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avevo già sperimentato come la mia libertà, che a principio m'era parsa senza limiti, ne avesse purtroppo nella scarsezza del mio denaro; poi m'ero anche accorto ch'essa più propriamente avrebbe potuto chiamarsi solitudine e noja, e che mi condannava a una terribile pena: quella della compagnia di me stesso; mi ero allora accostato agli altri; ma il proponimento di guardarmi bene dal riallacciare, fors'anche debolissimamente, le fila recise, a che era valso? Ecco: s'erano riallacciate da sé, quelle fila; e la vita, per quanto io, già in guardia, mi fossili opposto, la vita mi aveva trascinato, con la sua foga irresistibile: la vita che non era più per me

Mas se quiser que eu fique, eu fico. Não me incomodo com o chão duro. Se quiser apertar minha mão, aperta. Não me incomodo se já faz horas que meus dedos estão entrelaçados nos seus quase escorregando com nosso suor. Se quiser deitar no meu colo, deita. Não me incomodo se as costas estão doendo nessa posição e muito menos com meu problema na coluna. Se quiser que eu cante uma música, canto. Não me importo de passar vergonha ouvindo o meu eco desafinado. Se quiser que eu afague teu cabelo, eu afago. Mesmo desajeitada, não me importo de tentar. Se quiser que eu apague a luz, eu apago. Não me incomodo com o escuro, posso fazer de conta que não tenho medo. Se quiser que eu conte uma história, eu conto. Não me importo de inventar uma nesses dez segundos. Se quiser desabafar, desabafa. Não me importo de escutar tuas dores, teus medos, tuas memórias pela milésima vez. Se quiser ficar em silêncio, fica. Não me incomodo em cifrar tua respiração. Se quiser dormir, dorme. Não me importo de observar tua boca entreaberta, teus olhos levemente fechados e a coreografia dos teus pulmões. Se quiser que eu te leve pra cama, levo. Não me importo de te carregar, ignoro os estalar de ossos, os esbarrões nas quinas dos móveis e a dor nos ombros. Se você sentir medo de dormir sozinho, não se preocupe, não me importo de te ver acordar, abrindo um olho de cada vez, desorientado e com o cabelo bagunçado.  E, se quando acordar, quiser que eu fique mais um pouquinho, ah meu menino, eu fico. Fico um pouco, um muito, uma vida.
—  Por você, eu fico. Um pouco, um muito, uma vida. E aí, quando vem me ver?