telespectador

A beleza falsa da Lua

como boa ladra dos raios de luz que emanam do sol, está fadada às sombras. não dá conta de produzir suas fases tão inconstantes e distintas que lhe garantem um pouco de “personalidade”, tampouco seus fenômenos mais conhecidos como a lua vermelha e a super lua. não passa de um grande pedaço de rocha bem localizado e estabilizado no véu negro desta galáxia. é a mais bela farsa dos céus que brilha intensamente e gasta a luz alheia sem pudores ou preocupações; hipnotizando os olhos ávidos de seus telespectadores que espantados perante ao vislumbre, quase verdadeiro, de sua graciosidade, aplaudem e comentam; sustentam a fraude mais bem construída do universo, esquecendo-se que por trás de toda beleza que a lua esbanja há uma estrela de quinta grandeza que ofusca-se e entrega seu palco de mão beijada à coadjuvante que jamais aprendeu a ser estrela.

r-etalho

Las mejores actuaciones del Halftime Show de los últimos años

La web de estilo Stylight ha creado una curiosa infografía con las mejores actuaciones de los últimos años en el intermedio de la Super Bowl. Al igual que la actuación de este año pasará al recuerdo casi seguro por la medio caída al suelo de Beyonce, otros años también han tenido sus peculiaridades, os recordamos algunas.

La actuación de Michael Jackson del 93 tuvo dos peculiaridades, la primera que la actuación la hizo él sólo y la segunda que subio los indices de audiencia de la Super Bowl un 8,6%. 

Diana Ross, se cambió de vestuario tantas veces como canciones cantó.

El famoso escape de Janet Jackson con Justin Timberlake en la actuación del 2004, que además sirvió de inspiración a Jawed karim para crear YouTube.

Madonna consiguió que 114 millones de telespectadores vieran su espectáculo.

Beyonce y Bruno mars debieron hacer algo muy bien, ya que este año ha repetido junto a Cold Play

No debemos olvidar a Kate Perry que fue eclipsada mediáticamente por uno de sus bailarines vestido de tiburón. 

Visto en Stylight

30 anos de uma tragédia espacial

A explosão do ônibus espacial Challenger, em 28 de janeiro de 1986, não foi o primeiro acidente que resultou na morte de astronautas. Entretanto, foi a primeira tragédia acompanhada ao vivo por uma multidão incrédula que assistia ao lançamento na base de Cabo Canaveral, na Flórida, e por milhões de telespectadores que acompanhavam o evento pela televisão.

Apenas 73 segundos após decolar, a nave se desintegrou sobre o Oceano Atlântico, causando a morte de seus sete tripulantes. Uma das pessoas a bordo seria a primeira civil a visitar o espaço, a norte-americana Christa McAuliffe, de 37 anos, selecionada entre 11 mil professores - o que gerou ainda mais expectativas antes do lançamento.

Segundo investigações, a explosão foi ocasionada pela falha em um dos anéis de vedação do tanque externo de combustível da nave, que se rompeu devido à baixa temperatura após a decolagem. O problema causou um incêndio seguido da explosão, que levou o compartimento da tripulação a subir intacto por mais cinco quilômetros antes de finalmente cair. Entre os detalhes mais tristes do episódio, os analistas revelaram que parte da tripulação provavelmente estava viva durante a queda de mais de dois minutos. Esses astronautas teriam morrido apenas após se chocar com a água.

Além da falha na inspeção dos equipamentos, a pressa para cumprir o cronograma previsto para o lançamento do ônibus espacial foi apontada como fator determinante para a catástrofe. O episódio provocou intensos debates e forçou a Agência Espacial Norte-Americana a interromper missões tripuladas por mais de dois anos. Durante a semana, a Nasa homenageou as vítimas deste e outros acidentes célebres que aconteceram entre o fim de janeiro e o início de fevereiro em anos distintos: a morte de três astronautas durante testes para o lançamento do programa Apollo 1, em 1967, e a explosão da nave Columbia, que matou outros sete astronautas em 2003.

No site da CH Online, saiba mais sobre a química por trás de graves acidentes causados por seres humanos: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/a-quimica-dos-desastres

New Post has been published on Idris

New Post has been published on http://idris.com.br/shadowhunters/2016/01/21/audiencia-1x02-the-descent-into-hell-isnt-easy/

AUDIÊNCIA 1x02: The Descent Into Hell Isn’t Easy

External image

External image

Foi divulgada a contagem final da audiência norte-americana da terça-feira, 19 de Janeiro, noite em que foi exibido o segundo episódio de “Shadowhunters”, intitulado The Descent Into Hell Isn’t Easy.

O episódio teve uma audiência de 0,4 pontos, o que significa um público de 1,01 milhões de telespectadores, o que concedeu à “Shadowhunters” uma posição acima da série “Teen Wolf”, sua concorrente direta de horário. Confira a tabela completa abaixo:

Lembramos que esse mesmo episódio já havia sido disponibilizado no site e aplicativo do canal Freeform uma semana antes. Portanto, poderemos analisar os impactos reais da audiência somente na semana que vem (26 de Janeiro), com a exibição do terceiro episódio.

Embora a audiência mundial da série pela Netflix seja importante, tais dados não são divulgados.

Esse post será atualizado, caso surjam mais informações sobre a audiência desse episódio.

Menos personas que el año pasado vieron el Super Bowl por TV

NUEVA YORK (AP) — El establecimiento de nuevos récords de audiencia televisiva en el Super Bowl se ha vuelto casi una tradición. Sin embargo, la edición de este año llegó en promedio a 111,9 millones de televidentes, una cifra menor a la registrada en los dos años anteriores.

Aun así, el triunfo de los Broncos de Denver sobre los Panthers de Carolina en el partido del domingo resultó ser el tercer evento más visto en la historia de la televisión estadounidense, informó el lunes la firma Nielsen.

El Super Bowl del año pasado entre Nueva Inglaterra y Seattle, que no se definió sino hasta los últimos instantes, sigue ostentando el récord, con 114,4 millones de telespectadores.

Parecía que el Super Bowl no tenía límite en su popularidad. Había impuesto récords en seis de siete años, hasta que llegó el partido entre Broncos y Panthers.

CBS, la cadena con mayor audiencia en el país, promovió intensamente el evento durante los últimos meses, al destacar que sería un hecho histórico, por tratarse de la edición 50 del Super Bowl.

Pero la victoria de Denver por 24-10 no resultó muy espectacular. Las defensivas terminaron robando la atención al duelo de quarterbacks entre Peyton Manning y Cam Newton.

Tampoco en las redes sociales se apreció una atención mayor que la observada el año pasado, cuando un pase interceptado en el último minuto y en el umbral de la zona de anotación decidió el triunfo de los Patriots.

Twitter informó que hubo 16,9 millones de mensajes sobre el partido, una cifra mucho menor que la alcanzada el año anterior, de 25,1 millones. Facebook reportó que el partido generó 200 millones de publicaciones, comentarios o expresiones de “me gusta”, por debajo de los 265 millones que se contabilizaron en 2015.

Este año, 60 millones de personas recurrieron a Facebook para conversar sobre el partido. El año pasado, el número llegó a 65 millones.

Tanto para Twitter como para Facebook, el momento de mayor actividad en redes sociales se presentó en el minuto posterior a la conclusión del espectáculo de medio tiempo, en el que actuaron Coldplay, Beyonce y Bruno Mars. En Facebook, el siguiente momento de mayor dinamismo ocurrió al final del partido y después de que Lady Gaga cantó el Himno Nacional.

Nielsen informó que un promedio de 1,4 millones de usuarios de computadora miró por ese medio la transmisión en directo del partido. Hubo poco menos de cuatro millones de visitantes únicos a la transmisión por internet durante el partido.

Audiência do episódio 1x04 “Raising Hell”

New Post has been published on http://idris.com.br/shadowhunters/2016/02/03/audiencia-do-episodio-1x04-raising-hell/

Audiência do episódio 1x04 “Raising Hell”

External image

External image

Mais uma lista com a audiência das terças-feiras à noite foi divulgada e trazemos tudo para vocês, lembrando mais uma vez que a audiência note americana não se mede como a brasileira que é dada por números absolutos: lá fora de mede pela demo, que é a porcentagem de pessoas da faixa alvo que estão assistindo o seriado. Fora isso, também é acrescentado depois as pessoas que gravam e assistem a série.

Shadowhunters” ontem se manteve estável em comparação a semana passada, com 0.4 na demo e um total de 0.96 milhões de telespectadores, caindo somente 0.1 na demo.

Ontem à noite foi, no geral, fraca para a Freeform. “Pretty Little Liar” teve uma queda brusca em seus números, enquanto “Shadowhunters” manteve quase a mesma coisa da semana passada, apesar de perder pela primeira vez para “Teen Wolf”, sua concorrente direta. Ressaltando que a Freeform não é um canal aberto, então não há como se comparar números com seriados da ABC, NCB ou CW.

Este post será atualizado à medida que mais informações sobre a audiência forem divulgados.

Fonte

Las vergonzosas faltas de ortografía de Sema y Alejandro, concursantes de 'GHVIP'
External image

Los participantes de Gran Hermano VIPson todo un reclamo de audiencia paraTelecinco. Sus disputas televisivas, el morbo de posibles relaciones y todo un amplio abanico de acciones del show bussiness que consiguen, no se sabe por qué, el que sean todo un gancho para los telespectadores. Está claro que el mediatismo que atesoran es innegable, como también es evidente lasfaltas ortográficas que cometen sus concursantes al escribir.

Esta falta de horas en las lecciones deLengua se ha observado a través de losblogs que escriben los participantes enGran Hermano VIP. Una actividad que no es nueva, ya que en ediciones pasadas ya se llevó a cabo.

Así, se ha atendido a la buena escritura de muchos participantes (Fran Nicolás no ha cometido ni un sólo error), mientras que otros dejan mucho que desear en cuanto a redacción se refiere. Uno de estos participantes que más faltas ortográficas comete es Sema, el amigo de Chabelita Pantoja, tal y como se pudo comprobar este lunes cuando publicó un post en el que pedía perdón por su comportamiento en la última fiesta de Gran Hermano VIP. En el texto se divisaron fallos garrafales como “aller”, “escrivir” o “pensava”.

Fuente.

DECADÊNCIA DA CULTURA BRASILEIRA

VALE MUITO A PENA LER…

Por Luis Fernando Veríssimo
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo.
Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros… todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterossexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE.
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido”. Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo dia.
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, Ongs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a “entender o comportamento humano”. Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores).
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa…, ir ao cinema…. , estudar… , ouvir boa música…, cuidar das flores e jardins… , telefonar para um amigo… ,•visitar os avós… , pescar…, brincar com as crianças… , namorar… ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.