram. - E olha quem eu trouxe junto! - Clara apareceu.
Conversa vai, conversa vem e alguém chegou.
- Solange: Filha, sua amiga Jaqueline está aí e quer te ver. - May arregalou os olhos.

- Vanessa: Pede pra ela entrar, por favor. - Solange retirou-se e Jaqueline entrou.
- Jaqueline: Olha quem está aqui. - Sorriu e a cumprimentou com um beijo.
- Mayra: Intrometida! - Pensou.

Vlara e Jaque apenas se olharam. Cinco minutos se passou, Vanessa estava contando sobre seu acidente para Jaque e Clara já não aguentava mais a voz daquela metida.

- Clara: Com licença, mas eu preciso ir. - Levantou-se.
- Vanessa: Já?
- Clara: Preciso voltar para a empresa ainda.

Clara despediu-se delas e retirou-se, mas May ficou lá de olho. Elas conversaram sobre o acidente durante uma meia hora até que trocaram de assunto.

- Vanessa: Nós somos amigas?
- Jaqueline: Hoje sim, mas um dia fomos mais que isso. - Vanessa não havia entendido.
- Vanessa: Como assim?
- Jaqueline: Nós ficavámos, quase namoramos. - Vanessa arregalou seus olhos.
- Vanessa: O que? Eu e você?

- Jaqueline: Sim.
- Vanessa: Eu sou lésbica? - Olhou May que permaneceu em silêncio.
- Jaqueline: Você me disse que era bissexual.
- Vanessa: Nossa. - Vanessa pensou um pouco. - E por que terminamos?
- Jaqueline: Você gostava de outra pessoa.
- Vanessa: De quem? - Antes de Jaque responder, May se meteu.
- Mayra: Ah Van, você não contava certas coisas pra nós, em relação a sua vida pessoal você era bem discreta.

Jaque olhou May e entendeu que não era pra falar de Clara. Elas conversaram mais uma meia hora, mas não sobre os namoros de Vanessa, ainda que a mesma tentou insistir um pouco no assunto. Jaque contou para Vanessa que sua boate era GLS e Vanessa ficou mais impressionada ainda. Logo Jaque foi embora.

- Vanessa: May.
- Mayra: Oi? - May tomava um suco.
- Vanessa: Você e eu já ficamos? - May se engasgou com o suco. - Respira May, respira! - May acalmou-se.

- Mayra: Você perguntou o que?
- Vanessa: Se nós duas já ficamos. - May sorriu sem jeito.
- Mayra: Não, não. Meu negócio é o Edu. - May se tocou do que havia 'soltado’. - Quer dizer, homem. Sem preconceitos, claro.
- Vanessa: Então nunca rolou nada entre nós?
- Mayra: Nadinha! Sempre fomos boas amigas, nada mais que isso. Até porque se tivessemos, Clara me mataria! - Falou a última frase baixinho.
- Vanessa: Que?
- Mayra: Amigas! Sempre fomos amigas.
- Vanessa: Ah ta!

Elas conversaram um pouco mais e em seguida May foi embora.

Dois dias depois, Fernanda estava na cidade e acabou encontrando Ju que comentou o ocorrido com Vanessa. Ela pediu o endereço dela e o mesmo deu, em minutos, lá estava Fernanda no apartamento de Vanessa.

- Fernanda: Lembra de mim? - Vanessa a olhou dos pés a cabeça.
- Vanessa: Não. - Fernanda sorriu.
- Fernanda: Nós namoramos durante um tempo.
- Vanessa: Mais uma! Ah, desculpa, mas eu sofri um acidente.
- Fernanda: Eu sei. Junior me contou.

Depois de alguns minutos de conversa.

- Vanessa: Poderia me dizer por que terminamos? - Fernanda sorriu.
- Fernanda: Você me trocou por outra.
- Vanessa: Sério?
- Fernanda: Serrissimo!

Vanessa ficou desconfortável e resolveu não tocar mais nesse assunto. Fernanda havia falado que estava em outra cidade e namorando uma menina, também contou mais algumas novidades e logo foi embora. Vanessa ficou intrigada, era a segunda pessoa que havia lhe dito que o namoro terminara por causa de outra pessoa. Será que seria a mesma pessoa? Quem será que era essa pessoa? Essas eram as perguntas que ultimamente não saíam da cabeça dela.

Era como si la infancia que yo había vivido no me perteneciera a mí, sino a una niña que ya no existía.
—  El lenguaje de las flores- Vanessa Diffenbaugh