um perdido

Desde que você se foi, eu tenho estado perdido, sem um rumo. Eu sonho à noite e só consigo ver o seu rosto. Eu sinto tanto frio e anseio pelo seu abraço.
—  The Police.
Eu te amo porque todos os dias com você são dias bons. Porque até no dia que a gente briga, continua sendo um dia bom, pelo simples fato de ter você nele. E um dia sem você é um dia perdido. Eu te amo também pela vontade que eu sinto de te matar quando você se atrasa, mas esquecer disso no segundo que eu te vejo e só pensar em correr pros teus braços pra fugir desse mundo, ser só eu e você. E tá tudo bem, mesmo que tudo ao nosso redor não esteja bem, contanto que um tenha o outro, a gente dá um jeitinho e aguenta qualquer coisa. Eu te amo, não por mim, não por você, eu te amo por nós e por tudo que somos juntos.
—  Iolanda Valentim.
É no final da noite que tudo se complica, quero te contar das novidades, planos e realizações do dia mas não posso, já que você se foi e eu me sinto perdido como um peixinho fora d'água.
—  Os Devaneios de Adam Joseph-Fritz.
Tem muita gente que diz que a gente precisa primeiro ser completo pra depois completar o outro. Isso é mentira. Sempre falta algo, alguém, alguma coisa. Sempre. Nós nascemos com um pedaço perdido, solto e largado por aí. E isso é inevitável. Ninguém se suporta por inteiro: a gente precisa de uma mão que nos ajude a andar e a trilhar o caminho árduo da vida. E ao contrário do que muita gente também pensa, a nossa missão não é sair por aí perambulando para encontrar a metade da nossa laranja perdida. Isso também não é verdade, porque somos feitos de carne e essa carne pulsa, sente e sofre. Ser fruta é fácil. Difícil é encontrar outra alma que se encaixe, que seja, que fique. E achá-la não faz parte das regras do jogo, mas da sorte do acaso. Nós não somos inteiros porque não sabemos ser sós. Queremos ser sempre nós, no plural, ainda que isso dê um nó. E dá. Porque a gente, infelizmente, não se basta. E sente falta do outro que não tem nome, nem cheiro, nem telefone, mas que talvez exista e isso é suficiente pra nos manter na luta em busca de algo que nos torne plenos. E esse algo se chama amor. Porque amar, meu caro, não é ser um só: é ser em si e no outro. Amor não preenche, amor tira. Quanto mais a gente ama, mais carente a gente fica, feito rio que sempre seca, mesmo estando no inverno. Quem diz que quando ama muda, não sabe o que diz. Amor não muda ninguém. Amor nos aprimora. É como se fôssemos uma pedra bruta que precisa ser lapidada pra enxergar o mundo de um jeito mais bonito, mas o mundo permanece intacto. Quem o aperfeiçoa somos nós.
—  Capitule
Você está sozinho. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha. Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa? Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio. O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa. O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito. A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir “eu te amo” num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir “eu te amo” numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.
—  Martha Medeiros
Como foi transar com uma vítima de estupro

“Não conheci ela no jazz. A gente se conheceu numa viagem e, não, ela não era a menina frágil, desengonçada e de olhos assustados. Ela era mais velha que eu. Fodona. Me intimidava sem nem querer. Fazia eu me sentir bobo demais, novo demais. Tudo sem querer. Porque ela era doce. Absolutamente doce.
Um sorriso aqui. Uma coincidência forjada ali. Mais um sorriso. Uma música que os dois gostavam. Uma conversa mais sincera. Uma mais tonta. Uma mais ácida. Pronto. Ela já não era toda aquela inacessibilidade e nem eu toda aquela insegurança. Éramos sintonia pura, ao som de Alt-J, metendo o pé na estrada.
Quando percebi já tava claro pra mim que já tava claro pra ela que já tava claro pra nós dois. E na primeira oportunidade demos um perdido em todo mundo e fomos pra praia. Era noite. Um pouco frio. Pareciam quilômetros de areia até o mar. Mas o caminho foi leve e agradável. Embalado por toda aquela excitação do romance de verão.
Colocamos os pés na água e, como se tivéssemos atingido qualquer “linha de chegada”, que não tinha sido previamente combinada, nos olhamos e estávamos livres.
Do abraço meio torto se fez nosso primeiro beijo. Meu maior pecado romântico. Eu lembro de todo primeiro beijo apaixonado que dei na vida. De cada um. E o dela foi rápido, porque era bom e não queria nem tomar o ar pra dar o segundo.
A praia era imensa e absolutamente deserta. Então não demorou pros beijos ficarem mais herméticos e os movimentos dos corpos mais coordenados. Em minutos transformamos aquele lugar público em nosso universo privado e, tomando o mar e a areia como nossas quatro paredes, entramos telepaticamente em harmonia.
Foi quando minha respiração ficou mais rara e minha mão mais pesada que ela arrepiou pela primeira vez. Não um arrepio bom. Daqueles que abrem o caminho. Um arrepio incontrolável. Agudo. Frenético. Acompanhado duma imediata contorção de cada músculo do corpo e a recusa absoluta do meu toque.
Não perguntei. Não era exatamente igual a outras situações que já tinha vivido mas, também, não exatamente diferente. Aquela reação podia ter milhares de motivos e só me restava tirar a mão e respeitar, seja lá qual fosse o recado que ela tava me passando.
Não paramos. E tudo chegou de novo ao mesmo lugar. Cheio de vontade, meio receoso mas, meio influenciado por ela, repeti o mesmo movimento de antes. Um pouco mais suave e devagar. A reação foi igual. Ainda mais intensa.
Eu teria entendido o recado desta vez. Teria guardado minha mão boba bem longe das intimidades dela e voltado a curtir todos os outros prazeres daquele momento. Mas não existiam mais prazeres. Eu olhei pro rosto dela e vi tudo, menos prazer. Parecia decepção. E medo. E raiva. E nojo. E mágoa. E milhares de outras coisas todas no mesmo rosto contraído, que desviava constantemente o olhar.
Pode parecer aqui, contando, que tudo aconteceu muito rápido mas, embora nossos flertes não tenham durado mais do que dois dias, a gente tava tão disposto a viver aquilo que, juntos, era um amor e uma entrega sem idade. Os dois abertos um pro outro numa consciente e intensa ilusão. Tínhamos até uma música pra chamar de “nossa”.

Então, dessa inusitada, mas tão natural, intimidade, perguntei se tinha alguma coisa que ela queria me contar. E sem nenhum rodeio. Sem preliminares ou frases de efeito que ajudam o interlocutor a se preparar pra algo que ele não está esperando, ela disse: “Eu fui estuprada”.
Como agora, não soube o que falar na época. Minha reação foi um olhar de silêncio absoluto e não faço ideia quanto tempo demorei pra voltar. Aqui, neste texto, dois dias. O último parágrafo foi escrito dois dias atrás. Porque, até hoje, não sei exatamente como lidar com aquele momento. São quase 50 mil estupros por ano no Brasil. Um a cada 11 minutos e, com vinte e tantos anos, eu ainda não tinha ouvido esta frase da boca de qualquer mulher.
O silêncio foi interrompido por “não transo há dois anos” e, quem sabe, um “desculpa”. Não tenho certeza sobre o desculpa. Espero que ela não tenha dito isso. Só sei que nunca falei uma palavra sobre o assunto. Nem um “sinto muito”. Não que eu me lembre. Lembro só destas duas frases dela e, quando minha memória religa, já estamos novamente nos beijando.
Como disse, eu tinha vinte e tantos anos. Hoje tenho vinte e muitos. O que significa que sou um exemplar de homem que aprendeu muita coisa já influenciado pela disponibilidade e efemeridade da internet. Inclusive sexo. Não posso reclamar da minha vida sexual “real” e de tudo que aprendi com ela, mas também não posso negar que, muito antes dela começar, a Silvia Saint e o Rocco já tinham me ensinado “tudo que eu tinha que saber”.
Passei, então, a tomar os angustiantes arrepios dela como balizadores das minhas ações. Tava claro que ela não queria que eu parasse. Tava claro que ela não sabia como não me parar. E tava ainda mais claro que eu não fazia ideia de como lidar com aquilo. Segui com o cuidado e o despreparo da minha primeira vez. Mas com muito mais medo.
Aos poucos, bem aos poucos mesmo (foi uma longa noite), enquanto as barreiras dela iam caindo, dentro de mim ia se formando uma angustia sem tamanho. Cada movimento que eu fazia, que claramente despertava nela o trauma do estupro, revelava em mim o meu próprio estuprador. Era didaticamente clara a distinção entre carinho e violência. Assustadora a naturalidade como a violência estava cravada nos meus movimentos, e desesperadora a revelação, aos poucos, do que eu havia me tornado.
No meu imaginário, um estupro é o momento onde o homem age o mais próximo da sua irracionalidade sexual. Como não existe ali uma relação de troca, em absoluto, ele simplesmente reproduz aquilo que ele quer, como ele quer, sem nenhuma consideração pela pessoa estuprada. Sendo assim, mesmo sem ela me contar, eu soube exatamente o que o estuprador tinha feito. Como o estuprador tinha feito. Porque eu também reproduzi algumas dessas mesmas ações.
Em algum momento nos deitamos. Tinha chegado a hora. Até ali haviam sido apenas preliminares. Nos olhamos, mas não conseguimos sair do olhar. Ninguém ousava dar o primeiro passo. O som do mar não nos trazia paz suficiente. Ela então estendeu a mão, alcançou o celular, colocou um fone de ouvido em mim e um nela, e deu play na nossa música.
Enquanto transávamos, ela em cima e eu em baixo (isso nunca foi tão significativo), cheguei a pensar “nossa, eu to libertando ela”. Que narciso engano. Foi só reparar pra perceber que ela tava se libertando sozinha, e tinha simplesmente me permitido compartilhar desse momento.
Talvez o prazer mais negado à todas as mulheres, das fisicamente mutiladas na África às psicologicamente mutiladas no ocidente, ela se permitiu gozar. Eu observei. E como se tudo aquilo já não fosse mágico o suficiente, exatamente no mesmo momento em que ela gozava, uma onda quente, que não veio nenhum momento antes, e não voltaria nenhum momento depois, lavou nós dois.
A gente gargalhava, meio desesperados, enquanto tentava salvar os celulares. Foi inacreditável na hora, é inacreditável sempre que eu me lembro, e com certeza vai ser inacreditável pra você que tá lendo. Mas foi isso. Sou cético. Acredito mais no Carl Sagan que no Prem Baba. Mas foi isso. Seja Iemanjá ou só uma coincidência muito, mas muito, certeira. A onda veio, e lavou nossas almas.
Agora, por que eu tô contando essa história pra você? Porque alguns dias atrás saiu aquela pesquisa do Datafolha que revelou que uma em cada três pessoas culpa a mulher pelo seu próprio estupro. Um número que ilustra e da argumentos pra algo que todo mundo já sabia, mas escolhia ignorar.
O que a pesquisa não revelou é que três em cada três de nós carrega a cultura do estupro fundida na pele, no jeito de ser, no jeito de pensar. Todos nós reproduzimos o estupro e consumimos o estupro. Nas capas de revista, nos ângulos constrangedores das câmeras de programas de auditório, no pornô de WhatsApp, no terror psicológico dos pais que não dão liberdade pra filha, no terror psicológico dos pais que forçam as liberdades do filho.
Estou contando essa história porque a gente precisa lembrar que não basta não estuprar. Isso é meio óbvio demais. O que não tá óbvio é que pra acabar com os estupros precisamos questionar profundamente nossos modelos de relação. Evoluímos muito, mas a mulher ainda é um pedaço de carne girando no forno de calçada da padaria. E o homem ainda é o cachorro faminto que baba enquanto observa.
Não sei tudo sobre cultura de estupro. Não sou exatamente a melhor pessoa pra ficar aqui te explicando o que fazer ou não pra se empoderar sobre esta questão. Mas sei que quando ouvi esses números no jornal, de certa forma, eu tava ali e, admita, você sabe que também está. Então pare de se eximir da culpa, simplesmente por nunca ter efetivamente estuprado uma mulher, e se inclua na solução. Porque este texto demora em média sete minutos pra ser lido, e ainda te sobraram quatro antes do próximo estupro.

Olhando em seus olhos, percebi que havia um cílio perdido ali, solto. Coloquei no dedo — e eu que nunca fui supersticiosa — pedi que ele encostasse o seu dedinho também, para juntos fazermos um pedido. E eu só conseguia imaginar o quanto eu queria pedir para ter ele todos os dias da minha vida.
—  Bianca Menezes.

no caso de você precisar escutar/ler isso hoje:

você não é um fracasso.
você não é um caso perdido.
você não precisa se machucar.
você não precisa ter medo.
você é necessário.
você é amado.
você não está sozinho.
eu acredito em você.

O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.
—  Martha Medeiros.
Temos que viver para Cristo, servir a Cristo e deixar Ele ser o centro de tudo na nossa vida, temos que diminuir a cada dia e deixar Ele crescer, temos que parar de agir como inconsequentes, como covardes e birrentos diante de alguma dificuldade, as vezes nos lamentamos por tão pouco e nos esquecemos que tem alguém lá fora ou até mesmo ao nosso lado morrendo espiritualmente. Deus nos mostra a cada dia que a palavra dEle está se cumprindo, e não é mais hora de brincar, de julgar, de apontar o dedo na cara, é tempo de parar, pensar, jejuar, orar e buscar por cada um que ainda está perdido. Não há mais tempo para julgamentos e ascepções, é tempo de orar e chorar junto com quem precisa, é tempo de vigiar a cada segundo, é tempo de obediência e reverência perante Deus, e dentro da casa dEle, e é o que Ele nos diz na sua palavra: Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Temos que deixar o Espírito dEle habitar em nós, e deixar tudo que não provém dEle sair. Devemos praticar o orar sem cessar. Estámos vivendo uma geração em que muitos quer milagre, cura, providência, mas poucos querem buscar o dono do milagre. Poucos querem buscar a face do eterno. Ultimamente temos orado, uma oração repetina, aquela que você já decorou em sua mente, já sabe tudo o que vai falar, sempre as mesma coisas. Tá na hora de buscar mais de Deus, de busca preenchimento com o Espirito Santo, preenchimento com a palavra, e renovar nossas orações. Deixa o desejo da carne de lado, e da preferência ao Espirito. É tempo de buscar, de se arrepender. Na palavra do Senhor diz: Eis que estou a porta e bato. A questão é, você vai deixar Deus entrar e fazer morada ou vai deixar ele batendo sobre sua porta?
—  Falando sobre Deus - Sabrina Santana e Alef Santos
Status: The Vampire Diaries 🍷

• “Eu te amo, Elena. É porque a amo que… Não posso ser egoísta com você. Você não merece isso. Eu não a mereço, mas meu irmão merece.”
- Damon Salvatore

• “Eu já fiquei apaixonado. É doloroso e sem sentido e as pessoas dão uma importância exagerada para isso.”

• “A morte acontece. Nós viemos e vamos. Quanto mais cedo for, melhor"

• “Nunca esquecerei, o que é ser humana. Isso me assusta. A única coisa que me faz continuar.”

• Quando a gente perde alguém ele fica com a gente, pra lembrar sempre como é fácil se magoar.

• O que eu estou fazendo é me esconder da verdade. E a verdade é que eu estou com medo, medo de me deixar ser feliz por um momento, ai o mundo inteiro desabar e… E eu não sei se vou conseguir superar.

• Levantar da cama é perigoso hoje em dia, mas precisamos viver

• Se eu me permitir sentir alguma coisa, tudo que eu sinto é dor

• Quando as pessoas veem bondade, esperam por ela. E eu não quero ter que viver com as expectativas de ninguém.

• Querido diário, eu não poderia estar mais errada, eu achei que conseguiria sorrir e seguir em frente, fingir que esta tudo bem. Mas estava enganada, as coisas ruins ficam com você, elas seguem você. Não da pra escapar, por mais que se queira.

• Agora eu entendo. Desligar tudo que sente é trapaça. Ao fazer um muro e bloquear tudo que te faz ser o que é, você acha que nada mais te afeta, nada importa. Mas na verdade, importam sim. Certas coisas não podem ser desfeitas.

• Vá em frente ria da moça que ama facilmente(…)

• Querido Diário, eu sobrevivi ao dia. Devo ter dito “Eu estou bem, obrigada” pelo menos 37 vezes, e eu não quis dizer isso uma vez sequer. Mas eu notei, quando alguém diz “Como você está?”, eles realmente não querem uma resposta.

• “E se soubesse que tudo ia ficar bem no final, não me importaria em nada com o que acontece agora. Mas é horrível passar um dia depois do outro sem ter certeza de nada.”

• “ Mas é horrível passar um dia após o outro sem ter certeza de nada. ”

• “Nós escolhemos o nosso próprio caminho. Nossos valores e nossas ações, eles definem quem nós somos.”

• “Já esteve tão envolvida com alguém, que simplesmente teve seu coração arrancado por ele?”

• “O amor é uma droga. Talvez a pior de todas. Ela distorce a nossa visão do mundo.”

• “Quando perguntam “Como você está?” na verdade não querem uma resposta.”

• “Se é realmente amor, então não é para sempre, é pra eternidade.”       

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O fato é que nós dois nos merecemos. Você não presta e eu também não. Isso explica o fato daquela conversa que era tão inocente ter terminado com minhas pernas na sua cintura e minhas costas nuas grudadas na parede do seu quarto. E é assim desde quando? Nem ao menos lembro quando nossos polos começaram a se atrair tanto. Será que foi desde o primeiro carinho mais ousado ou daquela sua indireta bem direta? O fato é que estamos aqui de novo, depois de dizer que não beberíamos mais dessa água. É meu bem, nós dois deveríamos saber que tais juras não funcionam muito bem com a gente. Quando você sabe tão bem quanto eu o quanto minha boca tem sede da sua, o quanto minhas curvas se encaixam e aceitam bem tudo que você tem aí para me dar, o quanto suas mãos deixam rastros de fogo quando sobem pelas minhas coxas, o quanto nossos carinhos se procuram entre si. Tudo bem, eu aceito isso. Eu aceito não prestar contigo. Desde que no final seja eu e você perdidos um no outro, perdidos na sincronia, na confusão, na sintonia, no sono, nos braços, nas pernas, no colo, no abraço, na vida.

Nanda Marques.

Eu queria poder dizer para você que vai passar, que amanhã tudo vai amanhecer lindo e arrumado. Mas, você e eu sabemos, que não é assim. Sabemos que amanhã vai amanhecer meio cinza, com a sensação de que passou um caminhão por cima do corpo, com os olhos meio inchados, e com um olhar triste e perdido, mas se doer demais tente olhar em outra direção, sei lá quem sabe olhe pro alto. Vai ser difícil querer levantar, mas tem tanta coisa ainda pra ser vivida, tanta coisa pra poder ver… Tente sorrir, mesmo que seja um sorriso triste, porque mesmo assim ainda vai ser seu sorriso.
—  Sobre meu fim.