the-cantos

É tão estranho perceber que tudo que eu procurava eu ja tinha.
Vivia dizendo que queria morar em Curitiba,onde a maioria dos dias são frios,e o lugar é aconchegante,onde eu achava que era o melhor lugar.
Mas aí eu percebi que morar no seus braços seria o melhor lugar.
Meu amor posso dizer algo?
Tenho fetiche pela sua mão, ela que acaricia meus cabelos,ela que conhece meu corpo,é quando eu entrelaço meus dedos nos seus que eu sinto ser dona do mundo.
Quero ter você comigo,quero te ter no meu quarto,olhando a bagunça dele e fazendo uma bagunça em mim.
Quero te acordar de manhã, passando a minha perna na sua,beijando as suas costas,e lhe dizendo “Bom dia meu amor”
Quero você aqui,por favor,eu não ligo com a toalha molhada em cima da cama,não ligo em ver suas roupas jogadas pelo canto da casa,pois será eu que irei tirar elas de voce, enquanto você estiver ocupado me beijando.
E…
—  E eu não ligo se você quiser vim hoje.
Tumblr tag!

I really love tumblr tag guys! Thanks @authenticaussie​ for tagging me in it! :D

Rules: Tag 20 people you want to know better.

Name/Nicknames: I predominately go by Kneoria online but here Im either Minister or min. I really like the nickname min. It makes me happy.

Gender: female

Height: 5′2. Im pretty tiny.

Hogwarts house: Slytherin. Which is never anyone’s first guess.

Favourite color: That light sea green/teal color?

Last thing I googled: Naval bases in New Orleans.

Fictional character I’d like as a sibling: Clint Barton, Portgas D Ace, or Sabo be cause they all need hugs in my opinion and well, as a sibling that would give me all the allowance I needed to give all of the hugs.

number of blankets i sleep with: Anywhere from 3-5

favorite bands/artists: U2, Van Canto & Abney Park at the moment. It changes.

dream vacation: If I could I would just like take a year or two to travel the world. Go everywhere I can.

What I’m wearing right now: An albino dementor cloak

When I made this blog: Approximately 3 years ago, a month ago? or something

how many blogs i follow: 102

What I post: whatever i want. I don’t really post much tbh.

Do you get asks on a regular basis: I wish. I love asks and tumblr tag. Ive been getting more asks since I started posting more of my stories on my writing blog.

Aesthetic: I… don’t know? Happy things? Fish, turtles, jellyfish, nudibranchs? Stories, cozy armchairs, sunlight, tasty food? 

So I don’t think I know twenty people to tag, but i’ll try my best. Only do this if you want to of course. @anadiangelo @adultingisabigassadventure @punkinmytrunk @shockandlock @innocentfighter @i-am-slain @ohbuckyyouresofine @p0ck3tf0x @soldieronbarnes @feralspeculation @lunarshores @lollesss @billywick @so-much-nerd @i-msonotcreative @wordsdrippinginink @missjenca @sarakuhd @fandomsforhumanity

Thats 19 people. Im gonna say that thats close enough. Have fun friends! If you don’t want me to tag you in things let me know, but like if you do decide to do these then thats awesome!

Exercício de Foco Narrativo

Esse foi um pequeno exercício das minhas aulas de Texto Narrativo e decidi compartilhá-lo aqui. A ideia era mostrar como mudar o foco narrativo poderia transformar um texto, deixá-lo mais pessoal ou mais afastado, mais emocional ou mais seco. Estendo um pouco o objetivo do exercício para ajudar também o escritor a pensar sobre seu narrador, que deve te ajudar a contar sua história e não atrapalhar. Se um dia, se achar empacado, tente reescrever uma parte mudando a forma narrada, talvez a resposta esteja aí.

  • Primeiro, (por favor, completem em suas mentes), temos Terceira com Segunda pessoas; do passado para o presente:

E a frase continuava a se fazer ouvir. Primeiro, ela interferira com o navegador, se escrevera em cada canto da tela; depois, fora a vez de travar o emulador. Ainda se sentindo ignorada, derrubou a internet e então, o sistema operacional. Ignorada mais uma vez, a mesma frase reverberou nas paredes da sua casa, ecoou nos cômodos, vibrou o vidro das janelas. A tv parecia muda, o rádio não ligava e seus fones não eram o bastante, pois a frase continuava a roubar a atenção. Somente sozinha, trancada em seu quarto, você consegue dizer a si mesma que está com sono demais ou com ideias de menos. Ali, com seu potinho de iogurte entre os dedos entrelaçados, você encara os moveis brancos como uma página de papel, ignorando a sombra que passa por debaixo da porta.
E sua meta do NaNo, cadê?

  • Segundo, Terceira pessoa com Primeira pessoas; do passado para o presente:

E a frase continuava a se fazer ouvir. Primeiro, ela interferira com o navegador, se escrevera em cada canto da tela; depois fora a vez de travar o emulador. Ainda se sentindo ignorada, derrubou a internet e, então, o sistema operacional. Ignorada mais uma vez, a mesma frase reverberou nas paredes da minha casa, ecoou nos cômodos, vibrou o vidro das janelas. A tv parecia muda, o rádio não ligava e meus fones não eram o bastante, pois a frase continuava a roubar a atenção. Somente sozinha, trancada em meu quarto, consigo dizer a mim mesma que estou com sono demais ou com ideias de menos. Ali, com meu potinho de iogurte entre os dedos entrelaçados, eu encaro os móveis brancos como uma página de papel, ignorando a sombra que passa por debaixo da minha porta.
E minha meta do NaNo, cadê?

  • Agora, Primeira pessoa com Terceira pessoas; todo no passado:

E eu continuei a me fazer ouvir. Primeiro, eu interferi com o navegador, me escrevendo em cada canto da tela; depois foi a vez de travar o emulador. Ela ainda me ignorava, então derrubei a internet, mas como não foi o bastante, fiz o mesmo com o sistema operacional. Mais uma vez ignorada, eu reverberei nas paredes daquela casa, ecoei nos cômodos, vibrei o vidro das janelas. Fiz a tv parecer muda, o rádio não ligar e tornei inúteis os fones, tudo para chamar sua atenção. Entretanto, ela se trancou no quarto, na vã tentativa me manter longe, se iludindo com pensamentos de muito sono ou poucas ideias. Lá, segurando um potinho de iogurte, ela encarava os móveis brancos como as páginas de papel, fingindo ignorar minha sombra que se esgueirava por debaixo da porta.
E sua meta do NaNo, cadê?

  • E finalmente, Primeira pessoa com Segunda pessoas; todo no presente:

E eu continuo a me fazer ouvir. Primeiro, eu interfiro com o seu navegador, me escrevendo em cada canto da sua tela; depois foi a vez de travar o emulador. Você ainda me ignora, então derrubo sua internet, mas como não é o bastante, faço o mesmo como sistema operacional. Mais uma vez, você me ignora e eu reverbero nas paredes da sua casa, ecoo nos cômodos, vibro o vidro das janelas. Faço a tv parecer muda, o rádio não ligar e torno inúteis seus fones, tudo para chamar sua atenção. Entretanto, você se tranca em seu quarto, na vã tentativa de me manter longe, se iludindo com pensamentos de muito sono ou poucas ideias. Lá, segurando um potinho de iogurte, você encara os móveis brancos como as páginas de papel, fingindo ignorar minha sombra que se esgueira por debaixo da sua porta.
E sua meta do NaNo, cadê?

Conseguem sentir a diferença entre eles? O que você sentiu em cada um, ou que impressões teve? Em qual dos quatro você sente uma perseguição maior? Note que em todos, o assunto é o mesmo, em todos há uma garota que está sendo perseguida por uma frase. O que muda é o modo de narrar.

Abaixo, peguei um parágrafo do primeiro capítulo da web Spring Flowers e o passei da primeira pessoa para a terceira. Veja o resultado.

Antes:

Desci os últimos degraus do trem e observei a pequena ferroviária, era uma construção simples, com detalhes em madeira escura. A obra era retangular, com uma cobertura de telhados estendidos diagonalmente em direção aos trilhos para o conforto dos passageiros. O local era arejado e consistia em apenas um caixa para bilhetes e informações mais à frente. Havia muitas flores espalhadas pelo lugar, o recinto era puro estilo vintage. Não pude evitar a sensação de conforto que me tomou, era como se eu estivesse fazendo a coisa certa ao menos uma vez na vida.

Depois:

Zaïre desceu os últimos degraus do trem e observou a pequena ferroviária, uma construção simples, com detalhes em madeira escura. A obra era retangular, com uma cobertura de telhados estendidos diagonalmente em direção aos trilhos para o conforto de passageiros, como ela. Sentia o local arejado e este consistia em apenas um caixa para bilhetes e informações mais à frente. Ela viu muitas flores espalhadas pelo lugar, o recinto lembrava-lhe o puro estilo vintage. Uma sensação de conforto a invadiu como consequência do pensamento estampado diante àquela estação. Estava fazendo a coisa certa pelo menos uma vez na vida.

É claro que existem 28736486 maneiras de reescrever esse mesmo parágrafo, e nenhuma delas seria o certo absoluto. Vamos tentar de novo, desta vez com meu novo queridinho: segunda pessoa no presente.

Você desce os últimos degraus do trem e observa a pequena estação ferroviária, uma construção simples com detalhes em madeira escura. A obra é retangular, com uma cobertura de telhados estendidos diagonalmente em direção aos trilhos para o seu conforto como passageira. O local é arejado e consiste em apenas um caixa para bilhetes e informações mais à frente. Você vê muitas flores espalhadas pelo local, tudo te lembra o estilo vintage. De repente, uma sensação de conforto te invade e te dá uma certeza: você está fazendo a coisa certa, pelo menos uma vez na vida.

Talvez eu seja a única, mas narrar no presente me passa um imediatismo carregado de certeza. Essa última frase soa até clichê de tão forte e impactante que foi para mim. 

Cada modo exemplificado aqui passa um sensação e não existe uma certa ou errada, só existe aquela que fica melhor no seu texto. Tente uma primeira pessoa no presente e depois no passado; tente um narrador onisciente que se apropria do vocabulário e da visão de um determinado personagem; tente um narrador observador com pensamentos e julgamentos próprios; tente uma segunda pessoa e converse com seu leitor, coloque-o na ação narrada; misture tudo isso e dê vida à Torre de Babel.

Espero que gostem e qualquer dúvida, apareçam na ask!

By: Luísa

Revisado por: Myrla

Fragmento de un Diario perdido…

-Lágrimas de Bish Banhur.

Los cielos, torres de hielo, y en lo alto y poderío de la cima a Shirak, todo se cubría con un sudario ceniciento. Resonando, rugiendo titanes escondidos en el monte Kila. El trinar, suave y melódico canto de los pájaros cesó, un bosque apático de vida, un verde que se tomaba gris. Valles que solo alojan su mirada estática, palidezca, trémula ante el rozar del viento.

La tierra tiembla, brotan cenizas de ella, nubes tildan y se desvanecen pronto, y las gotas de lluvia; tibias aun… Lágrimas de Banhur empapan los cultivos, a hombres y bestias. El teñido de las campanas a lo alto de Kila es golpeado con el corazón de un Dios, su alma agoniza.

Y así transcurran mil luces después, aquellos hombres que aun loan y recuerden a Bish, conservarán la chispa de aquella lluvia. Lágrimas de aquel que entregó su esencia divina por la mas bella estrella de Shirak.

La tristeza eterna de un Dios que bajó a tierras mortales para encontrar un amor equivoco, fugaz, imposible. Bish Banhur decidió viajar por el mar celeste para buscar la reencarnación de su enamorada, aun llora; lluvias de estrellas al dormir el Sol lo delatan.

Un poema inspirado en Far Cry 4

Infamyus-violet

#umbanda #umbandasaber #Axé #Caveira

UM FILHO DE SANTO…
Pediu αo Sr Exu Caveira um emprego, e umα mulher que o αmαsse muito.
No diα seguinte, αbriu o jornαl e tinhα um αnuncio de emprego.
Ele foi, viu α filα muito grαnde e disse: “Eles são melhores do que eu…” e foi emborα.
No cαminho e já dentro do ônibus, uma criança lhe deu umα rosα.
Ele chαteαdo jogα α rosα forα .
E αo chegαr em cαsα fala para cantos a quem quiser ouvir.
- É αssim que me trαtα Exu Caveira? (bis)
E vαi dormir.Em sonho Exu Caveira lhe diz:
“O emprego erα seu, mαs você não confiou e desistiu αntes de lutαr.
Aquelα rosα foi eu que te dei.Inspirei αquelα criαnçα α lhe dαr!!!
O αmor dα suα vidα, estαvα sentαdα αo seu lαdo em vez de você dαr α rosα α elα, você α jogou forα.”
Você entendeu como o linha dos Exu αge em suα vidα?
Ele αbre αs portαs te mostra o cαminho.
Mαs α tuα fé e tão poucα que desiste no primeiro obstáculo.
Axé.
💀 Sr Exu Caveira ☠

Made with Instagram
Amami ancora un poco, con cura, con tempo, con attesa.
Amami come amano i forti spiriti, senza pretesa, con fuoco generoso, con festa, senza ragionamento.
E scusa questo domandare ciò che si deve dare, questo avere bisogno, scusalo.
Non è degno del patto che lega la rondine al suo volo, la rosa al suo profumo, il vino al suo colore, il tuo cuore al mio.
—  (Mariangela Gualtieri - Canto di ferro)
Cantiga de Malazarte

Eu sou o olhar que penetra nas camadas do mundo,
ando debaixo da pele e sacudo os sonhos.
Não desprezo nada que tenha visto,
todas as coisas se gravam pra sempre na minha cachola.
Toco nas flores, nas almas, nos sons, nos movimentos,
destelho as casas penduradas na terra,
tiro os cheiros dos corpos das meninas sonhando.
Desloco as consciências,
a rua estala com os meus passos,
e ando nos quatro cantos da vida.
Consolo o herói vagabundo, glorifico o soldado vencido,
não posso amar ninguém porque sou o amor,
tenho me surpreendido a cumprimentar os gatos
e a pedir desculpas ao mendigo.
Sou o espí­rito que assiste à  Criação
e que bole em todas as almas que encontra.
Múltiplo, desarticulado, longe como o diabo.
Nada me fixa nos caminhos do mundo. 

Murilo Mendes“Poemas de Poemas” (1925-1929).

Muita coisa é resolvida em um simples abraço. Dentro dele o mundo fica mais seguro e bonito. Com ele surge a esperança e o encontro. O abraço protege, ampara, vibra, renova, acalma. O abraço manda embora as mágoas, angústias e falhas. E faz a vida ficar muito mais leve.
—  Clarissa Corrêa.
Parecia que eu tinha voltado a minha fase negra do ano passado. Aquela vontade de ir para o canto da sala, colocar os meus fones de ouvido e esperar o dia passar. Eu olhava para o relógio e dizia a mim mesma que faltam apenas alguns minutos para tudo melhorar. Mas não melhorou, estava longe disso. Imprevistos, novidades ruins, tudo em um mesmo dia. Eu finalmente entendi o que era aquela sensação ruim que estava dentro de mim desde a hora que eu acordei. Tentei acreditar que eu estava criando uma tempestade em um copo d’água, que tudo o que eu precisava era um pouco de ar e amanhã tudo ficaria bem. De fato era um pouco exagerado, mas um exagero natural, aquele que você apenas sente e não pode contar a ninguém. E conforme o dia passava, tudo apenas aumentava como se nunca tivesse um fim. Queria sumir, queria voltar, queria sair dali e correr para qualquer lugar que me fizesse bem. Mas eu não podia, estou presa a minha realidade.
—  Isabelle Nascimento.