tortura-mental

essa aqui é pra você que vive uma terceira guerra mundial na mente toda noite
pra você que vê o momento de deitar mais como um terror do que como um momento de descanso
pra você que não precisa dormir pra ter pesadelo
pra você que, mesmo com toda essa tortura mental, continua:
tá tudo bem
você é digno de orgulho e está indo bem
não tem nada de anormal com você
você não tá enlouquecendo
você só tá descobrindo o que é a vida, nua, crua, e assusta, mesmo.
eu entendo. vai ficar tudo bem.

coisas que eu desejaria que alguém tivesse me dito.

El clóset en la industria (traducción al español)

¡Hola, amores! Esta es la traducción que hice del texto de wellingtontat. Es bastante parecido a otro que ya hice antes pero éste es actualizado. 


“Anónimo preguntó:

Sólo me preguntaba, ya que pareces saber mucho sobre closeting y la industria musical, ¿puedes darme otro ejemplo de un artista forzado por su discográfica para que finja haber embarazado a una mujer y luego forzado a fingir ser el padre del bebé cuando nació, y luego forzado a firmar el certificado de nacimiento del bebé? Porque he buscado por todos lados y no puedo encontrar nada y odiaría pensar que tú sólo estabas mintiéndote a ti misma porque no puedes aceptar la realidad. 

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Y si la vida, en realidad, ¿fuese un sueño lúcido? Entonces seríamos capaces de darle forma al mundo a través de nuestros miedos y deseos, -el pensamiento predominante sería el que vencería-. Y si fueramos conscientes de esto, ¿podríamos entonces construir nuestra realidad haciendo un verdadero esfuerzo de nuestra imaginación para que predomine el mundo que nosotros deseamos? ¿Y si en verdad todo esto ya haya sido descubierto, pero por personas que se llenen de poder en base a crear miedo? Y si la vida fuera como aquellas pesadillas en las que de tanto esforzarnos en despertar, sufrimos una tortura mental, ¿no sería entonces lo más lógico enfrentarnos al terror para que después éste desaparezca?

De tropeços e arranhões já estou acostumado - não adianta usar tortura corporal e mental sobre mim, pois não funcionam mais. De tonturas e vômitos estou exausto, então não me venha oferecer bebidas e conversa fiada, pois já estou de saco cheio da sua “ajuda”. Traços de guerra, batalhas interiores, afundando navios - você não tem mais onde me ferir e no que me prender. Matar meu amor? Isto que você chama de vingaça? Meu amor morreu quando eu tinha 12 anos, e foi o meu cachorro, depois disso nem olhava mais para a cara das pessoas. Minhas lágrimas escorrem para dentro do copo de bebida e delas viro num gole junto ao Campari. Escrevo me lamentando da vida que tive, pois na primeira chance de pertencer a um lugar ou a alguém, eu fujo. Corro. Atropelo quem estiver na minha frente. Essa coisa de afeição é pior que a morte, meu caro. E nesse caso, eu prefiro morrer.
—  My name is Willian. Willian Kevin.