tenho 4

Eu tenho 4 sorrisos: Um quando acho graça, um quando sou irônico, um quando fico sem graça e um quando te vejo.
—  Autor Desconhecido.
coisas que eu tenho medo:

1. tenho medo que a minha fome de mundo te assuste. medo porque o mundo me pesa e eu devoro tudo rapidamente e tudo me devora rapidamente. e você pode ser o tudo.

2. tenho medo que você não saiba aceitar meu silêncio e o julgue. medo porque é isso que todo mundo faz quando na verdade meu silêncio é só um “cuida de mim” que eu não consigo falar e engulo.

3. tenho medo que você não entenda as coisas que eu falo. medo porque ninguém entende e quase sempre são coisas do meu coração que eu cansei de guardar da boca pra dentro.

4. tenho medo que eu não te caiba e falte formato ou pedaços. medo porque eu não sou completa e talvez meus pedaços e meu formato indefinido te façam não querer ser meu abrigo.

5. tenho medo de não poder te tocar e sentir e amar. medo porque eu quero poder.

6. tenho medo que você note a minha tristeza diária. medo porque eu sempre fui triste e ninguém quer alguém triste.

7. tenho medo que você passe depressa e me olhe igual os outros me olham. medo porque eles só olham mas não me vêem e por você eu quero ser vista. quero ser notada.

8. tenho medo que você me troque. medo porque alguém mais leve te faria um bem maior. mas eu tento tanto.

9. tenho medo que você faça igual a Clementine de brilho eterno de uma mente sem lembranças e decida me apagar sem pré aviso. medo porque ninguém se despede só abre a portinha e sai e te esquecer ia ser mais doloroso do que foi pro Joel.

10. tenho medo de despir tudo pra você. medo porque você pode sumir e não voltar e me achar feia num mundo que também é feio.

11. tenho medo de te perder. medo porque sei que ninguém é de ninguém mas ganhar sua companhia nesse mundo impreciso já significa muito pra mim.

Confesso que:

1. Sinto vontade de te beijar.
2. Estou gostando mesmo de você. 
3. Tenho medo deste sentimento. 
4. Tenho medo de te perder.
5. Tenho medo de estragar tudo. 
6. Tenho medo de não ser suficiente. 
7. Não disse o que sinto por medo de ser rejeitada.
8. Gosto de te ver sorrir.
9. Gosto do seu jeito. 
10. Gosto de ouvir sua voz. 
11. Gosto de cuidar de você.
12. Já faz um tempo que quero te chamar de amor. 
13. Já te chamei de amor uma vez, mas você nem percebeu. 
14. Os testes que te mando, são coisas que eu queria ouvir você me dizendo.
15. Gosto muito do seu abraço.
16. Nunca me deitei num ombro tão aconchegante.
17. Nunca me senti tão segura.  
18. Nunca tive tanto medo da aprovação de alguém.
19. Nunca estive tão fora de controle com o que sinto.
20. Tenho medo de parecer grudenta.
21. Quando digo que é melhor nós não continuarmos juntos, é porque gosto de vê-lo insistindo em mim. (Me desculpe.) 
22. Gosto quando insiste em mim.
23. Gosto quando se preocupa comigo.
24.  Gosto de sair com você.
25. Gosto de ficar acordada até de madrugada falando com você na conf. 
26. Acho engraçado quando me faz jurar com dedinho. 
27. Te acho uma pessoa incrível. 
28. Seu beijo é muito bom. 
29. Eu sinto ciúmes de você, mesmo que eu não admita.

Confesso que quero ser sua namorada, e que eu não tenho medo de correr riscos se for ao seu lado.

São 3 da manhã, estou lendo um desses romances clichês do Nicholas Sparks para poder me sentir mais amada e menos sozinha, mas não consigo prestar atenção em nenhuma palavra e acabo jogando o livro de lado. Vou até a cozinha, abro a geladeira, sinto aquele geladinho consumindo meu rosto por míseros segundos, respiro e me dou conta do que eu precisava não se encontrava exatamente dentro da geladeira. Pego uma água só para eu me sentir menos tola, e dou uma espiada na janela da sala. É lua cheia. A lua que eu mais odeio e a que você mais ama. Mas me conforta observá-la, é como se alguém me pegasse no colo e me colocasse pra dormir enrolada em um edredom. Sinto vontade de escrever, e faz 6 meses que eu não sei o que é pegar num lápis e sentir prazer em deslizá-lo no papel. A vontade passa quando o telefone toca. É JP, o cara que eu tenho saído já faz algum tempo. Ele é aquele estereótipo de cara perfeito, se veste bem, me leva pra jantar, me manda flores, toca violão e marca viagens surpresas para lugares que eu mais desejo ir. O cara perfeito, o cunhado perfeito, o genro perfeito, a porra toda perfeita, mas que no fim das contas não fazia eu me sentir perfeita. Alias o que é mesmo ser perfeita? Eu quero sumir daqui. É isso, eu quero largar meu emprego, meus estudos, minha casa, minha família, meu projeto de namorado perfeito e simplesmente desaparecer. Sem deixar rastros e nem nada. Sumir e pronto. Ai eu ia recomeçar a minha vida do zero, conhecer novas pessoas, novos lugares, novos ambientes e finalmente tentar ser um pouco mais eu do que um dia eu tenha sido. Finalmente o telefone para de tocar, mas a campainha dispara um ruído tão alto, que eu solto um grito abafado do qual o sujeito nota de que há alguém acordada. Merda! Abro a porta, e é JP. Sorrio amarelo com aquela expressão de quem queria dizer “QUE DIABOS VEIO FAZER AQUI?”, e noto que o moleque mais uma vez estava com um buque de flores na mão e na outra chocolates. Oba, chocolates! Começo a comer esquecendo de sua presença no sofá. “Tá tudo bem? Eu te liguei.” Aham, eu vi que você me ligou umas 300 vezes e mandou no mínimo umas 500 sms. Ele me olha de uma maneira como se não me reconhecesse mais, e não conhece! “Você tá com uma aparência horrível, por que não vai tomar um banho e a gente assiste um filme qualquer? Ein? O que você acha?” O QUE EU ACHO? EU ACHO QUE VOCÊ NEM DEVIA TÁ AQUI PRA COMEÇAR E EU NÃO TÔ AFIM DE ASSISTIR PORRA DE FILME NENHUM! Alguém por favor tira esse cara daqui? Não dou a mínima pro que ele fala, e continuo comendo meus chocolates como se o fim do mundo fosse no dia seguinte. Ele se aproxima como quem quer alguma coisa em troca, é sexo, aposto, ele não trouxe esses chocolates atoa. Não tô nem um pouco a fim de trepar, transar, fazer sexo, ser comida, seja lá o que ele veio fazer aqui, mas ele alisa minhas pernas e pressiona meu corpo ao dele, e pela primeira vez na vida eu me senti a pessoa mais suja desse mundo. Me exalto. “Olha só JP, eu não to afim de ser comida hoje, amanhã eu acordo cedo e fazendo as contas com o horário de agora, eu tenho exatamente 4 horas de sono, então se você não se importar, a gente combina de trepar outro dia, ok?” Na hora ele se levantou, sua expressão de safado mudou para assustado e ele saiu da minha casa de uma maneira como se nunca mais fosse voltar. E não voltaria mesmo. Me senti um pouco mais sozinha do que eu já era. Liguei a tv como companhia e fiquei mudando de canal loucamente como se fosse encontrar algo de que tanto desejava. Não sabia mais o que estava fazendo e chorei por isso. Chorei por ter mandado mais uma pessoa da minha vida embora. Chorei porque o chocolate havia acabado e eu já não sabia onde mais ia depositar a minha ansiedade. Chorei porque eu tinha o mundo nas mãos e resolvi carregá-lo nas costas. E tudo aquilo me pesava tanto, que chorar era tudo que me restava. Ai parei num canal que estava passando “Tom&Jerry” e pela primeira vez durando 6 meses eu sorri de verdade. Foi um sorriso de dentro pra fora, uma vomitada pra vida. E tudo isso tinha muito a ver com você. Era seu desenho favorito, lembra? É claro que eu lembro, foram muitas raivas passadas enquanto eu discutia nossa relação e você dava altas risadas em meio ao gole de cerveja. “Dá pra você desligar essa merda e prestar atenção em mim?” “Ahh amorzinho, vem assistir comigo.” Como eu odiava profundamente a palavra “amorzinho”, e como eu queria ser chamada de amorzinho agora. Pego o telefone e começo a discar seu número. Desisto. A essa hora ele deve tá trepando com a vizinha ou ta tão chapado ao ponto de não saber atender o maldito telefone. Amanhã eu ligo, hoje não. Na verdade eu é quem queria ser procurada, ser achada, e ser inteira mais uma vez. Vou deitar com a intenção de encontrar a minha paz, só que faz tanto tempo que eu não sei o que é ter paz. Abraço o travesseiro com a ânsia de ser abraçada de volta, e me questiono “Quando foi que eu me tornei uma pessoa tão vazia?” E me recordei da vez que eu me senti tão cheia, a ponto de transbordar. Você me sugeriu pra pegar umas duas ou três peças de roupa, um pouco de dinheiro, minha escova de dente e só. 20 minutos depois tava você aqui em casa com o carro da sua mãe dizendo que íamos viajar. Viajar? Pra onde? Eu não posso viajar. Amanhã eu tenho uma reunião, provas e falava sobre todo o meu planejamento do dia seguinte como se fosse a coisa mais importante do mundo, e você sempre me calava com um beijo fazendo eu esquecer de todo o resto. Suas viagens nunca eram planejadas, a gente brigava 99% do tempo porque tudo saia errado, e eu odiava erros. E olha eu aqui, sozinha, no meu quarto, recordando o quanto eu queria estar errando agora.
—  Muita Coisa Inacabada Porque a Gente Acabou - Part I

alicia-in-wonderlaand  asked:

Sei que não me perguntaram mais eu vou responder Simm!! Esse meu tumblr eu tenho a mais de 4 anos e só agr eu tenho mais de 1000 seguidores. Eu criei outro e em vez de reblogar eu comecei a postar e em alguns meses já tenho mais de 13k. É simples, quanto mais você posta mais seguidores aparecem!

Concordo com você.. Aconteceu a mesma coisa comigo, tenho um outro tumblr a quase 3 anos e tenho menos de 400 seguidores nele..

Vamos lá.. O nome de solteiro da minha mãe é Maloney. Eu tenho 4 irmãs. Tenho 9 sobrinhas e 5 sobrinhos. Eu gosto de sorvete de café, Whisky de um malte só, e de vez em quando um charutinho. Gosto de pescar. E olho quando eu faço palavras cruzadas.. E nunca danço em público.. Filme predileto “The sun also rises". Banda predileta “The Clash”. Cor predileta azul. Não gosto de azul claro. Escuro! E essa cicatriz na minha testa, é por causa dela que eu não ando mais de moto. E eu moro naquele trailer oh.. E.. Esse terreno aqui é meu. Não faço ideia do que eu vou fazer com ele. É tudo! Até agora é isso! O resto você vai ter que levar na fé..
—  Derek Shepherd (T1:Ep8)

quaintrella  asked:

Oi, tudo bem? Primeiramente, eu amo seu tumblr! ♥ Segundamente, eu preciso de uma ajudinha. Eu tô escrevendo uma história e é sobre um grupo de amigos e suas jornadas pessoais/em conjunto. Todos eles são importantes, portanto, tenho 4 protagonistas. Eu queria muito umas dicas pra organizar os pontos de vista!! Eu já pensei em narrar em terceira pessoa, mas perde a questão da jornada pessoal. E dividir eventos em grupo pra 4 personagens é MUITO difícil.. Será que me problema tem ajudinha?

Oi, amore! Fico tãããããão feliz em saber disso <3 Primeiramente desculpa pela demora em responder, mas estava um tempo fora aqui do tumblr.

Bem, fiz uma pesquisa extensa com outras asks, posts e tudo mais no theficwriter sobre o assunto. Os que mais assemelham são apenas esses dois:

Aqui vão mais algumas dicas gerais:

Dicas básicas:

  • Já deixe claro a backstory do seus personagens, seus objetivos e seu destino.
  • Estruture detalhadamente os seus personagens, de preferência faça uma tabela com suas diferenças para lhe ajudar na hora de escrever.


Alternância entre terceira e primeira pessoa:

Você pode sim utilizar da terceira pessoa, principalmente quando mais de um personagem estiver realizando/sofrendo a ação, ou até mesmo presenciando-a. Há também a possibilidade de que cada capítulo seja narrado por um protagonista diferente, mostrando sua vida pessoal, seu lado mais particular. 

Essa alternância entre um narrador onisciente/observador para a primeira pessoa deixaria o personagem ainda mais real, já que, por exemplo, um protagonista que tem compulsão por mentir, ou é bipolar, ou bajulador… poderia quebrar a expectativa do leitor; na terceira pessoa, ele falaria, expressaria, omitiria algo que apenas no POV daquele PP poderíamos afirmar se era verdade ou apenas fingimento.

Espero, verdadeiramente, que tenha lhe ajudado! Qualquer (qualquer mesmo, amo responder asks!) dúvida, pergunta, crítica, pedido de ajuda, sugestão,  minha ask está sempre aberta <3

Então voce se foi. Resolvemos em comum acordo que o afastamento seria o melhor remédio pra curar as dores intermináveis do meu peito. Eu não poderia mais estar perto de você, era como você dizia “isso não é saudável”. Ficamos afastadas um longo tempo, então eu resolvi tentar te matar. Todos os dias afogava voce em copos e mais copos de vodka ou qualquer coisa mais forte. Te asfixiava com a fumaça forte dos meus cigarros. Eu já não tinha mais uma alma inteira, então nao precisaria de um corpo intacto. Por vez ou outra eu ia atras de você e era esnobada, ou então, você me dava lições de moral sobre beber e ficar fazendo papel de troxa na sua cara. As vezes na madrugada eu ainda chorava, chorava ate minha cabeça doer. Nao conseguia nem chorar até pegar no sono. Parecia aquele tipo de dor que só morfina faria parar. Hoje eu vivo assim. Não vou mais atras de você, não te ligo, não te mando mensagens e nem me despeço ou me desculpo pelas burradas que fiz. Vivo em bares escrevendo sobre você, falando sobre você, e até sorrindo, mas não choro. Meu corpo ja não tem mais estrutura e as lágrimas se vão antes mesmo de chegar aos olhos. De todas as certezas que tenho no mundo, 4 são que eu nunca mais terei um pulmão saudável, muito menos um figado, meu coração nunca mais será o mesmo, e cada copo que eu beber e cada tragada que eu der terão neles sua falta como motivo.
—  Lu bebada

I WON’T GIVE UP - PARTE 5


1- todas as informações que eu coloquei aqui sobre a vida sexual dos cadeirantes, são verdadeiras e eu retirei de pesquisas que eu fiz sobre o assunto e principalmente de uma entrevista com o diretor geral do centro de pesquisas de São Paulo. Na próxima parte eu deixo links para vocês darem uma olhada. Vale muito a pena ver.

2- eu quero fazer outro HOT desse, mas um pouco mais HOT, mostrando invenções que foram criadas para melhorar a vida sexual de cadeirantes.

3- espero que gostem, quero opiniões, críticas, elogios, mas quero principalmente que vocês falem o que acharam dessa parte. Por favor

4- tenho que confessar que depois das pesquisas e dos vídeos que eu vi, estou realmente impressionada. E só para avisar, estou disponível, caso tenha algum cadeirante aqui no tumblr kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkKkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk to falando sério.

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Minha boca já doía de tanto beijar Harry, mas eu simplesmente não conseguia parar de beija-lo . Seus lábios me atraiam de uma forma quase que irracional. Saudades era a explicação.

-Desse jeito eu vou ficar sem a minha boca- Harry sussurrou separando nossos lábios. Mas eu logo os juntei novamente.

-São dois meses sem nem ao menos toca-los. Não me peça para me separar deles agora.

-Não vou pedir. É que eu só queria respirar, sabe?

-Respira depois- respondi com os lábios colados ao seu- agora fala menos e beija mais

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-Eu vou fazer a janta- anunciei me levantando da cama. Estávamos fazendo uma maratona de filmes desde a hora do almoço, ou tentando, já que não parávamos de nós beijar, e não tínhamos nem terminado o segundo filme.

-Não vai não- pediu manhoso me envolvendo mais ainda em seus braços- fica aqui comigo

-Mas você precisa se alimentar- argumentei

-Não preciso não. A única coisa que eu preciso é de você

-Não era o que você me dizia até um tempo atrás- falei baixo, ainda magoada e ele se calou por um instante

-Eu já te expliquei o porquê que eu fazia isso, meu amor

-Sim, mas isso não muda todas as noites que eu passei chorando sentindo a sua falta, tendo que ouvir as suas grosserias calada

-Eu realmente sinto muito (S/N). Mas não me faça me sentir mais culpado do que eu já estou me sentindo.

-Tudo bem- sorri fraco- que tal uma pizza?- perguntei tentando quebrar o clima tenso que se instalou no quarto e ele assentiu animado,me fazendo rir- vou pedir então.

——————

-AH MEU DEUS! Como isso é bom- ri da sua cara maravilhada- sério, eu estava morrendo de saudade de comer pizza

-Só da pizza?- perguntei dengosa e ele sorriu doce.

-De você também.

Sorri sapeca e me levantei da cama, retirando o prato de comida no colo de Harry, que resmungou algo que não me dei o trabalho de tentar entender, e me sentei em seu colo.

-Então por que você não vem matar a saudade?

-Mas nós passamos a tarde inteira nos beijando.

-Eu não estou falando disso- sorri e pude senti-lo ficar tenso.

-E do que você está falando?-perguntou temeroso

-Quer que eu seja mais específica que isso?-perguntei enquanto beijava seu pescoço

-Por favor- pediu e eu parei para encara-lo

-Eu quero fazer amor com você- esclareci decidida e Harry parou, creio que até de respirar.

Percebendo que ele não ia falar mais nada, resolvi tomar uma atitude e puxei seu rosto em minha direção, o beijando desesperadamente.

O problema é que o tesão acumulado era tanto, que mesmo Harry não me correspondendo com tanto fervor, eu comecei a me animar rapidamente, rebolando em seu colo, enquanto eu o engolia.

-Para (S/N), para, por favor- Harry pediu desviando seu rosto.

-O que aconteceu? Eu fiz alguma coisa que você não gostou?- perguntei o encarando.

-É melhor pararmos por aqui.

-Por que? Você sempre adorou quando eu ficava sedenta desse jeito.

-Isso era antes DISSO acontecer- o encarei sem entender nada, mas ao seguir seu olhar, vi que ele encarava suas pernas imóveis com uma ponta de decepção.

-Harry nós já conversamos sobre isso.

-Sim, e e eu sei que pra você isso não muda nada. Mas aceite (S/N), na cama, TUDO muda.

-E por que que TUDO muda?- perguntei o imitando

-Eu não vou conseguir te dar prazer, você não percebe? Nem excitado eu vou conseguir ficar

-Quem disse?

-Não se iluda(S/N)

-Harry pelo amor de Deus, os cadeirantes tem uma vida normal, igual a nossa. Eles transam, fazem amor, se fodem ou qualquer outra palavra que você queira usar.

-Eles…transam?-perguntou feito criança que acabou de descobrir da onde vêm os bebês.

-Sim. E quer saber? Eles sentem prazer, ficam excitados e dão prazer para as suas parceiras…Pelo menos é o que diz a pesquisa- sussurrei a última parte .

-Pesquisa?

-Sim- respondi corando e tentei me levantar de seu colo, mas Harry segurou firmemente minha cintura, me impedindo.

-Que pesquisa?

-É que- abaixei a cabeça envergonhada e comecei a mexer na barra de sua blusa, que de repente me pareceu tão interessante- é que eu comecei a fazer umas pesquisas e- Harry me interrompeu.

-Olha para mim bebe- olhei de relance e pude ver um sorriso divertido em seu rosto. Abaixei a cabeça rapidamente arracando uma gargalhada sua- sobre o que era a pesquisa?

-Assim que você sofreu o acidente eu comecei a frequentar palestras e a fazer pesquisas para saber o que você poderia fazer e o que você não poderia fazer. Segundo o seu médico, as suas partes..íntimas, elas não foram afetadas pelo acidente, ou seja, você vai conseguir ficar excitado e até mesmo sentir prazer na cama.

-Como se eu não sinto nada da cintura para baixo?

- Pelo o que o médico me explicou a sensação de prazer na cama é muito mais emocional do que física, principalmente se você amar a pessoa que estiver transando. Fora que assim que você sofreu o acidente, algumas partes do seu corpo ficaram mais sensíveis, e as acertando eu posso te dar prazer do mesmo jeito. Quanto a excitação, em nada foi afetada. Ele também me explicou que eu posso te dar prazer até mesmo com sexo oral, claro que não vai ser que nem antes, porque em algumas áreas você não vai sentir nada, mas ainda assim você vai sentir prazer com a minha boca em você- sorri tímida- e na pesquisa que eu te falei…fala que 62% das mulheres que já transaram com homens cadeirantes e não cadeirantes, sentiram mais prazer quando transaram com os cadeirantes. Sendo que 34% desse percentual nunca haviam tido um orgasmo, e tiveram com um cadeirante. Além de que outras pesquisas afirmam que mulher sente mais prazer com um cadeirante.

-Não entendo como, se no sexo com um cadeirante a única posição que é possível é com ele sentado e a mulher comandando tudo- não me aguentei e comecei a rir

-Sabe de nada, inocente- gargalhei muito mais, mas assim que vi a cara de Harry, que não entendia nada, cessei a risada- piada brasileira.

-E o que você quer dizer com isso?

-Harry, meu amor, cadeirantes fazem sexo de quatro, deitados, até em posições do Kamasutra - esclareci rindo e Harry arregalou os olhos.

-Do Kamasutra?-perguntou maravilhado

-Do Kamasutra- confirmei

-E como você sabe disso?

-Pesquisas..

-E nas pesquisas falam das posições?- me perguntou com um sorriso divertido no rosto

-Para Harry- pedi corando e ele caiu na risada- ok, eu vi vídeos- me rendi

-Que coisa feia (S/N) - fingiu decepção

-Vai se ferrar- rimos, mas logo Harry adquiriu um tom sério.

-E quantos aos filhos?

-Podemos ter quantos filhos quisermos-sorrimos.

-(S/N)?- me chamou depois de um breve silêncio e eu levantei a cabeça, o encarando

-Sim?

-Eu quero fazer amor com você

-Sério?- perguntei com um sorriso bobo no rosto, aqueles de criança que acabou de ganhar o seu doce preferido.

-Sim…Só..tenha um pouco de paciência comigo- pediu

-Não se preocupe babe, eu vou com calma- brinquei repetindo as mesmas palavras que ele me disse quando fizemos amor pela primeira vez.

Me aproximei calmamente e depositei um beijo casto em sua bochecha, em sinal de carinho, o fazendo sorrir. Logo depois, fiz um rastro de beijos por todo o seu rosto: testa, bochechas, olhos, ponta do nariz e, finalmente, a boca.

Começamos um beijo calmo, sem a língua, apenas com nossos lábios fazendo um carinho um no outro. As mãos de Harry começaram a fazer um carinho gostoso em minhas costas, deslizando a sua pequena unha em toda a região, me arrepiando.

-Você não faz ideia, não é mesmo?- Harry me perguntou com a boca colada a minha, enquanto retirava a minha blusa

-Do que?- perguntei indo em direção ao seu pescoço.

-Do quanto eu te amo, do quanto eu te desejo e do quanto eu senti a sua falta- não pude conter o sorriso e beijei seu pescoço, roçando meus lábios pelo mesmo. Assim que beijei sua nuca pude escutar um gemido rouco seu, repeti o processo e ele gemeu um pouco mais alto, segurando mais forte minha cintura.

Me lembrei imediatamente do que o seu médico disse sobre novos pontos sensíveis pelo corpo e resolvi trabalhar um pouco mais na região, lambendo, mordendo, beijando ou fazendo qualquer outra coisa.

Estava entretida com seu pescoço, quando senti a mão de Harry puxando a minha, parei com tudo que estava fazendo e o olhei para ver o que ele fazia. Ele arrastou a minha mão em direção a sua calça, mais especificamente em direção ao seu membro. Olhei em seu rosto e ele estava corado. Sorri e apertei seu membro por cima da calça, incerta sobre qual seria sua reação. Harry apenas gemeu baixo

-Sente algo?- apertei novamente

-Sim- confirmou em um sussurro baixo, ainda tímido.

O deitei cuidadosamente na cama e retirei sua calça e boxer, o deixando nu. Não pude aguentar e me sentei na cama o admirando.

-Caralho, como eu senti falta disso- falei sem perceber e ao escutar a risada de Harry, percebi a burrada que tinha feito-ahm..vou buscar uma coisa- me levantei da cama e fui até o criado mudo

-O que você está procurando?- me perguntou confuso. Apontei para um pote de gel que eu havia acabado de achar- o que é isso?

-É um gel de sensações, o médico disse que iria te ajudar a sentir mais prazer. Escolhi o geladinho- ri boba.

Voltei a cama, me sentando em cima das coxas de Harry. Peguei em seu membro levemente rígido e comecei a massagea-lo. Assim que passei o gel gelado no membro já um pouco mais rígido de Harry, pude ver que o mesmo havia se arrepiado. Olhei para baixo e pude ver seu membro crescendo cada vez mais em baixo da minha mão.

-(S/N)- Harry me chamou em um gemido, e eu pude sentir o fundo da minha calcinha ficar mais úmido. Balancei a cabeça de forma com que mostrasse que eu prestava atenção no que ele dizia e intensifiquei os movimentos com as mãos- Com..ah..com a boca.

Sorri e fiquei de quatro na cama, de uma maneira com que meu rosto ficasse perto de seu membro, que logo foi engolido por mim. Tentei ser o mais violenta o possível, tinha medo de que se eu fosse calma demais, Harry não sentisse nada. Mas os meus medos foram descartados quando escutei um sonoro gemido vindo dele assim que toquei na base de seu membro, girando com a minha boca, coisa que eu nunca havia feito antes.

-Olhe..ah..caralho…olhe para mim- obedeci e tentei o encarar da forma mais safada que pude. Creio que deu certo, pois logo Harry segurou em meus cabelos, formando um rabo de cavalo, e empurrando minha cabeça em direção ao seu membro cada vez mais violento.

-Para- me pediu, mas eu não obedeci. Repeti o movimento na base de seu membro e ouvi um grito de puro prazer ecoar pelo quarto, me deixando mais do que satisfeita- PARA PORRA- suplicou mais uma vez e eu decidi ser boazinha. Parei com tudo- eu quero te chupar

Mais do que depressa, retirei o que me sobrava no corpo e me posicionei em cima do rosto de Harry, de uma maneira com que ele tivesse acesso minha intimidade, já totalmente molhada.

-Já está molhada, (S/N)? Mas eu ainda nem lhe toquei

-Para você ver a situação que você me deixou- olhei para baixo e o encarei, mas tombei minha cabeça para trás assim que senti a língua de Harry passar de leve em minha intimidade, como se quisesse me fazer cócegas.

-Quero te encarar enquanto te chupo! Então, olhe para mim- ordenou autoritário e eu obedeci.

Quando eu realmente senti sua boca em minha intimidade, não economizei no meu grito de pura satisfação, tesão, e prazer que me dominava. Me descontrolei e comecei a rebolar em seu rosto, o que só o fez sorrir mais safado ainda, segurando minha cintura e intensificando seus movimentos da língua, os revezando com doloridos e excitantes tapas na minha bunda.

A posição em que eu me encontrava me dava uma sensação de poder inexplicável, que só servia para me deixar mais molhada e com mais tesão.

-AH Harry- gemi descontrolada e recebi um tapa mais forte do que os anteriores- caralho, eu vou…

Não pude terminar a frase, pois logo o filho da mãe interrompeu seus movimentos, e me empurrou de cima dele.

-Ainda não babe-fiz bico na esperança de que ele ficasse com dó e voltasse a fazer o que ele estava fazendo antes- eu quero gozar junto com você.

Nós posicionamos rapidamente, de maneira com que Harry ficasse sentado com as costas apoiadas na cabeceira da cama e eu por cima. Me posicionei, mas antes que ele me penetrasse, falei:

-Você não faz ideia do quanto senti a falta de transar com você- tentei sentar em seu colo, mas Harry segurou minha cintura, me impedindo. Encarei seus olhos de uma maneira mais desesperada ainda e pude perceber um brilho diferente nos mesmos.

-Transar, eu transava com as minhas antigas e irrelevantes namoradas, ou com as mulheres que me davam nas festas. Com você eu quero mais, com você eu não quero só transar, eu quero fazer amor.

Antes mesmo que eu respondesse alguma coisa, Harry puxou minha cintura para baixo me penetrando, arracando gritos de prazer meus.

Comecei a me movimentar rápido, subindo e descendo com a ajuda de Harry, que não parava um momento de beijar meu pescoço, enquanto sussurrava que me amava. Creio que eu nunca senti uma sensação como aquela, mesmo tendo transado com ele um milhão de vezes. Era uma sensação nova, um quentinho no coração acompanhada de uma segurança ao saber que era a mim que Harry amava, que era a mim que Harry desejava, e que era a mim que ele confiaria plenamente, dividindo suas tristezas, alegrias, e dores.

Assim que percebi que já estava chegando ao meu ápice, e Harry não, tentei fazer com o meu quadril o que eu havia feito com a minha mão, dando atenção a base de seu membro

Parei com os movimentos e sentei completamente em seu colo, o sentindo mais fundo em mim, descobrindo lugares e sensações, até então desconhecidas por mim. Com a respiração descompassada, virei meu quadril para direita e depois para a esquerda, contraindo propositalmente meu ventre, de maneira com que eu o apertasse mais.

E foi quando tudo aconteceu..minha vista ficou turva, meu ventre se contraia involuntariamente, meus gemidos ficavam cada vez mais altos, sem que eu se quer conseguisse controla-los e então, consegui finalmente chegar ao meu ápice. E o melhor: acompanhada do homem que eu amava.

Sem forças para mais nada, me joguei no peito de Harry, tentando, ao menos, conseguir respirar

-É…-balbuciei sem fôlego, atraindo a atenção do homem suado a minha frente- as pesquisas estavam mais do que certas..

Faz um do Louis em que ela e a babá do Freddie  e ele tá com problemas com a Danielle e o Louis acaba beijando ela e ela pedi demissão e um tempo depois ele percebe que e apaixonado por ela 

Bom, não tive tempo de revisar, então desconsiderem os erros

Boa leitura!


Danielle: VOCÊ ACHA QUE EU SOU PALHAÇA LOUIS?? 

Louis: VOCÊ ACREDITA EM MIM? JÁ DISSE QUE ELA É UMA AMIGA!! - mal cheguei na casa do meu patrão e já escuto as brigas que ocorrem todo dia nessa casa, dele e de sua namorada. 

Sou babá do Freddie desde que ele nasceu e sou completamente apaixonada por esse garotinho. Briana, mãe do Freddie, simplesmente sumiu depois que ele nasceu. Ela disse que iria permanecer com o filho mas rolou tanta briga e ela acabou sumindo, e Louis não quis saber e pegou a guarda do Freddie somente pra ele, o que eu, particularmente achei certíssimo.  

Como Louis vive saindo e tem vários compromissos, eu fico com o Freddie, das 8 da manhã até as 20 da noite, às vezes até durmo aqui e eu tenho sorte porque todos me tratam bem. Louis é maravilhoso como pessoa e como patrão, apenas sua namorada que não vai muito com a minha cara, mas fazer o que né! 

Como disse, cheguei ouvindo os dois brigarem, o que é normal, porque todo dia tem uma discussão. Fechei a porta com calma e caminhei até o quarto do Freddie, mas ele ainda estava dormindo e o pior, Louis e Danielle estavam brigando no quarto ao lado, quase acordando o anjinho! Desci até a sala e me sentei no sofá, esperando alguém descer. Enquanto isso, fiquei mexendo em meu celular. 

Danielle: Você acha que me engana, mas eu não sou burra Louis, NÃO SOU!!! 

Louis: CARA ELA SÓ ME ELOGIOU!! QUAL A PORRA DO PROBLEMA??? Danielle: TODOS!!! - ouvi ela descendo e olhei para a escada - Ah, oi S/N 

S/N: Oi! - sorri

Louis: Volta aqui Danielle!! - agora foi a vez de Louis descer - S/A, nem vi que tinha chego, tudo bom? 

S/N: Oi!! Tudo sim e você?

Louis: Tudo ótimo! - ele sorriu - Como foi o final de semana? - logo depois dele falar, Danielle bufou, indo até a cozinha - Um minuto.. 

S/N: Vai lá - sorri fraco e ele foi em direção da namorada na cozinha. Subi para ver se Freddie já estava acordado e lá estava ele, olhando pra porta - Oi meu amor!! - disse animada 

Freddie: Oi S/A!! - o mesmo levantou na hora 

S/N: Que saudade!! - o mesmo envolveu seus bracinhos em meu pescoço - Que abraçou gostoso! - brinquei e ele riu - Você tá meio pesado para eu te pegar no colo não acha? 

Freddie: Eu só tenho 4 anos! - ele riu - Sou um bebê ainda! - ri 

S/N: Ahh! Bebê você era quando tinha 6 meses, agora está grande! 

Freddie: Tô nada! Eu ainda chupo chupeta 

S/N: E não deveria mais né! Daqui a pouco tá fazendo 5 anos!! 

Freddie: Você é muito chata! - disse emburrado 

S/N: Você acha? 

Freddie: Acho! - falou decidido  

S/N: Então eu vou embora - coloquei ele na cama e caminhei até a porta       

Freddie: EU TÔ BRINCANDO!! - ele veio até mim - Você não pode embora nunca! - peguei ele no colo novamente 

S/N: Pode deixar meu bem!! - tirei seu pijama, colocando uma roupinha confortável nele Prontinho!! 

Louis: Acordou campeão - Louis apareceu na porta e Freddie correu até ele - Dormiu bem? 

Freddie: Dormi! Que nem pedra! - rimos 

Louis: Vai escovar os dentes e desce pra tomar café ok? - o pequeno assentiu 

Freddie: Vai tomar café comigo??? - perguntou entusiasmado

Louis: Hoje não filhão! - sua feição mudou muito rápido- Mas prometo que no jantar eu apareço pode ser? 

Freddie: Tudo bem.. - falou cabisbaixo e saiu do colo do pai, indo para o banheiro 

S/N: Me dói o coração ver ele Desse jeito 

Louis: Imagina em mim.. 

S/N: E você e a Danielle? 

Louis: De mal a pior! - falou coçando os olhos - Não tem um dia que não brigamos!! Esse ciúmes dela tá me destruindo e destruindo nossa relação

S/N: Respira! Nada se resolve na discussão 

Louis: Acho que nem amo mais ela 

S/N: O que? Claro que ama, vocês estão juntos à 5 anos!! Estão Casados, isso é só briga de casal 

Louis: Nossa, bela palavras - ele riu - O que me admira é você não gostar dela e estar falando isso 

S/N: Eu nunca disse que não gosto dela! 

Louis: Todo mundo sabe disso S/A! - riu e me deu as costas 

S/N: É ela que não gosta de mim! - disse indo atrás dele 

Louis: Eu não sei como ela não gosta de você! - ele se virou, ficando bem próximo a mim 

Freddie: VAMOS COMER!!! - Freddie surge correndo e nos separa. Por um segundo pensei que eu e Louis nos beijaríamos mas Freddie apareceu e tudo voltou ao normal, deixado um ar constrangedor onde estávamos. 

Louis foi trabalhar e eu fiquei com o Freddie. Levei ele pra escola, busquei-o depois, um dia normal de trabalho até Louis chegar 

Louis: Cheguei!! - disse entrando 

S/N: Eu falei que ele iria chegar! - disse ao Freddie

Freddie: Ela é mágica! - ri 

S/N: Bom, já que seu pai chegou eu vou pra casa - disse me levantando do sofá 

Louis: Não!! Janta com a gente! Preciso falar com você também 

S/N: Vai ficar tarde.. 

Louis: Você mora à duas quadras daqui e não tem problema nenhum em você dormir aqui! - revirei os olhos. 

Eu e Louis temos uma relação muito boa, é claro, nos conhecemos dês dos 15 anos, quando fomos vizinho e nossa amizade ficou. É claro que quando ele entrou pra banda nós perdemos o contato e tudo ficou mais difícil mas depois tudo se resolveu. Posso dizer que somos melhores amigos, então fica tudo mais fácil entre a gente. 

S/N: Tá bom patrão! - ele riu . Arrumei a mesa, onde íamos jantar e confesso que foi ótimo. Nós três ali, conversando, rindo, foi melhor do que ficar sozinha em casa 

Freddie: Tá todo mundo junto, só faltou a tia Dani! A gente parece uma família! O papai é meu pai né mas a S/A é minha mamãe, mesmo não sendo de verdade, eu finjo que ela é minha mãe! - ele riu. Freddie conseguiu explicar do jeitinho dele e foi lindo, me emocionei 

Louis: Você fez a S/A chorar filhão! - Louis sorriu 

Freddie: Mas por que??? Eu não disse nada de mais!! - falou preocupado e eu ri 

S/N: Não meu bem! - disse limpando alguma lágrimas - Tô chorando de emoção, de felicidade 

Freddie: Ah bom! 

Louis: O que você disse foi lindo filho! - beijou a bochecha do filho e bagunçou seu cabelo 

Depois do jantar, fomos assistir televisão e Freddie acabou dormindo no colo de Louis. O mesmo levou o filho pro quarto e voltou pra sala 

Louis: Ele tava cansado! - falou sentando ao meu lado 

S/N: Pois é! Eu percebi! Então.. O que queria me falar? 

Louis: Sobre a Danielle.. Ela foi até a gravadora hoje, discutir sobre o mesmo assunto! Sério, eu tô cansado! 

S/N: Não sei o que te falar.. Já tentou conversar com ela com mais calma? 

Louis: Já tentei tudo! TUDO! Mas nada funciona, parece que sei lá, não dá mais certo sabe 

S/N: Acabou o amor.. 

Louis: Exatamente! 

S/N: Complicado 

Louis: Hoje a discussão na gravadora foi pesado! Ela disse que não era mais para eu procurar ela nos últimos 5 dias. Eu falei em separação, ela começou a chorar, ai, foi uma confusão só! 

S/N: Vocês tem que ter paciência e se acalmarem, dar um tempo seria bom, pelo menos eu acho 

Louis: E é isso que eu vou fazer.. Respirar um pouco.. Ando tão estressado ultimamente - ele abaixou a cabeça e coçou a nuca. Fui até ele e o abracei para ver se ele se sentia melhor 

 Louis on: 

Quando S/N me abraçou, senti uma sensação boa, não sei explicar , só sei que foi diferente 

S/N: Quer uma massagem? - ela perguntou e eu ri

Louis: Não, eu to bem 

S/N: Não está bem não, eu te conheço! Quer outro abraço? - assenti e assim ela fez e a sensação voltou 

Louis: Seu cheiro é muito bom sabia? - ela riu . Quando nos separamos ficamos bem próximos e por impulso eu a beijei e para minha surpresa ela correspondeu . 

S/N: Lou.. 

Louis: Eu sei, É errado mas eu to pouco me fodendo! - voltei a beija-lá. O beijo foi ficando cada vez mais feroz e intenso, era impossível parar com aquilo. S/N sentou em meu colo, ainda nos beijando, passou as mãos pelo meu cabelo e sua bunda rebolava em meu membro. Paramos o beijo. Eu desabotoei o começo de sua camisa , deixando a vista seus seios e os beijei, fazendo ela suspirar 

S/N: A gente não pode.. 

Louis: Ninguém vai ficar sabendo.. Confia em mim.. - tirei sua camisa e ela a minha jogando em um canto qualquer da sala. S/N tirou sua calça ficando apenas de lingerie e eu aproveitei para ficar apenas de cueca. Vendo ela semi nua me deixou sem palavras, eu iria mesmo transar com a minha melhor amiga e babá do meu filho! 

S/N: Ter certeza disso?

Louis: Absoluta! - sorri agarrando sua cintura - Você quer? Seja sincera! 

S/N: É loucura mas quero, quero muito! - ela sorriu e eu a beijei - Faz direito hein! - disse no meio dos beijos 

Louis: Sou profissional no que faço meu amor! - a abracei com força pela cintura e cochichei em seu ouvido - Se prepara.. - ela riu. Aquela risada dela matava qualquer um! Inclusive eu! 

 Dia seguinte.. 

Acordei no meu quarto, S/N estava deitada ao meu lado ainda. Olhei para ver se ela estava acordada e sim, ela estava 

Louis: Oi 

S/N: Oi 

Louis: E aí o que achou? - ri fraco e ela jogou um travesseiro em mim 

S/N: Imaginava mais hein! - ela riu - Brincadeira, foi incrível mas sei lá, tô meio assim ainda sabe.. 

Louis: Calma, não vai acontecer nada! - dei um selinho nada - Foi só uma transa, não vai acontecer de novo! - me levantei e fui ao banheiro. Não sei o que estava sentindo pela S/N, mas tinha certeza que não era apenas amizade. 

 S/N on: 

Eu transei com meu melhor amigo.. O que tá acontecendo meu Deus?? Coloquei minha roupa e o dia foi normal, pelo menos isso. 

Dias depois..

Os dias que a Danielle não esteve aqui, Louis e eu nos beijávamos e nos sentíamos livres, eu gostava mas não me sentia bem .. Provavelmente eu seria usada e depois jogada fora e eu sinceramente não queria! Precisava dar um fim nisso, porque eu acabaria me machucando.

S/N: Louis.. - o chamei 

Louis: Diga 

S/N: Precisamos conversar

Louis: Pode falar 

S/N: Todo o que aconteceu essa semana e tudo mais.. Eu não sei explicar, também não sei como eu vou dizer isso mas eu preciso de um tempo pra mim. Não estou cuidando do Freddie como eu cuidava.. - disse segurando o choro - Eu to me demitindo.. 

Louis: O que???? 

S/N: Me desculpa mas.. 

Louis: Você imaginou o que o Freddie vai lidar com tudo isso? Imaginou como eu vou ficar??? 

S/N: Eu vou conversar com o Freddie.. 

Louis: Você tá maluca! E eu?? 

S/N: Você? O que tem você? 

Louis: Eu gosto de você 

S/N: Você não gosta de mim , você gosta da Danielle, você só me usou Louis 

Louis: O QUE??? S/N, o que aconteceu com você?? 

S/N: Eu apenas quero um tempo 

Louis: TEMPO DO QUE MEU DEUS??? 

S/N: TEMPO LOUIS! TEMPO PRA MIM!! 

Louis: Que tempo garota?! Você não tem nenhum problema, nenhum stress, nada que te deixe assim!! 

S/N: Você não sabe nada de mim! 

Louis: Sei o suficiente pra saber que nada disso tá acontecendo com você! 

S/N: LOUIS CALA A BOCA!!! A VIDA É MINHA EU FAÇO O QUE EU QUISER COM ELA!! 

Louis: EU TO TE ATRAPALHANDO? É ISSO?? 

S/N: Não!! 

Louis: É o que então? 

S/N: VOCÊ QUER ME USAR ATÉ SEU CASAMENTO VOLTAR AO NORMAL!! VOCÊ TEM IDEIA DO QUE NÓS FIZEMOS?? 

Freddie: O que tá acontecendo? - Freddie surge no corredor com uma cara assustada 

Louis: A S/N vai embora filho! Pra sempre!! - disse sem tirar os olhos dos meus 

Freddie: Isso é verdade?? 

S/N: Você é tão insensível! - disse ao Louis com raiva - Eu vou vir te visitar Fred! Fica tranquilo! - Fui até ele e o abracei - Não vou te abandonar ok? Te amo meu príncipe - caminhei até a porta e saí com meu coração apertado e me acabei de chorar. O que está acontecendo comigo??? 

 Semanas depois.. 

Sabe quando você se arrepende amargamente de algo que fez? Então é o que eu sinto por ter pedido demissão e ter brigado com meu melhor amigo e ter perdido o contato com o meu pequeno e com meu amigo, que por acaso acabei me apaixonando loucamente.. Fico me perguntando todo dia, por que eu fiz aquilo??? Por que fui tão imbecil??? Eu não tive motivo nenhum para fazer o que eu fiz!!! Estou brava comigo mesmo!! 

Estava sentada no Sofá, vendo algum filme que na verdade nem estava prestando atenção até que ouço a campainha tocar várias e várias vezes 

S/N: JÁ VAI!! - gritei. Quando abri a porta dei de cara com o Freddie - Freddie!! 

Freddie: OI!!!! - disse me abraçando 

S/N: O que você tá fazendo aqui?? Veio parar aqui como meu deus? 

Louis: Oi.. - disse chegando próximo a mim 

Freddie: Pode entrar? 

S/N: Pode meu amor, fica a vontade! - sorri e eles entraram - Tá fazendo oque aqui? - perguntei ao Louis 

Louis: Vim saber se você continua louca ou percebeu que ter pedido demissão e ter saído da minha vida e da vida do meu filho foi uma idiotice imensa! 

S/N: Eu percebi a bobagem que eu fiz em ter abandonado o Freddie.. 

Louis: E eu né porra! - ri fraco 

S/N: Não teve motivo para eu fazer aquilo! Sei lá o que me deu, foi totalmente errado e eu me arrependo muito! Desculpa por ter te deixado na mão, me perdoa por tudo.. 

Louis: Tá perdoado, sua sem noção! - ri - É.. Eu vim aqui também pra te falar uma coisa.. - percebi que ele estava um pouco nervoso mas não o interrompi - Nesse tempo, eu terminei meu casamento, descobri que Danielle me traiu com um dos caras que eu mais confiava na gravadora, fiquei muito mal durante um tempo, morei com a minha mãe por algumas semanas, resumindo, foi horrível! Mas, nesse período, eu pensei, repensei, relembrei diversas coisas e aí que eu tirei a conclusão que eu tô apaixonado por você.. e eu nunca tive uma certeza maior que essa em toda a minha vida. Sem você nada tinha sentido! Você mudava meu dia com um simples olhar, com um simples sorriso e percebi que eu preciso de você! Não apenas em relação ao Freddie mas eu preciso de você na minha vida, preciso dos seus conselhos, preciso do seu amor, eu preciso de você S/N! - ele respirou e olhou bem nos meus olhos. Eu estava segurando muito para não chorar- Sei que não tivemos nada sério, mas a partir de agora pode ser que aconteça, dependendo de você! Não sei se o que eu sinto por você é igual ao que você sen… - o interrompi e o beijo com um vontade imensa, parece que o beijo foi ensaiado de tão perfeito que foi 

S/N: Eu também estou apaixonada por você! - dei um selinho nele - Eu te amo! 

Louis: Como é bom ouvir isso! - desta vez ele me beijou - Volta pra mim, volta pra gente? 

S/N: Não precisa nem pedir duas vezes!!


PRONTINHO! 

ME CONTEM O QUE ACHARAM!! 

XOXO 

JU

acostumar  asked:

Não deu pq eu tenho uma filha de 4 anos,e ela ia sair com a minha mãe,e eu ia sair após 😏 mas o role delas não funcionou,aí eu fiquei com dó de deixá-la e cancelei o meu. Mas olha,imagina eu saio e ataca a sinusite na rua? 🤦🏻‍♀️ eu curso enfermagem.

Nossa magina? Há males que vem pro bem né? Tem uma filha ? Que amor, como é o nome dela? Enfermagem? Coragem hein, sofro em ver fraturas e cortes fundos kkkkkk
Vamos conversar? Aceito anônimos. Vem!

One Shot - Louis Tomlinson (Parte I)

Parte II - Final >>

- Mãe? - Meu filho puxava a barra da minha blusa enquanto eu tentava conversar com uma amiga no supermercado. - Mãe? O telefone está tocando. - Olhei meu celular e nada. - Mãe! - Ele gritou e eu despertei, era sonho.

- Oi. - Respondi assustada.

- O telefone está tocando. - Disse novamente.

- Já vou. - Retirei as cobertas e fui até a sala onde o telefone de casa tocava insistentemente. - Alô?

- (s/a)? - Reconheci a voz, mas estranhei.

- Johannah?  

- Isso. Tudo bem?

- Sim, está tudo bem. Algum problema?

- Não, nenhum. Desculpe a ligação repentina, mas é que… - Deu uma pausa. - (s/n), eu sei que não deveria estar te ligando pra te dar informações sobre o Louis, mas é mais forte que eu, ainda tenho esperanças de vocês voltarem.

- Eu não…

- Deixe-me terminar. - Ela repreendeu me fazendo rir. - O casamento do Louis acabou há uns meses e eu só tive certeza agora, não queria te envolver nesse assunto antes de saber se ele e a Caren acabaram mesmo.

- E onde eu entro nessa história?

- Você entra na parte em que recupera o seu ex marido.

- Olha Johannah, eu agradeço muito pela tentativa, mas não há como. O Louis prometeu que nunca voltaria pra mim e eu não vou me humilhar pra ele, entende?

- Entendo, mas ele ainda te ama. Eu sei disso, mãe sabe! - Ela argumentou. - Você é mãe, sabe o que estou dizendo, aliás, como vai meu neto? - Meu corpo gelou. - (s/n)? - Nem havia notado que fiquei calada por muito tempo.

- O Andrew vai bem.

- Todos sabem que ele é filho do Louis, mesmo você dizendo que não.

- Johannah, seu filho jogou na minha cara, disse na frente de todos que o Andrew não era e nunca seria filho dele, então não, ele não é seu neto.

- O Louis estava nervoso naquele momento, mas também você teve a oportunidade de fazer o teste de DNA e não quis.

- Não iria me rastejar depois do que ele disse. Neguei e continuo negando, o pai do Andrew é o Lewis.

- Tenho certeza que ele é a cara do meu filho. (s/a), não é querendo ser insistente, mas você poderia trazer o Andrew aqui em casa amanhã à tarde?

- Johannah…

- Por favor. - Insistiu.

- Isso não é uma armação para que eu encontre o Louis aí não, né?

- Não, até porque ele só virá aqui amanhã à noite.

- Tudo bem, tudo bem. - Me dei por vencida. - Eu levarei ele aí.

- Obrigada, querida. E desculpe qualquer coisa.

Desliguei a ligação e pude finalmente respirar fundo. Andrew apareceu e eu o encarei detalhadamente, meu filho realmente era a cara do pai. Num deslize eu traí o Louis com o Lewis e ele acabou descobrindo. Sim, eu sei que fui safada, mas o Louis me traía toda vez que fazia uma turnê nova, eu não suportei saber disso. No mesmo período eu fiquei grávida e aí juntou tudo, Louis não acreditava que o filho era seu.

- Mamãe, eu vou pra escola hoje? - Andrew perguntou com a mochila nas mãos.

- Meu Deus! Esqueci completamente. - Corri para o quarto e troquei de roupa. - Você se arrumou sozinho?

- Sim. - Sorriu. Ele tinha apenas 5 anos.

- Você é realmente um ótimo filho. - Ajeitei seu cabelo que ainda estava bagunçado e o abracei. - Já comeu?

- Já sim. A Beth fez. - Apontou para a empregada que me olhava divertida.

- Não ri, Beth. - Repreendi-a fazendo com que todos rissem, inclusive eu.

- Vamos logo, você vai se atrasar no primeiro dia de aula. - Fomos para o carro e rapidamente eu cheguei na escola, nem sei como tive coragem de dirigir tão rápido. - Tenha um bom dia. - Falei pra ele que desceu sozinho e pegou sua mochila, mas antes me deu um beijo.

- Bom dia, mamãe. Te amo. - Acenou e foi até o portão, mas o segurança não o deixou entrar. Saí do carro irritada.

- Qual o problema aqui? - Falei segurando meu filho pelos ombros.

- Desculpe, senhora. Precisamos que os menores entrem com os pais hoje e preciso que a senhora me dê seu RG para que tudo fique seguro.

- É impressão minha ou eu estou tendo que provar que sou mãe do meu próprio filho? - Me irritei mais ainda.

- Não, senhora. São apenas as novas normas da escola. - Ele explicou paciente. - Seu nome?

- (s/n) (s/s).

- Certo. E o do senhor aí atrás?

- Louis Tomlinson. - Ao ouvir a voz e o nome meu corpo paralisou, mais uma vez no dia, todos os meus pelos arrepiaram-se e senti minha boca ficar seca.

- Podem deixar as crianças aqui dentro. - O segurança falou e eu me virei para o Louis que teve a mesma reação que a minha, depois de um tempo ele olhou para o menino que eu segurava.

- S-seu filho? - Perguntou.

- É. Essa é sua? - Olhei para uma menininha de olhos claros e loira ao seu lado.

- É. Essa é a Louise.

- E ele é o Andrew. - Falei.

- E aí. - Meu filho disse pra ele. - De onde você conhece minha mãe? - Ele questionou. Mais uma característica forte do Louis que ele tinha.

- De uns anos atrás. - Louis ria.  - Você é bem esperto. Quantos anos você tem?

- 5 anos, e a sua filha?

- Responde, Louise. - Ele falou com a menina que parecia acanhada.

- Tenho 4.

- Bom senhores, as crianças devem entrar. - O segurança alertou.

- Ah, desculpe. - Respondi rindo. - Vai lá filho. - Beijei sua bochecha. Louis olhava cada movimento nosso.

- Ele é… Especial. - Meu ex marido disse.

- Especial?

- É, não sei porque, mas eu sinto isso. - Arqueei uma sobrancelha. Isso é sentimento de pai, Louis Tomlinson. - Topa tomar um café comigo?

- Agora?

- Se você não tiver algo mais importante pra fazer, claro… - Olhou para o chão.

- Claro… - Lembrei da minha reunião daqui a umas horas, mas… - Que não. Eu posso ir sim.

- Que bom. - Sorriu. - Vamos?

- Claro. - Seguimos um ao lado do outro até o próximo quarteirão e eu senti a energia que sempre me invadia atingir meu peito de novamente. Era um sentimento tão bom que só o Louis me proporcionava.

- Então, como vão as coisas? - Perguntou assim que ocupamos uma mesa.

- Vão indo como devem ser, sem muita emoção, mas normais. - Ri sem graça. Era estranho falar com ele assim depois de tanto tempo. - E as suas?

- Agora que eu me separei tudo ficou mais leve, os problemas ficaram mais fáceis pra serem resolvidos, sabe?

- É, sua mãe me disse.

- Ah foi? Vocês se encontraram? - Me calei. Percebi a merda que fiz e agora eu ia só espalhar mais um pouco, pra variar.

- Não, ela me ligou. - Ele riu.

- Ela não perde tempo. - Olhou para o seu café.

- Não mesmo. Ela me falou que vocês se divorciaram há uns meses. - Louis arregalou os olhos.

- Nem faz um mês! - Ele gargalhou e eu o acompanhei. - E o Andrew?

- O que tem?

- Está… Grande.

- Está sim, mas você nem o viu menor.

- Vi sim, um dia eu te encontrei levando ele naquela escola quando deveria ter mais ou menos uns dois anos ou menos, ele estava muito pequeno. Por isso que eu decidi colocar a Louise aqui também.

- Por quê? - Meu coração parecia querer pular de meu peito.

- Porque o ensino parece ser bom, ele ficou lá por muito tempo, não é? - Falou e aí eu percebi o quanto sou idiota.

- É… É sim. - Ele sorriu breve e me encarou novamente.

- Ele é meu filho.

- O quê? - Assustei-me.

- Eu sei que ele é meu filho, hoje só tive a certeza. Esse menino é a minha cara, eu já o vinha notando de algumas vezes e ele até nos gestos me lembra.

- Você… Você vinha vigiando o meu filho?

- Nosso. - Ele corrigiu. - Sim, eu vinha. Precisava tirar essa duvida que me atormentava por tanto tempo, (s/n).

- E acreditar na minha palavra não funcionou, não é?

- Desculpe. - Tocou em minha mão. - Eu estava cego naquela época. Sabe o quanto é duro descobrir que está sendo traído?

- Sei, você me fez sentir isso meses antes. - Rebati.

- Tudo no final foi culpa minha.

- Sabe Louis, na verdade você só veio atrás do Andrew porque sabe que a sua ex mulher vai te tirar a Louise e você pra não ficar por baixo quer se consolar com o meu filho, mas eu te digo uma coisa, ele não é nenhum tipo de brinquedo que você recupera quando quiser, certo?

- A mãe da Louise a abandonou também. Nós dois. - Ele explicou. - Sendo mais específico, eu terminei com ela, pedi divórcio e como resposta ela me deu a guarda da Louise. Achou que a menina era justamente o que você disse: brinquedo. - Tomou mais um pouco do seu café e eu do meu. Eu estava envergonhada. - Mas eu vou cuidar dela e do Andrew, meus filhos. E se você…

- Louis, por favor. - Interrompi-o. - Não faça isso. - Levantei-me da mesa e ele junto. - Você querer se aproximar do seu filho tudo bem, mas a gente…

- Não dê uma resposta definitiva, por favor.

- Tudo bem. Eu vou indo.

- Podemos nos ver depois? Com o Andrew e a Louise?

- Não sei. - Sorri brevemente e saí da cafeteria.

Continua…

Jess

...revejo os posts que mais bombaram em 2014.

Os dez posts abaixo foram os mais compartilhados e acessados do ano aqui no CEMSQ, olha só:

10) …vou à academia com alguém que treina há muito mais tempo que eu.

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9) …tô deitado(a) esperando o(a) namorado(a) chegar.

8) …finalmente tô conseguindo esquecer alguém mas aí vejo uma foto da pessoa.

7) …um(a) amigo(a) diz que vai bater uma foto na festa.

6) …digo que vou me exercitar mais em 2014.

Nos primeiros dias:

Depois:

5) …alguém diz que eu tenho os olhos bonitos.

4) …eu e um(a) amigo(a) tentamos matar uma barata voadora.

3) …saio daquela fossa de fim de namoro.

(by Fabio)

2) …me dou conta que vou receber só depois do carnaval.

1) …meu namorado(a) começa a conversar com uma pessoa muito bonita.

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FELIZ ANO NOVO E ATÉ 2015! :D

Motivos pelo qual eu não atendo o telefone em casa:

1-Eu odeio falar ao telefone

2-Eu odeio falar com parentes ao telefone

3-Nunca é para mim

4-Eu tenho que me levantar para atender o telefone