to morrendo *o*

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TEXT: Teaser para Spring Day (MAKNAE LINE)

Traduções:

Jimin:

S/N - Ok, agora me fala, você é um assassino?

Jimin - … Não?

S/N - ENTÃO POR QUE VOCÊ TENTOU MATAR O FANDOM TODO COM AQUELE TEASER?

Jimin - Babe, eu só estava fazendo o meu trabalho. Não em culpe.

S/N - SEU TRABALHO É MATAR PESSOAS? OMG, JIMIN, POR QUE VOCÊ NUNCA ME CONTOU QUE EU ESTAVA SAINDO COM UM ASSASSINO?

Jimin - S/N, você está falando sério?

S/N - PARECE QUE EU ESTOU BRINCANDO, GAROTO?

Taehyung:

S/N - JSUIEBFIUWNWEFUI

V - JAIFUIBEFUBEB

S/N - O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO?

V - EU NÃO SEI. O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO?

S/N - MORRENDO, GAROTO, EU ESTOU MORRENDO. O QUE FOI AQUELE TEASER? TIPO, É MAIS BONITO QUE A MINHA VIDA. TAEHYUNG, EU ACHO QUE NÃO VOU SOBREVIVER.

V - NÃO MORRA BABE, EU TE AMO. FIQUE VIVA ATÉ O DIA 13, OK? ENTÃO TODOS PODEREMOS MORRER JUNTOS.

S/N - Omg, Taehyung, você é muito fofo. Eu te amo também, babe.

Jungkook:

S/N - WTF. VOCÊ ESTÁ TENTANDO ME MATAR OU O QUÊ?

Jungkook - Babe, do que você está falando?

S/N - A PORRA DO TEASER, JEON JUNGKOOK. O QUE FOI AQUILO? UMA PREVIEW PRA MINHA MORTE?

Jungkook - Ah, o teaser. Só espere até o MV. Sinto muito pela sua vida babe, mas está perto do fim.

S/N - JEON JUNGKOOK, APENAS NÃO BRINQUE COMIGO DESSE JEITO, VOCÊ SABE MUITO BEM QUE EU NÃO CONSIGO LIDAR COM ESSA MERDA.

Jungkook - Por que você me namora então?

//MinSuga

todo domingo eu fico morrendo de fome porque o almoço fica pronto muito tarde. mas eu não reclamo porque é minha mãe quem cozinha e sei que ela demora porque quer caprichar.

Lá estou eu em mais uma mesa com risos pela metade. Olho pro lado e sinto uma saudade imensa, doída, desesperançada e até cínica. Saudade de alguma coisa ou de alguém, não sei. Talvez de mim, de algum amor verdadeiro que durou um segundo… Meus amigos me adoram. Mas será que eles sabem que se eu estou morrendo de rir agora, mas daqui a pouco vou morrer de chorar? E isso 24 horas. E eu, mais uma vez, olho para o lado morrendo de saudade dessa coisa que eu não sei o que é. Dessa coisa que talvez seja amor. Odeio todos os amores baratos, curtos e não amores que eu inventei só para pular uma semana sem dor. A cada semana sem dor que eu pulo, pareço acumular uma vida de dor. Preciso parar, preciso esperar. Mas a solidão dói e eu sigo inventando personagens. Odeio minha fraqueza em me enganar. Eu invento amor, sim e dói admitir isso. Mas é que não aguento mais não dar um rosto para a minha saudade. É tudo pela metade, ao menos a minha fantasia é por inteiro.. enquanto dura. No final bruto, seco e silencioso é sempre isso mesmo, eu aqui meio querendo chorar, meio querendo mentir sobre a vida até acreditar. E aí eu deito e penso em coisas bonitinhas. E quando vou ver, já dormi.
—  Tati Bernardi.
A saudade bate e as lembranças vem á tona. Das conversas e brincadeiras, brigas por conta do ciúmes, do seu jeito carinhoso e da sua voz, do seu abraço e do seu beijo. Tive todos os motivos para te odiar e ir embora, mas olhe onde estou agora? Tô aqui ainda! Sou fraca por isso, me considero boba. Por quê esse amor tem que ser tão forte? Mais forte que eu? Tem algo em você que me encanta, me atraí. Deveria estar morrendo de raiva agora, o que você fez acabou comigo, mas essa raiva durou só alguns minutos. Algo foi mais forte, mas mesmo com todo esse meu amor, é difícil confiar em você de novo. Você não me deu valor, ou pelo menos, mostrou isso. Posso estar aqui, posso te amar, só que perdi as esperanças, e deixei de criar expectativas sobre você ou um “nós”.
—  Ilusões de Esther.

foi um baque.
o seu desdenho. como se não fôssemos nada. não éramos - pra você. 
pra mim - fomos tudo. tudo o que eu quis guardar pra sempre comigo. mas eu sabia. a gente sempre sabe quando a sintonia não é a mesma. e eu precisei partir. morrendo, eu parti. o caminho foi marcado com gotas de sangue. era meu coração açoitado pela tua indiferença. 

casulopoetico

 Quando dizemos coisas como ‘as pessoas não mudam’… deixamos os cientistas loucos, porque a mudança é literalmente a única constante da ciência. Energia. Matéria. Estão sempre mudando, transformando-se, fundindo-se, crescendo, morrendo. O modo como as pessoas tentam não mudar que não é natural. Como queremos que as coisas voltem, em vez de as aceitarmos. Como nos prendemos a velhas memórias, em vez de criarmos novas. O modo como insistimos em acreditar, apesar de todas as provas contrárias, de que algo nessa vida é permanente. A mudança é constante. Como experimentamos a mudança é que depende de nós. Pode parecer a morte ou uma segunda chance na vida. Se relaxarmos os dedos, nos desapegar, irmos em frente, pode ser adrenalina pura. Como se a qualquer momento tivéssemos uma nova chance na vida. Como se a qualquer momento, pudéssemos nascer de novo! 

Quando dizemos coisas como “as pessoas não mudam” deixamos os cientistas loucos, porque a mudança é literalmente a única constante da ciência. Energia. Matéria. Estão sempre mudando, transformando-se, fundindo-se, crescendo, morrendo. O modo como as pessoas tentam não mudar que não é natural. Como queremos que as coisas voltem, em vez de as aceitarmos. Como nos prendemos a velhas memórias, em vez de criarmos novas. O modo como insistimos em acreditar, apesar de todas as provas contrárias, de que algo nessa vida é permanente. A mudança é constante. Como experimentamos a mudança é que depende de nós. Pode parecer a morte ou uma segunda chance na vida. Se relaxarmos os dedos, nos desapegar, irmos em frente, pode ser adrenalina pura. Como se a qualquer momento tivéssemos uma nova chance na vida. Como se a qualquer momento, pudéssemos nascer de novo.
—  Grey’s Anatomy
Talvez “nós” nunca existiu, deixamos nos levar por desejos e vontades, sim, e não foi um sonho, porque quando sonhamos com algo ou alguém, não devemos desistir facilmente, pelo menos não da maneira em que desistimos de nós. Sonhar é sempre acreditar e devemos seguir acreditando, correndo atrás dos nossos sonhos independente do quão demore, das dificuldades, e foi isso que aprendi. Apenas idealizamos uma vida inteira e perfeita, uma história em que daria um livro de conto de fadas, onde o final é sempre aquele velho clichê com Felizes para Sempre. Mas tudo evaporou-se como num passe de mágica, escorregou das nossas mãos sem termos chance alguma de segura-la, quanto mais tentávamos, menos dava certo, uma história em que vai ficando pra trás não tendo a mesma significância que tinha antes pra nós dois. Às vezes é difícil seguir o coração, e assim tudo vai mudando aos poucos, o frio na barriga vai desaparecendo, as borboletas no estômago vão morrendo, a vontade e o desejo diminuindo. É normal não estar bem, ambos estão sofrendo e então acordamos, não completamente, mas digamos que estamos em um processo lento que um dia termina, aos poucos, nos machucando, chorando, mas termina, até porque ninguém morre por falta de uma presença, mesmo que essa presença já tenha sido fonte de muita felicidade. Tendo consciência que nada foi em vão, que as lágrimas não são uma derrota, não tendo nada de errado e que não devemos nunca esquecer quem somos e quem um dia fomos. Muita das vezes dizendo adeus um pro outro, mas nunca indo de verdade, talvez o nosso adeus tenha um outro significado, a-Deus, deixando sempre nas mãos Dele pra que Ele cuide daquilo em que não somos mais capazes de cuidar. E assim vamos seguindo e novamente nos deixando levar por um sentimento que até então tá se tornando desconhecido, é como uma força magnética que ainda não sabemos lidar, que insiste em manter próximos enquanto os dois lados lutam pra cada um ir num sentido contrário, seguir por um caminho diferente, e mesmo que a estrada seja longa, olharemos para o céu, mesmo no escuro, descobriremos a esperança perdida e a força de vontade para assim seguirmos, pois na vida só existe um “para sempre” e este significa seguir em frente e que os nossos sorrisos se tornem o nosso lar, mesmo que seja difícil de encarar toda a situação com um sorriso no rosto, nunca foi escrito a milhões de anos atrás que passar por essa e outras situações seria fácil, aliás, não é fácil conviver com o presente e o passado juntos, não é fácil esquecer alguém que um dia fez parte dos melhores momentos da sua vida e nem podemos nos enganar, em mentir pra nós mesmos que não foi nada bom, porque foi. É uma vida boa, uma história boa, uma ilusão boa, pessoas boas e não temos porque esquecer. Fizemos o calculo do amor corretamente, pois ele não é só feito de pele, beijos, toques, órgãos e essas outras coisas físicas, o amor é sobretudo feito de sentimentos, e sobre sentir, bem, eu ainda sinto muito.
—  Lara, teorizava.
Meu amigo, diz pra ela que me viu sorrindo e curtindo a vida e que o sofrimento já não me pertence e como ninguém eu to seguindo em frente, to feliz da vida, to muito contente, que não penso nela mais nenhum segundo e que sou o cara mais feliz do mundo. Só não diz pra ela que eu estou morrendo sem o amor dela, o quanto estou sofrendo e que na verdade estou enlouquecendo, os dias não passam, tudo é um tormento.
—  Zé Neto e Cristiano
Não se engane o coração é forte, ele aguenta tantas coisas, as pancadas que a vida dá. Ele cansa, mas não para. Ele sofre, chora, sufoca. O corpo morre aos poucos. A mente enlouquece, a alma entra em óbito, mas o coração continua ali lutando. E mesmo com a sensação de estar morrendo, o coração continua batendo. Mesmo quebrado, ele segue caminhando. Tropeça aqui ou ali, e ainda assim continua dando seus leves passos. Mas o coração sofre mudanças, ele nunca volta a ser o mesmo. O coração nasce bobo, mas com tantas rasteiras que a vida dá ele acaba amadurecendo. Em alguns casos, endurecendo e virando pedra.
—   Jackelaine L. Pinto, Recitografar.
O que eu quero não tem nome, e eu só encontrei em livros, o que eu quero tem mais letras que todo o alfabeto, mais cores do que qualquer arco-iris, mais moléculas que todos os átomos juntos, o que eu quero está sentado em um planeta distante, em uma tarde que na verdade é manhã, em um sol de lágrimas alegres, e uma chuva fina feio gotas de fel, o que eu quero dorme embaixo da minha cama todas as noites, enfia-se entre o meu maxilar, alocado em um dente ou outro, cabe dizer que o que eu quero sai em frases toscas, bregas e antiquadas na língua felina, inadequadas para o mal da nação, o que eu quero está morrendo nos pulsos, parando o coração e me engolindo, o que eu quero me domina por completo, me estrangula toda vez que eu solto um eu te amo.
—  Larissa Céu
Estou morrendo

Eu sou o único assunto que conheço.

E sei que tenho um jeito museológico de viver.
Sei que ponho todos os momentos dentro de molduras e os penduro numa parede à beira dos meus olhos.

À beira do meu abismo.

Meus momentos me empurram e querem me assassinar.
Se me prendem, a morte é mais dolorosa.
Se me deixam solta, eu trato de me entorpecer antecipadamente.
E desfaleço-me… deliciosamente.