umapequenagarotalouca

Ele me afastou um pouco para ver meu rosto.

– Ontem, quando eu ia tocar em você, você estava tão… hesitante, tão cautelosa, e no entanto ainda está assim agora. Eu preciso saber por quê. É porque eu cheguei tarde demais? Porque eu a magoei muito? Porque você deixou mesmo tudo para trás, como dei a entender que fizesse? Isso seria… muito justo. Não vou contestar sua decisão. Então não tente poupar meus sentimentos, por favor… Só me diga agora se você ainda pode me amar ou não, depois de tudo o que a fiz passar. Pode? – sussurrou ele.

– Que tipo de pergunta idiota é essa?

– Só responda. Por favor.

Eu fitei sombriamente por um longo tempo.

– O que sinto por você jamais vai mudar. É claro que amo você… E não há nada que você possa fazer com relação a isso!

—  Lua Nova

“Nesta direção”, disse o Gato, girando a pata direita, “mora um Chapeleiro. E nesta direção”, apontando com a pata esquerda, “mora uma Lebre de Março. Visite quem você quiser quiser, são ambos loucos.”

“Mais eu não ando com loucos”, observou Alice.

“Oh, você não tem como evitar”, disse o Gato, “somos todos loucos por aqui. Eu sou louco. Você é louca”.

“Como é que você sabe que eu sou louca?”, disse Alice.

“Você deve ser”, disse o Gato, “Senão não teria vindo para cá.”

—  Alice no País das Maravilhas
Uma vez, Jared abriu lentamente um pacote de Cheetos - cheio de ostentação com sempre -, e o cheiro forte de falso queijo em pó se espalhou pela caverna… delicioso, irresistível. Ele comeu devagar, deixando-me ouvir cada destina mastigação. (…)
Mas por alguma razão aquilo me pareceu hilariante – meu estômago ansiado aquele pequeno Cheeto –, e eu ri outra vez. Um sinal de loucura, certamente.
—  A Hospedeira