tutuba

There’s no pictures on the wall (Não há retratos na parede)
There’s no rise and there’s (Não há altos e não há)
No fall, and in the morning, (Baixos, e de manhã,)
I’m all right, alone without you. (Eu estou bem, sozinho sem você.)
There’s no phones and there’s no calls (Não há telefones e não há chamadas)
There’s no talking to you at all (Não há conversas com você sobre tudo)
And I don’t care, (E eu não me importo,)
Late at night when it’s not you (Tarde da noite, quando não é você)
But when I look out in the rain (Mas quando eu olho a chuva lá fora)
I think about the past (Eu penso sobre o passado)
I want it again (Eu o quero de novo)
I think about tha way you feel (Eu penso sobre como você se sente)
Inside, I start losing my mind (E por dentro, começo a perder a cabeça)
I’m losing my mind (Eu to perdendo a cabeça)

Losing my Mind, Soja 

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Não era amor, nunca foi. Em nenhuma das vezes, em nenhum dos casos. Mas se não era isso, o que era então? Era tanta coisa… Carência, solidão e, ao mesmo tempo, não era nada. Mas sempre fora sincero, bem, em poucas das vezes que podem ser contadas nos dedos. Ao menos nunca menti sobre o que sentia, nunca soltei nenhum “eu te amo” da boca pra fora, mas já pedi um “se cuida” realmente preocupado ou então disse um “boa noite” todo dengoso; e confesso que já omiti muitos sentimentos, afinal, não é qualquer pessoa que merece ser tratado de maneira especial, não é qualquer um que merece se deliciar com palavras cheias de carinho. Até eu, tola por completo, sei que não se deve entregar facilmente, não aquilo que vem de dentro. Não é qualquer um que te merece, que te completa. E é como descobri a chave correta de uma feichadura em meio a um molho de chaves, até a certa, você tentará muitas outras erradas, e quando essa for encontrada, não haverá necessidade de mais tentativas, de outras chaves, ao menos não nessa fechadura.