tempestuoso

Faltam poucos dias para acabar mais um ano e com ele se vai dias tempestuosos que de alguma forma nos marcaram e jamais serão esquecidos. Todos nós passamos por momentos em que jurávamos que não iríamos aguentar, mas ele nos ensinou a sermos mais fortes e aguentar firme. Foi um ano de muitos aprendizados. Parece que foi ontem que esse ano se iniciou e acompanhado dele veio todas aquelas velhas e boas expectativas, desejos e planos. É inevitável não esperar algo bom de um ano que se inicia. Mas já percebeu que só esperar, não adianta nada. É preciso agir para acontecer, você precisa se agarrar com todas as suas forças naquilo que quer e lutar até o fim. Claro que no meio desse percurso você vai errar, mas irá pedir perdão ou pelo menos aprender a pedir. Você vai se decepcionar, mas irá aprender. Você vai querer e vai realizar, e mais que ficar feliz com a realização, você se sentirá bem ao saber que tentou de todo o seu coração para que isso acontecesse. Com esse ano que passou, eu percebi que você ajudar o próximo nunca é demais, e não falo ajudar financeiramente e nem ajudar por ajudar. Ajudar de alma, doando um pouco do seu tempo para aqueles que muitas vezes só precisa de alguém para escutá-lo. Aprendi que não importa a sua religião, mas orar, rezar mandar energias positivas para o próximo nunca será demais. Não vamos desacreditar do lugar que moramos. Tente fazer isso. Durante um ano inteiro temos tantas possibilidades à vida nos proporciona tantos momentos lindos e só temos que transformar as cicatrizes em marcas positivas. A felicidade é sim uma escolha, depende de você querer isso e querer o bem daqueles que querem o seu bem também. Deixe sair da sua vida quem não cabe mais nela e abre seu coração para novas pessoas. Apresente à ela o amor, respeito, amizade e esperança de dias melhores. Seja um amigo, namorado, filho, irmão melhor, ou seja, um ser humano melhor.
—  2016, você já pode ir.
Te observando

Já pensou na pesquisa que se suicida uma pessoa por hora, minuto, segundo? O que você está fazendo da sua vida? A uma perspectiva onde se assiste, é como se assistir um filme você ver tudo acontecer mas se encontra inerte a tudo, a todas sensações você as observa, você as conhece porque as observou, e sabe o tempestuoso disso tudo? Só se tem uma chance, uma vida, sim pode haver outras vidas se és cardecista, ou se não acreditas, o grande olho da tempestade é que só existirá um de você, só existirá a sua vida, te convido a sair de tua redoma, de quebrar essa vidraça e viver, sim não é fácil viver, mas é isso que a torna atraente, o relógio marca o tempo, mas você tem a autonomia de marcar a sua vida, viva.

Maria que te escreves.

Nesse imenso céu azul procuro por astronautas que se perderam nos vôos de sua imaginação em busca de algo novo, para preencher o vazio que estava em seus corações. Porém, sorrio ao ver constelações que formam coisas que me lembram você; até os astros conspiram a favor do amor, quando este é para ferrar o coração alheio. Já não consigo mais continuar assim: tão longe do que faz bem, tão perto do que é banal. O céu me chama, porém, continuo com os pés fincados no chão, esperando e rezando para que ele venha até mim, como um pássaro que voa até uma flor.
Quando comecei a apreciar o céu, percebi que deveria, também, saber apreciar seus dias tempestuosos. Felizmente, isso não foi nada difícil para mim, que sempre soube ver o lado belo do caos. E quando chove, exponho minha alma à chuva, para que ela possa lavar as sujeiras que vêm se acumulando em mim com o passar desses dias feios.
O tempo passa, e nem sempre é fácil ser forte, pois, às vezes, a chuva não leva nossas dores quando parte, nem mesmo as estrelas ofuscam o brilho da dor que há em cada átomo do nosso corpo. Porém, aceitamos a vida como esta é.
Às vezes, nos tornamos pessoas frias e duras. Outras vezes, nos tornamos frágeis como uma pétala de rosa. Seja como for, seguimos em frente. Uns com o coração na mão, outros sem coração algum para carregar, mas sempre seguindo em frente, porque não ousamos desistir.
—  Regenciado.
nota

há momentos em que a gente se imerge nas próprias ausências e não sabe direito como exteriorizar nada. há meses que sinto-me profundamente mergulhada nos meus próprios medos, inquietações e insanidades; e não me sinto apta para discorrer sobre esses dias escuros e tempestuosos que se fazem aqui dentro. com o fechar e abrir dos novos ciclos, há coisas que foram quebradas e consertadas no seu devido tempo. e outras que ainda perecem no meu íntimo como ferida aberta. eu sou moldada por espaços impreenchíveis e sentimentos que não cabem no papel, nem em conversas de botecos e festas barulhentas que não falam nada ao meu coração abarrotado de sensações. eu prefiro o silêncio que fala pelos olhos ao alvoroço das relações verbais compartilhadas. e eu prefiro me abster do mundo exterior quando eu chego a conclusão de que, tudo que eu não sei, é como pertencer. há algo inemendável em mim, por isso eu me escolto do barulho de fora e trago pra dentro só o que não é palpável, só aquilo que eu enxergo e ninguém mais vê e que me encanta, mas também faz com que eu me sinta ainda mais terrivelmente só. me forço a pensar que é possível ser amada sem me sentir tão invadida ou menos oca, mas a verdade é que não consigo encontrar uma forma bonita e apresentável, de dizer e de aceitar que eu sempre serei esse tipo de solidão que nunca se vai, esse vazio que nunca é preenchido por completo, um coração que nunca se aquieta e que acaba levando turbulência por onde passa. me pergunto, como afinal, me sentir assim, mas em contrapartida, tão capaz de amar incondicionalmente? são tantas questões que você não entenderia e tantos discursos que seriam jogados ao pé do vento. talvez no final das contas você e os outros pensem que seja algum tipo de misantropia, mas enclausurar-se no próprio espírito, as vezes, bonito ou não, é necessário. ou você e eu, jamais saberíamos onde estamos nos metendo.

Que você seja forte nos dias tempestuosos. Mesmo não ouvindo e muitas vezes nem percebendo, Deus estará lá com os braços abertos pronto pra te dá colo e dizer que tudo vai ficar perfeitamente bem.
Quando hoje acordei, ainda fazia escuro
(Embora a manhã já estivesse avançada).
Chovia.
Chovia uma triste chuva de resignação
Como contraste e consolo ao calor tempestuoso da noite.
Então me levantei,
Bebi o café que eu mesmo preparei.
Depois me deitei novamente, acendi um cigarro e
fiquei pensando…
— Humildemente pensando na vida e nas mulheres que amei.
—  Manuel Bandeira.

tem uma moça de quem eu gosto, não no sentido romântico, mas a admiro e de certa forma me inspiro nela, ela é tudo o que eu queria ser. não é de hoje que sei que ela tem problemas, tão sérios quanto os meus. ela carrega cicatrizes pelo corpo, assim como eu e passa por dias horríveis e tempestuosos. ela é linda, mas sua autoestima é tão baixa quanto a minha. ela já quis desistir algumas vezes e se sente mais mal do que bem, como eu. como nós. ela me faz pensar em muita coisa; em como as aparências enganam, que até mesmo as pessoas que parecem perfeitas têm uma guerra dentro de si; ninguém é perfeito, todo mundo falha, cai, se machuca, tem medo e se acha insuficiente às vezes. tá todo mundo na mesma, lutando contra os próprios demônios.

Mesmo em meio ao céu tempestuoso é possível enxergar uma ou outra estrela, que mesmo rodeada pelo caos não deixa de brilhar por todos aqueles que necessitam de esperança, acredito que assim seja a vida, mesmo em meio ao caos cotidiano é possível enxergar uma ou outra pessoa que brilha por nós, nos dão aconchego, fazem nossa alma florescer e nosso coração se sentir em casa.
—  Felipe Bueno

anonymous asked:

Tenho 20 anos e já faz 4 anos q sou apaixonada por um cara q não vale nada,sabe aquele tipo q tem dezenas de mulheres aos seus pés ele até chega a namorar com uma mina,mas ilude e traí ela na cara dura para toda a cidade ficar sabendo, ai a mina uma hora cai na real e termina o relacionamento dps de sofrer,fiquei com ele durante 3 anos nesse período ele namorava(no início eu não sabia só descobrir dps q já estáva gostando dele)faz1 ano q não fico com ele msm assim sou louca nele o q devo fazer?

Ai, querida, vai ver tu é uma dessas pessoas masoquistas sentimentais, dê vazão aos sentimentos lúcidos, os tempestuosos só fazem mal.

anonymous asked:

Algum de vocês, que vieram da Ilha, tem saudade de lá? Gostavam de lá? Já pensaram em visitar o lugar onde se passou a história dos seus pais? Por quê?

Alyssa: Eu adorava a Ilha, na verdade, eu não sei o que me deu para querer deixar o lugar. Talvez o clima tempestuoso, ou talvez tenha sido culpa da minha mãe (certo, eu ainda não estou acostumada a chamar ela desse jeito). Eu sinto falta de grandes partes da Ilha, de fazer as coisas permitidas, e as proibidas (que nunca foram proibidas, na verdade). Talvez a ideia de me refugiar em Auradon fosse boa no começo, quando eu imaginei que teria um pouco mais de… liberdade? Não, talvez… aventuras. É, essa é a palavra.
Parando para pensar melhor, eu acho que cansei de fazer sempre as mesmas coisas, nas mesmas esquinas, das mesmas ruas, da mesma Ilha. Além disto, a minha mãe ser uma megera contribuiu para me tirar de lá.
Quando cheguei à Auradon Prep. eu sabia que seria diferente da Ilha, só não imaginava que era tão diferente assim. Afinal há uma grande quantidade de Perdidos lá. Mas estava redondamente enganada. Meu ‘mau comportamento’ gerou uma série interminável de atitudes descontroladas e castigos vindos da Fada Madrinha, logo as minhas chances de conhecer o País das Maravilhas estavam zeradas.
Eu até considerei a possibilidade de fazer uma visita à minha tia, a Rainha Miranda, no começo. Ela sempre gostou da minha mãe, mesmo depois de tudo, talvez gostasse de mim também. O que? Uma garota não pode querer ter uma família? Imagino que esta tenha sido minha única chance e… Deus! Eu preciso de um cigarro!

Atlanta: Eu não tenho saudade da Ilha em si, mas de ser uma das populares e mais bonitas da Ilha, ô meu bem, disso eu tenho saudade. A Ilha era até legal para ser a popular e a mais destemida, mas não é nada comparada aos luxos de Auradon. Pretendo nunca mais voltar para ficar na Ilha, viu? Meus pais estão lá, eu sei, mas aqui tem muito mais coisas boas. Não, na verdade, não. Assim, porque eu vou visitar um lugar onde meu pai fez o mal, e depois ainda morreu? Nahh, estou bem aqui.

Jin: Não sinto saudade da ilha, eu não cheguei a conhecê-la muito bem, já que meu pai se isolava no meio da mata, mas mesmo assim não sinto falta, só tenho lembranças amargas daquele lugar. Agora sobre visitar tudo que meu pai destruiu em todo o tempo que ficou livre, creio que só vai me fazer sentir ainda pior. Então, não sinto vontade.

Louis: Saudades daquele lugar? Você tá de sacanagem? Desde pequeno meu pai me ensinou a não me misturar com a maioria da ralé que morava lá, não pretendo voltar para aquele inferno nunca mais! E não, não tenho vontade de conhecer Arendelle, mas tenho obrigação. Preciso fazer justiça por algumas coisas que aconteceram há muito tempo. Mas cara, por que eu to falando isso mesmo?

Maxford: Da Ilha em si eu não sinto falta não, mas do meu pai, eu sinto. Gostaria de poder visitá-lo pessoalmente de vez em quando, mas tenho um baita medo de sofrer alguma agressão enquanto eu estiver por lá. Eu até tenho vontade de ir visitar o local da história do meu pai e tudo mais, mas nheeeee, não sei se seria bem visto, então, deixa quieto.

Olivia: Não sinto saudade da Ilha em si, mas de algumas pessoas que conheci lá, meus amigos e meu pai. Eu não gostava muito da Ilha não… Sabe não é um lugar legal pra se passar a infância, principalmente quando você chega lá e descobre que tem um pai e um irmão. Sei que os que vivem lá fizeram coisas horrendas, mas acredito que mesmo assim eles não merecem viver nas condições horríveis da Ilha. Eles continuam sendo pessoas. Você quer dizer a Terra do Nunca, no meu caso? Felizmente tive a oportunidade de morar lá por alguns anos e só posso dizer que sinto muita falta daquele lugar e das pessoas de lá.

Phoenix: Nunca gostei da Ilha, aquele lugar é horrível para qualquer um se viver. Não tenho saudades de lá, e pretendo nunca mais voltar. Não irei visitar, porque eu não vejo muito motivos para isso, na verdade.

Sarazal: Não gostava da Ilha dos Perdidos. Sei lá, eu não me encaixava, não é um lugar legal pra uma criança crescer, mesmo um vilão. Hã, acho que eu não gostaria de visitar a Torre da Rapunzel, pelo que mamãe disse, não era lá grande coisa.

Em primeiro lugar, peço desculpas por ter me encontrado desse jeito: fria, morta, perdida e confusa. Antes eu era flor, calor, amor. Agora sou apenas o oceano gelado e tempestuoso. Não se engane, você vai se afogar. Mas saiba que darei o meu máximo para retribuir todo o carinho, este carinho do qual não sou merecedora.
—  Thanks for love me.
Eres esa cálida primavera que va después de un largo, frío y tempestuoso invierno… Eres el arcoíris después de un diluvio, eres la calma después de un terremoto.
Hoy te ves muy hermosa
y quiero recorrerte toda
hoy te ves tan hermosa
que la misma belleza
parece carecer de significado
al repetir constantemente la palabra
si algo anhelo en mi
sincero silencio
es recorrer el campo de trigo
que baña tus muslos
incorporarme con viento
de mar tempestuoso
hacia los puntos cardinales
donde asoma la estrella polar
de tu firmamento raso
azoradas manos
con intención de no
morir sin lamento
de no querer ser refugio
de tu rechazo
hoy te ves muy hermosa
¿Sabes qué es lo hermoso?
El mar a las seis de la mañana
la taza de café junto al libro
la noche con los trovadores
y el vino en los callejones
pero esa hermosura
apenas y cabe en el asombro
que tienen los latidos
de mi corazón que agoniza
al no poder arrancarse la piel
para fundirse en el celo de tu boca
traigo palabras que todos dicen
y sí
hoy te ves muy hermosa
—  Poemas para leer acompañado de una caguama, Quetzal Noah
O que é que eu escuto? - Masterpost de música clássica

Tudo começou com isso:

Well, well, caro anônimo, YOU HAVE RELEASED THE KRAKEN!

Vou dividir a lista por períodos, acho que fica mais fácil pra quem procura músicas de estilos específicos. Aviso: possível overdose de músicas em tom menor, porque eu sou dessas que embarcou nesse mar tempestuoso e melancólico e adora!

(Pra quem não está muito familiarizado com os termos. Uma das divisões da música é pela tonalidade: maior ou menor. As músicas em tom maior são alegres e fofas, borboletas e primaveras, no geral; as músicas em tom menor são mais tristes ou misteriosas. Pode ter música saltitante em tom menor? Claro, e também gosto dessas.)

Continua depois do corte por motivos de: isso é realmente um masterpost!

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