ultimatos

Oi, eu sei que pelo tamanho do texto você vai pensar que isso aqui é sobre amor, amizade ou algum tema clichê, mas não é. Isso aqui não é uma carta, um ultimato, um pedido de demissão e muito menos uma declaração de amor. Isso aqui sou eu desistindo de você! Eu sinto muito, mas eu sinto. Eu sei que eu sempre fiz, senti e insisti, eu sei. É que quando se trata de você, eu insisto. Eu tô correndo atrás faz um tempinho (e foi a maior maratona que já fiz na minha vida), mas você me venceu pelo cansaço. Eu cansei. Imagino o quanto deve ter sido chato pra você ter alguém como eu implorando a sua atenção, mas desculpa, é que quando a gente gosta, a gente faz esse tipo de coisa. Mas pô, eu tava aqui, quietinho, comendo nos meus horários errados, indo pra faculdade, assistindo as piores aulas do mundo e chegando em casa cansado, você tinha mesmo que aparecer pra mudar tudo isso? Mas é aí que você pensa “mas quem apareceu foi você!”, e eu concordo, eu que apareci. E eu me arrependo amargamente por isso. Eu que fiz essa burrada de te procurar (mas por desencargo de consciência, eu pensei que a gente ia conversar uma horinha, talvez ficar e nunca mais íamos nos ver na vida) – mas isso não importa! Não importa já que foi um “oi” tão inocente da minha parte que parece que eu sabia que eu ia estar aqui escrevendo isso tudo só pra dizer que eu fui otário por todo esse tempo que eu perdi ficando feliz por ter te conhecido. Parece que eu sabia que depois de uma semana de conversas contigo eu já estaria andando na rua sorrindo (e às vezes eu me pegava planejando futuros tão absurdos, que você nem imaginaria) Futuros contigo. E doía. Doía saber que seria difícil conquistar tudo aquilo (digo, você). Doía saber que se eu te ganhasse, seria filha da putamente difícil pensar em te perder. Doía saber que eu não poderia deixar você ser meu chão, já que, sem você, eu cairia. Doía tanto, doía tudo, mas eu gostava. E confesso, eu ainda gosto. Se você tiver realmente lendo isso sem pular partes ou sem pensar “meu Deus, que menino chato”, eu quero te dizer que não é tão surreal quanto você pensa. Gostar, se apaixonar, amar, sabe? Sentir é fácil. Sentir é como jogar xadrez, todo mundo pensa que é difícil, mas dá pra aprender em 5 minutos (e por ironia da vida, eu não sei jogar xadrez). Eu sei que você não pensa em mim durante o seu dia, eu sei que você nunca comentou sobre mim com os seus amigos, eu sei que você não sente vontade de abrir mão de alguma coisa por mim, eu sei. Ah, eu também sei que você me acha um cara legal e que você sente um carinho diferente por mim, você já me disse isso – aliás, me disse que sentia muito mais que isso –, só que sei lá, eu não sinto só esse carinho básico que você me dá. Eu sinto mais. Eu sinto muito. E quando se trata de você, eu desisto.
—  Aleff Tauã.
ENTREVISTA COM MARCOS ALMEIDA

TRECHOS DA ENTREVISTA CONCEDIDA AO PORTAL ULTIMATO

O músico Marcos Almeida tem 32 anos e é um dos fundadores da banda Palavrantiga. No auge do reconhecimento da banda, na qual Marcos era o vocalista, ele afastou-se para um período sabático. Marcos voltou aos palcos, mas desta vez sozinho como o projeto “Eu, Sarau”. Nesta entrevista ao Portal, o músico fala sobre sua saída do Palavrantiga, seus projetos como blogueiro e escritor, a relação dos evangélicos com a cultura popular, os muitos tipos de “brasis” e os dilemas da juventude atual.

Portal Ultimato - Além de compor, você escreve. Tem um blog chamado Nossa Brasilidade. No blog você fala sobre MPB, cultura, espiritualidade, etc. Entre tudo o que você escreve lá, que mensagem principal quer transmitir?

Marcos Almeida - Que ao olhar para a cultura popular devemos trocar o desígnio da nossa busca. Quero olhar para a cultura buscando encontrar Deus! É que tem muita gente fixada em encontrar o diabo no mundo, mas Deus, onde está? Confinado no Templo dos Desejos, procurando ser reverenciado em seu confinamento, enquanto seus fieis, que têm por sagrado apenas o litúrgico, levam uma vida qualquer no mundo? Se estão procurando o diabo na cultura, fiquem sabendo que estou procurando Deus. E olha, tenho visto a sua presença na rua e isso assusta a minha religião e amplia a minha teologia. Não só isso! A presença de Deus, da espiritualidade no canto popular, transbordando na canção brasileira, abre um precedente - vamos dizer assim - para uma inédita intromissão cultural vinda daqueles que não abrem mão de expressar sua fé na arte e que também desejam cantar sobre temas mais amplos que o litúrgico pode comportar.

Portal Ultimato - Você é cristão evangélico, e deixa isso claro. Mas, ao mesmo tempo, dialoga muito com a música popular brasileira. Você acha que ainda há muitos muros entre os cristãos evangélicos e a MPB?

Marcos Almeida - Já disse que tem gente fixada em ver o Coisa-Ruim no mundo, e, como diz minha avó, quem procura acha. Tento mostrar que esses muros que você fala, estão sobre o mesmo chão da vida real. Temos diferenças e similaridades. Mas existe um lugar que sustenta todos nós, a dádiva! Esse é o ponto de partida. Antes de pensar nos muros, é preciso pensar no chão. Uma teologia do chão. Do Salmo 50.12: “Pois o mundo é meu, e tudo o que nele existe”. Um olhar para o todo, porque quem se fixa na parte, fica partido.

Portal Ultimato - Como você vê a igreja evangélica brasileira hoje?

Marcos Almeida - Não existe uma igreja evangélica brasileira. São muitas. Não consigo generalizar. Posso falar da minha.

Portal Ultimato - Seu público maior é a juventude, certo? Qual sua leitura da juventude brasileira hoje (e, em especial, da juventude evangélica)?

Marcos Almeida - Olhando para o público que partilha das coisas que faço, seja no Sarau, no Culto&Cultura ou na rede, percebo que parte dele tem se ocupado em duas duas ações; alguns estão batalhando para resistir à cultura gospel e, como um desdobramento disso, outros estão abraçando uma aristocracia “hipster” secularizada. Tanto um quanto o outro ainda não sabe direito o que é, qual a sua identidade. São cristãos mas não querem ser “gospel”. São cristãos, mas preferem a estética “hispster”, mesmo que ela negue certos valores inegociáveis da ortodoxia cristã. É um grande dilema que a juventude terá que resolver: a relação entre significado e verdade. Pode existir significado sem verdade? É válido abraçar significados vazios de verdade? Além disso, é um dilema de comunicação: ok, você está rejeitando a fórmula de comunicação gospel, mas como comunicar-se sem ela? Acredito que parte do interesse deles pelo meu trabalho se dá porque também estou tentando responder essas questões.

Para ler a entrevista completa, clique aqui. Vale muito a pena!

Oi, eu sei que pelo tamanho do texto você vai pensar que isso aqui é sobre amor, amizade ou algum tema clichê, mas não é. Isso aqui não é uma carta, um ultimato, um pedido de demissão e muito menos uma declaração de amor. Isso aqui sou eu desistindo de você! Eu sinto muito, mas eu sinto. Eu sei que eu sempre fiz, senti e insisti, eu sei. É que quando se trata de você, eu insisto. Eu tô correndo atrás faz um tempinho (e foi a maior maratona que já fiz na minha vida), mas você me venceu pelo cansaço. Eu cansei. Imagino o quanto deve ter sido chato pra você ter alguém como eu implorando a sua atenção, mas desculpa, é que quando a gente gosta, a gente faz esse tipo de coisa. Mas pô, eu tava aqui, quietinho, comendo nos meus horários errados, indo pra faculdade, assistindo as piores aulas do mundo e chegando em casa cansado, você tinha mesmo que aparecer pra mudar tudo isso? Mas é aí que você pensa “mas quem apareceu foi você!”, e eu concordo, eu que apareci. E eu me arrependo amargamente por isso. Eu que fiz essa burrada de te procurar (mas por desencargo de consciência, eu pensei que a gente ia conversar uma horinha, talvez ficar e nunca mais íamos nos ver na vida) – mas isso não importa! Não importa já que foi um “oi” tão inocente da minha parte que parece que eu sabia que eu ia estar aqui escrevendo isso tudo só pra dizer que eu fui otário por todo esse tempo que eu perdi ficando feliz por ter te conhecido. Parece que eu sabia que depois de uma semana de conversas contigo eu já estaria andando na rua sorrindo (e às vezes eu me pegava planejando futuros tão absurdos, que você nem imaginaria) Futuros contigo. E doía. Doía saber que seria difícil conquistar tudo aquilo (digo, você). Doía saber que se eu te ganhasse, seria filha da putamente difícil pensar em te perder. Doía saber que eu não poderia deixar você ser meu chão, já que, sem você, eu cairia. Doía tanto, doía tudo, mas eu gostava. E confesso, eu ainda gosto. Se você tiver realmente lendo isso sem pular partes ou sem pensar “meu Deus, que menino chato”, eu quero te dizer que não é tão surreal quanto você pensa. Gostar, se apaixonar, amar, sabe? Sentir é fácil. Sentir é como jogar xadrez, todo mundo pensa que é difícil, mas dá pra aprender em 5 minutos (e por ironia da vida, eu não sei jogar xadrez). Eu sei que você não pensa em mim durante o seu dia, eu sei que você nunca comentou sobre mim com os seus amigos, eu sei que você não sente vontade de abrir mão de alguma coisa por mim, eu sei. Ah, eu também sei que você me acha um cara legal e que você sente um carinho diferente por mim, você já me disse isso – aliás, me disse que sentia muito mais que isso –, só que sei lá, eu não sinto só esse carinho básico que você me dá. Eu sinto mais. Eu sinto muito. E quando se trata de você, eu desisto.

Oi, eu sei que pelo tamanho do texto você vai pensar que isso aqui é sobre amor, amizade ou algum tema clichê, mas não é. Isso aqui não é uma carta, um ultimato, um pedido de demissão e muito menos uma declaração de amor. Isso aqui sou eu desistindo de você! Eu sinto muito, mas eu sinto. Eu sei que eu sempre fiz, senti e insisti, eu sei. É que quando se trata de você, eu insisto. Eu tô correndo atrás faz um tempinho (e foi a maior maratona que já fiz na minha vida), mas você me venceu pelo cansaço. Eu cansei. Imagino o quanto deve ter sido chato pra você ter alguém como eu implorando a sua atenção, mas desculpa, é que quando a gente gosta, a gente faz esse tipo de coisa. Mas pô, eu tava aqui, quietinho, comendo nos meus horários errados, indo pra escola, assistindo as piores aulas do mundo e chegando em casa cansado, você tinha mesmo que aparecer pra mudar tudo isso? Mas é aí que você pensa “mas quem apareceu foi você!”, e eu concordo, eu que apareci. E eu me arrependo amargamente por isso. Eu que fiz essa burrada de te procurar (mas por desencargo de consciência, eu pensei que a gente ia conversar uma horinha, talvez ficar e nunca mais íamos nos ver na vida) – mas isso não importa! Não importa já que foi um “oi” tão inocente da minha parte que parece que eu sabia que eu ia estar aqui escrevendo isso tudo só pra dizer que eu fui otário por todo esse tempo que eu perdi ficando feliz por ter te conhecido. Parece que eu sabia que depois de uma semana de conversas contigo eu já estaria andando na rua sorrindo (e às vezes eu me pegava planejando futuros tão absurdos, que você nem imaginaria) Futuros contigo. E doía. Doía saber que seria difícil conquistar tudo aquilo (digo, você). Doía saber que se eu te ganhasse, seria filha da putamente difícil pensar em te perder. Doía saber que eu não poderia deixar você ser meu chão, já que, sem você, eu cairia. Doía tanto, doía tudo, mas eu gostava. E confesso, eu ainda gosto. Se você tiver realmente lendo isso sem pular partes ou sem pensar “meu Deus, que menino chato”, eu quero te dizer que não é tão surreal quanto você pensa. Gostar, se apaixonar, amar, sabe? Sentir é fácil. Sentir é como jogar xadrez, todo mundo pensa que é difícil, mas dá pra aprender em 5 minutos (e por ironia da vida, eu não sei jogar xadrez). Eu sei que você não pensa em mim durante o seu dia, eu sei que você nunca comentou sobre mim com os seus amigos, eu sei que você não sente vontade de abrir mão de alguma coisa por mim, eu sei. Ah, eu também sei que você me acha um cara legal e que você sente um carinho diferente por mim, você já me disse isso – aliás, me disse que sentia muito mais que isso –, só que sei lá, eu não sinto só esse carinho básico que você me dá. Eu sinto mais. Eu sinto muito. E quando se trata de você, eu desisto.

homo bellicus

este mundo cão não dorme, aqui vive-se
em profunda melancolia, esse lado simpático da dor
nunca se sonhou tanto e no entanto nunca se  
esventraram tantas almas
nunca se apagaram tantas pontas de cigarro nos olhos
na pele  
nunca se morreu tão devagar
deifica-se o desejo em casa depois de o ver na rua
e à hora do jantar em frente ao televisor
frusta-se o peito de não respirar
todo o ar que se quis ter
são insípidos os cenários
porque tudo se acinzenta
e tudo se despurifica  
quando o sonho é visto com a cor das fábricas
entendido como o mesmo quotidiano das  
engrenagens  
que poema haverá então para escrever?
escreve-se este, outro, outro que nada diz
este repetido
em lisboa um poeta virou os olhos para dentro do  
corpo
vive de si  
e não morre
mas para quê?
para quê escrever
se já não há máquina que se humanize?  
apaguem  
apaguem a bondade dos dicionários
assumam que da ponta das canetas só podem sair
cheques carecas
ultimatos para a guerra  
poemas que destruam outros poemas
assumam de vez
que tudo isto é escuro
e que já não é grave
ter-se perdido toda a paixão  
não é grave guerra ter-se tornado substantivo certo
não é grave morrer sem milagres  
nenhum livro pode oferecer a redenção
nenhuma geografia nos salva
quantos povos atravessaram o indu kush  
a caminho da guerra
até alexandre
procurou o sonho guerreando
não havia como não o fazer  
assim é com todos os homens

Bourne: Matt Damon fala sobre o quinto filme da franquia

Durante entrevista ao BuzzFeed News, Matt Damon falou mais sobre quinto filme da franquia Bourne. O ator estrelou os três primeiros longas da série, A Identidade, A Supremacia e O Ultimato Bourne. Segundo Damon, os longas anteriores tratavam do mundo durante o governo de George W. Bush e por isso era necessário esperar as coisas mudarem para ver o que o personagem ainda tem a dizer nos dias de hoje.

“Sem entregar muito, o filme é sobre Bourne passando por uma Europa austera pós-Snowden (Edward Snowden, ex-funcionário da NSA que ficou famoso por revelar os esquemas de espionagem dos EUA). É como se tudo tivesse mudado o suficiente com esses argumentos atuais sobre espionagem, liberdade civil e democracia”, explicou o ator.

Além disso, Damon também afirmou que o novo filme vai começar na Grécia e terminar em Las Vegas. No elenco estão Tommy Lee Jones, Alicia Vikander e Julia Stiles. A previsão de lançamento é 29 de julho de 2016.

“Il teatro di Andromeda, opera dello scultore e pastore Lorenzo Reina, si trova a Santo Stefano di Quisquina (AG), Sicilia. Ultimato nel 2011 dopo 20 anni di lavoro, è stato costruito con le pietre raccolte durante i periodi della transumanza.” Domus

Hoje posso dizer que eu sei exatamente o que eu quero, e você, não tem nem ideia do que seja. Optei por não levar nada a sério além d’eu mesmo, optei por não esperar que respondam minhas mensagens na hora e claro, optei por não precisar viver à base de relacionamento. Escolhi me afastar do meu passado, quero novidade, quero crescer na vida, mas fiz questão de não me esquecer de nada, nem mesmo daquela briga que foi o nosso ultimato. Posso dizer também, que não estou com medo de me apaixonar novamente. O que eu passei, só me serviu para me mostrar que quem anda comigo nem sempre é meu amigo e que se entregar à uma pessoa por inteiro tem as suas conseqüências. Não estou disposto a pensar demais daqui pra frente, só quero pensar em mim e isso não me torna alguém egoísta. Não tenho a intenção de dar o troco em ninguém e o desejo de vingança não subiu a minha cabeça por que eu realmente acredito tudo que vai volta e que a vida, provavelmente, vai dar uma lição muito maior do que qualquer coisa que eu pense em fazer para me vingar. Que o Nego do Borel me desculpe, mas ficar sozinho não dá caô. Ficar sozinho é uma dádiva, ficar sozinho é só pra quem é forte o suficiente para assumir uma vida livre de pesos-mortos que não acrescentam em nada, e como diria Isabela Freitas, eu não preciso estar acompanhado para ser feliz, afinal, eu nasci sozinho — e adivinha??? Não teve caô no meu nascimento. Meu amor está guardado para quem merece de verdade, estou nem aí para as ofensas por que aprendi — na marra — a só me importar com as críticas construtivas. Hoje, consigo me ver mais como eu do que como nós, estou me sentindo livre, me sentindo capaz, me sentindo de bem com o mundo. Percebi que sofrer por amor é passageiro e que cultivar raiva dentro de mim só me faz ficar cada vez pior. Sentirei sua falta tanto quanto uma criança sente a falta do seu cobertorzinho de dormir, mas eu tenho que seguir em frente com a minha vida, por que ficar parado esperando que as coisas aconteçam é para trouxas. Eu amadureci e a vida me ensinou uma bela lição: Antes de viver pelos outros, é necessário viver por si mesmo. Chegou a minha hora de crescer e sabe, garotos crescidos não choram.
—  Renan Firmino
Domani a Palermo prime sepolture dei 52 migranti morti nella stiva

Palermo, 31 ago. (askanews) - Saranno seppelliti domani a Palermo alcuni dei migranti, morti nella stiva di un barcone nel Canale di Sicilia, e giunti nel capoluogo siciliano giovedì scorso.
Su autorizzazione della Procura si procederà domani alla tumulazione dei primi sei corpi, per i quali è stata effettuata l'identificazione.
Le altre 46 salme, su richiesta della Procura della Repubblica, resteranno a deposito fino al 15 settembre per permettere la eventuale identificazione da parte di partenti o conoscenti delle vittime.
“E’ un ulteriore atto di rispetto per questi uomini e donne morti tentando di raggiungere l'Europa quello di avere la possibilità di essere identificati e quindi avere una sepoltura con il proprio nome - ha detto l'assessore alla Partecipazione, Giusto Catania - così come comunicato nei giorni scorsi, ultimato l'utilizzo straordinario della sala Bonanno, il cimitero dei Rotoli sarà regolarmente aperto da domani”.