tmd:martha

Não dê tanta importância à melhor roupa para vestir, à melhor frase para o primeiro encontro, às calorias que deve queimar, à melhor resposta para quem lhe ofendeu, às perguntas que precisa fazer para se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Deixe-se em paz.
—  Martha Medeiros.

‘’One night, when they were fifteen, they were both in New York City, and they went out for a  dinner. Plimpton ordered soft-shell crabs. A horrified River abruptly left the restaurant. When Plimpton followed him, she found him walking down Park Avenue, crying.

‘’I love you so much – why?’’ he wept. He was devastated that she was eating animals, but even more, he was deeply wounded that he hadn’t been able to convince her that veganism was the better, more moral path.

‘’I love him for that’’, Plimpton said. ‘’For his dramatic desire that we share every belief, that I be with him all the way.’’

[Excerpt from Last Night At The Viper Room by Gavin Edwards].

Eu, por exemplo, gosto do cheiro dos livros. Gosto de interromper a leitura num trecho especialmente bonito e encostá-lo contra o peito, fechado, enquanto penso no que foi lido. Depois reabro e continuo a viagem. (…) Gosto do barulho das paginas sendo folheadas. Gosto das marcas de velhice que o livro vai ganhando: (…) a lombada descascando, o volume ficando meio ondulado com o manuseio. Tem gente que diz que uma casa sem cortinas é uma casa nua. Eu penso o mesmo de uma casa sem livros.
—  Martha Medeiros.