um num num

Não adianta sonhar bonito se não mover as pernas e correr atrás dos seus sonhos. Jogar pedras muitos irão jogar, mas isso não pode ser motivo pra te parar. O que mais existe são “destruidores de sonhos”, e cabe somente a você proteger e lutar pelo que é importante na sua vida.
—  Um coração valente
para você que tem um grito no olhar

você é lindo.
é lindo como o azul que mora em ti.
 mas o tempo leva tudo.
e esse tempo que te levou pra longe foi o suficiente para criar um pedaço de ti em meu eu.
parece exagero.
mas somos um exagero num mundo corrido,
                num mundo de pessoas ligeiras onde tudo se aglomera.
ao estar perto de ti e ao sentir aquela ausência que doeu,
eu percebi o quão vulnerável sou a detalhes.
e essa coisa que eu tenho, que a gente tem em despejar a solidão num outro ser,
é corrosiva e cansa.
tu foi bonito em mim mas se foi.
e eu sorrio ao lembrar da tua pele na minha.

anonymous asked:

🍺 /mozona

🍺  to kiss your muse while drunk

Ficar inebriada não era algo que Nyssa se permitia fazer com frequência, muito menos num local público, mas naquela noite estava abrindo uma excessão. Sara havia insistido para que fossem ao Oceana Nightclub dançar e não era como se a morena conseguisse dizer não para a namorada. Yes, she was Nyssa Al Ghul, Heir to Demon… and so whipped when it came to Sara.

Estava no bar esperando as bebidas quando observou um rapaz – aparentemente um frat boy – aproximar-se de Sara na pista de dança e começar a flertar. A morena sabia que não precisava se preocupar – Lance era mais do que capaz de lidar com as investidas – mas mesmo assim Nyssa sentiu uma onda de ciúmes ao vê-lo tão próximo de sua Beloved. O homem relutantemente se afastou ao ser rejeitado, porém visivelmente contrariado e nervoso. Nyssa o seguiu com o olhar quando ele começou a assediar um grupo de garotas mais jovens e puxou uma loira para perto, logo ganhando a companhia dos prováveis amigos de fraternidade.

Um dia ela e Sara conseguiriam ir a um bar e não arrumar briga. Um dia. Mas não aquele.

Nyssa chegou primeiro, afastando o homem da jovem que parecia assustada. Foi o suficiente para os outros rapazes ficarem ofendidos. De relance, viu Sara se aproximar e basta dizer que a luta não durou muito. Certificaram-se de que as moças estavam bem e deixaram o clube antes que precisassem prestar contas para os seguranças. 

– We should really stop getting into bar fights. –  Disse em um tom levemente divertido ao pararem no beco próximo clube, protegidas pelas sombras. Sara estava com aquele sorriso orgulhoso e irresistível de quem faria tudo novamente. Talvez fosse o excesso álcool, a adrenalina, o ciúmes ou uma mistura dos três, mas Nyssa não conseguiu resistir a selar seus lábios com os de Sara ali mesmo num beijo urgente. Prensou a loira contra a parede, a respiração ofegante. Começou a traçar uma linha de beijos no pescoço da outra, demorando-se num lugar que sabia ser especialmente sensível. – Home. Now.

Desculpa, eu pareço mais irritante que o normal, mas é que nunca tinha saído no jornal ou ficado tão famoso na Internet. Na verdade eu nunca fui famoso na internet, o que é até que bem normal, mas cada vez que eu leio “policial de Nova York salva mais de trinta vidas ao evitar um assalto” ou ouvir alguém dizer um “você é o policial que salvou o pessoal no banco!” me faz ficar feliz e saber que estou fazendo o certo em ser policial…

Carlota

Desatas o corpete, e abres o seio,
Como a cecém a virginal corola,
Depois o teu olhar, cantando, rola,
Dando as voltas sublimes de um gorjeio,

Num ritornello, num suave enleio,
Que em doidas festas teu filhinho enrola,
E cais num largo e fundo devaneio,
Que te unindo a ele só, do mais te isola.

Como ao vento, que passa, a luz de um círio,
Vendo o teu rosto, que um luar desbota,
Teus peitos brancos, como o cacto ou o lírio,

Treme minha alma de emoção ignota,
E então compreendo Werther em delírio
Ante a imagem serena de Carlota…

Luís Delfino

Vai beijando a minha boca, tirando a roupa, como se fosse a primeira vez e vai rolando um sentimento, num movimento, num carinho que a gnt fez

Não era do feitio de Donghyun deixar uma festa passar batido, principalmente uma como aquela, então não era muita surpresa o rapaz estar se divertindo mesmo depois de tudo que havia passado mais cedo. A camisa branca já havia sido arrancada do corpo, mais pela sala onde ficava o aparelho de karaokê ser bem aquecida, mas a jaqueta permanecia contra o corpo e enquanto cantava com a voz um tanto arrastada pela bebida, até que o fazia melhor do que realmente ouvia - desde que precisou cantar em uma das provas do reality, havia treinado o suficiente para não ser tão horrível no que havia se proposto a fazer. ㅡ I may be crazy, don’t mind me. Say: boy, let’s not talk too much, grab on my waist and put your body on me. ㅡ Não que levasse à sério a forma que cantava, mas era Donghyun e quem se surpreenderia se ele apontasse para x outrx enquanto cantava? Ninguém, por isso mesmo o fez.