(Anotação)

São Paulo, quase nada sei além das cores acinzentadas que me afastam. Você sempre me pareceu tão cheia e vazia. E viva. Digo como se fosse humana, moça que bate os saltos no asfalto enquanto corre para algum compromisso, ou rapaz que cochila no ônibus entre idas e vindas eternas. Diria que me intriga, se não fosse mentira. A verdade é que você me é estranha, e não por Narciso achar feio o que não é espelho, jamais encaixou em meu molde. Triste demais, seria responsável por meu suicídio. Teus arredores são verdes e acolhedores, mas não você, fria como o concreto que te abraça rudemente. Há um quê de aversão nas palavras que lhe digo, mas acredite no respeito que guardo em entrelinhas. Já te desenhei no meu diário, sonho de gente grande. Descartei logo em seguida, sonho de menina. 

G.

Growing Building



Loek Vugs, Artist, The Netherlands



When I think about the future I often think about architecture. I think it’s great when architects try to design eco-friendly buildings. Of course, this is allready happening right now, but I hope that for the future ‘eco-friendly’ will be considered as standard.


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Wenzel Hablik & the colorful dining room of his house in Itzehoe, Germany, 1923. 1 | ceiling before restoration. Photos Sönke Wurr. 4 | The room in 1926. © Wenzel-Hablik-Stiftung. Via Hablik Projekt.

Hablik was inspired by the bauhaus, and Walter Gropius was even a guest here, but his wife, the weaver Elisabeth Lindemann, got headaches in the room. In 1933 he did cover his work with a japanese sidewall.