tempestuoso

Independente de quem seja você
Do que persiga você
Maltrate quem és

Independente da da dor que você carrega
Do céu nublado que traz junto ao peito
Independente de nem saber o que carrega

Vai haver sempre alguém
Querendo decifrar o mistério que você é.
Vai haver alguém
Que vai fazer questão de aprender a nagevar dentro dos dias tempestuosos do seu peito.

E mesmo que não haja alguém
Há você. Aprenda a não se afogar dentro do teu próprio peito. Aprenda a não engasgar com o teu próprio fel. Aprenda a lidar com a delícia e dor de ser exatamente quem és.

você não vai ler isso aqui do mesmo jeito que você teima em não me ler mesmo eu me colocando a seus olhos sempre que posso só pra ver se você se interessa. você não lê em público, lê? ainda lembro do seu rosto a alguns anos atrás carregando um resquício de esperança mas seus olhos ainda emitem o brilho tempestuoso que tem dentro de você e quando Bukowski definiu o amor como um breve instante que depois desaparece ele devia estar pensando nesse em que você me olha e eu morro umas dez vezes e depois outras dez quando procuro de novo a luz castanha mas ela não vem. como uma névoa - ele disse - que queima a primeira luz da realidade. eu abro os olhos e você nunca está lá então eu respiro fundo e perco a linha como numa conquista. como quando o homem pisou na lua e ele deve ter se sentido como eu ao tocar seu coração de verdade pela primeira vez mas ter que ir embora - não é habitável.
Eu te daria meu anelar esquerdo e cada cacho e só não daria o coração porque ele já é seu assim como as músicas e os filmes e até a novela das oito que agora é das nove se tornaria sua se eu gostasse. é frustrante porque nesse meio todo de coisas que não me pertencem eu só queria encontrar em você um espaço onde eu pudesse ser eu mesma, uma parte sua que me desse segurança. eu ando na corda bamba e você não consegue ser o colchonete que fica em baixo pra amortecer a queda e eu só queria desistir mas mesmo que eu desistisse de pensar não deixaria de sentir. eu te daria o sarcasmo e as metáforas ruins também se você me desculpasse por ser insuficiente.

versalut
Hoy te ves muy hermosa
y quiero recorrerte toda
hoy te ves tan hermosa
que la misma belleza
parece carecer de significado
al repetir constantemente la palabra
si algo anhelo en mi
sincero silencio
es recorrer el campo de trigo
que baña tus muslos
incorporarme con viento
de mar tempestuoso
hacia los puntos cardinales
donde asoma la estrella polar
de tu firmamento raso
azoradas manos
con intención de no
morir sin lamento
de no querer ser refugio
de tu rechazo
hoy te ves muy hermosa
¿Sabes qué es lo hermoso?
El mar a las seis de la mañana
la taza de café junto al libro
la noche con los trovadores
y el vino en los callejones
pero esa hermosura
apenas y cabe en el asombro
que tienen los latidos
de mi corazón que agoniza
al no poder arrancarse la piel
para fundirse en el celo de tu boca
traigo palabras que todos dicen
y sí
hoy te ves muy hermosa
—  Poemas para leer acompañado de una caguama, Quetzal Noah
Eres esa cálida primavera que va después de un largo, frío y tempestuoso invierno… Eres el arcoíris después de un diluvio, eres la calma después de un terremoto.
Queria que fosse possível ele conseguir ler pelos meus olhos tudo o que está cravado aqui dentro, coisas que ele mesmo cravou sem mesmo saber que cravaria. Coisas alegres, brilhantes e bonitas e coisas negras, tempestuosos e, infelizmente, memoráveis.
Queria que ele pudesse enxergar como o toque das suas mãos quentes me fazia sentir em casa, fosse em qualquer parte do meu corpo, como apenas conseguir sentir a textura da barba na palma da mão me tranquiliza. Queria que ele soubesse, e se sentisse feliz de saber, que só de ouvir a voz dele tudo fica na paz e o que era nebuloso e cheio de saudade, se torna gracioso. Ele não sabe imitar um personagem famoso como o pateta ou o mickey, mas tem um senso de humor que te encanta.
Ele também mal pode imaginar que fazer cafuné em seu cabelo e ouvi-lo ressonando minutos depois é uma das coisas mais gostosas que pode se ter cravado no coração, e eu nunca me importaria de ter milhões de cãibras nas pernas pra ter esse prêmio.
Ele nunca soube, na verdade, o quão sou apaixonada por ele, mesmo que eu tente explicar em palavras ou em tesão, assim como a nem haja probabilidade de ler esse texto. Ele não tem ideia do quanto eu gosto do cheiro das suas roupas, do seu perfume é do quanto amo tudo isso me embolando em um abraço; quente e familiar. Ele também não imagina o quanto eu gosto de sentir que usar suas roupas é um tanto provocativo e, ao mesmo tempo, gostoso, só porque as roupas são dele.
Ele não tem ideia do quanto preciso dele, por mais que eu diga, grite, aperte suas bochechas enquanto falo olhando em seus olhos ou chore a noite toda sem abrir a boca no meio dos braços dele. E isso dói, mais do que bater o mindinho na quina dos móveis, mais do que enxaqueca. Dói tanto quanto saber que ele não precisa tanto de mim, e, gradativamente, aprende cada vez mais a não precisar.
—  Tua lua em Áries é o meu sol, as vezes me queima quando não uso protetor.

Sobre estar contigo…

Estar contigo é desviar meu sorriso
Sorrio torto pois a alegria de estar contigo
Desfigura minha tristeza rotineira
Meu coração se alegra e meu rosto transparece
Como uma criança que recebe o que pediu de natal

Estar contigo é ver um sorriso de entrega
É enchergar o universo no brilho do teu olhar
E saber, com muito prazer
Que eu sou uma das estrelas que ilumina tua alma

Ah, estar contigo…
É sentir a boa ansiedade da chegada de um momento
Como as árvores anseiam pela primavera para florir
Floresce em mim os botões das flores de felicidade
Que expelem o doce e leve aroma que é teu cheiro
Por isso beijo teu pescoço e inspiro teu perfume
Profundamente como quem busca o ar enquanto asfixia
Mas suavemente como quem cheira a mais delicada flor

Estar contigo é sentir a doçura dos dias tempestuosos
Sem a melancolia que eles trazem consigo
Teu colo é abrigo e leito perfeito
É como a cama, o travesseiro e a coberta nos dias frios de inverno
Deitado em teu peito não sinto o frio, da ausência ou do clima
É como deitar próximo ao fogo e sentir a energia tomar meu corpo
O calor em teu coração é aquele chocolate quente em uma noite gelada
Aconchego-me para ver as estrelas em teu olhar.

Estar contigo é sentir a liberdade
Como saltar de um precipício querendo voar
To abraçando essa viagem, sem medo de cair
É entregar-se de peito aberto, tome!
Eis aqui meu coração, minha alma, meu ser!
Somos livres corcéis, indomáveis
Livres para ir ou ficar
Falar ou calar
Sentir o que sentir
Coexistimos na liberdadade de ser quem somos
Pois somos signos de fogo e como tal
Se presos, se extinguem
Se livres, vivem.

Estar contigo é trocar a essência do amor
É um beijo mutável mas constante
O primeiro beijo, inocente e delicado
Transmuta-se em uma tempestade fogosa
Intensa como almas em comunhão
É a viração do outono que tudo revira em nós
É o amor que fazemos no lapso atemporal do nosso momento.

- Nícolas

tem uma moça de quem eu gosto, não no sentido romântico, mas a admiro e de certa forma me inspiro nela, ela é tudo o que eu queria ser. não é de hoje que sei que ela tem problemas, tão sérios quanto os meus. ela carrega cicatrizes pelo corpo, assim como eu e passa por dias horríveis e tempestuosos. ela é linda, mas sua autoestima é tão baixa quanto a minha. ela já quis desistir algumas vezes e se sente mais mal do que bem, como eu. como nós. ela me faz pensar em muita coisa; em como as aparências enganam, que até mesmo as pessoas que parecem perfeitas têm uma guerra dentro de si; ninguém é perfeito, todo mundo falha, cai, se machuca, tem medo e se acha insuficiente às vezes. tá todo mundo na mesma, lutando contra os próprios demônios.

Que você seja forte nos dias tempestuosos. Mesmo não ouvindo e muitas vezes nem percebendo, Deus estará lá com os braços abertos pronto pra te dá colo e dizer que tudo vai ficar perfeitamente bem.
Hoje foi um dia divertido, conheci pessoas adoráveis e encantadoras, as fiz sorrir mais do que esperava, porém não importa quantas pessoas eu conheça, nem quantos sorrisos eu desperto. No final do dia, olhando o céu tempestuoso através da janela do meu quarto, me sinto tão sozinha.
—  Anacrônica.
nota

há momentos em que a gente se imerge nas próprias ausências e não sabe direito como exteriorizar nada. há meses que sinto-me profundamente mergulhada nos meus próprios medos, inquietações e insanidades; e não me sinto apta para discorrer sobre esses dias escuros e tempestuosos que se fazem aqui dentro. com o fechar e abrir dos novos ciclos, há coisas que foram quebradas e consertadas no seu devido tempo. e outras que ainda perecem no meu íntimo como ferida aberta. eu sou moldada por espaços impreenchíveis e sentimentos que não cabem no papel, nem em conversas de botecos e festas barulhentas que não falam nada ao meu coração abarrotado de sensações. eu prefiro o silêncio que fala pelos olhos ao alvoroço das relações verbais compartilhadas. e eu prefiro me abster do mundo exterior quando eu chego a conclusão de que, tudo que eu não sei, é como pertencer. há algo inemendável em mim, por isso eu me escolto do barulho de fora e trago pra dentro só o que não é palpável, só aquilo que eu enxergo e ninguém mais vê e que me encanta, mas também faz com que eu me sinta ainda mais terrivelmente só. me forço a pensar que é possível ser amada sem me sentir tão invadida ou menos oca, mas a verdade é que não consigo encontrar uma forma bonita e apresentável, de dizer e de aceitar que eu sempre serei esse tipo de solidão que nunca se vai, esse vazio que nunca é preenchido por completo, um coração que nunca se aquieta e que acaba levando turbulência por onde passa. me pergunto, como afinal, me sentir assim, mas em contrapartida, tão capaz de amar incondicionalmente? são tantas questões que você não entenderia e tantos discursos que seriam jogados ao pé do vento. talvez no final das contas você e os outros pensem que seja algum tipo de misantropia, mas enclausurar-se no próprio espírito, as vezes, bonito ou não, é necessário. ou você e eu, jamais saberíamos onde estamos nos metendo.

Día 2: Llovizna y Huracán. [Agua]
  • Day 2: Water.

Language: Spanish/Español.

Warning: +18.

Comenzaba como una brisa, suave y delicada, un roce apenas notable de una gota de agua.  Era el cortés anuncio de una llovizna, de que el azul claro como el océano se oscurecería ante el anuncio de una tormenta y el escarlata como el fuego iluminaría el cielo con relámpagos tempestuosos.

Haru conocía la brisa. Le gustaba cerrar los ojos cuando el primer rocío caía sobre su rostro y del mismo modo accionaba cuando los labios de Rin depositaban el primer beso sobre su cuello provocando que un suspiro escapara de sus labios entreabiertos. El tacto cálido sobre su piel le erizaba de la misma manera en que la helada brisa lo hacía. Una pizca de agua, un delicado roce, la medida exacta entre Rin y calor para sentirse tan vivo como si se hundiera en el océano.

Entonces sujetaba algunos mechones del cabello borgoña entre sus dedos y halando de ellos separaba a su novio de aquella zona sensible. Matsuoka lo miraba a corta distancia en espera del momento que tanto apreciaba en sus encuentros, ese donde Haru abría los ojos fijándolos directamente en él. Podía ver la lluvia aproximarse en ellos; el azul se oscurecía, hondeaba dentro de su mirada invitándolo a aventurarse en las inestables olas. Haru era llovizna. Inesperado como sus manos aprisionando sus hombros y dando una vuelta sobre el sofá, sujetándolo con firmeza, anunciándole en silencio que el cielo estaba nublado por una razón: la amenaza de una tormenta que ambos ansían.

Haru lo besaba, no con la delicadeza de la brisa, sino el revolucionario viento de la lluvia que aumentaba gota a gota la potencia de su bello desastre. Rin rodeaba su cintura y sus manos recorrían de su espalda hasta el borde del pantalón de Haru, sus dedos se aventuraban bajo su ropa y lo apretaba contra su cuerpo. Entonces la lluvia aumentaba, no era recta, sino que las gotas caían irregulares y un relámpago iluminaba la escena al momento que una playera negra era arrojada a un lugar incierto de la sala. Haru besaba el pecho cálido de la persona bajo él sintiendo sus labios encenderse, estremeciendo su cuerpo.

Haru —su nombre era pronunciado en un susurro grave siendo el origen de un estallido en el cielo desencadenando la verdadera tormenta. El antes nadador de Iwatobi entendía ese murmullo, comprendía lo que la mirada empañada de su novio pedía y que su respiración pesada gritaba para ser escuchado por encima de las gotas de agua.

Haruka se levantaba del sofá, mas sus manos se negaban a alejarse de ese torso caliente y lo llevaba consigo por un camino que ambos conocían tan bien y en el que gustaban de tropezar paso a paso. Un relámpago y compartían un beso feroz contra la pared, otro más hacía retumbar el cielo y un gemido se unía a otro cuando la puerta de la habitación era abierta a la fuerza. En el camino caían las prendas, se perdían en la corriente de algún río. Una playera de delfín o unos vaqueros desgastados, no había más que una tormenta entre sus cuerpos cuando cayeron sobre la cama.

Qué sencillo parecía y qué tan perfecto era jugar a crear pequeños desastres. El impetuoso viento que emanaba de Rin mezclándose a la lluvia que Haru representaba, uno miró al otro, carmesí hacia el azul, un segundo de apreciación al paisaje que compartían, uno que jamás se cansarían de ver como quien aprecia la lluvia golpetear contra la ventana.

Todo termina en un segundo, todo vuelve a ser esta tormenta de besos húmedos, de mejillas ardientes y roces peligrosos entre un cuerpo encima del otro. Rin besa, lame, muerde sin importarle los regaños de su pareja, mientras desciende sobre su pecho, su torso, el inicio de su ropa interior que atrae entre sus dedos hasta retirarla del cuerpo de a quien apoda delfín. Haru se incorpora sobre la cama ansioso por el paisaje de Rin concentrado en su miembro, tomándolo entre sus manos, acariciándolo, provocando suaves descargas de placer que aumentan su ansiedad por el momento que llega después. La humedad de la boca de Matsuoka cubre su anatomía y Haru cae sobre la cama soltando un ronco suspiro. En algún rincón de su mente un relámpago lo estremece.

Ya no es brisa, ya no es llovizna y la tormenta evoluciona.

Rin —este es su momento de suplicar. Sus manos temblorosas lo alejan de su cuerpo y el aludido sube entre besos hasta topar su mirada con el océano tormentoso de los ojos de Haru. Es el paisaje con más vida que ha visto nunca. Y lo sabe, comprende que los juegos terminan, que sus cuerpos necesitan más, que la naturaleza exige un cataclismo en el mar al que juegan ser.

Rin es como un huracán. Se apodera de sus labios, sus mejillas y su cuello a la vez que separa las piernas de Haru acercándolo hacia él. El azabache se queja cuando lo siente dentro de suyo pero está acostumbrado a él y el dolor escapa en un soplo de viento y en otro llega el placer. Rin está tan lleno de vida como el agua, tiene colmillos y te ataca, pero no hay nada que temer. Haru acepta su presencia, la hace suya y juntos nadan en este mar bravío donde se sujeta a su cuello con una mano durante el vaivén mientras que con la otra acaricia su propio miembro. Escucha su nombre en los labios ajenos ser pronunciado con deseo y cariño, Haru sólo cierra los ojos y en su silencio responde. Rin.

Dos continentes les han separado por tres largos meses y cada sentimiento es liberado en el medio del huracán. Cada inseguridad y deseo, cada vez que soñaron tenerse de ese modo, cada lluvia alejados uno del otro, todo eso provocaba su secreta tormenta en la habitación de un departamento en Tokio.

Intensa, febril, desesperada. Una llovizna. Un huracán. El agua cobrando vida.

Entre as lacunas do meu peito um menino choraminga, contido em suas dores íntimas, seus anseios pueris. Tento acalmá-lo, dirigindo-lhe alentos fármacos, tocando-lhe a fronte estarrecida ante as suas próprias teimosias, De olhos tempestuosos e aguados, a criança, por ora, apenas me observa. E como se ela recorresse ao pedido de um abraço, à súplica de um acolhimento apaziguador, subitamente suas mãos miúdas erguem-se rumo ao céu; envolvo-a no meu colo e lhe sussurro aos ouvidos atentos:

– Permita que o seu coração bata aos compassos do tempo. E que o sorriso sobreponha-se às suas lágrimas sempre que uma dor encontrá-la à beira da noite. Não tenha medo, doce infante. O calor da sua alma secará o suor do seu corpo.

Nietzsche Cywisnki, O menino dos olhos poentes

Entre as lacunas do meu peito um menino choraminga, contido em suas dores íntimas, seus anseios pueris. Tento acalmá-lo, dirigindo-lhe alentos fármacos, tocando-lhe a fronte estarrecida ante as suas próprias teimosias. De olhos tempestuosos e aguados, a criança, por ora, apenas me observa. E como se ela recorresse ao pedido de um abraço, à súplica de um acolhimento apaziguador, subitamente suas mãos miúdas erguem-se rumo ao céu; envolvo-a no meu colo e lhe sussurro aos ouvidos atentos:

– Permita que o seu coração bata aos compassos do tempo. E que o sorriso sobreponha-se às suas lágrimas sempre que uma dor encontrá-la à beira da noite. Não tenha medo, doce infante. O calor da sua alma secará o suor do seu corpo.

Nietzsche Cywisnki, O menino dos olhos poentes