toda fofa

*Click And Drag* NCT 127 Traveling With You // NCT 127 Viajando Com Você

~Adm Rabbit~

*Gifs Are Mine*

1- He had the idea of ​​traveling // Ele teve a idéia de viajar

2- He was so excited about the trip that he forgot his purse at home and ended up spending the whole trip lending things from others // Ele estava tão animado sobre a viagem que ele esqueceu a sua bolsa em casa e acabou passando toda a viagem emprestando coisas dos outros

3- These two shared a room on the hotel (Pick 2) // Esses dois dividiram um quarto no hotel (Pegue 2)

3- He shared the room with you // Ele dividiu o quarto com você

4- He tried to take things from the hotel into the bag // Ele tentou levar coisas do hotel na mala

5- The one that only thought of eating the whole trip lucky you if you take Jaehyun here // Aquele que só pensou em comer toda a viagem muita sorte sua se você tirar Jaehyun aqui

6- The one that didn’t wanted to travel but was forced to go WINWIN // Aquele que não queria viajar, mas foi forçado a ir WINWIN

7- He forced the 6 to go YUTA // Ele forçou o 6 a ir YUTA

8- He just kept taking pictures of everything // Ele apenas continuou tirando fotos de tudo

9- You and him got lost on the hotel and everybody started to panic // Você e ele se perderam no hotel e todo mundo começou a entrar em pânico

10- The one who lost his cellphone // Aquele que perdeu o celular

11- He tried to hit on every cute foreigner he saw // Ele tentou cantar toda estrangeira fofa que ele viu

12- He just complains about the whole trip saying he wants to go home // Ele apenas reclama a viagem toda dizendo que quer voltar para casa 

13- He bought a lot of souvenirs // Ele comprou um monte de souvenirs

14- He got sick during the trip and couldn’t do anything on the trip // Ele ficou doente durante a viagem e não conseguiu fazer nada na viagem

15- He broke something expensive on the hotel and blamed other person // Ele quebrou algo caro no hotel e culpou outra pessoa  

16- He lost his passport in the way back at home // Ele perdeu seu passaporte na volta para casa

17- He didn’t wanted to back home // Ele não queria voltar para casa

18- On the flight back home he sat next to you and held your hand all the time because he was too nervous // No vôo de volta para casa ele sentou ao seu lado e segurou sua mão o tempo todo porque ele estava muito nervoso

Pedido: Um hot do Harry que ele é traficante e ela é toda fofa, e ela fuma maconha pela primeira vez com ele em uma festa – Anônimo

*Aqui nesse link http://hot-1d-imagine.tumblr.com/pedidos vocês podem ver quais e a ordem que em os imagines vão ser postados, se o seu não estiver na lista é porque infelizmente não chegou, vou estar sempre atualizando a lista*

***

Imagine HOT Harry:

Minhas amigas passaram o dia todo ligando para mim, o motivo era uma festa que ia acontecer no centro da cidade, era provavelmente a festa do ano e eu não era muito de ir nesses tipos de festa, sou uma pessoa mais caseira mas minhas amigas ficaram me ligando e me importunando tanto que resolvi aceitar.

Eu estava pronta, uma blusinhas de bolinhas com uma saia preta meio curtinha, me atrevi até a colocar um salto alto preto estilo boneca. Passei uma maquiagem leve e esperei as meninas chegarem.

Quando finalmente a campainha tocou fiquei surpresa com as roupas delas, vestidos curtos e colados ao corpo e os salto mais alto que o meu, elas estava indo para a caça de homens.

- Ok, que roupa é essa? – Perguntei e elas sorriram maliciosas.

- Vamos, entre no carro que eu explico – Kate disse sorrindo.

Eu fiz o que ela pediu e Mary deu a partida no carro e Kate me encarou.

- A festa é do maior traficante de Londres – Kate jogou essa bomba na minha cara e sorriu como se ir para a festa de um TRAFICANTE fosse a coisa mais responsável que ela já fez.

- O QUE? VOCÊS ESTÃO ME LEVANDO PARA A FESTA DE UM TRAFICANTE? – Grito já com medo.

- Por isso pedi para você entrar no carro, pra não ter chance de fugir, foi um sacrifício fazer você vir com a gente – Kate diz e Mary assente enquanto dirigi.

- Eu nunca devia ter aceitado, olha para onde vocês estão me levando, eu sou a mais nova daqui e parece que sou a mais responsável, Mary pare o carro, vou descer aqui – Digo e Mary nega.

- Não vai não, por favor, (S/n), dá uma chance pra festa, tenho certeza que você vai gostar – Mary diz acelerando mais.

- Eu nem gosto de ir em festa, vou me sentir totalmente deslocada e além do mais se acontecer um tiroteio entre traficantes, se eu morrer por causa de vocês eu mato as duas – Digo e Kate e a Mary rirem de mim.

- Ok, pode matar nos duas mas você irá na festa com a gente, aliás essa roupa sua está muito bonitinha no máximo fofo para uma festa dessas – Kate responde.

- Esse é o meu estilo, não me sinto confortável usando um vestido colado igual o seu – Respondo.

- Quero impressionar o Harry Styles, ele é um deus grego, quero passar pelo menos uma noite com aquele homem – Kate diz suspirando.

- Os amigos deles também são lindos, se não conseguir nada com o Harry, eu parto para cima do braço direito ele, o Louis – Mary responde e Kate assente.

- Prefiro o Zayn – Kate responde suspirando pensando nos homens.

- Meu deus, vocês são ridículas – Digo passando a mão nos cabelos.

Depois de pelo menos 10 minutos chegamos a tal festa.

O barulho de música alta quase fazendo o chão tremer me deixou assustada, mas as pessoas que entravam no local me deixaram tremendo de medo.

- Calma, vai dar tudo certo, vamos lá – Mary diz me puxando em direção a entrada da festa.

O cara que ficava guardando a porta tinha uma arma enorme na mão e tinha um olhar muito assassino, estremeci de medo.

Ele olhou para nós e deixou a gente entrar.

- Tão fácil assim? – Perguntei e Kate riu.

- Meu amor, a entrada de mulheres bonitas é livre – Ela diz e eu coro, nunca me achei bonita, no máximo arrumada.

- Ok, o que iremos fazer agora que entramos? – Pergunto.

- Vamos tomar algo, vem – Kate puxa eu e Mary em direção ao bar. O local é em céu aberto, tem uma pista de dança gigante e várias luzes vindo de lá para cá, sem contar nas músicas que iam de Rap á Pop.

Mary pegou uma vodka e Kate pegou um Martini, como eu tinha certeza que iria rebocar as duas para casa, pedi um refrigerante.

- Você é muito careta, (S/n), devia pedir um Martini igual a mim, pelo menos uma cerveja – Kate diz bebendo tudo de uma vez.

- Não sou careta, sou responsável, vou dirigir para levar vocês duas para casa sãs e salvas, agora não exagere, não irei querer ver você vomitando por aí – Digo bebericando o meu refrigerante.

- Ok, mamãe – Ela diz rindo junto com a Mary e as duas saem gritando quando escutam uma musicas que elas gostam, elas dançam de uma maneira que me faz sentir vergonha alheia, mas eu dou várias risadas.

Continuo ali sentada com as pernas cruzadas enquanto observo o local, tem tipo um prédio todo de vidro com uma placa escrito “vip” pendurado na porta. Lá dentro, tem várias mulheres com vestidos piores que de Kate e Mary, elas rebolam na frente de alguns homens, um deles é loiro e o outro tem cabelos pretos com um topete. Eles bebem, fumam e riem de algo, percebo que os dois tem uma arma presa no cós da calça e eu paro de fitar eles, sentindo um arrepio do nada. Volto a beber meu refrigerante e vejo que Mary já está atracada com um cara. Ela não perde tempo. Sinto um arrepio do lado do meu corpo e encaro o prédio de vidro, lá tem um homem alto, com uma arma no cós da calça, ele usa uma blusa branca e uma calça preta, tem os cabelos encaracolados e longos até o ombro, ele me encara enquanto bebe alguma coisa. Meu corpo se arrepia por inteiro e eu desvio o olhar rapidamente. Bebo em um gole o meu refrigerante e uma Kate vermelha por dançar aparece na minha frente e pede outra bebida.

- Amiga, eu estou louca – Ela diz rindo e eu dou uma risada também.

- Estou percebendo, o que aconteceu? – Pergunto.

- Eu vi Harry ali na parte dos vip e olhei pro lado e vi o Zayn, só com o olhar dele em mim fiquei toda molhada, desisto do Harry, eu quero o Zayn mesmo – Kate diz e me encara.

- Você muda muito de opinião sobre o que você quer, daqui a pouco vai estar querendo aquele segurança lá da porta – Digo e nós duas rimos.

- Bom, moço me dá uma vodka por favor – Ela pede e eu franzo o cenho, o copo dela ainda está cheio.

- Mas…

- Você tem que beber pelo menos um copo hoje, por favor – Kate diz e eu assinto já sabendo que se eu negar Kate vai fazer o maior escândalo. O homem deixa o copo na minha frente e eu o pego e bebo em um gole, a bebida desce rasgando minha garganta e eu começo a tossir e Kate ri um pouco, logo eu fico melhor.

- Pronto, arrancou algum pedaço do seu corpo? Acho que não, vem está tocando a nossa música – Ela diz me arrastando para a pista de dança, lá ela rebola no ritmo e eu que me sinto constrangida em ficar parada na pista, resolvo dançar também, a música tem uma batida boa para balançar os quadris de um lado pro outro e eu faço isso e Kate sorri aprovando minha dança.

- Rebola esse rabo, amiga – Ela grita e eu dou uma gargalhada e dançamos juntas. Quando vou me virar de costas para ela, vejo um homem todo de preto na minha frente e paro na hora, e Kate faz o mesmo.

- O chefe tá chamando as duas – Ele diz e segura o meu braço com força e faz o mesmo com a Kate, meu coração bate fortemente e eu tento me soltar o que só faz o homem apertar mais o meu braço, gemo de dor.

Assim que chegamos dentro do prédio dos vip, ele sobe uma escada segurando nos duas, quando chegamos no topo ele abre a porta com o pé, já que estava apenas encostada.

- Me solta, você está me machucando, seu brutamonte – Digo me debatendo.

- Você está machucando ela, Luca? – Uma voz se sobressai em cima do som alto da música e eu paro de me debater.

- Não, senhor, eu apenas estava mantendo ela parada, mas ela é uma gata selvagem, não parou de tentar fugir – O brutamonte Luca diz e eu o encaro indignada.

- Gata selvagem? – Pergunto e ele me solta, vejo a marca vermelha no meu braço – Você me machucou mesmo.

Viro pra frente e me deparo com o cara que eu vi sentado enquanto as mulheres rebolavam para ele, o loirinho.

- Sim, ele machucou – Ele diz segurando meu braço – Luca, o Harry não vai ficar nada feliz com isso, se ele ver o que você fez, tenho pena de você mais tarde, bom, depois conversamos sobre isso, solte a outra também – Ele manda e eu vejo que Kate está com a boca aberta em choque, ela se aproxima de mim e sussurra no meu ouvido:

- Esse é o Niall, ele é um dos melhores amigos do Harry e está na gangue também.

Eu estremeço, vejo Luca sair e Niall me encara.

- Entrem, se divirtam, não é qualquer uma que Harry e Zayn chamam para ficar aqui em cima – Ele diz e eu reviro os olhos.

- Eu estou vendo várias por aqui – Digo me referindo as mulheres, Niall me encara e ri, ele é bonito e passa um ar de ser uma pessoa engraçada.

- Gostei de você, tem a língua solta, algumas aqui tem medo de falar algo, mas você garota… – Ele me observa de cima a baixo – Não é igual a nenhuma outra mulher daqui dentro, percebo o porque Harry ficou interessado em você, qual é o seu nome? – Ele pergunta.

- (S/n) – Respondo

- Belo nome – Niall diz sorrindo.

- NIALL – Escuto um grito rouco vir lá de dentro.

- Parece que o chefe não gostou muito do meu papinho com você, vamos dizer que ele é bem possessivo – Niall diz e me segura no braço delicadamente e pega Kate com a outra mão – Vamos lá, garotas.

Ele anda com a gente e vejo que tem vários homens sentados bebendo, alguns me encaram maliciosos e eu me encolho perto do Niall, me sinto desconfortável, me olhar cai em cima do homem que estava me encarando enquanto bebia, o cara de cabelos longos encaracolados.

- Pronto, chefe, aqui está ela – Niall diz – Esse aqui é o Harry, o dono da festa, princesa, Harry essa é a (S/n) – Eu coro com o que o Niall diz – E aqui está a outra que você pediu Zayn – Vejo Kate ficar vermelha com o olhar de Zayn.

- Bom, obrigado, Niall, acho que posso cuidar dela agora, solte-a – Harry diz e eu me sinto totalmente deslocada ali. Os olhos dele vão da minha cabeça aos pés, eles ficam focados nas minhas pernas por um tempo e um sorriso malicioso surge em seu lindo rosto. O que ele deve estar pensando?

- Venha sente aqui – Ele diz batendo em sua perna e eu o encaro séria. Quem ele pensa que é?

- Não, na verdade nem sei porque me chamou até aqui, essa área vip está entupida de mulher e você me chama pra que? Me desculpe, mas eu não sou atirada igual as outras e não irei sentar no seu colo, nem te conheço pra poder fazer isso, se me der licença irei voltar para onde estava, esse local está me deixando sem ar – Digo e vejo a expressão de surpresa, ele deve ser acostumado com mulheres fazendo o que ele manda. Me arrependo do que disse segundos depois, ele tem uma arma e é o maior traficante de Londres, com certeza vai me matar por ser tão insolente. Adeus mãe.

Harry sorri de lado, um sorriso cafajeste e se levanta, meu deus ele é bem alto, com certeza tem mais de 1,80 enquanto eu estou nos meus 1,65. Eu definitivamente sou uma anã na frente dele.

Ele caminha até mim e me puxa pelo braço e vai andando até umas escadas, lá ele sobe comigo e vamos para o terraço do local, o lugar é ventilado e ninguém consegue ver nós dois aqui em cima. Ele sorri para mim.

- Com suas palavras eu poderia ter dado um tiro em sua cabeça por me desrespeitar, é isso que eu faço quando me desrespeitam, mas invés de me deixar furioso com você, você me fez ficar bastante excitado, garota – Ele diz se aproximando e eu me encosto na parede enquanto ele me encurrala.

- E-eu… – Tento dizer mas ele sorri malicioso e se afasta.

Ele pega uma cigarro suspeito, era maconha certeza e acende, ele começa a fumar e eu o encaro.

- Quer? – Ele me oferece e eu nego.

- Eu não uso drogas – Respondo e ele ri.

- Eu sei você é toda certinha, totalmente diferente de mim, mas os opostos se atraem, vamos lá, só uma tragada, não faz mal eu juro – Ele diz e me oferece mais uma vez e eu o encaro na dúvida. Esse homem me convence muito rápido das coisas. Eu meio relutante me aproximo dele.

- Abra a boca – Ele diz e eu o faço, Harry coloca o cigarro entre meus lábios e eu trago a fumaça para dentro e começo a tossir e tiro o cigarro da boca e ele sorri e pega o baseado de volta.

- Nem doeu, você ficou mais sexy com o cigarro na boca – Ele diz e joga o cigarro no chão e pisa em cima o apagando.

Ele se senta no chão e eu o encaro de cima, seu olhar cai em minhas pernas e ele se mexe desconfortável. Então do nada ele puxa minha mão e eu caio sentando em seu colo, com minhas pernas envolta da cintura dele. Harry sorri malicioso e me beija com força, eu fico surpresa e eu não retribuo o beijo fazendo ele dar um grunhido sem paciência e me apertar mais nele. Eu gemo ao sentir o membro rígido dele tocar minha intimidade e ele sorri entre o beijo, o efeito da bebida começa a surgir e o da maconha também, me torno mais ousada. Retribuo o beijo e me movimento devagar sobre o membro coberto dele, sua calça faz uma fricção maravilhosa na minha intimidade e eu gemo mais alto.

- Porra – Ele geme e puxa minha blusa para cima e encara meus seios presos no sutiã – Gostosa.

Eu coro e ele retira meu sutiã e eu fico com vergonha, mas ao sentir seus dedos acariciarem meus mamilos eu esqueço toda a vergonha e me entrego. Harry puxa e aperta meus mamilos e no segundo seguinte ele se curva e lambe meu seio com vontade, minhas mãos vão para seu cabelo e eu o aperto contra mim.
- Harry… – Gemo e ele suga meu mamilo me fazendo arfar.

- Porra, quero estar dentro de você agora – Ele diz e eu me sinto mais molhada.

Ele me solta e eu o ajudo a abrir a calça dele, abro o zíper e ele puxa o pênis dele para fora, eu encaro aquilo e ele se acaricia por um momento – Levante essa saia e tire sua calcinha – Harry manda e eu me levanto e subo minha saia até acima da minha cintura e retiro minha calcinha, Harry pega a peça de roupa e leva minha calcinha até o rosto e a cheira, eu fico chocada e coro fortemente.

- Cheirosa, queria te chupar toda agora, mas minha vontade de te invadir é mais forte, estou louco para meter em você, venha – Ele manda e me estende um pacote de camisinha, eu visto nele e a cada toque meu ele geme – Senta em mim, (S/n) – Harry diz e eu seguro o pênis dele e vou guiando até a minha entrada e o encaixo lá, gemo quando a cabeça do membro dele me penetra, vou descendo devagar até que finalmente ele está todo dentro de mim. Deus, eu nunca me senti tão bem.

- Oh (S/n), você é fodidamente apertada – Ele diz e eu me sinto mais excitada e começo a me mexer sobre ele, seu membro entra e sai de dentro de mim e eu me apoio em seus ombros largos, Harry segura minha cintura e eu me movo com mais velocidade. Começo a gemer mais alto e Harry solta rosnados de prazer.

Ele me vira e me deita no chão e abre mais minhas pernas e começa a me penetrar mais forte, ele entra e sai de dentro de mim me levando a loucura, puxo a blusa dele e Harry rosna e arranca a blusa dele me deixando ver seu peitoral com tatuagens. Cravo minhas unhas em suas costas e ele geme roucamente perto do meu ouvido.

- Quando vi você lá de cima, eu fiquei louco para te ter aqui agora, quando você ficou na minha frente eu fiquei louco para ter essas pernas em volta de mim enquanto eu meto com força em você, porra eu te desejo, como isso pode acontecer assim do nada… OH – Harry diz com os dentes cerrados e no final ele geme alto

- Harry… eu… vou – Eu começo a falar.

- Goza, goza gostoso no meu pau – Ele diz e suga meus seios me levando ao orgasmo mais incrível da minha vida. Minha intimidade parece estar sugando e apertando ele por causa do meu ápice e Harry dá um gemido rouco alto e chega ao seu orgasmo, gozando dentro da camisinha. Ele fica por um tempo dentro de mim e eu recupero minha respiração. Ele sai de dentro de mim e joga a camisinha usada longe da gente. Me levanto e totalmente envergonhada por ter feito isso com ele sem nem o conhecer, eu me visto rapidamente.

Provavelmente eu fui só mais uma, assim que me arrumo percebo que ele já estava pronto e me encarando. Eu dou um suspiro e me viro para ir embora.

Mas Harry me segura no braço.
- Aonde vai? Posso levá-la para casa se quiser, sei que você bebeu – Ele diz me encarando.

- Você também – Respondo e ele sorri.

- Mas eu sou difícil de ficar bêbado e estou acostumado, vem vou deixar você em segurança – Harry diz me segurando pela mão com força e delicadeza e saímos dali de mãos dadas. Ele me mantém entre seus braços quando passamos por todos aquele mar de gente e quando saímos vejo os comparsas dele me encarar e fazem um movimento com a cabeça em sinal de respeito, franzo o cenho e me deixo ser levada por Harry, ele dá olhares mortais para alguns outros homens que me encaram malicioso e eu ainda não acredito que transei com um traficante.

Espero que tenham gostado, se sim, deixem uma ask me contando

*Os favoritos são importantes, então se gostou deixa seu fav lindo aí ;D

Nunca fui considerada um exemplo de menina educada, boazinha, meiga, fofa, como todas deveriam ser. Sou desastrada mesmo, faço tudo errado, choro, danço, canto, falo palavrão, defendo as pessoas que amo, não sou delicada, me apaixono, brigo com tudo e com todos, me estresso facilmente e faço um infinito de coisas que não são consideradas fofas. Não sou perfeita, e pra falar a verdade, nem quero ser.
Ok. Antes de tudo preciso te dizer que não sou fofa, todas essas demonstrações de carinho não faz parte de mim, é empolgação inicial. Provavelmente não irei me declarar todas as manhas e vou te zoar bastante, até mais que seus amigos. Preciso te dizer que não sou do tipo que ama receber flores ou aquelas declarações quilométricas de amor, prefiro que você diga que lembrou de mim ao ouvir uma canção, e que venha me dar um abraço. Em relação a você eu vou ser egoísta mesmo, vou observar tudo, desde a sua caligrafia até o modo como se comportava com a sua ex namorada. Se quiser ficar, fique. Mas fique com a noção de que eu não sou igual a nenhuma outra, tenho defeitos e mostrarei todos pra você, sou chata e serei assim sempre, não venha com a intenção de me mudar, não vou mudar minha personalidade pra te agradar. Seja você sem esforço algum, sem máscaras, sem mentiras, se quiser ficar, fique, mas não é fácil. Se a resposta for sim, me dê um abraço e eu serei sua.
—  Em palavras com Materializei.
Ok. Antes de tudo preciso te dizer que não sou fofa, todas essas demonstrações de carinho não faz parte de mim, é empolgação inicial. Provavelmente não irei me declarar todas as manhas e vou te zoar bastante, até mais que seus amigos. Preciso te dizer que não sou do tipo que ama receber flores ou aquelas declarações quilométricas de amor, prefiro que você diga que lembrou de mim ao ouvir uma canção, e que venha me dar um abraço. Em relação a você eu vou ser egoísta mesmo, vou observar tudo, desde a sua caligrafia até o modo como se comportava com a sua ex namorada. Se quiser ficar, fique. Mas fique com a noção de que eu não sou igual a nenhuma outra, tenho defeitos e mostrarei todos pra você, sou chata e serei assim sempre, não venha com a intenção de me mudar, não vou mudar minha personalidade pra te agradar. Seja você sem esforço algum, sem máscaras, sem mentiras, se quiser ficar, fique, mas não é fácil. Se a resposta for sim, me dê um abraço e eu serei sua.
—  Em palavras com recapacitei.
  • Primeiramente quero agradecer as mais de 1.000 leitoras que nos seguem, amo todas vocês ♥
  • Eu estava meia insegura de postar esse 1s porque não tenho tanta certeza que esta bom ksksk mas espero que gostem ♥♥♥
  • Boa leitura!


That’s my Hazza

- Já volto! – Me deu um beijo e mais uma vez vi Harry se afastando de mim para ir conversar com seus amigos, eu não me incomodava de fato, gostava até, queria mostrar que não seria o tipo de esposa que implica com tudo. A festa estava ótima, conversei com vários familiares de Harry e até conheci alguns da parte da noiva, Jeniffer, que agora era oficialmente casada com o primo dele.

- O que faz essa bela moça sozinha por aqui? – A voz bem familiar soou aos meus ouvidos.

- Também gostaria de saber Gem. – Brinquei a encarando.

Gemma se sentou ao meu lado e começou a encarar as pessoas que passavam por nós assim como eu também fazia, porém, em uma pessoa específica.

Eu e ela nos tornamos grandes amigas durante uma viagem que eu fazia em Homes Chapel. Estava em mercadinho de lá quando sem querer deixei cair praticamente uma prateleira inteira de ovos de páscoa, na realidade eu nem sabia o porquê estava lá já que não teria ninguém para entregar os ovos. Então Gemma (que trabalhava ali) me ajudou enquanto riamos do acontecido, a páscoa seria dali umas duas semanas e quase todos os dias eu ia lá, até que nós começamos a conversar e ela me contou sobre sua vida e eu sobre a minha, e foi numa dessa que ela me convidou para passar a páscoa com ela, e sinceramente eu não poderia ter feito escolha melhor a não ser aceitar e então conhecer meu atual marido.

- Gem, você acha que fizemos uma escolha errada, sabe, nos casando tão jovens? – Soltei a questão que estava presa em minha garganta, mas não à pessoa que eu queria que respondesse.

Ela me encarou por uns minutos tentando provavelmente encontrar a resposta.

- Olha Sn, se vocês realmente se amam, eu não vejo motivo para não terem se casado, você sabe que amo muito vocês dois e não quero mal de vocês, se por algum acaso eu achasse que não era uma boa pra você ou pro meu irmãozinho ali, teria dito algo! – Respondeu de forma generosa fazendo com que, mesmo que não, me sentisse abraçada.

Desviei o meu olhar dela e voltei a olha-lo, ele sorria como um adolescente e gesticulava com as mãos enquanto estava totalmente absorvido na conversa com seus colegas.

A festa já estava no final e eu morrendo de sono, meu corpo implorava para eu me levantar e ir chamar Harry que agora conversava com um outro primo, eles não estavam tão distantes, vez ou outra ele me encarava mandando beijos no ar ou sussurrando um “já vamos” e assim voltava ao assunto anterior, mas minha mente me dizia que eu deveria ter paciência em espera-lo, ele também deveria ter seus momentos assim como eu tinha os meus.

Eu não sei quanto tempo se passou ao certo, apenas senti quando uma mão tocou levemente meu rosto.

- Amor, você esta dormindo sentada! – Disse me encarando com um leve sorriso de lado. – Por que não me chamou? Vamos. – Me ajudou a levantar já que estava um tanto sonolenta e nos despedimos do pessoal que havia restado.

Harry retirou seu blazer e o passou em meus ombros já que estava frio, seu braço envolveu minha cintura enquanto ele me guiava para dentro do carro.

- O que você têm? – Perguntou assim que deu partida no carro. – Você anda tão quietinha nos últimos dias. – Colocou sua mão sobre minha coxa.

Se alguém me pedisse para fazer uma lista de coisas que amo em Harry, sem dúvida eu me perderia, mas se tem uma coisa nele que eu consigo amar mais que as outras, é esse seu lado carinhoso e atencioso que ele tem comigo, sempre querendo o meu melhor.

- Nada. – Respondi apenas, o sono estava quase me dominando por inteira.

- Não minta pra mim. – Repreendeu-me.

- São só coisas da minha cabeça. – Encarei seu perfil.

Deus, como alguém pode ser tão lindo?

- Você sabe o quanto eu adoro ouvir “as coisas de sua cabeça”. – Me encarou rapidamente logo voltando a atenção para o transito.

Respirei fundo tomando coragem para dizer o que vinha martelando minha mente a um tempo.

- É que eu tenho medo. – Harry me encarou confuso assim que paramos no sinal vermelho.

- Medo? De que?

- De não estar preparada ainda. – Respondi o que deve ter causado uma confusão maior em sua mente. – Pra ser uma boa esposa. – Concluí fazendo ele levantar as sobrancelhas em compreensão.

Esperei que ele dissesse algo, mas se o conhecia bem ele só estava esperando eu dizer tudo o que sentia.

- Você sabe Harry, foi o meu primeiro homem em praticamente tudo e eu tenho medo de não conseguir ser uma boa esposa, eu não sei como reagir a tudo isso, é tudo muito novo pra mim, tenho medo de você não ter feito a escolha certa e depois de um tempo perceber isso e me deixar. – Eu podia sentir as batidas de meu peito e poderia jurar que Harry também.

Mais uma vez esperei que ele dissesse algo, mas nada foi dito. Durante o resto do caminho, Harry pareceu refletir em minha palavras entrando em um mundo paralelo onde só minha frases existiam.

Eu não gostava disso, queria que ele dissesse algo!

Retirei minhas sandálias e fui para o closet colocar meu pijama, já havia tirado a maquiagem e não via a hora de cair na cama. Harry entrou no quarto em silêncio e se sentou na ponta da cama, ele estava calado desde o momento no carro e definitivamente eu odiava aquilo!

- Sabe Sn, você tem razão. – Disse ele assim que saí do closet. – Isso também é novo pra mim, essa coisa de estar casado e ter que dividir a casa com alguém, as despesas e bom, a vida, isso me assusta também. – Confessou me fazendo arquear a sobrancelha e me sentar ao seu lado. – Acredite se quiser, mas tenho medos também… – Me encarou um tanto vulnerável o que pra mim é estranho, já que ele é o mais seguro ali. - … tenho medo de não ser o que você esperou que eu fosse, de não estar fazendo as coisas da forma correta e te magoar em algo. – Seus olhos me olhavam com cuidado, como se apenas com eles eu pudesse me quebra inteira. – Todos a minha volta sabem como eu fui com meus antigos relacionamentos e que nem em sonhos eu queria me casar com uma delas. – Suspirei fundo, ele já havia me dito isso a um tempo, mas não chegamos a concluir a conversa.

- Harry…

- Não, deixe-me terminar. – Se ajeitou na cama se sentando de frente pra mim. – Eu achava que esse sentimento chamado amor de fato nunca chegaria a me pegar, mas Sn, por Deus, olha o que você fez comigo menina! – Sorriu como um moleque causando quase como um reflexo eu sorri também.

Ah, como eu amo esse sorriso!

- Depois daquela noite de páscoa eu mudei totalmente, eu aprendi a me esforçar para agradar outro alguém e acredite eu não era desse tipo! – Afirmou. – Você me ensinou a ser paciente com coisas que nunca imaginei que seria, imaginar ficar praticamente um ano sem relação sexual era pesadelo pra mim. – Confessou me fazendo corar por lembrar de como criei coragem para avisa-lo que nunca tinha ido pra cama com alguém, e como ele teve compreensão. – Mas você me ensinou Sn, me ensinou que um relacionamento de verdade não é só baseado em sexo e sim no companheirismo. – Suas mãos se esticaram tocando levemente meu rosto. –E esses seis meses vêm sido os melhores pra mim, sei que ainda vamos ter muitos desentendimentos, mas segundo minha avó isso faz parte de um bom casamento. – Sorriu. – E sim Sn, eu sei que escolhi o certo pra mim me casando com a única mulher que consegui amar verdadeiramente! – A lágrima quente escorreu por minhas bochechas.

Não é certo ele me dizer essas coisas quando eu estou em um período emocional abalado!

- Harry. – Falei manhosa. – Você não pode me dizer coisas fofas toda vez que eu estiver confusa!

- Ah é? E quem disse isso? – Meu corpo foi empurrado pra cama e Harry subiu em cima de mim. – Sabe o que eu quero agora? – Balancei a cabeça afirmando que não. – Te beijar, todinha!

- E quem esta te segurando? – Desafiei vendo o sorriso moleque voltar em seus lábios.

Seus lábios começaram a percorrer meu rosto até pairar sobre meus lábios. Harry esfregou seu nariz lentamente sobre o meu me fazendo fechar os olhos e sorrir.

- Eu te amo tanto minha menina! – Sussurrou fazendo meu coração se encher de alegria.

- Eu também te amo! – O respondi com a mais pura realidade e em seguida nossos lábios se beijaram com tamanha ternura.

- Eu poderia fazer amor agora mesmo com você. – Disse assim que nos separamos em um sussurro sofrido. – Mas sei que esta exausta demais pra isso, então vou deixa-la dormir quietinha. – Mas uma vez seu nariz passou sobre o meu. – Mas não pense que vai fugir de mim pela manhã! – Mordeu a pontinha dele me fazendo sorrir.

Sem dúvidas, eu amava aquele homem por inteiro!

E lá se vai mais um ano em minha vida, mais uma vez eu sorri muito com todas as coisas bobas que ouvi, todas as coisas fofas e amáveis, ri de todas as piadas que escutei e de todas as besteiras que vi, chorei por todos aqueles que partiram, todos aqueles que me magoaram e me colocaram pra baixo, pelos momentos bons que vivi, as emoções que passei e tudo o que fizeram por mim, agradeci por tudo o que conquistei  e por tudo que eu fiz, porque eu sei que eu fiz o que podia fazer sempre, nunca deixei de tentar e acreditar, sempre fui até o final, sofri muito com os desafios da vida e lutei para conquistar minhas coisas e realizar meus sonhos. Mas a vida é assim, nem sempre tudo é como queremos, ela é muito dura sim, mas a vida é incrível, ela é linda, por mais que reclamamos sempre das nossas, ela é linda, o problema é que nós não aceitamos enfrentar os problemas que ela nos da, nós sempre queremos tudo do bom e do melhor, tudo fácil, mas qual a graça? Eu sei, é foda sofrer, machuca aprender assim, mas é assim que devemos aprender, nós devemos sofrer muito sim para que possamos crescer, evoluir e ser alguém melhor, são das decepções que saem as melhores lições que levamos para a nossa vida… e falando sobre elas, eu aprendi tantas esse ano, foi o ano mais conturbado em minha vida, uma mistura de felicidade imensa e tristeza profunda, foram 365 dias bem difíceis e complicados, aprendi que não podemos esperar que tudo o que queremos vá acontecer, nem esperar que não vamos no machucar, porque as pessoas sempre se machucam, pode ser como for, pode ser a pessoa mais quase perfeita do mundo, ela vai te machucar, então vá com calma, não se iluda, não pense que isso é impossível, afinal, nada é impossível e ainda mais quando falamos de pessoas e onde temos sentimentos envolvidos, tudo pode acontecer, somos novos, temos muito que aprender ainda, muito a evoluir e se desenvolver, não sabemos ainda dar o real valor as coisas, desde as simples as mais difíceis que mais sofremos pra conquistar e depois de um tempo parece que esquecemos do tanto que ralamos pra ter isso e passamos a não se importar muito em manter isso, nós temos uma péssima visão de que continuando na mesmice nada vai mudar, vai ter sempre isso, mas não é bem assim, a vida segue, pessoas mudam e tudo acaba mudando junto, então não  espere que tudo dure pra sempre, porque tudo acaba, seja hoje, amanhã, semana que vem, mês que vem ou quando for, nada é pra sempre, tudo tem um fim, assim como a vida, então valorize-a sempre ao máximo, aproveite-a e viva do seu jeito e nunca se esqueça, aprenda a ser feliz sozinho, nunca dependa de ninguém, porque um dia você vai ficar só, um dia tudo acaba e se você não souber ser feliz sozinho, você vai se afundar e pra se reerguer é difícil.

tothebravegirls  asked:

se importaria de me contar sua historia romântica?

Quando eu tinha 15 anos conheci um guri, Marcelo era o nome dele, foi em uma festa de São João do colégio, eu ia no terceirão e ele foi levar a irmãzinha dele, quando nós nos olhamos eu tremi, foi tipo amor a primeira vista, segunda, terceira e cada olhar que rolava, aquele guri tomou conta de todo meu ser com apenas um sorriso, então ele me convidou para dançar, aquelas musiquinhas de festa junina, sabe? Naquela noite aconteceu nosso primeiro beijo e ele me pediu em namoro, acredita? Pois é, eu aceitei. Ele me passou o msn, cheguei em casa e ficamos conversando até de manhã, ele veio aqui em casa, conheceu meus pais, minha irmã. Ele era encantador, tinha um sorriso lindo, olhos pequenos, tocava violão, cantava de uma maneira toda especial musiquinhas fofas para me conquistar, bobo, eu já estava doida por ele.. Vivemos intensamente, nos víamos todos os dias, ele me encantava e eu o amava a cada segundo que passava, nunca brigamos, ele não me deixou triste em nenhum momento da vida, alias, me deixou, no dia 28 de dezembro desse mesmo ano ele sofreu um acidente de moto e acabou falecendo sem que eu pudesse me despedir, não pude olhar nos olhos deles e dizer o quanto eu o amava, apesar de estar explicito em cada gesto meu. Eu sinto a falta dele todos os dias da minha vida. E depois dele apesar de eu ter tido outros namoradinhos, nunca consegui me entregar e viver algo tão especial quanto foi com ele. 

Bom essa é minha tragédia romântica. 

Cap 10 - Dia a Dia parte 1

Clara teve um fim de semana longo, entre boates, fãs, entrevista, horas de viagem de avião ela ainda teve uma missão, fazer duas listas para sua segurança. Aquilo não estava em seus planos, mesmo com a cláusula  de sigilo no contrato, abrir sua vida privada para uma desconhecida lhe dava nos nervos, mas se esse fosse o preço necessário para achar o infeliz que lhe atormentava, ela pagaria.

- O que tanto te adormenta minha diva tatuada? – perguntou Will assim que o avião decolou de São Paulo para Manaus.

- Tá tão na cara assim?

- Na cara e na caixa de cigarro que você fumou quase toda até o aeroporto, fofa, mais ameaças?

- Não nenhuma nesse inicio de mês, é que a segurança começou como tinha te dito – parou de falar enquanto lembrava das últimas palavras que trocou com Vanessa.

- Eeee… – fazia gestos pra DJ prosseguir.

- E ela quer uma lista dos meus últimos ficantes e das pessoas mais próximas de mim.

- Ai Jesus – fico quieto por alguns instantes – Clarinha como empresário minha vontade é gritar “MANDA ESSA MULHER EMBORA AGORA” e me poupar futuras dores de cabeça com biografias não autorizada, mas como amigo eu sei que isso é o certo a se fazer – segurou a mão da mulher ao lado – dorme um pouquinho agora quando chegarmos em Manaus eu até te ajudo com a lista, afinal duvido que o Don Juan ai lembre da metade dos peguetes – gargalhou.

- Idiota – riu junto – Obrigada baby.

Na segunda-feira, depois de um inicio de dia agitado, Clara encontrou um tempo pela tarde e foi entregar a lista para a segurança.  

- Oi – deu um leve toque no vidro da porta e entrou.

- Boa Tarde.

- Não deu para vir antes mas está aqui as listas que me pediu.

Estava meio aflita em entregar, a lista era grande, ela mesma tinha se surpreendido com a quantidade de pessoas que ficou desde que tinha se separado, deve que aguentar as zoações de William mas em sua defesa falava “olha isso é um média de quase 3 por mês, nem é tanto assim vai”   chegaram a um número de 87 nos últimos 3 meses, mas obviamente nem todos tinham seu nome e sobrenome lembrados, alguns nem mesmo a fisionomia, os  “crush de uma noite” segundo Will. A lista final contava com 36 nomes, grande parte famosos o que era mais fácil da DJ e seu empresário lembrarem, ela também separou as 5 pessoas que tinha ficado por mais  tempo,  julgando que poderia ser útil para Vanessa.

- Ótimo – pegou as folhas e deu uma rápida olhada nas pessoas próximas e depois teve um pequeno susto com a segunda lista, levantou uma das sobrancelhas.

Clara percebeu. Por algum motivo o que Vanessa  pensava sobre aquilo era importante, algo lhe causou incomodo com a possibilidade  da segurança lhe achar leviana por aquele número e pelos tipo de pessoas que eram, decidiu fazer graça.

- Isso que dá ficar muito tempo solteira – riu – Tinham mais pessoas que infelizmente não lembrei o nome, sabe como é, casinho de uma noite nada importante – a morena se manteve seria e Clara continuou – Will me tirou até a morte, pode me tirar também tá – riu nervosa.

- William é seu empresário e amigo, eu sou sua empregada, não se preocupe não a motivos para zoações, vou voltar ao trabalho qualquer novidade te aviso  – virou as costas e seguiu para o computador.

- Tá … tá bom então … eu vou subindo – disse sem graça.

Vanessa passou os próximos 2 dias concentrada   traçando uma linha de pensamento lógico. Começou agrupando os nomes que apareciam nas duas listas ou seja que eram próximas de Clara e ela havia ficado nos últimos meses, eram 6 pessoas, 4 homens  e 2 mulheres.  Clara havia colocado os nomes das pessoas mais próximas por ordem de importância com observações, Vanessa agradeceu mentalmente por isso.

#3  Tayson Bittencourt [Tay] – melhor amigo, conheço a uns 5, trabalhamos na mesma gravadora e dirigi quase todos  vídeos.  

#11 Rudson Figueiredo [Houdini] – amigo de infância, parceiro dos roles de rock

#13 Alana Cerqueira – amiga de uns 2 anos

#22 Thiago Leroy – amigo e colega de trabalho que me colocou dentro da gravadora 2 anos atrás

#38 Bianca Ferreira – minha secretaria a 1 ano e colega

#44 Daniel Bach – colega a 1 ano.    

Fez um levantamento sobre as 6 pessoas, dando uma atenção especial aos 2 homens que Clara conhecia a menos tempo, já que a caligrafia das cartas e um leve preconceito em relação a sexualidade da DJ levam a crer que o suspeito era do gênero masculino, focou ainda mais em Daniel que era um dos 5 que Clara havia feito outra observação dizendo que deve um relacionamento mais. Nos próximos dias começaria a investigar as outras 74 pessoas.

Clara por sua vez andava ocupada com o trabalho e quase não via a segurança, trocavam poucas palavras e Clara ainda se sentia sem graça com o corte que havia levados dias atrás. Decidiu ficar na dela até que um fato lhe chamou atenção.

- Conca, chama a Vanessa para o almoço por favor – disse a loirinha assim que terminou de dar comida ao filho.

- Ih Clarinha, é porque você não tem almoçado em casa e não percebeu ainda, mas essa menina nunca come aqui, ela sempre trás marmita, deve ser essas coisas de maromba – a senhora riu.

- Sério? Isso não é justo, ela ainda gasta com comida? Transporte e alimentação são por minha conta, vou conversar com ela.  

Clara desceu depressa enquanto Conca olhava Max. Quando chegou no subsolo a segurança estava saindo de sua sala com capacete em mãos.

- Vanessa?!

- Ah, oi, eu tava indo agora mesmo subir e avisar que estou saindo para o almoço.

- Era sobre esse assunto mesmo que eu queria falar, Conca me informou que trás marmita, não acho certo você estar  gastando com alimentação, achei que estava claro no contrato que ficaria em minha responsabilidade isso, comida ou o vale.

- Bom é que não como carne, só de peixe, como muito legume e sempre ando com marmita por causa da dieta,  não queria dar trabalho e sempre faço isso para não causar nenhum problema.

- Isso não é problema algum. Já que não trouxe marmita hoje você poderia ficar, além do mais tem peixe.

- Sério?  

Clara podia jurar que viu os olhos da segurança brilhar e sorriu.

- Aham. E além do mais Conca almoçou mais cedo hoje e estou sozinha para o almoço – fez bico – odeio comer sozinha, sabe? – olhou para Vanessa uma cara de sofrida – Talvez … certa  pessoa  … que está nessa casa poderia  comer comigo ao invés de almoçar fora.

- Chantagem emocional? – estreitou os olhos e falou seria  – Fique sabendo que isso não funciona comigo.

Clara abaixou levemente a cabeça, tinha levado outro corte e dessa vez tinha ficado realmente triste.

- Porém… você já tinha me ganhado quando falou a palavra peixe – sorriu e conseguiu desfazer a carinha triste da loirinha  – Vamos?  

Clara só conseguiu responder um “aham” e foi feliz com a segurança  almoçar.

Fazia alguns dias desde que voltara do hospital, alguns arranhões não estavam completamente curados e poderia ver algumas ataduras por volta do corpo da garota. O ataque estava fresco em sua memória, tudo naquele dia parecia acontecer novamente e novamente em sua cabeça sem parar. Amy encarava o berço e todas aquelas pequenas coisas fofas compradas a sua frente com uma feição cansada e depressiva até que percebeu que não estava sozinha em seu quarto.

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Capitulo 138

Não suportava mentiras, e para estar livre para amar Vanessa com todo sentimento guardado por anos, não acumularia a esse amor a sombra de traições e mentiras. A história dela com Vanessa já trazia marcas de tais males, não cabia mais essa carga de infelicidade de outrem. Por tal motivo, Clara não queria esperar Eduarda retornar de viagem para definir aquela situação.

No saguão do aeroporto, o mesmo em que ela correra desesperada para alcançar Vanessa, a promotora se apressou nos seus passos limitados por seu salto quinze para alcançar Eduarda, mas dessa vez o final dos seus passos a conduziria de volta ao seu grande amor.


– Duda!

Eduarda se surpreendeu com a voz de Clara chamando seu nome no meio daquela pequena multidão e correu ao seu encontro, e a abraçou romanticamente.

– Meu amor que surpresa! Nem esperava te ver antes de viajar! Se não estivéssemos no meio de tanta gente juro que te beijaria agora mesmo!

Constrangida como sempre ficava em manifestações de carinho em público, Clara se viu ainda mais acuada com o seu objetivo naquela surpresa que para Eduarda teve a conotação de gesto de amor.

– Eu precisava falar com você antes da sua partida…

– Eu adorei a surpresa meu amor!

– Duda, eu sei que não é o momento, nem local ideal para isso, mas não sei quanto tempo você ficará fora e…

– Clarinha… Nós já combinamos não foi? Se eu precisar passar mais de uma semana você vai me encontrar em Miami.

– Duda não é isso… Eu estou aqui pra te dizer que você é muito especial pra mim, uma das mulheres mais incríveis que já conheci e não quero nunca magoar você. Por isso eu…

– Clarinha espera! Eu sei de tudo isso, você me faz a mulher mais feliz do mundo. Ai… Eu ia fazer isso só na volta, mas, você aqui… Toda fofa…Fez esse sacrifício todo só pra vir me ver… Não vou aguentar esperar!

Desconhecendo o teor daqueles pressupostos da empresária, Clara franziu o cenho observando Eduarda abrir sua bolsa e retirar dela uma caixa minúscula de veludo preto.

Antevendo o que aconteceria, Clara pensou alto, pasma:

– Ai meu Deus!

Confundindo a reação de desespero da morena com emoção, Eduarda não deu tempo nem espaço para Clara se recompor e disparou:


– Clara, quer se casar comigo?

Atarantada com o gesto apaixonado de Eduarda, Clara balbuciou sílabas desconexas, sentindo a voz presa pelo choque da proposta justamente quando ela estava pronta para terminar sua relação com a empresária.

Eduarda visivelmente nervosa, emocionada pelo momento, não discerniu o sentimento implícito naquela reação de Clara, talvez por que não concebia em seu amor e nos seus planos com ela outra resposta que não fosse sim. Imbuída de tal certeza, não esperou a resposta de Clara, segurou a mão direita da namorada e colocou nela o anel cravejado de brilhantes oficializando ao menos para ela a mudança de status daquele namoro.

– Duda… Não…

Tentando recobrar sua respiração a fim de verbalizar o motivo de sua ida desesperada até aquele aeroporto. Mas o acaso insistia em jogar com os sentimentos de Clara, no exato momento em que a promotora iria desfazer tal equívoco, a última chamada para o voo de Eduarda foi anunciado, apressando o embarque da empresária, que correu depois de beijar o rosto da loira.


– Prometo um noivado à nossa altura na volta meu amor.


Com tal bomba encaixada no seu dedo, Clara injuriou mentalmente mais um chiste do destino. Seria mais um sinal de que seu amor com Vanessa não estava predestinado a se concretizar?

A questão não calava. E outra vez Clara se viu irresoluta sobre seu caminho ao sair daquele aeroporto, perplexa com a contrariedade absoluta dos seus planos. Se aquela anedota do acaso a separava de Vanessa segundo seus desmandos atrapalhados e de mau gosto era óbvio que também a aproximava. No seu trajeto, com a noite já avançada, convicta que Vanessa já não a aguardava àquela hora, Clara percebeu a vista da janela do seu carro: o Parque do Ibirapuera.

A avalanche de lembranças atordoou Clara. O rosto de Vanessa, seu sorriso, seu olhar através daquelas lentes se multiplicou na sua mente como um comando hipnótico. Desejo irrefutável, vontade exigente, decisão indubitável: retornar. Retornar no primeiro desvio daquele viaduto, retornar à sua decisão controversa de anos atrás e remediar seu erro, retornar para os braços do seu amor.

E assim Clara seguiu para o apartamento de Vanessa, antes disso, abriu sua bolsa e num compartimento escondido, retirou uma pequena caixa de acrílico, nela uma pequena joia de importância sublime na sua história com Vanessa: a argola de brilhante que a fotógrafa lhe deu para usar no segundo furo da orelha como sinal de compromisso entre elas quando Vanessa a convidou para morar com ela. Com um sorriso apaixonado, Clara a colocou, anunciando a sua decisão de reconstruir sua vida com Vanessa remediando a relutância de anos atrás.


***************

Vanessa não tinha mais esperanças de que Clara comparecesse ao seu chamado. Já caminhava pela sala, apagando as velas que cuidadosamente disponibilizou quando ouviu o som da campainha.

Com o coração aos galopes, torcendo por um milagre acontecer, Vanessa abriu a porta, e seus olhos encontraram a visão mais perfeita, saída de seus sonhos, das suas melhores memórias e da sua prece mais fervorosa: Clara.

– Oi. O check-in já está encerrado?

Emocionada, Vanessa deixou uma lágrima verter apertando seus olhos e dizendo em um suspiro aliviado:

– Ah Deus! Muito obrigada!

Envolveu seus braços na cintura de Clara abraçando-a com força, como se quisesse prendê-la para sempre naquele abraço.


– Van… Você está me sufocando…

Clara disse e Vanessa a soltou imediatamente:

– Desculpe-me, sinto muito minha linda…

A fotógrafa tentava reparar seu gesto forte esfregando os braços de Clara que a tranquilizou:

– Ei… Calma… Você está tremendo. Não me machucou meu amor.