tinhas

queria te esquecer do mesmo jeito que esqueci metade da história que li semana passada. eu prestei tanta atenção nos detalhes que lembro que faltava um ponto final na terceira linha mas não faço a menor ideia do que dizia. sei que a fonte era helvética mas não sei se tratava de algo importante ou era um simples texto de amor. também lembro que tinha uma disposição interessante de se ler, lembro que as palavras espalhavam pela página, mas não lembro de quem era nem porquê eu lia. sei dos detalhes, dos pormenores mas o motivo já me fugiu. queria lembrar só da cor dos seus olhos ou do som da sua voz. queria lembrar do teu cheiro, do efeito do teu toque, do teu jeito. lembrar as marcas da tua pele e o enquadramento exato que imaginei aquela fotografia tua em frente ao pôr-do-sol. queria lembrar de tudo que lembro, exceto que amei você. que quis você. e que o texto que li na semana passada era só mais uma das malditas cartas que eu escrevo pra você não ler.

[ Tenda da Astrologia - Noite ]

Eles andaram várias e várias ruas de pedra. Conforme se afastavam do centro comercial, as ruas pareciam mais estreitas, porém mais vazias. Pela desculpa de apoiá-la para não cair nas saias e por sua própria vontade, tinha um braço ao entorno da cintura da líder, caminhando junto dela.

-O que você quer dizer com “olha quem está falando”? - Ele não soava bravo, mas ainda assim estava resmungão. - Não é porque eu acredito que tudo passa a ser verdade pra mim. - Continuou. - E - Deu ênfase. - eu tive boas provas quanto a existência de muitas coisas.

Contornaram outra rua, finalmente chegando no parque. A tenda ficava em um cantinho dele. - Woo, que flores bonitas. - A menina perguntou, de cima do lombo do dragão. Olhava o orquidário conforme iam caminhando.

Você me olhou do outro lado de mim, enquanto eu ainda me convencia de que era certo deixar meus medos em catedrais e sair por aí com meu choro engolido no bolso. Você me olhou em tons de laranja e azul enquanto eu ainda me amanhecia por dentro. Enquanto eu ainda me deixava ser tocada aos poucos porque tinha medo de me doer na superfície. Você me olhou através de cenas e falas ensaiadas, e teatros sobre Romeu. Além da posse da heresia que era me ver caindo sem ser salva por qualquer um. Você me olhou no pecado do suicídio, quando eu não me deixava exposta a ninguém e mesmo assim você me alcançou. Você me viu em ruas sem saída, em escadas de incêndio, em planos de fuga sem qualquer chance de dar certo. Você me olhou em lentes vermelhas e me deixou feliz nos seus olhos, mesmo que por pouco tempo. E isso sim me fez sorrir. Você me viu na rua da saudade acenando um adeus pra mim mesma antes de você chegar. Mas você veio. Você me olhou inteiro e fundo enquanto eu lia Madame Bovary numa praça da esquina e me perdia. Você me olhou além do ódio e do escape, me escutando num silêncio que me fazia ruir enquanto você ainda me abraçava. Você me olhou enquanto eu me rendia à Vivaldi e suas estações, quando já sabia que era o inverno que me prendia e me livrava. Você me olhou enquanto eu ainda era alguém que não se via, e não teve pressa. Você me olhou de perfil em museus, encarou meus olhos nas suas tintas, pegou meu mundo na palma das mãos. Você me leu além do que queimava meus ossos, me olhou além da paz que você mesmo me trazia.

c.

E de vez em quando sonhava em ser feliz,
Tolo.
Ainda tinha um conto de fadas escondido em seu coração,
Mera esperança de que talvez isso tudo acabaria bem,
Nada vai tirar a dor do seu peito,
Nem a solidão do seu semblante,
A saudade deixou de ser apenas saudade a muito tempo,
Era uma cicatriz incurável,
E os versos seriam tristes,
As canções seriam dolorosas,
As promessas não seriam esquecidas,
E as perguntas jamais teriam respostas.
Seria ele e sua mente,
Todas as noites,
Em todos os minutos,
Sonharia com tudo aquilo que não viveu,
Acho que nada foi real,
A não ser pelo sofrimento e o vazio do peito,
Aquilo era real.
—  Gabriel Sant
Precisava escrever
Eu tinha 10 anos quando quebrei meu coração pela primeira vez. Com o tempo, ele deixou de doer e agora, eu mal me lembro como foi. Mas se você está pensando que sou uma daquelas pessoas que dizem “Eu não sinto mais porque o tempo curou.”, você está errado, cara. A verdade é que o tempo não cura merda nenhuma. A única coisa que o tempo faz é trazer novas pessoas, prontinhas para te ferrar novamente, com mais intensidade. E você desapega das dores antigas simplesmente porque existem novas dores que exigem maiores atenções. Eu não estou dizendo que depois da primeira queda, passamos a vida inteira na beira do poço. Mas se você se considera uma pessoa feliz neste exato momento, não seja grata ao tempo. Seja grata a sua força. Seja grata a você.
—  Porque fraqueza se tornou um acúmulo de dores nunca superadas.
Deveria ter insistido para que ficasse comigo em vez de aceitar aquele “não”. Todo o seu jeito era de quem gostava de mim. Eu é que simplesmente tinha bancado o durão, decerto por preguiça, por ser desligado demais
—  Charles Bukowski.

anonymous asked:

oi, preciso uma verdade na cara. Estava ficando com uma pessoa a mais de 6 meses só q acabei gostando porém a pessoa gosta de outra e qnd me declarei pareceu q ele n ligava sabe?! Doeu muito. Fui muito trouxa?

Não não, calma. Trouxa você não foi. Quem foi trouxa foi o rapaz por ter vacilado com você, né? Se vocês estavam juntos ele não tinha o que procurar em outra meu anjo.

Vou te falar uma coisa. Só se declare se você sentir que o próximo sente o mesmo por você. Se ele demonstrar realmente, agir por meio de atitudes. Não entregue o que você sente fácil não, hoje em dia tá difícil ter uma reciprocidade nos sentimentos.

Calma, tá? Vida segue, você tem muitos rapazes pra curtir, fazer amizade, dançar, e enfim gostar de alguém na mesma intensidade. O que vale é o sentimento, só! Beijo 💋

Trai minha mulher

Me chamo Valdir, sou casado, tenho 39 anos, moreno claro, 1,70 altura, 69k, olhos castanho 

Como estou de ferias do trabalho passo o dia em casa, minha esposa trabalha durante o dia e retorna sempre por volta das 21hs, sendo que neste pouco tempo ela conheceu a nossa vizinha (Telma), um tesão de mulher, ela é morena de deixar qualquer um de pau duro, ela tem mais ou menos 1,70, coxas grossas, uma bunda grande e um par de peitinhos bem pequenos, no exato momento em que a vi eu sabia que faria de tudo pra dar uma trepada nessa gostosa.

Com o passar do tempo ela foi pegando mais amizade com minha esposa e eu procurando sempre me aproximar, e eu como não sou bobo comecei a tramar minha estrategia ate que minha esposa precisou se ausentar num fim de semana para cuidar da irmã dela que estava com problemas de saúde. Foi ai que pus meu plano em ação liguei para ela, pois eu tinha o numero, e começamos a conversar, quando eu lhe falei que eu sentia um enorme tesão nela, de cara ela ficou assustada e me disse que era pra mim tirar isso da cabeça, pois eu era casado com a amiga dela e tinha medo de alguém descobrir, 

Mas o tesão era tanto que insisti e falei que eu queria ela de qualquer jeito, desliguei o telefone e fui ate o seu apartamento, ela vem me receber com um vestido curto e um pouco transparente, quando ela abriu a porta, sem que ela desce tempo lhe dei um beijo e pude perceber que ela estava mesmo só de charminho. 

Nesse instante ela falou que tinha medo, mas que ia deixar o tesão falar mais alto, pois estava com muita tesão e fazia tempo que não fazia sexo, já que ela é separada e tem pouco tempo devido as duas filhas estarem sempre com ela. 

Então fomos direto para o seu quarto onde puder sentir melhor o quanto gostosa ela era. O tesão era tao grande que com uma mão eu arranquei o vestido dela e com a outra pus meu cacete pra fora, logo ela começou a mama-lo como se estivesse a anos sem trepar. 

Em seguida deitei ela na cama e comecei a chupar aquela xota com vontade ate ela gozar na minha cara. Depois disso coloquei ela de quatro e bem devagarzinho pude meter minha rola naquela xota que apesar de não ser mais virgem era bem apertadinha ai foi quando ouvi um gemido de prazer como nunca havia ouvido antes. 

Logo em seguida me deitei na cama e ela veio por cima cavalgando com voracidade e prazer. 

Ficamos a tarde toda trepando e nos intervalos íamos pro banheiro tomar um banho e brincar em baixo do chuveiro. Gostoso foi quando mamei naqueles peitinhos que parecem que foram feitos para minha boca. Depois disso voltamos para cama e fizemos um 69 que nos fez gozar juntinhos e voltei a comer aquela bucetinha gostosa e metia com força e ela pedia mais e dizia 

-me comer seu puto, quero ser sua putinha e sentir sempre essa pica dentro de mim 

E isso me exitava mais e mais, o meu pau parecia que ia explodir, parecia que eu que estava com anos e anos sem ver mulher, ela gemia e nisso começou a se tremer todinha e soltou no gozo gostoso, eu tirei a pica da buceta dela e comecei a passar a língua fazendo um vai e vem gostoso, ela estava tão exitada que começou a gozar novamente, uma delicia sentir aquele liquido quentinho na minha boca, fiquei ali lambendo e passando a língua na sua bundinha, deixei o cuzinho dela bem melado e pedir para ela ficar de quatro e comecei a meter lentamente até sentir que estava todinho dentro comecei a meter com força e a puta gritava

-vai cachorro come o cu de sua puta, fode meu cu 

E eu bombava com vontade, metia os dedos na buceta dela e em seguida metia ma boca dela, a gente tava parecendo dois animais selvagem no cio, rsrsrs ai sentir as carnes dela tremer e o cuzinho dela apertar meu pau e veio um gozo prolongado que pensei que ela ia desmaiar, então acelerei mais um pouco e gozei feito um animal no cuzinho dela

Cai por cima dela e fiquei ali por alguns minutos, depois tirei o cacete e coloquei na boca dela, ela foi lambendo e deixou meu cacete limpinho

Voltamos para o banheiro e depois disso tive que descer porque as filhas dela estava pra chegar, nossa relação durou mais uns 3 meses

*Enviado ao Te Contos por Valdir

Imagine - Liam Payne

Bom gente, como eu tinha dito, vou dar um tempo nos imagine com continuação. Peço desculpas pela demora para publicar, mas eu estou meio sem jeito para escrever. Bom, espero que gostem… beijocas


Eu e Liam éramos amigos desde infância, já vivemos várias e várias coisas juntos; nossa nova aventura era dividir um apartamento, e já o fazíamos a dois anos, e de combo economizarmos para uma viagem à América do Norte. Coisas que eu só conseguia imaginar junto com Liam.

Quando escolhemos o apartamento, o principal combinado era que só podíamos trazer outras pessoas se o relacionamento fosse sério, em respeito ao outro que também pagava o apê. E últimas semanas, Liam tem andado muito calado e, quando está em casa, fica trancado dentro do quarto tocando violão. Se eu estou preocupada? É claro! Liam é sempre comunicativo, quando está em casa faz questão de encher minha paciência até o limite e sempre que pode senta comigo para assistirmos filme. Por mais que tenhamos intimidade, não me sinto confortável o incomodando até obter alguma resposta.

Era a última semana de dezembro, e eu havia decidido passar as férias e as festas de final de ano no apê mesmo. Liam, iria para a casa da sua família. Minha surpresa foi, que na única noite que deitei cedo, acabei acordando em seguida com o barulho das chaves girando na porta à meia noite. Sem ligar nenhuma luz e sem fazer barulho, abri a porta do meu quarto e pude ver Liam entrar no seu enquanto coçava o próprio nariz.

Depois de me deitar de novo, ao fechar os olhos, Liam teve um ataque de espirro. Perdi as contas de quantos espirros foram. E assim seguiu-se a noite toda. Eram espirros e tosses incessantes, se eu não estava conseguindo dormir, ele muito menos.

Então, de repente, tudo ficou silencioso. E eu consegui dormir por meia hora. Até Liam aparecer no meu quarto.

- (S/A)? Está acordada? – Ouvi a voz rouca de Liam na porta do meu quarto.

- Estou sim! Aconteceu alguma coisa? – O questionei me sentando na cama.

- Não estou conseguindo dormir. Estou gripado. E carente. Posso deitar aqui com você? – Ao ligar o abajur, vi Liam enrolado em uma manta e agarrado em seu travesseiro.

- Vem, não tem problema não. – Tremendo, Liam se deitou ao meu lado na cama. – Me deixa ver uma coisa. – Pus minha mão em sua testa e em seguida em suas bochechas o sentindo quente. – É, você está com febre. Chegou a tomar algum remédio?

- Não, eu cheguei fui direto me deitar. Não comi nada, nem bebi ou tomei algum remédio. Como estava sentindo muita dor no corpo, fui direto me deitar. – Liam fungou e se encolheu mais embaixo das cobertas.

- Eu vou preparar um chá para você e também vou buscar um remédio, ok? – Quando fiz menção de levantar, Liam segurou meu braço, fazendo com que eu parasse o movimento e o olhasse.

- Não quero incomodar, só quero companhia. – Neguei com a cabeça.

- Não é incomodo. Mas vai ajudar você melhorar mais rápido. Hm? Vou e volto rapidinho. – Ainda meio contrariado, Liam soltou o meu braço e suspirou dando-se por vencido.

Fui para cozinha do pequeno apartamento e preparei um chá de camomila com mel para acalmar sua garganta e um analgésico para a gripe e dor no corpo. Coloquei tudo em uma bandeja junto de algumas fatias de bolo e voltei para o quarto. Como Liam já estava no meu quarto, não me preocupei em fechar a porta, então, apenas coloquei a bandeja em cima da cama e fiz meu melhor amigo a se alimentar e se medicar corretamente.

- Obrigado, (S/A)! – Liam bocejou.

Assim que Liam terminou o chá e as fatias de bolo que havia levado para ele, fui para a cozinha colocando a bandeja de qualquer jeito sobre a pia e voltando em seguida para o quarto.

- Você não estava na casa da sua mãe? – Perguntei para Liam enquanto em me deitava em baixo das cobertas.

- Na verdade, iria para lá essa noite. Mas como não estava me sentindo bem, resolvi vir direto para cá. E você, por que não foi para casa dos seus pais?

- Decidi passar um tempo sozinha. Eu realmente amo festas de final de ano com minha família, mas a última em que eu participei me senti tão sozinha e desconfortável que acabei desistindo na última hora. Já tinha feito até minha mala. – O respondi suspirando.

- O que aconteceu na última festa? – Liam chegou mais próximo de mim a ponto de eu sentir sua respiração de leve em meu rosto.

- Todos que vinham me cumprimentar, aproveitavam a brecha e me perguntavam sobre namoro. Uma das minhas tias, comentou com outra, que desconfiava que eu fosse lésbica e não queria assumir perante a família. Foi uma noite complicada.

- Tudo bem, na próxima festa eu vou junto. Você me apresenta como o atual, e na próxima, você leva algum amigo meu. Ficamos devendo um engradado de cerveja a ele, mas pelo menos deixamos suas tias com menos fofocas para fazer. – Liam riu baixinho e eu o acompanhei. – Mas combinamos isso amanhã, ou mais tarde. Acho que o remédio que você me deu era sonífero. Não consigo ficar com meus olhos abertos.

- Descanse, Payno. – Liam suspirou.

- Com licença.

- Hm? – De repente Liam estava com a cabeça enterrada em meu pescoço. Sinceramente, eu não me sentia desconfortável nem nada, afinal éramos amigos a muito tempo, mas era estranho.

Em algum momento, na calmaria do quarto, eu acabei dormindo e pela manhã era eu que sentia o perfume de Liam por estar com o rosto escondido em seu pescoço. Ao me afastar devagarinho, ouvi a campainha tocar e sem me importar muito com meu pijama fui direto para a porta ver quem era dando de cara com Henry, melhor amigo de Liam e uma paixonite que eu tive na adolescência. Descobri, em um dos porres do Liam, que Henry também gostava de mim, mas eu nunca abri o jogo e dei o assunto por encerrado, a amizade com Liam ainda era uma prioridade e eu tinha medo de acabar o magoando de alguma forma.

- Oi, (S/A), o Liam já está acordado? – Henry me perguntou envergonhado.

- Agora eu estou, seu panaca. – Henry e eu nos viramos em direção a Liam que saia do meu quarto coçando seu nariz.

- Ah, cara, eu vim ver como você estava. Vi que você estava mal ontem quando saiu lá de casa. – Henry deu de ombros atravessando a porta de entrada do apartamento indo cumprimentar Liam.

- Melhorei, cara. Graças a (S/A)! Quando você ficar gripado, venha até a (S/A). Ah, ela também é ótima companhia para dormir, en. Investe! – Liam empurrou Henry em minha direção, fazendo ambos rirmos sem graça.

- Não insiste muito, Payno, ou eu gamo. – Henry envolveu meus ombros com o braço e levantou as sobrancelhas para mim e me deu um beijo na testa.

- Seus idiotas. – Ri e fui para a cozinha fazer café.

Como parte de sua rotina desde que voltou de Paris, Caradoc seguia o mesmo caminho até os jardins do Instituto, onde corria por toda a propriedade. Com seus fones de ouvido, com direito a uma música gritando em seus ouvidos, esquecia do mundo. Não era a primeira volta que dava pelos terrenos de Hogwarts, sua respiração estava ofegante e sentia suas pernas doerem, mas não parou. Precisava daquilo. Precisava sentir aquilo, já que ultimamente tinha a impressão de que não sentia o suficiente. Por mais da metade de seus dias, se afundava em seus pensamentos e aquela era a única coisa que Dearborn poderia fazer para se distrair e parar de se afogar em tantos sentimentos confusos. Aquele aperto no peito que não saía, não importa o que fizesse. Nunca deu bola para ele, já que sempre esteve ali, mas depois dos acontecimentos de Paris, quando sentiu-se genuinamente bem durante algumas horas, não queria voltar a aquela mesmice de sempre. Queria mais. Queria sentir mais. 

Parou de correr quando olhou para o lado e notou que lhe dirigiam a palavra. Retirou os fones e arqueou uma das sobrancelhas. - Precisa de alguma coisa?

Guilherme não gostava do papel que estava fazendo, mas era necessário para que sua noiva pudesse se livrar das suspeitas… Ele se levantou da cama botando suas roupas dando um sorriso para a mulher que estava deitada ali. E espanta-se em pensar que era a mãe de Cecila com que ele tinha acabado de transar… -Bem, senhora. Acho que estás mais que satisfeita não?- brincou ele se ajeitando. “Sua fama não mente senhor Nortwind, meu quarto sempre estará aberto para você…” Ele deu um sorriso sem graça saindo do quarto para o de sua real senhora. Se sentia estranho, mas não podia negar que aquele tinha sido uma ótima transa… -Ceci?- perguntou entrando no quarto dela com um sorriso no rosto

[Área Noroeste: Em frente à loja de Artefatos - Noite]

Sem alguém conhecido por perto para seguir, tive que explorar por aí por conta própria. Aquele lugar todo tinha uma energia peculiar, embora eu não me sentisse desconfortável ali. Mas dado certo ponto, era como se aquela energia ficasse mais forte, então parei e pus-me a observar um estabelecimento.

Queria entrar, mas não queria, e… Ugh! A curiosidade me matava. Pus-me a abraçar minha cauda e fiquei naquela indecisão boba entre ir e não ir.

anonymous asked:

Fiquei com um menino do RJ, paulista mas que está morando lá temporariamente. Ele deu mancada comigo em uma balada, eu vi ele ficando com uma garota e ele negou pra mim até o momento em que eu provei que tinha visto mesmo, ele então se ajoelhou na frente de todos, me pediu perdão e disse que errou. Eu perdoei, mas depois de um tempo subi no camarote e vi ele com outra menina, fiz questão que ele me visse e fui embora... Ele chegou em casa me ligou, me mandou mensagem pedindo perdão, o que faço ?

Ahhh miga n perdoa n, porque se ele fez uma, duas vai fazer a terceira e você n é trouxa d ficar sempre perdoando ele… Vacilo tá ai só vacila quem quer

anonymous asked:

Fher, Voltei a falar c meu ex depois de dois anos, ele que parou de falar cmg por causa de uma doença que tinha... ainda sou apaixonada por ele mas mas sempre que falo alguma coisa sobre nossa "volta" ele diz pra não forçar e esperar o tempo dele . só que tenho a leve impressão que isso não vai acontecer.. o que eu faço?

E eu tenho a leve impressão que ele tá te conservando em banho-maria. Não para de tentar viver por causa de homem, por favor. Não deixa de ser feliz com outras pessoas por causa de ex que ficou morto num passado longe, falo por experiência própria que é jumentice, às vezes acho que fui cagada, não queira achar isso também. A vida é tão boa quando a gente começa a viver sem criar a ilusão de que tudo só vai valer a pena se você estiver com fulano, fulano que se foda. Juro, tu tem que pular fora e ver o mundo com outros olhos, ele vai ver o que perdeu quando for totalmente esquecido, as pessoas são assim. Não queira ser sobremesa, quando pode ser prato principal.
“Eu sei que posso vencer e tenho isso dentro da minha calcinha”.
- Duny.

Violet estava fazendo sua ultima ronda pelo hospital, antes de finalmente ir para casa descansar um pouco. Estava gostando do trabalho, o local era bem legal e as pessoas eram incríveis, seu pai adoraria saber aonde ela estava quando ela finalmente lhe ligasse contando do cargo. Passando pelas portas dos quartos, ela observava rapidamente lá dentro a maioria das luzes estavam apagadas, pois era a ala infantil então lógico que as crianças estavam dormindo já naquele horário. Porém, uma luz em um dos quartos lhe chamou a atenção, colocando a mão na arma ela caminhou com cuidado até o quarto parou na porta, abrindo-a com cuidado antes de notar que tinha uma garota ali dentro. “Desculpe, achei que era alguém estranho porque tipo, todas as luzes tão apagadas”

Além daquilo que parece ser bom, de volta ao que realmente é.

”Finalmente chegou - o dia do casamento da Anna, o dia que ela tinha sonhado e planejado por meses. A capela pequena e pitoresca estava repleta de amigos e familiares. Raios de sol penetravam pelos vitrais coloridos das janelas, e a música suave de um quarteto de cordas enchia o ambiente. Anna caminhava pela passarela em direção ao David. A alegria tomou conta. Este era o momento que ela tinha aguardado tanto. Ele segurou a sua mão carinhosamente, e se viraram para o altar.

Mas no momento em que o celebrante começou a conduzir Anna e David nos votos matrimoniais, aconteceu o impensável. Uma garota se levantou no meio da congregação, caminhou em silêncio para o altar e tomou a outra mão do David. Uma outra garota se aproximou e ficou ao lado da primeira, e depois outra também fez o mesmo. Logo, uma corrente de seis garotas estavam ao seu lado enquanto ele fazia o voto para Anna.

Anna sentiu um tremor nos lábios enquanto as lágrimas enchiam os olhos.

—  Isso é algum tipo de piada? —  ela sussurrou ao David.

—  Me… me perdoe, Anna. —  ele disse, olhando para o chão.

—  Quem são estas meninas, David? O que está acontecendo? —  ela perdeu o fôlego.

—  São garotas do meu passado. Ele respondeu com tristeza. —  Anna, elas não significam nada para mim hoje… mas eu dei uma parte do meu coração para cada uma delas.

- Pensei que o seu coração fosse meu. Disse ela.

—  E é mesmo, é mesmo. Ele implorou.   —  Tudo o que sobrou é seu.

Uma lágrima correu pela face de Anna. Então ela acordou.

Anna me contou o seu sonho em uma carta. “Quando acordei me senti tão traída,” ela escreveu. “Mas logo fui atingida por um pensamento deprimente: Quantos homens se alinhariam ao meu lado no dia do meu casamento? Quantas vezes dei o meu coração em relacionamentos de curta duração? Será que vai sobrar alguma coisa para dar ao meu marido?””


Livro “Eu disse adeus ao namoro”, de Joshua Harris

[Altar do Ritual(Oeste): Noite]

Chegamos ao local do ritual e, com a orientação dos mascarados, organizamo-nos ao redor do lago. O reflexo da lua na água era algo belo de se ver, ainda mais quando ela estava na sua mais glamourosa forma. A luz da lua não era o único detalhe presente, tudo tinha seu brilho.

Embora algumas pessoas próximas de mim se mostrassem descrentes quanto a magia da coisa, eu acreditava… e não acreditava. Sei que magia é poderosa, no entanto, realizar desejos era algo muito surreal. Não custava nada dar um pouco de crédito para esse meu lado mais esperançoso, certo?

Aos poucos, sentia algo sendo retirado de mim, além de certo toque suave, que, aos poucos, foi deixando de ser perceptível para dar lugar a fraqueza, frio. Vi algumas pessoas caindo ao chão, sem forças, e imediatamente voltei meu olhar para Eri. Ela, por sua vez, parecia encantada com o tanto de magia que circulava por ali.

O que eu poderia desejar? Paz? Amor? Que o Harpe volte a vida? Ou que, ao menos, ele esteja bem onde quer que esteja? Não sei. - Uno, o que desejou? - Era uma pergunta um tanto quanto infantil.

anonymous asked:

Oi Flor,tudo bem? me ajuddaa! eu namoro a alguns meses,gosto muito do meu namorado,mas tem um cara que mexe muito cmg ele tbm namora a uns três anos, e por mais que eu tente não me sentir atraída eu não consigo, o jeito que ele me olha,que sorri pra mim,o jeito que dá pra sempre estar nos mesmos lugares que eu,e pra fuder com tudo a gente tem os mesmos amigos,tenho medo que eles percebam o clima,me sinto culpada e confusa com toda essa situação.

Bom miga, você tinha que respeitar o homem que está ao seu lado e principalmente o seu namoro. Atração dá e passa mas amor não, acho feio uma mulher ou um homem que namora e fica com esse tipo de atitude ou termina ou namora sério, se coloca no lugar do seu namorado e pensa o qnt vc ficaria magoada? Para de fazer isso ou termina seu namoro pq esse tipo d postura n é legal