valho

Eu gostaria de ir embora para uma cidade qualquer, bem longe daqui, onde ninguém me conhecesse, onde não me tratassem com consideração apenas por eu ser “o filho de fulano” ou “o neto de beltrano”. Onde eu pudesse experimentar por mim mesmo as minhas asas para descobrir, enfim, se elas são realmente fortes como imagino. E se não forem, mesmo que quebrassem ao primeiro vôo, mesmo que após um certo tempo eu voltasse derrotado, ferido, humilhado - mesmo assim restaria o consolo de ter descoberto que valho o que sou.
—  Caio Fernando Abreu. 
Eu gostaria de ir embora para uma cidade qualquer, bem longe daqui, onde ninguém me conhecesse, onde não me tratassem com consideração apenas por eu ser “o filho de fulano” ou “o neto de beltrano”. Onde eu pudesse experimentar por mim mesmo as minhas asas para descobrir, enfim, se elas são realmente fortes como imagino. E se não forem, mesmo que quebrassem ao primeiro vôo, mesmo que após um certo tempo eu voltasse derrotado, ferido, humilhado - mesmo assim restaria o consolo de ter descoberto que valho o que sou.
—  Caio Fernando Abreu.
por.to se.gu.ro

por.to
substantivo masculino
âncora, abrigo, refúgio.

eu respiro devagar e tento contar nos dedos de 1 até 100 para me acalmar. eu sinto um sentimento absurdo percorrendo minhas entranhas e arrancando tudo que eu poderia chamar de dor.
meu peito pulsante luta contra meu corpo para sair.
os muros que estavam caídos se reconstruem e se abrem e eu não sei ainda o que está acontecendo. eu estava dilacerada e em questões de segundos estou curada?  
meus dedos tremem ao dedilhar isso, mas eu escrevia com o intuito de me curar, mas escrever nunca foi o suficiente.
a verdade é que eu sempre senti medo do que eu poderia escrever e agora está pior. estou vivendo uma adrenalina e eu acredito que estou insconciente pois nunca me senti assim.
você chegou, me encontrou sentada segurando um coração sangrento. me mandou entrar. se sentou e disse que cuidaria de mim e dele (do meu coração). ficou calado e me deixou falar. eu inspirei e respirei devagar e lhe contei todas minhas loucuras e pela primeira vez eu me senti liberta e segura diante de alguém que não me denominava como louca.
eu sei esse é o texto mais confuso que alguém lerá hoje, mas você chegou.
chegou e eu senti algo crescer em mim.
eu falava, falava e falava e você não cansava de ouvir minha voz.
eu gritava pela casa:
não valho a pena
não valho a pena.
olha!
mas olha esse coração sangrento, olha minha situação!

não demorou muito. eu me deixei levar pelos meus olhos cegos apaixonado. meu coração quebrantado, rasgado foi curado.
meu eu naufragado encontrou abrigo em seus braços

na verdade? na verdade
eu, literalmente te amo e não sinto medo de te dizer isso.
desta vez a[mar] não foi tão amedrontador quanto pensei.
eu transbordo
e tudo fica bem.

nos tempos de ventania e turbulência
você é meu porto seguro.

e.c

Sei lá, as vezes o que eu mais quero é que você me dê uma chance. Uma chance e eu te provo que valho a pena. Uma chance pra te mostrar quem eu realmente sou. Uma chance pra te mostrar que posso ser digno do seu amor. Uma chance e eu te mostro o quão fiel e companheiro eu sou. Uma chance e tu vai esquecer aquele cara que não te dá a mínima. Uma chance e eu te garanto, tu vai ser feliz comigo. Uma chance e todo o amor que eu tenho guardado a minha vida toda será seu. Eu a tenho ?
—  Uma chance . Fabio Ramazotti (via And the sun will set for you)
Não, não dá pé. Ele já se sente cansado, mas compreende que ainda precisa nadar um pouco. Dá cinco ou seis braçadas, e tem a impressão de que não saiu do lugar. Pior: parece que está sendo arrastado para fora. Continua a dar braçadas, mas está exausto. A força dos músculos esgotou-se; sua respiração está curta e opressa. É preciso ter calma. Vira-se de barriga para cima e tenta se manter assim, sem exigir nenhum esforço dos braços doloridos. Mas sente que uma onda grande se aproxima. Mal tem tempo para voltar-se e enfrentá-la. Por um segundo pensa que ela vai desabar sobre ele, e consegue dar duas braçadas em sua direção. Foi o necessário para não ser colhido pela arrebentação; é erguido, e depois levado pelo repuxo. Talvez pudesse tomar pé, ao menos por um instante, na depressão da onda que passou. Experimenta: não. Essa tentativa frustrada irrita-o e cansa-o. Tem dificuldade de respirar, e vê que já vem outra onda. Seria melhor talvez mergulhar, deixar que ela passe por cima ou o carregue; mas não consegue controlar a respiração e fatalmente engoliria água; com o choque perderia os sentidos. É outra vez suspenso pela água e novamente se deita de costas, na esperança de descansar um pouco os músculos e regular a respiração; mas vem outra onda imensa. Os braços negam-se a qualquer esforço; agita as pernas para se manter na superfície e ainda uma vez consegue escapar à arrebentação. Está cada vez mais longe da praia, e alguma coisa o assusta: é um grito que ele mesmo deu sem querer e parou no meio, como se o principal perigo fosse gritar. Tem medo de engolir água, mas tem medo principalmente daquele seu próprio grito rouco e interrompido. Pensa rapidamente que, se não for socorrido, morrerá; que, apesar da praia estar cheia nessa manhã de sábado, o banhista da Prefeitura já deve ter ido embora; o horário agora é de morrer, e não de ser salvo. Olha a praia e as pedras; vê muitos rapazes e moças, tem a impressão de que alguns o olham com indiferença. Terão ouvido seu grito? A imagem que retém melhor é a de um rapazinho que, sentado na pedra, procura tirar algum espeto do pé. A ideia de que precisará ser salvo incomoda-o muito; desagrada-lhe violentamente e resolve que de maneira alguma pedirá socorro, mesmo porque naquela aflição já acha que ele não chegaria a tempo. Pensa insistentemente isto: calma, é preciso ter calma. Não apenas para salvar-se, ao menos para morrer direito, sem berraria nem escândalo. Passa outra onda, mais fraca; mas assim mesmo ela rebenta com estrondo. Resolve que é melhor ficar ali fora, do que ser colhido por uma onda: com certeza, tendo perdido as forças, quebraria o pescoço jogado pela água no fundo. Sua respiração está intolerável, acha que o ar não chega a penetrar nos pulmões, vai só até a garganta e é expelido com aflição; tem uma dor nos ombros; sente-se completamente fraco. Olha ainda para as pedras, e vê aquela gente confusamente; a água lhe bate nos olhos. Percebe, entretanto, que a água o está levando para o lado das pedras. Uma onda mais forte pode arremessá-lo contra o rochedo; mas, apesar de tudo, essa ideia lhe agrada. Sim, ele prefere ser lançado contra as pedras, ainda que se arrebente todo. Esforça-se na direção do lugar de onde saltou, mas acha longe demais; de súbito, reflete que à sua esquerda deve haver também uma ponta de pedras. Olha. Sente-se tonto e pensa: vou desmaiar. Subitamente, faz gestos desordenados e isso o assusta ainda mais; então reage e resolve, com uma espécie de frieza feroz, que não fará mais esses movimentos idiotas, haja o que houver; isso é pior do que tudo, essa epilepsia de afogado. Sente-se um animal vencido que vai morrer, mas está frio e disposto a lutar, mesmo sem qualquer força; lutar ao menos com a cabeça; não se deixará enlouquecer pelo medo. Repara, então, que, realmente, está agora perto de uma pedra, coberta de mariscos negros e grandes. Pensa: é melhor que venha uma onda fraca; se vier uma muito forte, serei jogado ali, ficarei todo cortado, talvez bata com a cabeça na pedra ou não consiga me agarrar nela; e se não conseguir me agarrar da primeira vez, não terei mais nenhuma chance. Sente, pelo puxão da água atrás de si, que uma onda vem, mas não olha para trás. Muda de ideia; se não vier uma onda bem forte, não atingirá a pedra. Junta todos os restos de forças; a onda vem. Vê então que foi jogado sobre a pedra sem se ferir; talvez instintivamente tivesse usado sua experiência de menino, naquela praia onde passava as férias, e se acostumara a nadar até uma ilhota de pedra também coberta de mariscos. Vê que alguém, em uma pedra mais alta, lhe faz sinais nervosos para que saia dali, está em um lugar perigoso. Sim, sabe que está em um lugar perigoso, uma onda pode cobri-lo e arrastá-lo, mas o aviso o irrita; sabe um pouco melhor do que aquele sujeito o que é morrer e o que é salvar-se, e demora ainda um segundo para se erguer, sentindo um prazer extraordinário em estar deitado na pedra, apesar do risco. Quando chega à praia e senta na areia está sem poder respirar, mas sente mais vivo do que antes o medo do perigo que passou. “Gastei-me todo para salvar-me, pensa, meio tonto; não valho mais nada.” Deita-se com a cabeça na areia e confusamente ouve a conversa de uma barraca perto, gente discutindo uma fita de cinema. Murmura, baixo, um palavrão para eles; sente-se superior a eles, uma idiota superioridade de quem não morreu, mas podia perfeitamente estar morto, e portanto nesse caso não teria a menor importância, seria até ridículo de seu ponto de vista tudo o que se pudesse discutir sobre uma fita de cinema. O mormaço lhe dá no corpo inteiro um infinito prazer.
—  Rubem Braga.
Desculpa o mau jeito e as palavras tortas. Sei que não agradeço tanto quanto deveria por todas as bênçãos que o Senhor proporciona na minha vida. Antes de qualquer coisa, obrigada.. por tudo!
Posso te pedir uma coisa? Continua cuidando de mim? Eu sei que o Senhor faz isso diariamente, mas o Senhor também sabe as vezes que estou triste. Tive dias difíceis nas últimas semanas. Entendo que hajam outras milhões de pessoas passando por coisas piores.. perdoa o meu egoísmo? Só me ajuda a lembrar do amor do Teu filho por mim? Me ajuda a enxergar que tenho grande valor pro Senhor, mesmo achando que não valho nada? Conforta o meu coração machucado, traz alívio. Pra que fique mais fácil entender que todo esse sofrimento é minúsculo perto do que Jesus fez por mim na cruz. E pra que eu saiba também que amor nenhum será tão grande quanto o dele.
—  Minha singela oração. - Morena

é que eu quis ser super heroína. mas, Pai, o chão me causou traumas todas as vezes que caí. e eu quis ser forte, sabe, enfrentar tudo sozinha e sair vitoriosa. mostrar para o mundo que a moça franzina também era capaz. só que na verdade eu nunca fui. sozinha não. não sei ser forte. não sei voar, sozinha nem posso os obstáculos quebrar. e como tentei.não sabendo, porém, que de heróis, o  que existe é você. e, que são superpoderes diante do seu abraço?

agora sei: heroína não preciso mais ser quando filha sou. permaneço feliz e forte porque me ensinas a voar e vencer. filha do maior Herói eu sou. morreu numa cruz por mim, de tão herói que é por amar se entregou. ah, Pai, o teu gesto me alcançou. e hoje eu, moça ainda franzina e pequena, me valho do amor que a mim chegou. 

por teu amor, vencedora hoje eu sou.

Eu estou sendo feliz agora, e a culpa é sua.
A culpa é sua porque você me fez chorar tanto que minhas reservas esvaziaram e agora eu tenho mais espaço e mais motivos para sorrir.
A culpa é sua porque foi você que acabou tudo e agora eu tenho trezentos e mais alguns dias para aproveitar, para reaprender a ser eu mesmo. Trezentos e poucos dias que eu poderia estar passando ao seu lado mas que eu percebi que você não merecia a minha companhia e obrigado por ter me mostrado isso também.
A culpa é sua, porque graças à você eu tive que arrumar maneiras para deixar de pensar em você e graças à isso eu fiz várias coisas novas, conheci lugares novos e pessoas novas. A culpa é sua porque eu descobri que eu valho a pena e que eu posso ser melhor à cada dia. Aprendi que eu sou a melhor companhia que eu posso ter, que o meu sorriso é lindo mesmo não tendo você como motivo, aprendi também que não era eu que tinha sorte de poder colocar meus olhos em você e sim ao contrário.
Queria agradecer também todas as coisas que aconteceram comigo nesse meio tempo, por todos os lugares que eu conheci, pelas oportunidades que apareceram e que eu as abracei como se estivesse abraçando você, como se minha vida dependesse daquilo, foi tudo incrível, a única pena é que não pude compartilhar isso com você e nem te levar para as minhas aventuras. Uma pena para você, é claro, pois eu estou aproveitado tudo.
Não sei o que você está fazendo agora ou com quem você está, mas tenho certeza de que não está sentada esperando eu voltar, e eu não volto, porque foi você que me mandou ir embora, mas de qualquer forma eu queria pedir para você se cuidar e dizer que eu tenho muito orgulho de você. Devo dizer também, que as coisas que vivemos ainda são nossas e que ninguém pode tirar isso da gente, mas que agora é cada um por si escrevendo sua própria história. Eu cresci muito nesse tempo, evolui muito, e se você me ver por aí talvez nem vá me reconhecer, mas tudo bem se quiser me cumprimentar e a gente se conhecer de novo, não tem problema. Eu estou muito mais feliz agora que eu sou inteiramente eu e não há mais nenhuma parte de você em mim. Eu estou mais feliz e a culpa é sua, obrigado por isso, espero que esteja feliz também.
—  Sol em Áries
Não se apaixone por mim, eu sou maluca e não valho teus sentimentos. Eu tenho problemas de segurança, autoestima e sou egoísta pra caralho, não sei me dividir, não sei confiar nas pessoas, não quero te trazer mais problemas. Então, por favor, não se apaixone por mim.
—  Thaís Padilha
ModéstiaParte ❤!

É melhor putaria sincera, do que sentimento forçado. ✔️

Se perde comigo essa noite depois tu me esquece e eu te esqueço também.

E eu quero você na minha cama até o sol raiar.

Não valho porra nenhuma, porque se eu prestasse novinha tu não ia gostar.

Um segundo a mais pra eu me perder.

Um segundo a mais, eu vou beber e dizer que tanto faz. 😎✨✌️

As loucuras do amor sempre complicadas igual fórmula de Bháskara.

Assim seu amor fode meu equilíbrio mental. ✔️

Tô pronto pra te enlouquecer. 🌻

Sei que você gosta quando eu pego na tua nuca e falo besteira no ouvido.

Você me ensinou um novo motivo onde eu possa viver e amar.

Se tratando de amor, eu faço valer a pena. 😎✨✌️

Impossível não reparar sua decência na postura e a indecência no olhar.

Se eu me perder, venha me encontrar.

Enche meu copo, que essa noite eu não me vejo só.

Hoje eu me sinto tão bem…

Cê na minha vida, não me complica. ✌️

Conseguiu ser a errada mais certa, diferença no mundo.

Agradeço a Deus por ter feito essa perfeição pra mim.

Eu sou a paz e a tranquilidade. ✌️

E tu me tem sem querer, sem saber o porquê.

E ela é quente igual lava.

Mas já que foi feito no efeito da melhor forma pra poder encantar.

Eu quero estar contigo, não importa o lugar. ✔️

Ela é o caos e a sinceridade. ❤

Eu vim só pra te encontrar, não importa o lugar.

Me mostrou com transparência o sentido de amar…. ❤

Me dá um beijo na boca toda vez que eu te fizer sorrir.

Ela é pura e se envolveu na minha loucura. 🌻

Eu vou te esperar no mesmo lugar.

Deixa eu degustar sua doçura. ✨

Ela é obra-prima, eu todo desarrumado.

Ela colou comigo mesmo eu sendo todo errado.

Ela é razão, inspiração. 🌻

Efeito reação, cê me deixa sem ar.

Cê me faz delirar, eu não vou duvidar.

Muito forte sou para odiar nada senão a vida
Muito fraco sou para amar nada mais do que a vida
A gratuidade está no meu coração e a nostalgia dos dias me aniquila
Porque eu nada serei como ódio e como amor se eu nada conto e nada valho.
—  Trecho de O Incriado de Vinicius de Moraes
8

I did a Young Avengers Dream Cast thing.

Colton Haynes as Nate Richards

Alex Ludwig as Teddy Altman

Crystal Reed as Kate Bishop

Katheryn Newton as Cassie Lang

Connor McLain as Tommy Shepherd

Alexander Vlahos as Kid loki and Teen Loki

and

Logan Lerman as Billy Kaplan