tentei

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Eu amo esses meninos mais do que tudo, e tô completamente orgulhosa deles! Já desabafei muito no twitter sobre isso, então tô sem palavras. Aliás, tentei desabafar, porque toda vez que tento expressar meu amor por esses 7 eu fico boba. Então só tenho que agradecer. Obrigado BTS, por tudo. Sempre estarei com vocês, meus meninos.

vkookpride

Ouvi dizer, que você tá bem, que já tem outro alguém. Encontrei moedas pelo chão, mas não vi ninguém para me abraçar, me dar a mão. Eu chorei sem disfarçar, quando vi seu carro passar…e todo amor que em mim, ainda não passou. Eu já não sei bem aonde vou, mas agora eu vou. Tentei falar, mas você não soube ouvir, tente admitir, tentei voltar e pude ver o quanto errei, te amei mais que a mim, bem mais que a mim…
—  Ana Carolina ft. Maria Gadú.
Eu não lhe entendo, nem de longe. Já tentei te decifrar, mas não consigo. Quem é você, afinal? Uma hora as coisas estão bem - Pelo menos para mim - mas depois tudo se transforma. Isso tudo é falta de sentimento ou excesso dele? Não posso mudar o que passou, e nada apagaria a tempestade que enfrentamos, mas eu assumi os meus erros, enfrentei as consequências, e o porque disso tudo agora? Sinto muito, mas não quero mais ter que ouvir o erro que fui e nem aceito ser tão descartável. Então eu decido ir. Não lhe dou o trabalho de me dispensar, quero dizer.. Você já fez isso. Ilusão a minha achar que quem está saindo pela porta da frente sou eu, estou é sendo empurrada para a porta de trás. Então que seja. Não se preocupe mais comigo, entendi o recado. Só peço que antes de fechar a porta, pega esses pedaços aí no chão? Vou ver se ainda consigo colar meu coração.
País das Maravilhas (2ºT - Parte 1)

- Maknae Line

N/A: Sentiram saudades? Porque eu senti haha É tão bom estar de volta com essa Fanfic! Enfim, não prolongando muito nada disso, quero dizer que eu e ChimChim vamos fazer uma pequena série de Smuts. Todos irão ser sobre a sua primeira vez com cada membro. Apenas aguardem, talvez o primeiro smut saia hoje haha ^^

Originally posted by jimins-bootae

-Chapeleiro… – Falei, sem soltá-lo de jeito nenhum. Podia sentir as suas lágrimas caindo e escorrendo pelos meus ombros. Tentei me afastar um pouco para encará-lo, mas seus braços não afrouxavam.

-Não se afaste. Eu preciso te sentir um pouco mais – Senti meu rosto corando, mas mesmo assim sorri, voltando a abraçar ele com força. – Quase três anos… Não estava mais aguentando, você não voltava, eu e Jimin te esperávamos todos os dias…

-Onde está Jimin? – Perguntei, finalmente conseguindo me afastar. – Ele está bem? Você está bem?

-Estamos todos bem. Jimin deve estar saindo da árvore agora – As lágrimas brilhavam no rosto de Tae, fazendo seus olhos ganharem um brilho diferente. – Eu não acredito que estou te vendo agora, depois de tanto tempo…

-Na verdade, para mim se passaram apenas algumas horas, então… Mas mesmo assim, eu senti muita saudade. Principalmente por causa das fotos que deixaram no meu celular. – Falei, rindo. Tae sorriu e olhou para dentro do meu quarto.

-Então aquela coisa se chama celular e nós fizemos… Fotos? – Assenti, sentindo a mão de Taehyung no meu ombro, me afastando um pouco para que ele pudesse ver com mais clareza o quarto. – É aqui que você dorme? Parece confortável.

 O menino se jogou em cima da minha cama, derrubando o que parecia ser o livro que eu estava lendo antes de toda aquela situação acontecer. O som foi alto o suficiente para ecoar pela casa, o que me fez arregalar os outros e fazer um sinal para que Chapeleiro não se movesse.

-Não faça nenhum movimento brusco! Ainda é muito cedo e não posso acordar minha mãe com você aqui! Além do mais, eu tenho que ir para a escola…

-Escola? – Perguntou-me o menino, sentado-se na ponta da cama como se fosse uma criança.

-Um lugar onde outras pessoas nos ensinam o básico para conseguirmos um trabalho ou algo assim. Na verdade, eu nem sei bem definir o que uma escola é. Não existem escolas no País das Maravilhas?

-Nop. Tudo o que aprendemos é ensinado em casa, por nossos pais. Se quisermos aprender mais, temos que ir em bibliotecas e ler alguns dos milhares livros sobre vários assuntos. Por isso a casa de Coelho era tão cheia, ele sempre queria saber mais e mais.

-Interessante, é estranho pensar que vocês não vão para a escola. A vida deve ser bem divertida lá quando criança, não é?

-Te conto mais sobre isso depois. Primeiro eu quero fuçar cada canto desse quarto e, talvez, da casa. Posso?

-Só se for comigo junto, mas depois da escola. Eu tenho que ir estudar, estamos nas semanas finais. Se eu conseguir passar direto, vou ficar livre por três meses, então vamos.

-Vamos aonde?

-Você vai comigo.

-Mas e Jimin? E a minha roupa? (S/N) se acalma! – Ele andou até mim, impedindo-me de passar pela porta. – Você não pode simplesmente sair desse jeito, vamos com calma, tudo bem? – Assenti. Os olhos de Taehyung estavam presos aos meus e o menino tirou alguns fios de cabelo da frente do meu rosto.

-O que está fazendo, Tae? Não posso me atrasar. Temos que ir falar com Jimin, porque também estou com saudade dele e quero vê-lo. Meu Deus, onde vocês vão ficar? Eu estou me preocupando por na-

 Os lábios de Taehyung tocaram os meus lentamente. Fechei os olhos e deixei-me levar por aquela sensação que era beijar Chapeleiro. Ele segurou meus ombros e me colocou mais perto, enquanto nos aprofundávamos mais e mais um no outro. O menino sorriu um pouco e então beijou minha testa, encarando-me intensamente de novo.

-Por que sempre tão apressada?

-Eu não sou o Coelho, Chapeleiro.

-Eu sei que não. – Ele respondeu, beijando o topo da minha cabeça. O menino me segurou pela mão e saiu correndo para fora da casa, o sol nascia lentamente e os passarinhos cantavam levemente. A primeira cena que vi no meu quintal foi Jimin sentado no chão, segurando sua bunda com uma expressão de dor.

-O que aconteceu, Jiminnie? – Perguntei, sorrindo. O menino sorriu e levantou-se, correndo na minha direção. Nos abraçamos e eu senti, mais uma vez, aquela paz que era abraçá-los de novo.

-Eu fui sair da árvore e acabei ficando tonto. Caí no chão e machuquei minha parte de trás. – Apertei suas bochechas, rindo. Jimin fez uma careta que acabou sendo fofa e começou a rir também.

-Está tudo bem, eu posso pegar gelo para você. – Brinquei, abraçando-o de novo, mas soltando sem demorar muito.

-Sim, por favor. – Respondeu Jimin, rindo e ajeitando sua postura. Chapeleiro se aproximou de nós e colocou seu braço ao redor do meu pescoço, abraçando-me de um jeito brincalhão.

-Tudo bem – Falei, assim que me soltei de Tae. – Temos que resolver isso de eu ir para a escola.

-Escola? Nossa faz tempo que não vejo ou entro em uma… Quase dez anos no País das maravilhas. – Mencionou Jimin.

- A única coisa que temos que focar agora é que vocês não podem de jeito nenhum entrar com essas roupas, o pessoal vai estranhar demais… Espera, vocês são reais?! Será que alguém pode de fato ver vocês?!

-Eu não sei, sinto como se fosse real. – Respondeu Chapeleiro, tocando em seus braços.

-Venham comigo. – Falei, puxando os dois pelo pulso para dentro de casa. Fui direto na direção do quarto da minha mãe, encontrando-a toda descabelada escovando os dentes enquanto escolhia um sapato para ir trabalhar.

-Filha… Bom dia. – Disse com a escova dentro de sua boca.

-Mãe, você consegue vê-los? – Perguntei, puxando aqueles dois para perto de mim. Minha mãe arregalou os olhos e ficou paralisada, tentando entender tudo aquilo. – Ok, obrigada.

 Puxei-os mais uma vez, mas dessa vez na direção do meu quarto. Os dois pareciam confusos também, mas eu não tinha muito tempo para ficar explicando tudo.

-Eu acho que vou ter que falar com Leo. – Falei para mim mesma, sentado na ponta da cama e roendo algumas unhas por estar nervosa. Não percebi, mas a expressão de Taehyung havia mudado drasticamente.

-Quem é o Leo? – Perguntou, tentando não parecer tão interessado na resposta. Jimin andava e olhava minhas coisas enquanto tudo isso acontecia.

-Meu melhor amigo. Nos conhecemos desde pequenos, ele mora aqui na vizinhança e nós estudamos na mesma sala, então é, passamos bastante tempo juntos. – Respondi, ainda tentando pensar em como contar aquela história toda para Leo.

-E você gosta dele? – Respondi que sim e Chapeleiro continuou com as perguntas. Em certo momento, levantei a cabeça para encará-lo, a sobrancelha erguida.

-Você não está com ciúme, está? – Tae limpou a garganta antes de falar e isso já havia deixado tudo claro. – Jura? – Levantei-me e andei até o menino, sorrindo. Sentei-me em seu colo e segurei seu queixo, beijando-o rapidamente. – Não seja bobo como o resto dos meninos daqui.

 Tae sorriu e assentiu, voltando a me beijar. Não sei ao certo quanto tempo se passou, mas Jimin limpou a garganta, fazendo com que nós o encarássemos.

-Eu ainda estou aqui, só pra avisar mesmo. – O menino parecia estar sem jeito. Comecei a rir, saindo do colo de Tae e me desculpando.

-Meninos, preciso que fiquem no quintal, muito em silêncio!

-Por quê? – Perguntou Jimin, confuso.

-Eu vou colocar meu uniforme, não quero que me vejam desse jeito.

-Podemos fechar os olhos, prometemos não olhar. – Disse Chapeleiro. Revirei os olhos e fiz os dois sentarem na ponta da cama.

-Agora deitem de barriga para baixo, a cara enfiada na minha cama. Não quero ver nenhum dos dois espiando ou eu juro com todas as minhas forças que vou-

-(S/N), o tempo, lembra? – Disse Chapeleiro, se deitando. Assenti, virando-me para pegar o uniforme. Era uma saia que eu pessoalmente achava fofa, a cor vermelha contrastava com a minha pele. A camisa era uma daquelas típicas camisetas brancas com o logo no canto esquerdo e um cardigã simples e da mesma cor da saia.

  Apressei-me para o banheiro e penteei o cabelo, escovando os dentes e colocando o básico de maquiagem. Perfumes também, claro.

-Você morreu? – Perguntou Jimin, a voz deixando claro o tédio do menino.

-Estou me arrumando Jimin, mas já podem olhar – Os dois levantaram e me encararam surpresos. Tae olhava claramente para minhas pernas e o outro, para o meu rosto. – O que foi? – Perguntei, indo pegar minha mochila que estava no chão.

-O que fez com seu rosto? Ficou diferente. – Perguntou Jimin, ainda me encarando com atenção. Chapeleiro continuava olhando para minha roupa.

-É maquiagem. Nada demais, serve para esconder algumas coisas que não gostamos em nossos próprios rostos e nos sentirmos um pouco melhores com nós mesmos. Não sei se todos pensam assim, mas eu penso… O que foi Taehyung?

-Nada, eu só não estou acostumado a te ver. Não tinha como me lembrar mais claramente da sua aparência senão na minha memória, então vê-la de novo ao vivo… Você é linda. – Senti meu rosto corando e sorri, tentando mudar de assunto para não virar um completo pimentão.

-Vamos, temos que falar com Leo. Vou pedir alguns uniformes dele para vocês usarem.

(…)

-ELES SÃO O QUÊ? – Perguntou o menino com cabelos ruivos, apavorado. Estávamos dentro do seu quarto, Jimin e Chapeleiro estavam sentados na cama dele enquanto eu tentava explicar toda a história para Leo.

-Aquele de chapéu é um menino que vive nesse mundo alternativo que eu estava falando e aquele outro é um humano como eu e você que acabou ficando preso lá. Entendeu?

-(S/N), você só pode estar maluca… Como? Quando?!

-Leo, não posso explicar demais. Iria precisar de um dia inteiro para acabar com as suas dúvidas. Por favor, só me empreste os seus uniformes. – Leonard suspirou, mexendo nos cabelos e fechando os olhos.

-O que eu não faço por você, (S/N) – Ele se virou e pegou mais dois pares de uniformes. – Só espero que caibam neles. – Leo entregou as roupas para os meninos, que rapidamente ficaram de pé.

-Podem ir no banheiro dele, vão. – Falei, empurrando-os para dentro do cômodo de Leo. Meu melhor amigo me lançou um olhar meio assassino, então o abracei, agradecendo.

-Você vai me pagar uma refeição COMPLETA no Spoletto por isso ou eu te mato. – Spoletto era o restaurante preferido de Leo, o único problema era o preço absurdamente alto. Assenti, mesmo com aquela dor no meu peito de saber que futuramente vou perder algumas boas fortunas naquele restaurante.

-O meu ficou enorme. – Disse Jimin, saindo do banheiro. Realmente, a camiseta tinha ficado no meio da sua coxa, a calça arrastava no chão e a jaqueta… Bom, acho que poderia chamar a jaqueta de vestido. Leo era muito alto, então isso foi um problema para Jimin.

-Leo, você não tem um moletom? – O menino assentiu, pegou a roupa e jogou para Jimin, que tirou o vestido e a camiseta, colocando o moletom. Não ficou tão ruim assim, eu já havia visto alguns garotos usando daquela forma. – Pronto Jiminnie, você está fofo.

-E eu? – Perguntou Taehyung, saindo do banheiro. Nunca havia imaginado que o uniforme da minha escola o faria ficar mais atraente do que já é. Tive que respirar um pouco mais fundo para recuperar o ar, e então sorri enquanto assentia.

-Ficou ótimo, Tae. – O menino sorriu e andou até mim, abraçando-me e dando um beijo na minha testa. Logo, olhou para Leo e fez um rápido aceno com a cabeça.

-Ele é o seu…? – Perguntou Leo, confuso e com a sobrancelha erguida.

-Eu explico depois. – Falei, fazendo um gesto que pedia para que ele ignorasse aquilo.

-Eu tenho uma pergunta – Disse Jimin, sentado na ponta da cama. – E nossos materiais?

-Podemos dizer que vocês são alunos que foram transferidos por causa de um desastre natural e que acabaram perdendo seus materiais. Daí eu e Leo emprestamos alguns dos nossos, certo Leonard? – O garoto revirou os olhos, pegando sua mochila.

-Claro, porque os professores não assistem o jornal para saber se houve ou não um desastre natural em algum lugar.

 -Você é sempre assim? – Perguntou Taehyung para Leo. Meu melhor amigo encarou Chapeleiro, sorrindo um pouco e se curvando de leve.

-Prazer, meu nome é Leonard Zutter.

//MinSuga

anonymous asked:

faz packs taekook? tipo icon do jeon/taehyung e header deles separados ou tbm juntos por favo szszsz amo seu Tumblr AAAAAAAAAA ❤❤❤❤

feitos nene!! eu so pessima em pack entoa me desculpa se nao ficaram bons (nao ficaram mesmo mas belez), pelo menos eu tentei ne ajhujhfudf QUE NENEM AAAAA <333

Desculpa minha falta de tempo, é que ultimamente tenho me dedicado tanto a mim mesmo. Sabe, estou passando por um processo que é um tanto demorado, que exige o suicídio de uma boa parte emocional e que muitas vezes eleva o orgulho lá em cima, a ponto de ter que abrir mão de muita coisa. Mas ao mesmo tempo é também um processo satisfatório, me entende? A gente tem que aprender a se valorizar, pra ser valorizado.
—  Pedro Pinheiro.
Hoje eu a vi, depois de muitos anos. Ela continua linda, esplêndida, com o sorriso sem igual. Estava em uma praça com algumas de suas amigas, com uma beleza exuberante que só ela tem, outra diante se torna sem graça. Ela mudou o corte de cabelo, mas mesmo assim continua lindo e com o mesmo cheiro, um cheiro tão bom. Eu estava caminhando quando de longe a avistei, sorrindo como sempre sorriu, decidir não me aproximar muito, talvez ela se assutaria. Fiquei a observando durante um bom tempo, me perguntando várias vezes, aonde eu estava com a cabeça na hora em que decidir brincar com seus sentimentos. Ela é tão doce, tão gentil, uma mulher simplesmente incrível, traz uma calma tão grande na alma. Eu destruir os sonhos que ela tinha comigo, eu a machuquei profundamente, mas ela continua com aquela essência doce de sempre. Eu fui um egoísta, ela merece o melhor e se tem uma coisa que eu nunca fui, foi o melhor pra ela. Ela merece a felicidade estampada no olhar, ela merece alguém que a ame sem a intenção de machucá-la, ela merece o melhor do amor.
—  Priscila M.
Mas tem que ser você. Só pode ser você. Porque é teu rosto amassado e todo marcado pelo travesseiro que eu quero ver logo que acordar, todas as manhãs. Porque é do brilho do teu sorriso que eu preciso pra esquecer de todas as ruindades do mundo. Porque é o toque das tuas mãos que me faz arrepiar por inteira. Porque é o teu beijo que eu desejo 24 horas por dia, com hora extra. Porque é só no calor do teu corpo que eu me aqueço. Porque é nos teus olhos que eu consigo enxergar tudo que existe de mais bonito. Porque é no som da tua risada que eu encontro a minha música predileta. Porque é no barulho da tua respiração funda que eu descubro o melhor dos sons. Porque é no timbre da tua voz que eu reconheço a melhor melodia. Porque é no teu corpo que se encontram os meus desejos mais ocultos. Porque são os teus lábios que atraem os meus instintos mais sacanas. Porque só em você eu consigo encontrar uma razão pra ser feliz. Porque só você me conhece do avesso e mesmo assim me aceita com toda tua compreensão. Porque só você me entende quando nem eu mesma sou capaz disso. Porque você me dá todo o teu amor e recebe o meu. Porque você foi feito só pra mim e eu fui feita só pra você. Porque eu te amo e pra sempre eu vou te amar.
—  Stpv.
Uma vez li um texto que nas suas poucas linhas, o autor explicava a sua vontade de ser frio, de não se importar com nada e só valorizar a si próprio. Mas aí depois fiquei pensando se vale mesmo a pena “ser frio”. Será que é válido ter a honra de acordar mais um dia e não ter sensibilidade para vivê-lo? De que vale ter coração e não sentir nada? Ou até mesmo ter olhos para ver, mas não ter beleza na alma para enxergar? De que adianta estar sem vida por dentro? É necessário sentir, mesmo que o que você sinta não seja tão bom assim. Cheguei a conclusão que o bonito mesmo é essa coisa de ter coração.
—  Motivando.