tom bom

Às vezes acho que sou uma romântica em negação. Digo que não, mas sonho com a pessoa perfeita, a alma gêmea, tampa da panela, metade da laranja, aquela pecinha que faltava no meu quebra-cabeça. Grito em alto e bom tom que não preciso de ninguém – é mentira. Eu preciso. Quero ser surpreendida com flores na porta da minha casa, quero andar de mãos dadas no shopping, acampar num parque, ir de bicicleta até à praia, fazer loucuras e juras de amor.
—  Elizabeth Rossi

É assustadora a quantidade de gente que não sabe o que é feminismo. Ninguém tem a obrigação de saber, é claro, mas a partir do momento em que você decide opinar sobre um assunto, é de bom tom saber do que se trata. As pessoas são “contra” o feminismo sem sequer saber o que significa.

É comum escutar: “Não sou feminista, sou feminina”, “Não sou feminista e nem machista”, “Não sou feminista e nem machista, sou humanista”, “Não sou feminista, acho que todos deveriam ser tratados igualmente e ter os mesmos direitos”. Bom, vamos lá.

Feminismo não prega ódio, feminismo não prega a dominação das mulheres sobre os homens. Feminismo clama por igualdade, pelo fim da dominação de um gênero sobre outro. Feminismo não é o contrário de machismo. Machismo é um sistema de dominação. Feminismo é uma luta por direitos iguais.

Então se você diz “não sou feminista, acho que todos deveriam ser tratados igualmente e ter os mesmos direitos” você está dizendo, exatamente: “não sou feminista, mas sou feminista”. E se você se diz humanista, bom, acredito que saiba então que o humanismo é uma filosofia moral baseada na razão humana e na ética, que coloca o ser humano acima do sobrenatural, de deuses, de dogmas religiosos, da pseudociência e das superstições e que não tem nada a ver com o assunto.

Existe essa grande falha lógica que é o sujeito achar que você tem que ser contra uma coisa pra ser a favor de outra; neste caso, “contra” os homens para ser “a favor” das mulheres. O feminismo não luta contra os homens, e sim contra o supracitado sistema de dominação, que, veja só, privilegia os homens e foi criado por… homens. Fica clara a diferença entre lutar contra um sistema e lutar contra todo um gênero?

Feminismo não tem nada a ver com deixar de usar batom, salto ou cercear sua liberdade sexual. Ninguém vai confiscar sua carteirinha de feminista se você usar rímel. Mas te abre para a possibilidade de só usar maquiagem quando quiser, não porque tem que obrigatoriamente estar impecável e linda todos os dias a enfeitar o mundo.

as vezes, em noites de escuridão densa, de madrugadas gélidas, de silêncio perturbador, eu ouço sua voz, sussurrando ao meu ouvido, me espera.
 soa como um grito de socorro, um alarde de amor, uma gota de esperança, e eu espero incessantemente que esse sussurro um dia pare, e que em um dia de sol forte, de manhã quente, e com o canto dos pássaros eu posso sentir teu toque em mim, e ouvir tua voz gritando em alto e bom tom, obrigada por me esperar.

A solidão é algo que me faz ter medo de viver, mesmo que eu estivesse sorrindo para todos eu não me sentia bem, eu tinha um vazio enorme dentro de mim que não sabia como preencher e isso só ia crescendo cada vez mais e parece que as pessoas ao me redor perderão a sensibilidade, ninguém percebia, ninguém se importa com uma pessoa que mal sai de casa e que só tem vontade de ficar dentro do seu quato, me pergunto se isso é uma erro meu, por ser tão dependendo de atenção ou são eles que não sabem mais dá amor e um apoio, sinto falta de falarem coisa boas para mim, ou sobre mim mesmo, já tentei da pistas de que não estou bem, até já falei em alto e bom tom, mas ninguém liga, travo uma guerra dentro do meu ser, todos os dias quando tranco essa porta e quando me encontro com meu maior inimigo que no caso sou eu mesmo, eu queria de alguma conseguir me vencer e que apesar dessa grande solidão eu conseguisse me acalmar e viver bem, pois é disso que eu preciso, tenho que aprender a ficar bem comigo mesmo, pois em algumas momentos é assim que vamos está, “sozinhos”.
—  Cleidison Santos
I know who Tom Bombadil really is

(I once shared this idea with alyssabethancourt and decided that hey, why not, the rest of the world should know.)

So, there are a lot of theories about Tom Bombadil.  Nature spirit, avatar of the Secret Fire, personification of music, Aulë in disguise.  And we accepted these various theories because they seemed to hold just enough water to be plausible.

But we were all of us deceived.

Mandos prophesied Dagor Dagorath, the Last Battle, when Morgoth will break the Door of Night and return to the world.  But he was wrong.  Morgoth is already back in the world.  Morgoth is Tom Bombadil.

After Morgoth’s defeat at Angband, he was chained and thrown out the Door of Night, into the Timeless Void.  Since the Void is Timeless and exists outside of the continuum of Arda, Morgoth’s ultimate punishment was not to simply exist there – it was to be sent back, to the very beginning of the world.  Manwë and his fellow Valar, or maybe even Iluvatar himself, broke Morgoth’s already-reeling mind.  It was refashioned, repurposed, reshaped, into a harmless woodland spirit nevertheless vested with fantastic power.

Tom Bombadil exists throughout the entire history of the world, keeping to his demesne, never interacting in any significant way with any of the goings-on.  His only contribution, his only true mark on the world, is when he saves the Ring-Bearer and by doing so ensures the defeat of his chief lieutenant Sauron.

Dagor Dagorath will come.  But it will not be as Mandos prophesied.  Morgoth does not need to break the Door of Night.  He needs to break the door within his mind, the one sealing away everything he is, buried so deeply that he doesn’t even know it exists.

When Dagor Dagorath begins, the forces of the Valar will hear a song, faint at first, but growing slowly louder as it approaches.  And it will go:

Hey dol! merry dol! ring a dong dillo!

Ring a dong! hop along! Fal lal the willow!

Tom Bom,

Jolly Tom,

Tom

Bom

badillo

vadiagens do vermelho e outras variações da alma

navegam nas marés do sangue
fomes avermelhadas, paixões indomáveis,
e vontades incandescentes

adormecem nas pupilas da tarde
dores aviltadas, mentiras amáveis,
e vícios condescendentes  

cantam nos plurais da carne
histórias sonhadas, histerias palpáveis,
e hostilidades imanentes

então que entrem versos nos corpos quentes:
entre vírgulas, vergonhas e verborragias
hemorragias de emoção e sufoco
pouco a pouco a desafinar o conceito de fim
afagando querências tingidas de carmim
pois cubro de rubro
sílabas gaguejadas e palavras marejadas
no aquinhoado gemido de uma proposta escarlate
com ígneo desígnio do começo ao arremate
no afoito coito magmático
de lembranças cor de ferro
que enterro
para que floresçam flamejantes em tons rubis
quando as vi como poesias em pele e quis
e quis tanto, mais tanto,
que canto e grito como um rito
de falhar a garganta rumo à rouquidão
no ápice da madrugada, nenhum nome em vão
a vencer os ecos do mundo atroz
pleno e sereno me esvazio em voz
pois somos som, silêncio, luz e linguagem
dom de bom tom, mais que vida na paisagem
mais que rimas e poemas numa ronda terrena
alentos e momentos alternados numa cena:
alma!
nos plurais da carne,
nas pupilas da tarde,
nas marés do sangue…

sentilizar-se  asked:

Gritaria teu nome e tu ouvirias e provavelmente nao entenderia muito, talvez pouco, pouca coisa. Mas diria em alto e bom tom seu nome. /tagged/tx

KEILLAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! Orra, meu nome é bacana gritar mesmo, é tipo gritar Alvin do filme “Alvin e os esquilos” se quiser gritar, fique à vontade.  hahahahaha brincadeirinha.


Rebolguei *-* Responda “Se pudesse gritar algo pro mundo, o que seria?” ou diga o que acha sobre meu tumblr/sobre mim nas asks de: @equimera, @reiterastes, @regarme, @casa-de-um-poeta, @irrigar-me, @detalhares, @reajustado , @alibiperfeito, que iremos reblogar autorias.

Golpe de Sorte

- Jung Hoseok/J-Hope

- Smut

N/A: Aqui está o primeiro Smut da série ‘‘Primeira vez com o BTS’‘ ^^ Para quem não sabe, eu e a ChimChim vamos fazer Smuts sobre a sua primeira vez com cada membro do Bangtan. Uma coisa bem simples, mas que nós nunca havíamos feito haha. Espero que gostem!

Originally posted by btsumari

-Parece que elas cuidam de toda a cidade, como pequenas guardiãs… – Falei, deitada na grama com meu namorado, J-Hope. Hope sorriu e me colocou um pouco mais próxima dele.

-Assim como eu sou o seu guardião, não é? – Dei uma risada curta e assenti, enfiando meu rosto em seu peito. – Sabe o que deveríamos fazer hoje? É uma noite tão especial, poderíamos torná-la mais importante ainda.

-Do que está falando?

-Vamos para dentro do carro, Babe. Está ficando tarde e ambos temos que trabalhar amanhã. – Assenti e nós nos levantamos, entrando no automóvel e olhando para as estrelas pelas janelas.

Estava tão perdida em meus próprios pensamentos que nem notei a mão quente de Hoseok em minha coxa, se aproximando muito de uma área que nunca havia sido tocada por outra pessoa. Olhei imediatamente para ele, tentando ignorar as batidas tão rápidas do meu coração que pareciam marteladas.

-O que foi? – Perguntou ele, olhando para as estrelas pela janela, agindo como se nada daquilo estivesse acontecendo. Para mim, tudo isso era muito novo e J-Hope sabia. Sabia que eu era uma virgem.

-O que foi? Você está fazendo isso de propósito, Hoseok? – Perguntei, rindo e tentando afastar sua mão da minha perna, mas o menino resistia. Seus olhos encontraram os meus e percebi que ele estava segurando ao máximo sua risada.

-Eu sei que você também quer… – J-Hope disse de repente, se tornando mais sério. – Não precisa ter medo, juro não te machucar. – Ele disse, se aproximando de mim até que seus lábios ficassem muito perto dos meus.

-Você tem certeza disso? Eu posso fazer alguma coisa errada e-

-Eu vou ir liderando tudo e você pode ir se sentindo mais confortável com as coisas, tudo bem? – Assenti e senti os lábios macios de Hoseok tocarem os meus, lenta e intensamente. Por um momento, quando fechei meus olhos, parecia que estava em outro mundo.

Senti a mão de J-Hope subindo um pouco mais pela minha coxa por cima da calça. Logo, seus dedos tocaram de leve a minha intimidade ainda coberta. Um pequeno suspiro deixou minha boca, o que o fez sorrir e aprofundar mais ainda o beijo. Então, sua mão desabotoou meu jeans.

Alguns segundos depois, senti aquele contato que mandou arrepios pelo meu corpo todo.

Sua mão estava dentro da minha calça, massageando minha intimidade por cima da calcinha. Hoseok continuou fazendo isso até que finalmente um gemido mais alto deixou meus lábios. Então o menino afastou sua mão, levando-a até sua boca, umedecendo seus dedos, colocou a roupa íntima para o lado e prosseguiu com os movimentos circulares até que eu estivesse molhada o suficiente.

-Se doer me avise. – Ele disse com seus lábios roçando nos meus. Um pequeno sorriso surgiu em meu rosto e J-Hope pareceu ficar um pouco confuso.

-Sou virgem, não inocente. – Falei, sorrindo de forma maliciosa. Hoseok pareceu ter pego o que eu quis dizer e enfiou logo de cara dois dedos dentro de mim. Arqueei de leve as costas, fechando os olhos e mordendo os lábios. J-Hope começou a beijar meu pescoço, claramente deixando uma ou duas marcas ali e usando bastante sua língua.

Minha respiração estava acelerada e meu coração também. Segurei seu braço com força, me preparando para o que estava por vir. Eu já sentia crescendo aquela sensação cada vez mais rápido. Sempre fui boa em segurar meus gemidos quando estava sozinha em meu quarto, mas com alguém fazendo isso por mim e ainda me estimulando em outros lugares… Parecia impossível não fazer som algum.

J-Hope parou do nada, sem aviso nenhum. Meu corpo se contorceu um pouco por conta própria, talvez por ter sido deixado tão de repente. Meus olhos se abriram e vi Hoseok sorrindo, limpando seus dedos em sua boca antes de ligar o carro.

-O que está fazendo? – Perguntei, ainda um pouco zonza.

-Foi um sacrifício ter que parar do nada, mas se eu te visse atingir o orgasmo, não iria conseguir sair daqui sem ter tirado a sua virgindade. E aposto que não quer perder ela dentro de um carro, não é? – O garoto piscou para mim, sorrindo e nos tirando dali.

Tive que ir o caminho todo de volta com as pernas firmemente pressionadas uma conta a outra, caso contrário não conseguiria não pular no colo de Hoseok e terminar aquilo logo. Pelo volume em sua calça e o jeito como apertava o volante, estava na mesma situação que eu. A música que tocava ainda não nos ajudava em nada.

Assim que estacionamos na garagem do prédio, nos apressamos para o elevador e a brincadeira começou ali mesmo. J-Hope me pressionou contra a parede do elevador, atacando minha boca com a sua, não hesitando em usar sua língua de uma maneira que me deixava maluca.

Subi minhas mãos pelas suas costas, sentindo-o se tensionar os músculos, mas logo relaxá-los. O elevador se abriu e nós saímos mais apressados do que nunca, quase correndo em direção ao apartamento. Hoseok me agarrou pela cintura, colocando-me mais próxima dele enquanto abria a porta.

Eu estava com medo. De tantas as sensações que me tomavam por completo agora, uma das mais presentes era o medo. Eu estava muito perto de perder a minha virgindade, coisa que pensei que fosse demorar anos para acontecer.

Assim que entramos, Hoseok me puxou pela mão delicadamente até o quarto, deitando-me na cama logo em seguida. Ele parecia ter se acalmado um pouco, mas pelo seu olhar, não. O menino estava me desejando mais do que jamais desejou.

-Vou ir com calma apenas porque é sua primeira vez, tudo bem? – Ele disse, sorrindo de leve e tirando o cabelo do meu rosto. Hope se aproximou do meu ouvido, colocando uma de suas mãos em minhas costas. – Mas pode ter certeza de que nas próximas vezes você vai ter dificuldades para se levantar da cama e a vizinhança toda vai saber quem eu sou.

-Seja gentil, mas ainda sim, quero que me deixe destruída, J-Hope. – Sussurrei contra os lábios do menino, que sorriu e deu uma risada leve e mais grossa.

-Tem certeza? – Assenti e ele beijou meu pescoço devagar, subindo e descendo a mão em minhas costas. Eu já sentia a umidade entre minhas pernas ficar maior a cada segundo que se passava.

Hoseok fazia minhas costas se erguerem ás vezes, fazendo nossas intimidades se tocarem. Respirei pesadamente, colocando minhas mãos em seus cabelos. Logo, o menino se afastou e tirou minha camisa, beijando o topo do meu seio, ainda sem tirar meu sutiã. Para meu azar, eu estava usando uma peça nem um pouco sexy, já que não tive muito tempo de me arrumar.

J-Hope deu uma risadinha ao ver meu rosto corando, então rapidamente tirou meu sutiã. Antes de continuar, ele ficou encarando meus seios, depois olhou-me nos olhos e sorriu.

-Eles são lindos… – Segundos depois, senti uma de suas mãos apertando meu seio direito enquanto sua boca trabalhava no esquerdo. Ele ficou um bom tempo naquele local, alternando entre sua mão e sua língua. Eu já estava molhada o suficiente para encher uma piscina, sinceramente.

-J-Hope, por favor… – O menino assentiu e desceu dando leves mordidinhas em minha barriga e cintura até o zíper da minha calça.

Mas antes de fazer qualquer coisa, ele se sentou e tirou a sua camisa e o cinto da sua calça. Depois arrumou seu cabelo, o jogando para trás e eu pude ver que já havia algumas gotas de suor em sua testa.

A noite estava quente e nós estávamos muito perto de esquentá-la ainda mais.

Respirei fundo, não acreditando que aquele homem era meu e somente meu. Era uma sensação tão boa pensar isso… Hoseok me viu encarando-o daquele jeito e sorriu um pouco, coçando sua nuca e me deitando de novo entre minhas pernas.

-Você mal pode esperar por isso, não é? – Assenti, mordendo os lábios. J-Hope se apressou em tirar meu jeans e colocou minhas pernas em seu ombros, aproximando muito sua boca da minha intimidade.

Ele começou exatamente do jeito que imaginei que fosse começar. Beijando as partes de dentro da minha coxa, usando excessivamente a língua. Com suas mãos segurando firmemente minhas costas, finalmente sua boca encontrou minha intimidade.

Arqueei minhas costas, aquele contato era melhor do que jamais imaginei em toda a vida. E ele sabia como fazer aquilo perfeitamente. Hoseok acelerava os movimentos e diminuía-os do nada, me fazendo gemer mais do que pensei. As suas mãos apertavam minha bunda enquanto ele trabalhava na minha intimidade.

Meus músculos contraíram e minhas pernas se chocaram contra as laterais da cabeça de J-Hope. Arqueei minhas costas e fiz minhas unhas encravarem nas costas de Hoseok, gemendo alto demais. Minha respiração estava muito pesada e quando meus olhos encontraram os do menino, pude ver que ele se encontrava tão suado quanto eu.

Ele se sentou e virou um pouco as costas para mim e pude ver as marcas enormes que causei, ficando com um pouco de vergonha daquilo.

-Me desculpe… Te machucou? – Falei, sentindo o rosto corando. J-Hope riu de leve e colocou seu corpo sobre o meu, beijando-me lentamente.

-Eu realmente não me importo se você arranhar minhas costas desse jeito, sei que precisa de um lugar para se segurar quando chega no seu máximo. E me sinto melhor ainda sabendo que sou eu quem faz você atingir o ápice com toda essa… Força. – Ele deu uma risadinha e passou a mão pelo meu corpo, olhando-me profundamente. – Tem certeza de que quer fazer isso?

-Quantas vezes eu vou precisar dizer que sim?

-Eu só estou perguntando porque pode ser que vo-

-SIM, J-HOPE, EU QUERO QUE VOCÊ ME FODA ATÉ EU NÃO TER MAIS VOZ PARA GRITAR SEU NOME. – Falei em alto e bom tom, o que J-Hope rir um pouco, ainda de maneira sexy.

-Tudo bem, você que manda – O garoto sentou-se ao meu lado e começou a desabotoar a sua calça, mas imediatamente, quase que involuntariamente, coloquei minha mão sobre a dele. – Você quer fazer isso por mim? – Assenti, me sentando e o fazendo deitar.

-Se eu fizer qualquer coisa de errado, por favor, me diga, não quero estragar isso. – Falei, continuando a tirar a sua calça com cautela. Assim que vi o volume que sua roupa íntima estava escondendo, a excitação cresceu talvez até demais dentro de mim.

Fiz o que consegui lembrar dos vários vídeos que havia visto na internet nos meus momentos íntimos. Distribuí beijos ainda por cima da sua boxer, tirando-a sem muita pressa, evitando fazer algo errado. Não hesitei tanto quanto pensei que fosse hesitar para começar a trabalhar em Hoseok.

Fui indo aos poucos, mas consegui fazer J-Hope, aparentemente, ver estrelas. Óbvio que em alguns momentos cometi alguns erros, um deles era um que eu já sabia que iria acabar cometendo. Engasgar. Hoseok apenas dava uma risadinha leve, mas logo me ajudava a continuar.

J-Hope alcançou seu máximo mais rápido do que eu esperava, a sua voz rouca me lançou arrepios que não consigo nem descrever. Em um movimento ágil, Hoseok se colocou sobre mim e pegou a proteção que havia dentro da gaveta. Eu sabia que ela estava ali há alguns meses, ele provavelmente esteve planejando esta noite há dias.

Ele colocou a proteção e eu senti uma gota de suor escorrendo pela minha testa. Minha respiração estava pesada e meu corpo pesava de cansaço.

-Pronta? – Perguntou J-Hope, se colocando entre minhas pernas. Assenti, segurando em seus ombros e fechando os olhos.

Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, senti uma pressão ser aplicada na minha intimidade. Apesar de não doer tanto assim, ainda sim doía e me fazia um pouco desconfortável. Hoseok do nada parou, seus olhos encontraram os meus.

-Tudo bem… Agora vou ir muito devagar, pode me arranhar o quanto quiser. – Assenti, sorrindo um pouco e tentando afastar um fio de cabelo que estava grudado na minha testa. J-Hope começou a se mover muito devagar e aquilo machucava.

Depois de alguns minutos, ele aumentou a velocidade e eu já não sentia mais dor. Estava bom, a dor estava sendo substituída pelo prazer. Ambos gemíamos de leve, o rosto de J-Hope pressionado contra o meu pescoço me dava arrepios demais.

-Hoseok… Acho que você já pode ir mais rápido – Falei, um pouco sem ar. – Não estou sentindo tanta dor.

O menino assentiu e aumentou a velocidade, agora fazendo nossos corpos se chocarem. O som das nossas peles batendo era excitante. Jung continuou a aumentar a velocidade gradualmente e nossos gemidos acompanharam. Logo, estávamos mais barulhentos – mas não a ponto dos vizinhos escutarem – e sentia meu ápice chegando mais uma vez.

Não demorou muito para ele atingir o orgasmo antes de mim, mas eu ainda não tinha conseguido. Hoseok, apesar de também estar cansado, não parou até que ambos estivéssemos chegado.

Gritei seu nome alto, sentindo todo meu corpo amolecer e minha respiração pesar. Hoseok se deitou ao meu lado, acolhendo-me em seus braços. Ambos os nossos corações se encontravam acelerados, batendo forte.

-Tudo bem? – Ele perguntou, tirando o cabelo do meu rosto mais uma vez. Um sorriso satisfeito estava estampado em seus lábios.

-Tudo ótimo, maravilhoso, perfeito. Pensei que a minha primeira vez fosse ser horrível, todo mundo fala que é.

-Talvez tenha sido apenas um golpe de sorte, não acha? – Ambos rimos, logo enfiei meu rosto no peito nu de J-Hope. – Vamos descansar um pouco, estamos precisando.

//MinSuga

Cálido breu 

Aqui dentro e lá fora

 Que males confidencias?

 Nada sei, nada sei 


 Despejo os falatórios do dia

 E as mágoas que tão logo esquecerei 

Repostas amanhã 

Quiçá em um mês… 


A madrugada se prolonga

Tão esticada como o poeta

É salgada de fatiga 

Úmida de profeta 


Mas tenha a fineza de se ir logo 

E se desejar guardar lembrança 

Leve aquelas que se remoem na madrugada 

Vá-se parar junto aos meus sonhos 

Que me tirou… 


 Aqui fica, aqui deita 

 Não é bem-vinda, não

 Não te fiz café, tampouco dele beberei 

 Acordado já bem estou 


Perdoe o anfitrião de rancor 

É que as amarguras da vida 

Inda tardam em tirar-lhe o doce da boca 

E de tanto remoer o grão açucarado

 o doce dissolveu-se rápido demais 


Tu vens me falar de alvorada 

Quando o inverno encobre todo o céu

Mas por certo eles me dirão em bom tom


 Escuridão penosa revestida em criatura

 Que seus olhos já viram da vida?


 E de certo, nada sabe

 Nada além de regar com poesia 

Os pesadelos do amanhã

 E vão florescer

 Ao som do poema que nina a madrugada

Maturidade? Maturidade é você ser feliz sem ter que depender de ninguém. É você acordar todos os dias e agradecer a Deus por todos os problemas que tem acontecido. É você levantar, ir trabalhar, pra ter seu próprio dinheiro no final do mês. Maturidade, é você não deixar ser influenciado pelo que os outros dizem e seguir o que o seu coração manda. Maturidade é aceitar os tombos que a vida te dá, levantar com um puta sorriso no rosto e bater a mão no peito, dizendo em alto e bom tom: ‘eu posso, eu consigo SIM’. Maturidade, vai muito além do que ignorar provocações ou aceitar dores. Ignorar decepções e términos de relacionamentos. Maturidade é você aprender com os erros, é você ouvir o que não quer e tirar proveito disso. Maturidade é aceitar críticas construtivas e refletir sobre as mesmas. Meu caro, não sejamos hipócritas a esse ponto, em dizer que maturidade é aguentar mil e uma coisas pra não machucar o próximo. Isso não é maturidade, isso é se menosprezar. Maturidade é você se valorizar e ajudar a quem precisa. Maturidade é você saber lidar com a sua dor e ainda conseguir ajudar ao próximo. Isso é maturidade. Na realidade, a maturidade está nas pequenas coisas, basta você vê-las e ser maduro o suficiente para aceitá-las.
—  Maturidade no ponto de vista de Precarizou.
Imagine Zayn Malik – Especial de aniversário triplo!


Hey amores da minha vida! Quanto tempo, não é mesmo? Bom, estou aqui para postar esse imagine do nosso querido Zaza, em comemoração ao aniversário de uma leitora (nossa querida Naty) !!!! Mas também é especial porque na quarta foi meu aniversário (YEEP) e dia 27 fiz um ano aqui no tumblr (YEEP²). Então espero que gostem bastante!

Boa leituraXx

 


- Estou nervoso – repeti pela milésima vez desde que acordei nesta manhã.

- Querido, não tem com o que se preocupar. A pessoa que tinha mais chances de não gostar de você era o meu pai, e agora vocês bebem caipirinha juntos! – (s/n) exclamou, mexendo no celular e tentando me tranquilizar outra vez. Não estava dando certo.

- Quando eu conheci o seu pai, ele estava meio alegre demais para me julgar apropriado ou não para a filha dele – resmunguei

- Mais um motivo para ele querer arrancar a sua cabeça, já que o álcool poderia ter subido a cabeça dele. Porém isso não aconteceu e aqui estamos á caminho do casamento da minha afilhada. Tudo vai dar certo, baby, fica tranquilo.

- Você ficar repetindo para eu ficar tranquilo não me deixa mais calmo – apertei o volante, sentindo minhas palmas das mãos soando frio.

- Oh querido – ela sorriu e virou-se de frente para mim, levando uma de suas mãos até a minha bochecha e fazendo um leve carinho ali – Desmancha esse bico, vai. Senão vou querer te agarrar no meio da estrada!

- Não que seja uma péssima ideia… – eu disse por alto, abrindo um pequeno sorriso com o tapa que ela me deu no braço.

- Se comporte e preste atenção na estrada – disse bem autoritária, voltando a atenção pro celular.

- O que você tanto digita? – perguntei para me distrair

- Nada, só estou enviando mensagem para todos os meus primos pedindo que não arquitetem nenhum plano contra você na festa!

Arregalei os olhos e quase me virei pra (S/n).

- O QUE?

A gargalhada dela preencheu todo o automóvel, e eu não sabia se acreditava ou não. Eu estava muito nervoso. Uma festa de casamento em que eu conheceria todo o resto da família e os amigos íntimos. Claro que eu não deveria me preocupar, já que a opinião deles não afetará nossa relação, mas todo mundo quer ser aceito pela família da namorada.

- Espero realmente que você esteja brincando – eu disse, quase cerrando os dentes.

- Claro que é! Meus primos já te adoram! – ela cantarolou, bloqueando o celular e ajeitando o cinto de segurança – A propósito, é ali.

Com o coração quase na garganta, estacionei o carro perto da entrada, caso algo acontecesse e eu precisasse sair correndo. Respirei fundo algumas vezes e soltei o cinto de segurança. Senti as mãos de (S/n) no meu rosto e abri os olhos, - sem perceber que os tinha fechado – dando de cara com a minha namorada.

- Eles vão te amar, Zayn. Eu te amo e eles são a minha família, assim que perceberem o quanto estou perdidamente apaixonada por você vão te amar. Confia em mim.

Pude ver sinceridade em seus olhos doces, olhos pelos quais sou tão apaixonado. Assenti com a cabeça e ela sorriu, juntando nossos lábios para me dar um beijo de conforto. Talvez eu devesse ficar mais nervoso ás vezes.

Saímos do carro e fomos em direção á casa de campo, onde ocorreria o casamento e a festa. Ajeitei o terno e a gravata, dando uma ultima olhada em mim e em (S/n), que estava deslumbrante num vestido azul turquesa. Ela apertou a minha mão e nos direcionou até as cadeiras dispostas em filas, de frente para um pequeno arco cheio de flores, onde os noivos trocariam votos. Assim que pensei em sentar, um aglomerado de pessoas veio nos cumprimentar. Respirei fundo outra vez e rezei para que causasse uma boa impressão.

***

- E eu os declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva! – o padre disse e todos ficaram de pé para aplaudir os recém casados. (S/n) estava contidamente chorando ao meu lado, e eu estava um pouco menos nervoso desde a hora que chegamos.

O casal passou por nós de mãos dadas e todos seguimos em direção às tendas iluminadas, onde seria a festa. Dei a mão para minha namorada e caminhamos junto de seus parentes, uns falando conosco e outros apenas olhando e sorrindo.

- Oh, filha! Nem te vi chegar! – minha sogra exclamou assim que nos aproximamos das mesas, vindo nos abraçar. Primeiro a filha e depois eu – Genro, querido, como está elegante nesse terno!

- Obrigada, sogra! – agradeci sorrindo sem graça – Você que está linda nesse modelito rosa!

- Na verdade é rosa bebê, mas obrigada! – ela disse e piscou para mim, indicado que só estava brincando. Sorri aliviado.

- Pai! – (S/n) disse, abraçando o pai, que logo em seguida veio falar comigo.

- Como vai, Zayn? – perguntou, estendendo a mão para mim e me abraçando em seguida – Sem formalidades, não é? Agora você já até elogia minha esposa!

Nós quatro rimos e nos sentamos para desfrutar da festa. Os garçons serviram petiscos deliciosos, vinhos e refrigerante. Claro que acompanhei meu sogro com o vinho tinto e brindamos diversas vezes, o que fez com que eu aos poucos me sentisse mais e mais a vontade no meio da minha mais nova família.

No decorrer da festa, alguns tios, tias, primos e amigos vinham sentar conosco, jogar conversa fora e essas coisas. A maioria deles me envolvia no assunto, o que era bem legal, outros conversavam comigo diretamente, o que foi estranho, pois não costumo ser o centro das atenções.

(S/n) só ficou lá, olhando para mim e sorrindo, apertando minha mão por baixo da mesa quando queria que eu a olhasse e a desse atenção, já que seus parentes me alugaram por horas. Por fim, os noivos chegaram a nossa mesa, junto de dois fotógrafos, que pediram para nos levantarmos e posarmos com os noivos. Assim que a foto foi tirada, eles saíram e abraçamos os noivos.

- Você com certeza é o Zayn – disse Liz, a afilhada e noiva.

- Acho que sim! – eu disse, sorrindo sem graça e a abraçando.

- Ouvimos falar muitooo de você! – Lucca, o noivo, disse, me abraçando também.

- Verdade? – perguntei, olhando para minha namorada, que estava um pouco vermelha.

- Com certeza, essa garota não para de falar sobre você. Sobre sua voz, sobre seus desenhos, seus gostos musicas, seu perfume de “tirar o fôlego” … – Liz disse, fazendo gestos imitando a tia.

- Não se esqueço do: “ Nossa, ele é tão bom beijando …” – Lucca afinou a voz, colocando as mãos junto do rosto e fingindo estar sonhando.

- JÁ PODEM PARAR! – (S/n) exclamou, totalmente vermelha e sem graça, o que fez com que todos nós caíssemos na gargalhada. Eu a abracei de lado e dei um beijo em seus cabelos, ainda rindo.

- Bom, aproveitem bem a festa e beijem bastante! – Liz disse, indo embora com o marido.

- Acho bom você ficar com a língua dentro da própria boca – meu sogro afirmou, olhando sério para mim.

Assenti para ele e ri, depois andei até a pista de dança com minha namorada, envolvendo sua cintura e nos balançando no ritmo da musica.

- Você me puxando pra dançar? – ela perguntou, me olhando divertida.

- Eu só queria nos distanciar dos seus pais para eu roubar um ou dois beijos – falei dando de ombros, fazendo ela rir.

- Até que enfim te largaram! Não aguentava mais implorar por atenção! – ela bufou, fazendo bico, que não tive como me conter e acabei dando um selinho.

- Pelo menos eles não fizeram um plano de acabar comigo na festa

- Calma que a festa ainda não terminou … – ela disse num tom sugestivo

- Bom, só espero que eu receba muitos beijos quando tudo isso acabar, porque acho que nunca suei tanto na vida quanto hoje!

(S/n) deu uma gargalhada gostosa, colocando uma mão na boca para abafar o som, já que estávamos dançando no meio de muitas pessoas.

- E nem está fedendo! – ela disse

- Deve ser o meu perfume de “tirar o fôlego”!

- Seu ridículo – ela me deu um tapa e riu, encostando a cabeça no meu peito e aproveitando a música.

- Bom, pelo menos a fase dois está concluída

- Fase dois? -  ela perguntou, confusa

- Sim, agora a fase três é viajar com seus pais para a casa de verão em Dublin!

Ela levantou a cabeça e me olhou nos olhos, surpresa demais e com a boca aberta.

- Mas você… você disse que…. – ela não terminou – Você disse que tinha que trabalhar, uma viagem de negócios!

- Eu sei, só que eu pedi ao meu chefe para adiar a viagem, pois eu já tinha um evento marcado.

- E o que ele disse? Quero dizer, como você …?

- Bom, ele disse que não podia adiar, pois era muito importante, então eu disse para ele arrumar outro empregado melhor do que eu para ir no meu lugar.

Ela me olhava com tanta expectativa que parecia uma criança com os olhinhos brilhando.

- E ai?

- E ai que a viagem foi adiada!

(S/n) literalmente pulou no meu colo, quase nos derrubando no chão. Eu ri, recebendo milhares de beijos no rosto. Ela repetia “ ai meu Deus, ai meu deus” e parecia sem fôlego e quase radiante.

- Nem acredito! Eu to tão tão tão feliz!! – ela exclamou, com um sorriso quase rasgando o rosto.

- Que bom, honey!

- Agora vou ligar para os meus padrinhos e avisar que está tudo certo para a viagem!

Parei por um instante.

- Seus o que?

- Ah, então, é que meus padrinhos moram na Irlanda, por isso você não os conheceu ainda, mas agora que você vai com a gente podemos visitá-los!

- Mais parentes? – perguntei, quase tendo um filho.

- Sim querido, mais parentes, e um quarto com suíte e uma varanda enorme para nós dois passarmos o final de semana quando meus pais forem pescar.

Pensei um pouco, imaginado todas as coisas que poderíamos fazer lá durante a viagem.

- Qual o nome dos seus padrinhos, querida?

/Larry

Existe uma coisa nesse mundo que eu acho bastante idiota. Quem inventou o famoso conceito de reciprocidade amorosa?  Perdão, não é ao conceito que me refiro. Refiro-me ao próprio significado desse conhecido “amor mútuo”. Até agora, só fracassos. E o incrível, ah, o absurdo, é que eu constantemente busquei no seu olhar a sintonia que tanto idealizei, mas que sempre fora nula. Eu sempre te amei. Sempre. De início, nutri certo desprezo por você e suas atitudes, mas todo mundo sabe que nós nos apegamos é a quem, inicialmente, nos traz tanta contrariedade. Te amei em todos os momentos em que o chamei de “veadinho”, especialmente quando conversava com as minhas amigas… afinal, eu só tentava disfarçar os meus loucos e fodidos sentimentos. Te amei quando corrigia os seus errinhos gramaticais, só para torná-lo mais perfeito do que você parecia ser para mim. E também quando oferecia conselhos à você, a respeito de sua vida, para ajudá-lo a alcançar a felicidade, mesmo que esse prêmio, para você, não estivesse em minhas mãos. Te amei todas as vezes em que você mostrava seu ser extravagante durante as aulas, te amei até quando incumbiu aquela idiotice de anunciar que ia mudar de escola só pra chamar a atenção de todo o mundo, e acabou “mudando de ideia”. Amei você até mesmo quando cometeu infinitas burrices comigo e me fez chorar, especialmente quando chegava à escola e dizia em voz alta e bom tom como seu feriado havia sido ótimo, descrevendo cada detalhe da ficada que havia arranjado na festa em que fora… E, mesmo quando me fizera chorar tantas vezes e não conseguia nem ao menos se aproximar de mim e oferecer um abraço amparador, eu ainda assim consegui amar você. Só que, durante todo esse tempo, você me fez de idiota, inúmeras vezes. Me humilhou, brincou com meus sentimentos e me notou apenas no momento em que precisou realmente de mim, como naquela prova abstrusa de Física, e, ainda assim, eu ainda conseguia encontrar algo em você que refletisse algum significado meu. Mas a verdade é que eu nunca fui nada. Jamais. Nem quando você terminou com aquela sua ex-namorada para ficar comigo, nem quando recebeu o meu delicado abraço após o nosso primeiro e único beijo, nem quando me perguntou durante as vezes que eu estava chorando o motivo para tal desalento. Você nunca se importou de verdade, e agora sou eu quem lhe digo: você é passado. Durante todo esse tempo eu busquei algo eficaz em você, mas durante toda essa procura o número de qualidades sempre terminou em zero. Você pode ter esse rostinho e sorriso bonito, mas, por dentro, é um completo inútil. Um filha da puta. Eu te amei, é, te amei bastante. Mas não te amo mais. Espero um dia encontrar alguém que me abrace como você faz e que me faça sentir importante, mas que, acima disso, me insira em sua vida e não apenas faça parecer que sim. Também espero que você encontre o amor da sua vida, da forma mais inesperada possível, e que você ame cada centímetro dessa mulher, pois eu assim o farei quando encontrar o meu amor recíproco.
—  prettystarsofsky.

não posso escrever sobre você porque quando você me disse que lia os sinais e nunca errava, eu fiz questão de não dar os sinais que te aproximavam de mim. tipo sua barba na minha nuca e seus braços no meu quadril e a gente cantando baixinho que temos um tempo só nosso
me abraça forte e me diz mais uma vez que já estamos
distantes
de tudo
ouvir sua voz fora do tom é bom mesmo porque me faz sentir um pouco em casa
e te ouvir dizer que tá tudo bem ter um traço torto se eu conseguir dizer o que quero dizer, exprimir o que eu quero exprimir.
eu te amo tanto
mas eu não digo isso com traço nenhum
aliás, eu fiz questão de calar
mesmo quando eu sabia que era preciso dizer isso com o gesto: fazer carinho no seu cabelo, parar de falar dos corações partidos, falar de curar juntos nossas feridas
eu não fiz nada disso
eu fugi em silêncio e coloquei só os pés dentro da piscina perto da meia noite
e fiquei chorando porque sabia que tudo ia acabar
e acho que você cheirou no vento o sal das minhas lágrimas e entendeu que eu nunca ia pular na água da sua vida
que eu ia sempre pôr os pés na beira e chorar
e aí você encontrou alguém que com umas doses de tequila não cansa de te desbravar
alguém que tá no seu tempo, no seu tom e te diz em cada traço que você é um desenho lindo do mundo de presente pra quem tiver coragem de ajudar a colorir
acho que não te dei as cores que você merece
não te peço desculpas por não ter conseguido
mas deixo você ir
(tentando achar alguma redenção por não conseguir ser mais sua do que já sou)
amo tanto você que vou embora
se cuida