tempo's art

Mi sento male perché sento di non viverle queste cazzo di giornate. Sento che le faccio passare, che faccio scorrere il tempo senza usarlo, senza prenderlo per il culo e magari farmi quattro risate e basta. Non sto vivendo, io sto solo passando.
—  Charles Bukowski
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And together we’re gonna run around, Todd, we’re gonna… do all kinds of wonderful things, Todd. Just you and me, Todd. The outside world is our enemy, Todd… we’re the only…. friends we’ve got, Todd! It’s just Dirk and Todd. Dirk and Todd and their adventures, Todd… DIRK AND TODD FOREVER AND FOREVER A HUNDRED YEARS Dirk and Todd… some…things… Me and Dirk and Todd runnin’ around and… Dirk and Todd time… a-all day long forever… all a-a hundred days Dirk and Todd! Forever a hundred times… OVER and over Dirk and Todd… adventures dot com… WWW dot at Dirk and Todd dot com w-w-w… Dirk and Todd adventures… ah-hundred years… every minute Dirk and Todd dot com… w-w-w a hundred times… Dirk and Todd dot com…“

“Non ora, non qui”. Avevi ragione, molte delle cose che mi sono accadute furono errori di tempo e di luogo, cose da dire: non ora non qui. Però a questo vetro d'autobus, mi accorgo di essere in un'ora e in un posto a me riservato da tempo.
Intorno ferve il movimento. Le porte si sono aperte, la gente sale e scende da tutte le parti urtandosi. Mi tengo vicino al vetro, c'è un trambusto, ma tu e io stiamo fermi. Vengono il tempo e l'occasione, vengono quando due persone si fermano: allora si incontrano.
Se uno si muove sempre, impone un verso, una direzione al tempo. Ma se uno si ferma, si impunta come un asino in mezzo al sentiero, lasciandosi prendere da una distrazione, allora anche il tempo si ferma e non è più la soma che sagoma la schiena. Se non lo trasporti si versa, si spande intorno come una macchia d'inchiostro che il mio pennino faceva da solo, dritto in equilibrio sulla carta assorbente, per poi cadere vuoto.
Chi si ferma si incontra, anche una mamma giovane e un figlio anziano. Il tempo fa come le nuvole e i fondi di caffè: cambia le pose, mescola le forme.

- E. De Luca, “Non ora, non qui”
- S. Dalì, “La persistenza della memoria”

HAHA WELL this is. something small i’ve been working on on and off for a few weeks after reading @hardcoreprince‘s wonderful C team ot3 fic the knowledge argument.  it’s not an actual?? direct scene from it but there’s lots of nice sleepy scenes in that fic that i’m in love with so. THERE YOU GO, THERE’S MY JUSTIFICATION FOR DRAWING THIS

Passerò un'intera esistenza a convincermi che non mi manchi. Perché è così, tu non mi manchi. Mi mancano i momenti passati con te, mi mancano le nostre risate, i nostri messaggi alle tre di notte, i nostri caratteri contrastanti. Mi manca l'imbarazzo che provavo ogni quando dovevamo vederci. Mi manca la parte migliore di me che ti sei portata via senza nessun preavviso. Mi mancano i nostri litigi, le nostre promesse che abbiamo buttato via.
Tu non mi manchi, mi mancano queste piccole cose perché quando sono finite sono finito un po’ anch'io.
—  unragazzodicenere
Não prometa ficar se não tem certeza absoluta de que pode cumprir. Porque eu sou esse turbilhão de sentimentos e confusão, porque eu sou demais, até quando tento ser de menos. Meu nome deveria ser drama e sou adepta ao exagero constante, exagero no amor, exagero na dor. Faço tempestade em copo d'água e reclamo do meu próprio drama, mas sabemos que se fosse diferente, não seria eu. Se fosse “normal” não seria eu. Às vezes pareço ser a pessoa mais extrovertida do mundo, minhas brincadeiras disfarçam minha timidez. Amo conhecer gente nova e sou carinhosa até demais com gente que mal conheço, mas não se engane, seleciono muito bem as pessoas que têm um lugar no meu coração, e essas eu amo com todo o meu ser. Em meus poucos anos passei por muito mais do que deveria, mas também sei que tem gente que passa por coisa pior. Sou grata pelo que tenho e não tenho vergonha de dizer que se estou onde estou é porque me esforcei. Não tenho medo de arregaçar as mangas e lutar pelo que eu quero, e eu luto, como eu luto. Tenho sede de conhecimento, sou do tipo que gosta de discutir filosofia às 3h da manhã simplesmente pra passar o tempo. Respiro arte. Pessoas com opiniões fortes e argumentos coerentes me fascinam, me apaixono por quem não tem vergonha de mostrar a sua paixão, seja pelo que seja. Gosto de gente que me motiva, me desafia, me intriga. Gosto de gente que não se leva tão a sério e entende que o mundo já é triste demais pra gente se dar ao luxo de perder uma piada. Tenho medos irracionais e não tenho vergonha de pedir colo quando o coração aperta. Às vezes exijo demais dos outros, mas não tenha dúvidas, também exijo muito de mim, até mais do que deveria. Odeio perder, mas sei reconhecer uma causa perdida e não insisto naquilo que não me acrescenta. Às vezes faço as maiores burradas, e isso pesa intensamente na minha consciência, tento sempre fazer o bem e quando machuco alguém, não tenha dúvidas de que também surgem cicatrizes em mim. Meu humor varia radicalmente por motivos bobos, não consigo guardar rancor, gosto de ser leve. Tenho manias irracionais e gostos estranhos. Não sou a melhor pessoa para dar conselhos, mal sei lidar com a minha confusão, imagina a dos outros? Mas nunca viro as costas a quem pede por ajuda, e deixo meus problemas de lado se eu puder fazer algo pra ajudar alguém a ter a leveza e a paz que tanto busco. Se dou minha palavra, pode ter certeza que vou cumprir, tenho a ingenuidade de pensar que todos são assim e frequentemente confio em quem não devo. Sou um eterno paradoxo e não sei viver no meio termo. Eu sou um tsunami desenfreado, mas também sou brisa suave. Então me faça uma gentileza, não prometa ficar se não tem certeza de que consegue cumprir.
—  Anna Maia