the gangue

  • pedido


Sempre amei fazer aniversário mas isso mudou durante minha festa de cinco anos. Tudo estava normal para ser sincero, meus pais estavam radiantes e meus avós felizes por nossa família agora completa com a volta da pequena Jayne. Havia algumas pessoas que eu não conhecia no pátio, dois homens fortes e tatuados na porta dos fundos e uma mulher com olhar obscuro falando com meu pai. Assim que os viu minha mãe me chamou e me entregou uma mochila e um bilhete, ela me deu um beijo e pediu para que eu corresse até o metro onde um amigo da família me pegaria.

Precisou de dez anos para eu conseguir entender o que aconteceu, minha mãe e meu pai eram fundadores de uma gangue e as pessoas que foram na minha festa eram seus rivais, eles queriam o quarteirão e minha família não os deu.

Naquela noite toda minha família foi morta inclusive meus avós, a noticia saiu em vários jornais e por causa disso tive que mudar meu nome e viver escondido em uma gangue do Brooklyn.    Me criei no meio deles porém eles nunca me deixaram se envolver com os negócios da família. June o dono da gangue sempre apostou em mim como um grande jogador de basquete, eu era realmente bom por isso ganhei uma bolsa e fui morar em Londres onde estou agora com minha família. S/n é minha mulher e Brandon meu filho que está prestes a nascer.

- Liam -minha mulher gritou do banheiro e eu sai correndo.

- Eu esqueci a toalha -ela diz calmamente e eu coloco a mão no peito.

- Você vai me matar antes do nosso filho nascer -suspiro- é serio!

- Desculpa, meu bem! -diz sorrindo e em seguida beija meus lábios.

[…]

O dia estava nublado em Londres mas isso nunca me impediu de ir correr pela manhã, o frio está realmente castigando a todos mas não há nada que me deixe longe da minha rotina. O parque não estava com muitos visitantes o que facilitou o circuito que o treinador montou, terminei dez minutos antes.

- Está dispensado, Liam.

- Foi um ótimo treino -digo após pegar a mochila.

- Também achei, como está o pequeno Brandon?

- Quase saindo da mãe! -digo e ele arregala os olhos-

- Espero que esteja preparado para o melhor dia da sua vida!

- É.. eu também -digo e coço a cabeça.

Enquanto converso com o treinador vejo que uma mulher encostada na árvore me olha. Eu reconheceria aquele olhar sombrio mesmo que em uma multidão, era ela, a mulher que assassinou minha família.

- Onde você vai, Liam?

Assim que vê eu indo até ela a mesma começa a caminhar mais rápido, atravesso a rua e logo fico presso em um manifesto de estudantes, peço licença empurrando algumas pessoas  mas mesmo assim a perco de vista.

June me disse que eles viriam atrás de mim, e assim que eles chegassem era para eu ligar, e por mais que eu não quero atrapalhar agora existem mais pessoas em jogo, minha família.

- Você tem certeza que era ela?

- Eu reconheceria aquela, vadia, em qualquer lugar!

- Droga, ela nunca viaja sozinha. Liam me escuta.. você tem que tirar S/n dai.

- E para onde eu levaria ela, June?

- Vem para o Brooklyn!

- Não.. eu não posso largar minha vida aqui! Amanhã mesmo tenho um jogo.

- Então você prefere jogar a salvar sua família?

- Sabe o que eu prefiro? Não me meter nisso!

- Sinto em te dizer mas você nasceu no meio disso, pegue as passagens e venha, Liam. Você não suportaria perder mais uma família!

Desligo o celular e sinto meu estomago revirar, exatamente do mesmo jeito que ficou enquanto corria até a estação como minha mãe mandou. Durante a caminhada até minha casa vejo uma forte fumaça no ar, na hora me vem uma estalo na mente eu corro como jamais corri. Assim que dobro na esquina que dá de frente para minha casa vejo uma multidão com baldes e mangueiras tentando apagar o fogo que já estava mais do que alastrado.

- NÃO!! NÃO… -coloco as mãos na cabeça- S/N!!! -grito-

- LIAM VOCÊ PRECISA SE ACALMAR. -meu vizinho pede com lágrias nos olhos.

-  CADE MINHA MULHER? CADE MEU FILHO?

- UM CARRO.. UM CARRO PRETO ENCOSTOU AQUI E A LEVOU, E EM SEGUIDA O FOGO COMEÇOU!

- DE NOVO NÃO -digo e sinto as lágrimas em meu rosto.

- A POLICIA ESTÁ A CAMINHO VOCÊ PRECISA SE ACALMAR!

- Me empresta seu carro -peço-

- Eu.. você tem que dar depoimento!

- Me da a chave -peço entredentes e ele entrega.

[…]

Por mais que eu não quisesse eu sabia que eram eles que estavam com S/n, incendiar casas era um código “Quando o fogo cessar a pessoa morrerá”, odeio admitir mas June tinha razão eu devia ter levado ela para o Brooklyn dentro do quartel ela estaria protegida. Minha família fez coisas ruins no passado e por mais triste que isso seja estou pagando por isso.

Após oito horas de voo chego em Nova York, empurro algumas pessoas no desembarque e recebo um olhar de reprovação do June que me espera em frente a seu carro.

- Eles pegaram ela! -digo com os punhos cerrados.

- E agora nós vamos pegar eles -ele diz e me entrega a arma da sua cintura.

- Vou matar aquela vadia -digo entrando no carro.

- Ei gafanhoto, não quero que jogue sua vida fora!

- Eles queimaram qualquer vestígio de vida que eu tinha.

- Os Gonzales não vão fazer nada com sua mulher, eles querem a mim e sabiam que se mexessem com você, uma guerra estaria armada!

- E agora?

- É agora que a guerra começa!

[…]

- Liam, eu sei que você é melhor do que isso, eu sou inocente, juro!

- Eu também sou inocente porra -grito. E olha para mim, veja o que acontece com pessoas inocentes como nós!

- EU NÃO SEI ONDE SUA MULHER ESTÁ!

- ESTÁ MENTINDO -grito perto do seu rosto e ela se esquiva.

Lauren é a filha do Robbie o chefe da máfia, nós sequestramos ela ontem a noite durante uma festa de adolescente. Eu deveria me sentir mal mas tudo que sinto é medo, pois a cada minuto que passa é um minuto sem saber como estão as duas pessoas que eu mais amo no mundo. Ela é uma menina jovem mas já se meteu em muitas encrencas, quando mais nova ela que atraia as iscas para seu pai matar, por isso eu sei que ela sabe onde é o esconderijo.

- Se você não falar eu juro, que vou cortar um dedo do seu pé, agora mesmo!

- Acha mesmo que eu tenho medo de você? És uma piada!

Cerro os punhos e minha mão acerta em cheio seu rosto, sua cabeça acaba virando com a força e quando se desvira vejo que seu lábio esta rasgado.

- Olha, você sabe bater.. -ela gargalha- eu sei fazer melhor.

- Já chega dessa brincadeira -June diz e engatilha a arma- onde ele está?

- EU NÃO..

E antes mesmo que ela acabasse a frase June atira no pé dela, me assusto com o ato e a menina se contorce de dor na cadeira.

- Não vou perguntar de novo.

- EU FALO, EU FALO!

- Então fala, porra!!!

- Assim que ela chegou, Marcos, o enfermeiro induziu o parto e tirou a criança dela.. -ela para de falar e urra de dor- ela ficou fraca e eles jogaram ela no porão, eu tentei intervir e até levei comida para ela mas tinha muito sangue..

- Onde fica isso? - June pergunta com os cabelos dela nas mãos.

- No cassino, no CASSINO GONZALES!

- Desgraçados! -ele grita e atira no peito da menina três vezes.

Fecho os olhos pois o barulho do tiro me assusta, prefiro não olhar e sigo June até a garagem onde ele pega seu maior carro, observo o mesmo colocar algumas armas no banco de trás e logo dois de seus parceiros entram no carro.

- Você não vem? -Maison pergunta-

Entro no carro e não demora muito para que o mesmo arranque, o caminho até o Cassino é torturante e quando chegamos no mesmo par nossa surpresa o lugar está completamente vazio. Maison arromba a porta e então entramos, vejo a porta do porão exatamente como a garota descreveu e então corro até a porta.

- S/N.. -a chamo mas não tenho nenhuma resposta-

Empurro a velha porta e assim que abro sinto um forte cheiro de ferrugem, desço as escadas com a arma apontada e não demora muito para que eu veja ela atirada no chão. Jogo a arma e corro até ela, seu longo cabelo negro está cobrindo seu rosto e eu receio o tirar. Assim que tiro percebo que a mesma está pálida e seus lábios que antes tinham um tom vermelho sangue agora estão roxos. Me agarro em seu corpo já desfalecido e choro, choro por mim, pelo meu filho e por todos aqueles que a amam.

- Liam..

- Ela está morta, June! MORTA -abraço seu corpo.

- Achamos o Brandon..

Viro para trás e então vejo June com um pequeno embrulho nos braços, o mesmo se abaixa e então vejo o lindo do rosto do Brandon, a dor no meu peito é tanta que chega a ser sufocante é como se eu tivesse sido esfaqueado e não ela. Estico meus braços e aconchego meu pequeno filho, June me abraça e choramos abraçados no que parecia ser minha família. Brandon estica seus pequenos braços e dá um lindo sorriso, no seu rosto existem pequenos vestígios de sangue exatamente como na camisola de sua mãe.

Olho pela última vez nos olhos daquela que eu mais amei  e então os fecho.. Para sempre.  

[…]

Nunca consegui entender o porque de quando os bebês nascerem, eles chorarem como se não houvesse amanhã. É alto, é chocante, e é completamente injusto. Agora eu entendo! Aquele adorável pequeno bebê foi forçado a sair do ventre materno, e forçado a respirar o ar externo com seus pulmões novos em folha. É a natureza humana. Ninguém que ser deixado no frio, rejeitado e sozinho. Afeição, aceitação, e amor incondicional. Todos o queremos. Todos o procuramos. Mas quando o encontramos, é muito aterrorizante. Porque com a mesma rapidez que o encontramos, ele pode desaparecer. E voltamos à estaca zero, sozinhos.

- Eu te amo para sempre, babe! -digo e jogo a primeira pá de terra no caixão.

#CacifeClandestino (PARTE 2)

Nós dois juntos, não tem bad 🌴

Eu vou fazer você lembrar de mim 💄

Teu brilho é tão intenso que ofusca os holofotes ⭐

Planto rosas no jardim, às vezes cuido delas e às vezes elas cuidam de mim 🌸

Te transformei em música 💕🎶

Vida bandida, eu e minha gangue 💰

Ela tem as armas que dominam o jogo 💋

A cidade dorme enquanto ela se apronta, não dá satisfação porque paga suas contas 💅

Eu vejo você brilhar como se fosse diamante 💎

Sei que não é fácil conviver comigo…

Jóias e armas, qual dos dois você tem?

Sente a vibe e vem ☮

Cacife Clandestino, poesia vira-lata 🌴

Quem disse que você não pode voar? 🍃

Certeira igual shotgun 🔫

Vodka de baunilha, junto com suas amigas, é formação de quadrilha 💋

Se não aguenta, é melhor nem se envolver.

Ela é a jóia mais rara 💎

Pedido:Pd fzr um que ela é órfã e mora na rua e a gangue do Malik sequestra ela pra ela servir a ele e smp maltrata e já tentou várias vezes forçar ela a transar com ele(ela é virgem). Ela sofre bastante mesmo nas mãos dele. Aí eles vão se apaixonando aos poucos e depois de um tempo ele começa a sair e ela acha que ele tem outra mas na verdade ele tá preparando um pedido de casamento(ele espera ela até a lua de mel).


PART.1

***
Fazia exatos 2 anos em que me tornei órfã e desde então moro na rua. No começou admito que não foi fácil,o frio, arranjar mantimentos,roupas,me levar,mas sempre conseguia dar um jeitinho.
Apesar de ter apenas 19 anos já enfrentei bastante situações das quais nenhum jovens normais da minha idade passa.
Hoje estava uma noite relativamente calma e tranquila, não era uma das mais frias que já tinha encarado,porém o vento cortante era de matar. Arrumava o lugar que dormia quando ouvi um barulho e passos rápidos próximos a mim.

- Fica quietinha boneca,ou se não você irá se arrepender! - Uma voz assustadora falou atrás de mim no meu ouvido,eu tentei me soltar assim que ele me pegou e começou a me empurrar para dentro de um carro.

- Socorro! - Mal tive tempo de gritar e sua mão já tampava minha boca.

- Eu te avisei!

E tudo ficou preto. Não sei exatamente o que me aconteceu ou quanto tempo eu fiquei desacordada.

- Finalmente! - Ouvi passos se aproximando de mim. - Pensei que você estivesse morta.

Senti uma presença parada na beira do colchão em que estava deitada e logo me desesperei esperando o pior.

- Por favor,não faça nada comigo! - Senti minha voz vacilar e meus olhos encherem de água. - Eu lhe imploro.

- Blá,Blá,Blá. O mesmo teatrinho de sempre! - Sua voz sarcástica rompeu pelo o escuro. - Isso me deixa muito entediado, vocês podiam ser mais originais sabe?

- O quê você quer de mim? - Disse temendo a resposta.

- O quê eu quero de você? - Repetiu sibilando e ligou a luz me causando um incômodo nos meus olhos fazendo eu fecha-los momentaneamente. - Pelo que eu percebo,você não tem muito a quem recorrer e eu…- Parei de ouvir o que ele falava no momento em que minha vista foi se acostumando com a iluminação,de primeira só consegui ver sua silhueta,mas conforme sua imagem ficava mais nítida podia ver o quão bonito e atraente era o homem que falava comigo,sua barba e olhar de poucos amigos deixavam ele incrivelmente sexy não podia negar,seu topete e suas tatuagens eram de tirar o fôlego de qualquer uma,ele era o típico bad boy das novelas. - … Você está me ouvindo?

Acordei do meu pequeno transe ficando ligeiramente vermelha por ter sido pega.
Apenas balancei a cabeça murmurando um não.

- Como eu te disse… - Deu um leve suspiro irritado. - … Você não tem muito a perder e eu queria lhe fazer uma proposta que beneficiária ambos…

- Como assim? Que proposta? - Interrompi o moreno.

- Bom,talvez se você me deixasse terminar de falar, eu poderia te explicar tudo. - Falou irritado. - Como ia dizendo, a proposta é a seguinte: você me serve e em troca te ofereço um teto para morar, comida e roupas novas.

- Te servir como? - Perguntei desconfiando de sua proposta. - Ser sua empregada? Cozinhar,lavar e passar suas roup…

- Exato! - Exclamou. - E então topa?

- E se eu não aceitar…

- Provavelmente irei te matar. - Disse pacífico.

- Não é como se tivesse muitas opções né? - Respondi sarcástica ,mesmo morrendo de medo do que poderia me acontecer.

- Ótimo! Os horários de seus afazeres estão em cima daquela mesinha alí. - Apontou para o canto do quarto na onde se encontrava uma mesinha é uma cadeira. - Espero que nada saia errado,porque senão terei de puni-lá.

Falando isso saiu do quarto e me deixou imersa em meus próprios pensamentos.

- OK,isso é loucura demais para um único dia. - Pensei em voz alta.

Dei uma olhada para os horários e começaria as 7h tinha ainda umas cinco horas de sono.

***
O primeiro dia foi um fiasco total. Primeiro me atrasei,depois fiz o café do meu chefe errado e acabei chamando-o pelo nome e não por senhor,o que deixou ele furioso.

- O quê eu te disse sobre erros? - Zayn gritava me arrastando pelo pulso para algum lugar. - O quê eu disse?

- Que não os tolera. - Sussurrei sentindo as lágrimas escorrendo pelo meu rosto.

- Eu não entendi (S/N)! Fale mais alto.

- Que não os tolera! - Gritei sentindo meu pulso começar a arder. - Está me machucando.

- Esse é o propósito. - Zayn entrou em um quarto e me jogou no chão. - Agora você vai aprender a respeitar o seu senhor e ser uma boa garota.

***
Sentia todo meu corpo dolorido, soluços baixos arranhavam minha garganta e eu continuava jogada no chão encolhida.

- Você não me deu outra escolha. - Sua mão foi em direção de um fio de cabelo caído em minha cara e tirou ele de lá.

- Mon… Monstro… - Sussurrei tremulante. - Você é um monstro.

- Eu posso ser tão,mas tão pior. - Parou um pouco me fitando intensamente.- Que isso lhe sirva de aviso.

E se afastou bruscamente saindo do quarto e me deixando sozinha.

CONTINUA…

***

N/A: Dividi esse 1s em duas partes, pois ele estava imenso 😫

Desculpa a demora e qualquer erro.

Espero que vocês tenham gostado :)


Boa noite mores ❤


Mah xx

Pedido por: Anonimo

Notas: Desculpem pela demora, o previsto era postar na semana passada mas aconteceram alguns problemas pessoais. Já estou terminando os pedidos e se tudo ocorrer bem, posto ainda essa semana. Espero que gostem ♥


Um navio se partiu ao meio por conta de uma bomba ainda não identificada, possivelmente se trata de um ataque terrorista — a repórter dizia na televisão, enquanto recebia informações a todo momento. — O Homem-Aranha foi visto no local segurando as duas partes do navio de maneira impressionante! Segundo gravações de cinegrafistas amadores, logo em seguida, ajudando o amigo da vizinhança, o Homem de Ferro salvou o dia, juntando o navio novamente e ajudando a salvar os passageiros.

Desliguei a televisão, ainda impressionada com o que havia acabado de escutar.

Peter e eu combinamos de estudar para a prova de biologia que iria acontecer amanhã, e como eu ainda não tinha conseguido entender parte do assunto, ele se ofereceu para me ajudar. Mas ele já estava há exatos quarenta e cinco minutos atrasado. Como Homem Aranha, ele teve um imprevisto (e dos grandes), e era isso o que me deixava preocupada: não saber se ele estava a salvo.

O alívio tomou conta do meu corpo quando Peter apareceu na minha janela, abrindo-a e entrando rapidamente, vindo até mim. Mas algo estava diferente, ele estava usando a roupa do aranha que criou logo quando ganhou os poderes, sendo que já tinha um uniforme tecnológico dado por Tony Stark.

Peter afastou o capuz do traje improvisado e tirou a máscara, apenas para me cumprimentar com um selinho rápido. E sua cara não estava nada boa.

— Você tá bem? Se machucou? — o abracei, mas ele não correspondeu. Passei a checar cada canto de seu corpo, procurando por algum ferimento que, felizmente, não encontrei. 

— Eu não me machuquei — ele disse simplesmente, sem desfazer a cara emburrada. — Os seus pais estão em casa? 

— Sim — respondi, estranhando a pergunta aleatória. — Por que?

— Vem — ele segurou minha mão, me puxando para a janela. 

— Onde vamos? — perguntei, mas ele não respondeu. O puxei, fazendo-o parar e obrigando-o a me olhar. — Peter, espera, o que aconteceu?

— Eu… — ele começou, mas travou. — só quero conversar, mas os seus pais podem ouvir sobre o Homem Aranha, ou me ver com essa roupa. Quero te levar pra outro lugar.

A julgar por sua raiva e expressão de criança emburrada, e Peter nunca fazia isso, deduzi que algo sério estava acontecendo. 

Assenti, e ele colocou a máscara novamente. Em seguida, envolvendo minha cintura com seu braço, lançou uma teia em um poste. Fechei os olhos e me agarrei nele quando que saímos do chão. Aquilo ainda era apavorante para mim, mesmo já tendo feito várias vezes. Senti o vento bater no meu rosto, e aquilo me deixava ainda mais assustada, mas para uma pessoa com um medo incontrolável de altura, eu estava até me saindo bem.

— Chegamos — ele disse assim que pisamos no chão, e me permiti respirar aliviada. 

Abri os olhos e a vista me deixou sem ar novamente. Estávamos na Ponte do Brooklyn e podia ver toda a cidade ao longe. O céu estava numa coloração entre azul e laranja, não havia nenhuma nuvem e o sol estava começando a se por. A tarde não podia estar mais linda.

Mas Peter ainda estava bravo com alguma coisa.

— Agora pode me contar por que você está assim? — indaguei, me sentando no chão e ele se sentou ao meu lado. — Deveríamos estar conversando sobre o fato de você quase ter se matado naquele navio? E por que viemos aqui?

— Gosto da vista — ele disse. Observei seu cabelo balançar levemente com o vento. Ele olhava para o céu, parecia refletir sobre algo. — Eu estraguei tudo, S/N, e agora o sr. Stark pegou o uniforme.

— Por quê?

— Eu não sei — Peter resmungou, com raiva. Nisso, ele se levantou com um salto. Sempre que ele estava nervoso ficava inquieto desse jeito. — Ele está sempre me dizendo o que fazer e o que não fazer, me trata como uma criança!

— Mas você é uma criança — eu disse calmamente, em tom de brincadeira, e ele me olhou com uma cara que dizia “como você se atreve?”. — Quero dizer, você não é uma criança, de jeito nenhum, você é um homem!

Tentei segurar o riso e ele me repreendeu.

— Não tá ajudando.

— Desculpa — pedi. — Quer me contar o que realmente aconteceu? Tipo, do começo?

Ele suspirou.  

— Sabe quando saímos do colégio e pedi pra você voltar sozinha? Eu estava planejando te despistar pra evitar perguntas e preocupações por que… — comentou, apoiando-se na grade da ponte e olhando para a cidade. — eu meio que segui uma gangue que estava traficando armas, e tentei pará-los sozinho. As coisas saíram do controle e bombas explodiram. Mas eu consegui dar conta.

— É, eu vi na TV — comentei. — Se você chama quase se partir ao meio junto com o navio de dar conta, então tudo bem, pode continuar.

Peter revirou os olhos.

— O sr. Stark apareceu e me ajudou. Mas logo depois pediu que eu devolvesse o uniforme. Eu tentei explicar que estava tentando ser como ele, mas ele queria que eu fosse melhor.

— Não se culpe, você estava tentando fazer a coisa certa.

— É, mas foi do jeito errado — engoliu em seco. — E agora eu perdi a unica coisa que me fazia ser um herói.

— Ok, Peter, me escuta — me levantei, indo até ele e o abraçando por trás. — A culpa não é sua nem dele. Ele só estava preocupado com você e as pessoas naquele navio. Dá um desconto, ele está tentando ser um bom tutor pra você.

Ele se afastou, virando-se de frente para mim.

— Quando visto o uniforme consigo ser eu mesmo, entende? — ele disse já mais calmo, e agora parecia triste. — Mesmo assumindo uma outra identidade, quando eu sou o Homem Aranha eu posso me livrar de toda a timidez, ansiedade, tudo… Eu não sou nada sem o uniforme.

Segurei seu rosto levemente e ele fechou os olhos, sentindo o toque.

— Quem faz o Homem Aranha ser um herói não é a roupa que ele veste, é você — falei, com toda a certeza que uma pessoa pode ter. — Você é o herói, Peter, e não precisa do uniforme pra isso.

Ele abaixou a cabeça, suas bochechas estavam levemente vermelhas. Peter sorriu, me abraçando forte. Rindo, ele me tirou do chão, girando nossos corpos como em um filme romântico.

— Eu acho que precisava ouvir isso — disse, após depositar um selinho nos meus lábios. — Obrigado.

Sorri, devolvendo seu carinho com outro beijo.  

— Sabe o que podemos fazer agora? — lancei um olhar cúmplice, e ele parece ter entendido.

— Maratona dos filmes de Star Wars?  

— Isso! — comemorei. — Mas acho que podemos ficar mais um pouco e admirar essa paisagem, não podemos?

Peter me apertou mais.

— Claro, amor — disse, colando nossos lábios. — Eu amo você.

Sorri. Todas as vezes que ele dizia isso, suas bochechas coravam.

— Eu também amo você, garoto aranha — falei, e o vi revirar os olhos, divertido.

Olhei adiante, apenas sentindo a brisa do fim de tarde bater em meu rosto, e me senti a garota mais sortuda do mundo por ter o Peter ali comigo.

Pedido: Um hot do Harry que ele é traficante e ela é toda fofa, e ela fuma maconha pela primeira vez com ele em uma festa – Anônimo

*Aqui nesse link http://hot-1d-imagine.tumblr.com/pedidos vocês podem ver quais e a ordem que em os imagines vão ser postados, se o seu não estiver na lista é porque infelizmente não chegou, vou estar sempre atualizando a lista*

***

Imagine HOT Harry:

Minhas amigas passaram o dia todo ligando para mim, o motivo era uma festa que ia acontecer no centro da cidade, era provavelmente a festa do ano e eu não era muito de ir nesses tipos de festa, sou uma pessoa mais caseira mas minhas amigas ficaram me ligando e me importunando tanto que resolvi aceitar.

Eu estava pronta, uma blusinhas de bolinhas com uma saia preta meio curtinha, me atrevi até a colocar um salto alto preto estilo boneca. Passei uma maquiagem leve e esperei as meninas chegarem.

Quando finalmente a campainha tocou fiquei surpresa com as roupas delas, vestidos curtos e colados ao corpo e os salto mais alto que o meu, elas estava indo para a caça de homens.

- Ok, que roupa é essa? – Perguntei e elas sorriram maliciosas.

- Vamos, entre no carro que eu explico – Kate disse sorrindo.

Eu fiz o que ela pediu e Mary deu a partida no carro e Kate me encarou.

- A festa é do maior traficante de Londres – Kate jogou essa bomba na minha cara e sorriu como se ir para a festa de um TRAFICANTE fosse a coisa mais responsável que ela já fez.

- O QUE? VOCÊS ESTÃO ME LEVANDO PARA A FESTA DE UM TRAFICANTE? – Grito já com medo.

- Por isso pedi para você entrar no carro, pra não ter chance de fugir, foi um sacrifício fazer você vir com a gente – Kate diz e Mary assente enquanto dirigi.

- Eu nunca devia ter aceitado, olha para onde vocês estão me levando, eu sou a mais nova daqui e parece que sou a mais responsável, Mary pare o carro, vou descer aqui – Digo e Mary nega.

- Não vai não, por favor, (S/n), dá uma chance pra festa, tenho certeza que você vai gostar – Mary diz acelerando mais.

- Eu nem gosto de ir em festa, vou me sentir totalmente deslocada e além do mais se acontecer um tiroteio entre traficantes, se eu morrer por causa de vocês eu mato as duas – Digo e Kate e a Mary rirem de mim.

- Ok, pode matar nos duas mas você irá na festa com a gente, aliás essa roupa sua está muito bonitinha no máximo fofo para uma festa dessas – Kate responde.

- Esse é o meu estilo, não me sinto confortável usando um vestido colado igual o seu – Respondo.

- Quero impressionar o Harry Styles, ele é um deus grego, quero passar pelo menos uma noite com aquele homem – Kate diz suspirando.

- Os amigos deles também são lindos, se não conseguir nada com o Harry, eu parto para cima do braço direito ele, o Louis – Mary responde e Kate assente.

- Prefiro o Zayn – Kate responde suspirando pensando nos homens.

- Meu deus, vocês são ridículas – Digo passando a mão nos cabelos.

Depois de pelo menos 10 minutos chegamos a tal festa.

O barulho de música alta quase fazendo o chão tremer me deixou assustada, mas as pessoas que entravam no local me deixaram tremendo de medo.

- Calma, vai dar tudo certo, vamos lá – Mary diz me puxando em direção a entrada da festa.

O cara que ficava guardando a porta tinha uma arma enorme na mão e tinha um olhar muito assassino, estremeci de medo.

Ele olhou para nós e deixou a gente entrar.

- Tão fácil assim? – Perguntei e Kate riu.

- Meu amor, a entrada de mulheres bonitas é livre – Ela diz e eu coro, nunca me achei bonita, no máximo arrumada.

- Ok, o que iremos fazer agora que entramos? – Pergunto.

- Vamos tomar algo, vem – Kate puxa eu e Mary em direção ao bar. O local é em céu aberto, tem uma pista de dança gigante e várias luzes vindo de lá para cá, sem contar nas músicas que iam de Rap á Pop.

Mary pegou uma vodka e Kate pegou um Martini, como eu tinha certeza que iria rebocar as duas para casa, pedi um refrigerante.

- Você é muito careta, (S/n), devia pedir um Martini igual a mim, pelo menos uma cerveja – Kate diz bebendo tudo de uma vez.

- Não sou careta, sou responsável, vou dirigir para levar vocês duas para casa sãs e salvas, agora não exagere, não irei querer ver você vomitando por aí – Digo bebericando o meu refrigerante.

- Ok, mamãe – Ela diz rindo junto com a Mary e as duas saem gritando quando escutam uma musicas que elas gostam, elas dançam de uma maneira que me faz sentir vergonha alheia, mas eu dou várias risadas.

Continuo ali sentada com as pernas cruzadas enquanto observo o local, tem tipo um prédio todo de vidro com uma placa escrito “vip” pendurado na porta. Lá dentro, tem várias mulheres com vestidos piores que de Kate e Mary, elas rebolam na frente de alguns homens, um deles é loiro e o outro tem cabelos pretos com um topete. Eles bebem, fumam e riem de algo, percebo que os dois tem uma arma presa no cós da calça e eu paro de fitar eles, sentindo um arrepio do nada. Volto a beber meu refrigerante e vejo que Mary já está atracada com um cara. Ela não perde tempo. Sinto um arrepio do lado do meu corpo e encaro o prédio de vidro, lá tem um homem alto, com uma arma no cós da calça, ele usa uma blusa branca e uma calça preta, tem os cabelos encaracolados e longos até o ombro, ele me encara enquanto bebe alguma coisa. Meu corpo se arrepia por inteiro e eu desvio o olhar rapidamente. Bebo em um gole o meu refrigerante e uma Kate vermelha por dançar aparece na minha frente e pede outra bebida.

- Amiga, eu estou louca – Ela diz rindo e eu dou uma risada também.

- Estou percebendo, o que aconteceu? – Pergunto.

- Eu vi Harry ali na parte dos vip e olhei pro lado e vi o Zayn, só com o olhar dele em mim fiquei toda molhada, desisto do Harry, eu quero o Zayn mesmo – Kate diz e me encara.

- Você muda muito de opinião sobre o que você quer, daqui a pouco vai estar querendo aquele segurança lá da porta – Digo e nós duas rimos.

- Bom, moço me dá uma vodka por favor – Ela pede e eu franzo o cenho, o copo dela ainda está cheio.

- Mas…

- Você tem que beber pelo menos um copo hoje, por favor – Kate diz e eu assinto já sabendo que se eu negar Kate vai fazer o maior escândalo. O homem deixa o copo na minha frente e eu o pego e bebo em um gole, a bebida desce rasgando minha garganta e eu começo a tossir e Kate ri um pouco, logo eu fico melhor.

- Pronto, arrancou algum pedaço do seu corpo? Acho que não, vem está tocando a nossa música – Ela diz me arrastando para a pista de dança, lá ela rebola no ritmo e eu que me sinto constrangida em ficar parada na pista, resolvo dançar também, a música tem uma batida boa para balançar os quadris de um lado pro outro e eu faço isso e Kate sorri aprovando minha dança.

- Rebola esse rabo, amiga – Ela grita e eu dou uma gargalhada e dançamos juntas. Quando vou me virar de costas para ela, vejo um homem todo de preto na minha frente e paro na hora, e Kate faz o mesmo.

- O chefe tá chamando as duas – Ele diz e segura o meu braço com força e faz o mesmo com a Kate, meu coração bate fortemente e eu tento me soltar o que só faz o homem apertar mais o meu braço, gemo de dor.

Assim que chegamos dentro do prédio dos vip, ele sobe uma escada segurando nos duas, quando chegamos no topo ele abre a porta com o pé, já que estava apenas encostada.

- Me solta, você está me machucando, seu brutamonte – Digo me debatendo.

- Você está machucando ela, Luca? – Uma voz se sobressai em cima do som alto da música e eu paro de me debater.

- Não, senhor, eu apenas estava mantendo ela parada, mas ela é uma gata selvagem, não parou de tentar fugir – O brutamonte Luca diz e eu o encaro indignada.

- Gata selvagem? – Pergunto e ele me solta, vejo a marca vermelha no meu braço – Você me machucou mesmo.

Viro pra frente e me deparo com o cara que eu vi sentado enquanto as mulheres rebolavam para ele, o loirinho.

- Sim, ele machucou – Ele diz segurando meu braço – Luca, o Harry não vai ficar nada feliz com isso, se ele ver o que você fez, tenho pena de você mais tarde, bom, depois conversamos sobre isso, solte a outra também – Ele manda e eu vejo que Kate está com a boca aberta em choque, ela se aproxima de mim e sussurra no meu ouvido:

- Esse é o Niall, ele é um dos melhores amigos do Harry e está na gangue também.

Eu estremeço, vejo Luca sair e Niall me encara.

- Entrem, se divirtam, não é qualquer uma que Harry e Zayn chamam para ficar aqui em cima – Ele diz e eu reviro os olhos.

- Eu estou vendo várias por aqui – Digo me referindo as mulheres, Niall me encara e ri, ele é bonito e passa um ar de ser uma pessoa engraçada.

- Gostei de você, tem a língua solta, algumas aqui tem medo de falar algo, mas você garota… – Ele me observa de cima a baixo – Não é igual a nenhuma outra mulher daqui dentro, percebo o porque Harry ficou interessado em você, qual é o seu nome? – Ele pergunta.

- (S/n) – Respondo

- Belo nome – Niall diz sorrindo.

- NIALL – Escuto um grito rouco vir lá de dentro.

- Parece que o chefe não gostou muito do meu papinho com você, vamos dizer que ele é bem possessivo – Niall diz e me segura no braço delicadamente e pega Kate com a outra mão – Vamos lá, garotas.

Ele anda com a gente e vejo que tem vários homens sentados bebendo, alguns me encaram maliciosos e eu me encolho perto do Niall, me sinto desconfortável, me olhar cai em cima do homem que estava me encarando enquanto bebia, o cara de cabelos longos encaracolados.

- Pronto, chefe, aqui está ela – Niall diz – Esse aqui é o Harry, o dono da festa, princesa, Harry essa é a (S/n) – Eu coro com o que o Niall diz – E aqui está a outra que você pediu Zayn – Vejo Kate ficar vermelha com o olhar de Zayn.

- Bom, obrigado, Niall, acho que posso cuidar dela agora, solte-a – Harry diz e eu me sinto totalmente deslocada ali. Os olhos dele vão da minha cabeça aos pés, eles ficam focados nas minhas pernas por um tempo e um sorriso malicioso surge em seu lindo rosto. O que ele deve estar pensando?

- Venha sente aqui – Ele diz batendo em sua perna e eu o encaro séria. Quem ele pensa que é?

- Não, na verdade nem sei porque me chamou até aqui, essa área vip está entupida de mulher e você me chama pra que? Me desculpe, mas eu não sou atirada igual as outras e não irei sentar no seu colo, nem te conheço pra poder fazer isso, se me der licença irei voltar para onde estava, esse local está me deixando sem ar – Digo e vejo a expressão de surpresa, ele deve ser acostumado com mulheres fazendo o que ele manda. Me arrependo do que disse segundos depois, ele tem uma arma e é o maior traficante de Londres, com certeza vai me matar por ser tão insolente. Adeus mãe.

Harry sorri de lado, um sorriso cafajeste e se levanta, meu deus ele é bem alto, com certeza tem mais de 1,80 enquanto eu estou nos meus 1,65. Eu definitivamente sou uma anã na frente dele.

Ele caminha até mim e me puxa pelo braço e vai andando até umas escadas, lá ele sobe comigo e vamos para o terraço do local, o lugar é ventilado e ninguém consegue ver nós dois aqui em cima. Ele sorri para mim.

- Com suas palavras eu poderia ter dado um tiro em sua cabeça por me desrespeitar, é isso que eu faço quando me desrespeitam, mas invés de me deixar furioso com você, você me fez ficar bastante excitado, garota – Ele diz se aproximando e eu me encosto na parede enquanto ele me encurrala.

- E-eu… – Tento dizer mas ele sorri malicioso e se afasta.

Ele pega uma cigarro suspeito, era maconha certeza e acende, ele começa a fumar e eu o encaro.

- Quer? – Ele me oferece e eu nego.

- Eu não uso drogas – Respondo e ele ri.

- Eu sei você é toda certinha, totalmente diferente de mim, mas os opostos se atraem, vamos lá, só uma tragada, não faz mal eu juro – Ele diz e me oferece mais uma vez e eu o encaro na dúvida. Esse homem me convence muito rápido das coisas. Eu meio relutante me aproximo dele.

- Abra a boca – Ele diz e eu o faço, Harry coloca o cigarro entre meus lábios e eu trago a fumaça para dentro e começo a tossir e tiro o cigarro da boca e ele sorri e pega o baseado de volta.

- Nem doeu, você ficou mais sexy com o cigarro na boca – Ele diz e joga o cigarro no chão e pisa em cima o apagando.

Ele se senta no chão e eu o encaro de cima, seu olhar cai em minhas pernas e ele se mexe desconfortável. Então do nada ele puxa minha mão e eu caio sentando em seu colo, com minhas pernas envolta da cintura dele. Harry sorri malicioso e me beija com força, eu fico surpresa e eu não retribuo o beijo fazendo ele dar um grunhido sem paciência e me apertar mais nele. Eu gemo ao sentir o membro rígido dele tocar minha intimidade e ele sorri entre o beijo, o efeito da bebida começa a surgir e o da maconha também, me torno mais ousada. Retribuo o beijo e me movimento devagar sobre o membro coberto dele, sua calça faz uma fricção maravilhosa na minha intimidade e eu gemo mais alto.

- Porra – Ele geme e puxa minha blusa para cima e encara meus seios presos no sutiã – Gostosa.

Eu coro e ele retira meu sutiã e eu fico com vergonha, mas ao sentir seus dedos acariciarem meus mamilos eu esqueço toda a vergonha e me entrego. Harry puxa e aperta meus mamilos e no segundo seguinte ele se curva e lambe meu seio com vontade, minhas mãos vão para seu cabelo e eu o aperto contra mim.
- Harry… – Gemo e ele suga meu mamilo me fazendo arfar.

- Porra, quero estar dentro de você agora – Ele diz e eu me sinto mais molhada.

Ele me solta e eu o ajudo a abrir a calça dele, abro o zíper e ele puxa o pênis dele para fora, eu encaro aquilo e ele se acaricia por um momento – Levante essa saia e tire sua calcinha – Harry manda e eu me levanto e subo minha saia até acima da minha cintura e retiro minha calcinha, Harry pega a peça de roupa e leva minha calcinha até o rosto e a cheira, eu fico chocada e coro fortemente.

- Cheirosa, queria te chupar toda agora, mas minha vontade de te invadir é mais forte, estou louco para meter em você, venha – Ele manda e me estende um pacote de camisinha, eu visto nele e a cada toque meu ele geme – Senta em mim, (S/n) – Harry diz e eu seguro o pênis dele e vou guiando até a minha entrada e o encaixo lá, gemo quando a cabeça do membro dele me penetra, vou descendo devagar até que finalmente ele está todo dentro de mim. Deus, eu nunca me senti tão bem.

- Oh (S/n), você é fodidamente apertada – Ele diz e eu me sinto mais excitada e começo a me mexer sobre ele, seu membro entra e sai de dentro de mim e eu me apoio em seus ombros largos, Harry segura minha cintura e eu me movo com mais velocidade. Começo a gemer mais alto e Harry solta rosnados de prazer.

Ele me vira e me deita no chão e abre mais minhas pernas e começa a me penetrar mais forte, ele entra e sai de dentro de mim me levando a loucura, puxo a blusa dele e Harry rosna e arranca a blusa dele me deixando ver seu peitoral com tatuagens. Cravo minhas unhas em suas costas e ele geme roucamente perto do meu ouvido.

- Quando vi você lá de cima, eu fiquei louco para te ter aqui agora, quando você ficou na minha frente eu fiquei louco para ter essas pernas em volta de mim enquanto eu meto com força em você, porra eu te desejo, como isso pode acontecer assim do nada… OH – Harry diz com os dentes cerrados e no final ele geme alto

- Harry… eu… vou – Eu começo a falar.

- Goza, goza gostoso no meu pau – Ele diz e suga meus seios me levando ao orgasmo mais incrível da minha vida. Minha intimidade parece estar sugando e apertando ele por causa do meu ápice e Harry dá um gemido rouco alto e chega ao seu orgasmo, gozando dentro da camisinha. Ele fica por um tempo dentro de mim e eu recupero minha respiração. Ele sai de dentro de mim e joga a camisinha usada longe da gente. Me levanto e totalmente envergonhada por ter feito isso com ele sem nem o conhecer, eu me visto rapidamente.

Provavelmente eu fui só mais uma, assim que me arrumo percebo que ele já estava pronto e me encarando. Eu dou um suspiro e me viro para ir embora.

Mas Harry me segura no braço.
- Aonde vai? Posso levá-la para casa se quiser, sei que você bebeu – Ele diz me encarando.

- Você também – Respondo e ele sorri.

- Mas eu sou difícil de ficar bêbado e estou acostumado, vem vou deixar você em segurança – Harry diz me segurando pela mão com força e delicadeza e saímos dali de mãos dadas. Ele me mantém entre seus braços quando passamos por todos aquele mar de gente e quando saímos vejo os comparsas dele me encarar e fazem um movimento com a cabeça em sinal de respeito, franzo o cenho e me deixo ser levada por Harry, ele dá olhares mortais para alguns outros homens que me encaram malicioso e eu ainda não acredito que transei com um traficante.

Espero que tenham gostado, se sim, deixem uma ask me contando

*Os favoritos são importantes, então se gostou deixa seu fav lindo aí ;D

FRASES MASCULINAS 💣 [PARTE 2]

O certo é o certo, o errado é cobrado 🚫

Fez? Então assume e segura a responsa.

Não cola comigo porque eu sou todo errado.

Se não aguenta, é melhor nem se envolver 😉

Que caia o mundo para não cair um dos nossos 👊

Bem longe do exemplo que seu pai sonhou pra genro 👌

A rua te ensina a viver 💣

O destino brinca com a rotina 🌴

Ela gosta dos crias com a pegada diferente 😏

Foda-se os hipocritas.

Não sou comprometido, mas eu sou do mundo todo 🌎

A vida te ensina e tu tem que aprender 🌴

Quem disse que você não pode voar?

Pessoas normais me assustam 💀

Corre, senão ninguém vai correr por você.

A vida é um erro que eu vou cometer até o último dia.

Vida avançada, vida breve 🍃

Foda-se o julgamento desses críticos de merda 🙄

Essa mina é só loucura 😍

Seja você mesmo, todos os outros ja existem.

Quem me crítica, não me deu nem dois reais.

Ela abraçou minhas ideias, curtiu meu jeito largado ❤

Vida bandida, eu e minha gangue 💰

Imagine com Niall Horan

“oii eu quero um do niall q ele é traficante e ela patricinha e aí eles ficam numa festa e se apaixonam e ela meio q muda elee eles são mt fofos juntos. -mari13xx” 

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– Não acredito que você vai me levar para essa festa. - Digo irritada cruzando os braços.

– Porra, larga de ser chata. É uma festa normal, com pessoas normais. - Lara bufa.

– Não Lara, tem pessoas perigosas lá, você sabe disso.

– Blá, blá, blá. Amiga, não tem nada disso lá. Não é como esses eventos que você vai com seus pais, mas é uma festa normal, de adolescentes normais.

– Tudo bem. - Lara deu um sorriso vitorioso. - Mas não vamos ficar muito lá e eu não vou beber.

(…)

Entrei naquele lugar -que era minúsculo e estava lotado de pessoas - com a Lara me puxado pela mão.

Chegamos até o bar, o barman - que era totalmente desconhecido pela minha pessoa. - Sorriu para Lara, gritando o nome dela.

– Douglas! - Lara deu um beijo em sua bochecha. - Quero qualquer coisa que me deixe bêbada! 

– Você não toma jeito. - Douglas disse rindo. - E você moça? Vai beber o que - disse apontando para mim.

– Am.… uma água, por favor. - o homem me olhou gargalhando, seguido por Lara. - O que foi hein?

– Nada, moça. - continuou rindo. - Vou dar para você a melhor bebida da casa.

– Eu não bebo. - respondi 

– Não se preocupe, docinho. - piscou para mim. 

Douglas me deu um copo pequeno com cores estranhas e misturadas.

– Eu não vou beber isso.

– Pode beber amiga, é muito bom. - Lara disse pegando o copo e levanto até minha boca. - Por favor, só um.

‘Kay, só um. - digo pegando o copo da mão dela.

– Vira de uma vez. - ouvi a voz do barman.

Virei o copo de uma vez, uau, era doce, nem parecia bebida alcoólica.

– O que é isso? Eu quero mais. - Lara e o barman sorriram.

(…)

Eu não sei quantos copos daquela bebida estranha eu bebi, sei que parei de contar no décimo, sei também que eu estou complemente bêbada, no meio da pista de dança com a Lara.

Often do The Weeknd começou a tocar, eu amo essa música demais.

Quando já vi, estava rebolando até o chão, mexendo meu quadril do jeito mais sensual que podia.

Sinto duas mãos sobre meu quadril, me puxando para trás, colando minhas costas em seu peito.

Baby I can make that pussy rain. - uma voz rouca sussurrou em meu ouvido e distribuiu beijos pelo meu pescoço, me fazendo estremecer. - Eu estou de olho em você desde quando te vi entrar nessa festa.

Me virei e homem loiro de olhos claro, usando uma blusa branca com uma jaqueta de couro preta. Incrivelmente sexy.

O loiro me olhou de cima a baixo e me deu um olhar surpreso.

– O que a princesinha faz em uma festa como essa? Essa festa não é para garotas como você. - o homem disse apertando minha cintura me puxando mais para si. - Seu papai não vai gostar de saber que você está em festas assim.

– Não me importo com meu pai. - digo olhando para seus lábios, eu estou com uma puta vontade de beija-los.

O loiro levanta minha cabeça, me fazendo olhar em seus olhos.

– E você, se importa de estar aqui com Niall Horan? Eu sou perigoso, moça. 

– Eu não faço a menor ideia de quem você é ou o que você faz. - o loiro riu, segurou em minhas bochechas e foi se aproximando dos meus lábios. - Então eu não ligo. 

O loiro atacou meus lábios com certa força. Levei uma de minhas mãos até sua nuca, o trazendo mais para mim.

Niall começou a apertar minha bunda com força me fazendo gemer entre o beijo.


Eu estava ficando excitada.

Muito excitada.

– Vamos sair daqui. - Niall disse afobado depois que paramos o beijo.

(…)

Acordei com uma puta dor de cabeça, sozinha, deitada em uma cama, em um quarto que não é meu. Que merda eu fiz?

Levantei da cama zonza, e notei que estava nua.

Eu estou nua, porra.

Ouvi a porta do quarto sendo aberta, peguei os lençóis brancos e cobri meu corpo.

Vi uma figura loira entrando pela porta, ele estava sem camisa e com uma bandeja nas mãos. 

– Bom dia, princesinha. - O homem diz com a voz rouca.

Que porra é essa?

– Desculpa? Eu conheço você. - O loiro riu, fazendo sinal negativo com a cabeça, depositou a bandeja em uma mesinha que tinha perto da janela.

– Bebeu tanto assim? - ele caminhou até mim, pegou minha mão esquerda e beijou a mesma em seguida. - Niall Horan, prazer.

– Prazer. - digo tímida, tentando me cobrir mais com os lençóis


– Não se lembra de nada, não é? - afirmei com a cabeça. - Eu encontrei você em uma festa de um amigo. Nós beijamos, depois eu te trouxe nesse motel e transamos a noite toda. 


– Uau, acho que bebi muito. Eu nunca fiz isso. - provavelmente eu estava muito vermelha. - Me desculpe. Eu… eu estou tão envergonhada. - digo escondendo meu rosto nos lençóis.

Ouvi uma gargalhada.

 – Relaxa, eu adorei passar a noite contigo. - O loiro diz tentando descobrir meu rosto. - Se você quiser, eu posso te levar para casa. Só toma café da manhã comigo? - Assenti. - Ótimo.

– Cadê minhas roupas?

– Espera aí. - ele resmungou indo em direção ao banheiro, voltou com algumas coisas na mão. - Se troca aí. - ele jogou uma pilha de roupas em cima da cama.

– Eu vou me trocar no banheiro, obrigada. - me levantei, ainda com os lençóis no corpo, andando em direção ao banheiro.

– Não tem nada aí que eu já não tenha visto, querida. - Niall sorriu safado, me fazendo ficar mais envergonhada.

Fui para o banheiro, colocando o vestido que usava a noite passada, avistei minha calcinha no lixo do banheiro, maldito.

– Você rasgou a minha calcinha? - perguntei para o loiro que já estava sentado na cadeira, colocando suco em dois copos.

Ele me olhou e sorriu malicioso.

– Parece que sim. - sorriu novamente. - Venha baby, sente-se comigo.

– Você tem cara de ser aqueles caras que transa com a mulher depois vai embora a deixando sozinha em um quarto de motel. - fui direta o fazendo rir.

– Apenas coma.

(…)

– Obrigada, Horan. - digo descendo do seu carro.

– Hei, calma aí. Eu não ganho o número do seu telefone? - perguntou com um sorriso no rosto tirando seu óculos escuro.

– Você merece? 

– Com certeza, amor. 

– Me dá seu celular. - ele me entregou seu celular, digitei meu número e salvei. - Tchau, Horan. - joguei seu celular pela janela. 

Não esperei ele responder e caminhei pelo jardim da minha casa.

 

(…)

6 meses se passaram e minha relação com Niall está maravilhosa, bom, nós estamos namorando, depois de quase dois meses nos encontrando, ficando e as vezes, transando. E em uma noite, ele me levou para passear com ele em seu iate e me pediu em namoro, com direito a alianças de compromisso, rosas e tudo mais. 

Ele é maravilhoso, me apaixonei completamente por ele. Ele sempre faz de tudo para me agradar, confesso que adoro receber seus mimos. Niall me faz uma pessoa completamente feliz e realizada.

– Oi amor. - meu loiro disse assim que abriu a porta de sua casa. - Entra.

Entrei e Niall fechou a porta, logo sentando no sofá.

– Então o que vamos fazer? - perguntei sentando ao seu lado.

– Eu não sei, quero fazer uma coisa, tipo, mais casal, sabe?

– Acho que sim. - repondo pensativa. - O que sugere?

– Cineminha caseiro? -  perguntou. 

– Sim! - respondi animada.

– Vai escolhendo o filme que eu vou fazendo a pipoca.

(…)

Estava deitada nos braços de Niall assistindo um filme de desenho animado, confesso que sou apaixonada por filmes de desenho animado.

NIALL CARALHO LEVANTA A MERDA DA SUA BUNDA E CORRE. - um homem entrou gritando, assustando nós dois.

– O que aconteceu? - Niall perguntou calmo.

– A gangue do Jason descobriu que foi você que matou ele e está vindo se vingar, são muitos Niall, garanto que se a gente não sair daqui, morremos todos. - Niall levantou desesperado me levando com ele.

– Niall o que está acontecendo? - perguntei com medo da resposta.

– Só fica calma, okay? Eu explico tudo depois, só vamos sair daqui. - ele diz correndo para dentro de um quarto e saindo de lá com uma mala na mão.

– Niall, o que tem aí? - fui ignorada. - O que tem ai, Niall. - repeti.

– Porra, é armas, caralho.

Ouvimos um barulho de carro freando e logo homens gritando.

PUTA QUE PARIU, ESTAMOS MORTOS.  - o homem gritou desesperado, puxando os cabelos - ISSO TUDO É CULPA SUA, HORAN. - gritou.

VAI TOMAR NO CU PAYNE, NA HORA DE FAZER VOCÊ FEZ NÉ, AGORA QUE A MERDA FEDEU, JOGA A CULPA TODA PARA CIMA DE MIM. - Niall estava ficando vermelho, ele está muito nervoso.

– Niall, pelo amor de Deus, o que está acontecendo? - perguntei tentando não chorar, eu estou com medo.

CALA BOCA, PORRA, NÃO SE METE. - Niall pegou meus braços com brutalidade me levando para o quintal do fundo.

NIALL PARA CARALHO, ESTÁ ME MACHUCANDO. - Niall parou e me olhou, vi em seu olhar que ele estava com medo.

– Me desculpe, amor. Eu prometo explicar tudo quando isso acabar. - disse e deu um beijo em minha testa. - Eu te amo. – olhei para ele surpresa, era a primeira vez que ele disse isso. - Você confia em mim? – perguntou e eu assenti.

Niall nos guiou até um carro, me enfiou lá dentro, fazendo questão de colocar o sinto em mim.

– Vamos ficar bem, amor. - sorriu e me deu um selinho longo.

Niall logo sentou do outro lado, pegando o volante e saindo de lá cantando pneu.

Niall entrou em uma pista e logo notei três carros atrás de nós.

– Amor, estamos sendo seguido. - avisei e Niall olhou pelo retrovisor e resmungou palavrões desconhecidos por mim, acelerando cada vez mais o carro.  

– Segura o volante. - Niall disse tirando o cinto, colocando o seu corpo pela janela.

– NIALL CARALHO. - segurei o volante, colocando o carro de novo em linha reta.

Niall sacou a arma da sua cintura e começou a atirar nos carros.

– Um já foi. - Niall disse se sentando novamente e assumindo o volante. - Agora minha equipe está cuidando disso.

Olhei para trás e vi os dois carros explodindo.

(…)

– Niall? Podemos conversar? Agora?   - estávamos em um quarto de hotel, com mais três homens, que segundo Niall, faziam parte da equipe dele.

– Tudo bem. Podem sair rapazes. - os três logo trataram de obedecer Niall, nos deixando sozinhos.

– Que negócio é esse que equipe? Você matou quem? Por que eles queriam se vingar? - disparei com as perguntas.

– Eu sou traficante. E calma, não surta, não agora. - ele segurou minhas mãos. - Eu comecei quando tinha 15 anos, meu pai me obrigou. Ele sempre trabalhou com isso, mas nunca envolveu a família, até que ele foi preso, e eu como o mais velho, fui obrigado a fazer tudo isso. - respirou fundo e continuou. - Lá da cadeia meu pai dava as ordens e eu tinha que as cumprir, para o bem de todo, como dizia meu pai. - vi os olhos dele marejarem, ele iria chorar. - Minha mãe foi assassinada dois meses depois que ele foi preso, por um descuido meu.

– Hei, amor. Calma, podemos continuar depois. - digo o abraçando.

– Eu quero continuar agora, amor. - fungou. - Você nunca me viu chorar hein. – brincou e eu sorri em resposta. - E deu no que deu, e agora depois de anos, finalmente descobri quem matou ela e matei, os capangas dele estavam atrás de mim, por isso estamos aqui.

– E por que você nunca me contou isso?

– Porque eu estou tentando sair dessa vida. Não é isso que eu quero para você, para mim e para os nossos futuros filhos. - suspirei apaixonada, ela já faz planos para nós. - Eu me apaixonei por você, completamente. Eu nunca senti com nenhuma garota o que eu sinto por você. Eu te amo demais para te fazer sofrer, por isso eu escolhi parar. Eu conheço a sua família e seria muito difícil manter o nosso relacionamento, é tudo muito perigoso, isso não é para você. - repetiu. - isso não é para nós. - abaixou a cabeça. - Já paguei todas as minhas dividas, falta pouco para finalmente acabar. - suas mãos quentes seguraram minha cintura, me trazendo para perto dele. - Eu te amo, meu amor.

– Eu também te amo, Niall. Você sabe que eu vou estar com você para o que der e vier, eu quero estar contigo para sempre. - disse e por fim o beijei.


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Heiii! Desculpem a demora, estava sem criatividade :/ ficou pequeno mas tudo bem! Pedidos abertos!! 

Pathophysiology of the Blight and Red Lyrium

All right!  This will be my last science meta post about Thedas for a while, unless something else strikes me.  As always, thanks to everyone who’s shown an interest in these sorts of posts.  I hope they’re entertaining and interesting, I know I’ve had a ton of fun thinking about them.

Part 1: Lyrium Addiction and Withdrawal

Part 2: Biology and Life History of Lyrium, and Dwarven Physiology


The Blight is two different entities: one is the coordinated attack on the surface world by darkspawn led by a tainted Old God, the other is the disease that results in infection and the creation of wastelands.  We’ll be talking about the latter.

The Blight pathogen has to be something pretty elastic; it is able to infect animals, plants, and fungus.  Our options for infectious agents include bacteria, viruses, fungi, parasites, and prions.  

Parasites are typically fairly host-specific, sticking to well-established life cycles, so they’re out; there’s no parasite in nature that would infect both plants and animals, and when they do infect animals of different classes, typically it’s just a handful (i.e. mosquitoes and dogs both are affected by heartworm, not mosquitoes, houseflies, beetles, ants, dogs, bears, birds, lizards, etc.).  

Viruses are more diversified than parasites; consider rabies virus, which is capable of infecting all mammals.  However, plants and fungi, as well as birds and reptiles, would be safe from rabies.  There are certainly viruses that jump entire classes of creatures - West Nile infects birds and mammals – but I really can’t name one that jumps kingdoms, affecting Animalia AND Plantae, for example; making it more doubtful that the Blight is a virus, in my mind.  

Keep reading

Prompt - Blue

Larrysworlss: Harry jako jakiś tam szlachcic przygarnia z ulicy uroczego kociaka. I po tym zdarzeniu w jego posiadłości dzieją się dziwne rzeczy. Cały czas słyszy kroki człowieka. W końcu okazuje się, że ten kot jest też zmiennokształtnym i H zakochuje się w nim jeszcze bardziej (L to kot). Napisałabym ci więcej ale brak czasu

Autorka: Jest dość krótki i mam wrażenie, że niewiele się dzieje, ale nie miałam zbyto pomysłu na tego prompta. Nie jestem również zadowolona z końcówki. Mimo to, mam nadzieję, że chociaż trochę się spodoba;)

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n7inquisitor  asked:

Hi! Oh my god, I love you. You do such awesome work on Dragon Age lore and I love your videos on YouTube. You also have a great voice. Now, my lore question. What can you tell me about the Gangue and rock wraiths and profanes? Eventually I'll he incorporating this in my fanfiction. Thank you!

Hi! Thanks very much!

I’m not going to answer this directly, especially since you’re writing fanfiction and I ALSO happen to write fanfiction and ultimately your ideas should be yours for it and I don’t want to influence you overly much.  Also I’m not going to answer it because it’s huge, but I do have a BIT on this sort of stuff already at the links below (2 vids one post):

Dwarven Burial Stuff Particularly Relating to Dwarven Spirits Including Gangue
Dwarves and Gangue somewhere in this link too
Post Relating To Some of The Gangue Stuff

Also check out the Weird Shit, Lyrium, Gangue, and Titan’s tags here, can’t remember off the top of my head what I’ve posted or not, but my blog has a search function as well. 

As for the rest, I can’t right now, it’s massive and ginormous and big. Also it’s IS coming soon, as part of the Dwarven Thaigs minimeta work, especially when we start talking about the titans and the rock wraiths as they relate to Heidrun and Bartrand’s Folly. So if you’re willing to hold off for a month or so that’s when it should start showing up.

Best,
HR

Se Deus não existe quem é que consegue pichar nomes de gangues no alto desses prédios? Quem dera alguém pudesse me ajudar nesse dilema… Queria muito escrever o nome da minha gangue num desses edifícios gigantescos.