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Globo convida cantores sertanejos para nova novela

Emissora chama Gusttavo Lima e Mariano para trama das 18h (Divulgação)

Tudo indica que a Globo quer mudar um pouco o seu elenco de atores e atrizes para fisgar um maior número de telespectadores e trazer novidades em suas principais novelas.

Segundo informações da coluna “Zapping”, do jornal “Agora São Paulo”, os cantores Gusttavo Lima, 25, e Mariano, 28, da dupla com Munhoz, 29, foram convidados para fazer testes na emissora e possivelmente participarem de uma nova produção do canal.

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A ideia é que alguns artistas do universo sertanejo atuem em “Trem Bom”, novela das 18h sobre cantores e que será ambientada no mundo rural. O autor da trama é Maurício Gyboski.

“Malhação” terá cena escrita por telespectadora de apenas 15 anos

Duca (Arthur Aguiar), Bianca (Bruna Hamu) e João (Guilherme Hamacek) aparecem casados em sonho

Pela primeira vez, o público teve a chance de escrever uma cena para uma novela da Globo. Através da ação Fan Fic, a emissora se propôs a produzir uma história criada por telespectadores baseada em tramas e personagens já existentes. O texto escolhido irá ao ar no capítulo de “Malhação” desta sexta-feira (3).

Fan Fic é um termo usado para o movimento de fãs de histórias em quadrinhos, filmes, seriados ou novelas que usam a trama original para recriar cenas ou inventar situações diferentes das que o autor escreveu. Os fãs criam argumentos ficcionais que podem receber colaborações de outros fãs para continuar a história paralela. No caso da série, os fãs deveriam criar sonhos dos personagens da atual temporada.

Depois de 4,8 mil histórias enviadas e mais de 3,3 mil aprovadas e publicadas no GShow, site oficial da emissora, foi selecionada a primeira Fan Fic. O sonho escrito por uma fã de “Malhação” e escolhido pelos autores Márcio Wilson, Rosane Svartman e Paulo Halm foi “Bianca (Bruna Hamù) e Seus Dois Maridos”. Os dois maridos se referem aos pares românticos da garota na série: Duca (Arthur Aguiar) e João (Guilherme Hamacek).

No sonho sugerido pela fã, Bianca acorda e se assusta ao se deparar com os dois em casa. Na cena, a estudante sonha que está casada com João e Duca, os grandes protagonistas de seu dilema amoroso. Ela se surpreende com a presença dos dois ao seu lado, sem se lembrar da vida que teriam construído juntos, com direito até a filhos.

A vencedora, Ana Carolina, de apenas 15 anos, acompanhou a gravação da história.

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Telespectadores querem Mari e Grego juntos em “Paraisópolis”

O jogo virou em “I Love Paraisópolis” e o público está preferindo outro homem ao lado de Mari, isso mesmo o arquiteto Benjamin fio jogado de lado em uma pesquisa realizada com o público que assiste a novela, de lavada a galera prefere que Mari que junto com Grego na novela global.

Porque “Outlander” não nos deu o nu frontal de Sam Heughan

O final da primeira temporada de Outlander levou Jamie Fraser (Sam Heugan) à lugares obscuros. O episódio revelou como seu torturador Black Jack Randall (Tobias Menzies) abusou dele sexualmente e o abalou emocionalmente, antes de mostrar como sua esposa – e sua alma gêmea – Claire (Caitriona Balfe) ajudou-o a juntar os cacos.

O episódio foi também a segunda vez na temporada em que os telespectadores viram o pênis de Black Jack.

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‘Jornal Nacional’ aposta em repórter gato

Em novo formato desde o final de abril, o “Jornal Nacional” vem lançando novidades com o objetivo de conquistar novos telespectadores. A mais recente atende pelo nome de Danilo Vieira, repórter musculoso e com pinta de galã que até outro dia dava expediente no turno da madrugada e aparecia no “Bom dia, Rio”. Ontem, em uma matéria sobre atividades físicas, o jornalista surgiu de bermuda e camisa colada no corpo, praticando corrida. No Twitter, o nome de Danilo foi para o Trending Topics. “Maju e Danilo Vieira serão os protagonistas da nova temporada de “Malhação”, escreveu um internauta, citando a garota do tempo Maria Júlia Coutinho. “Danilo Vieira, me chama de redação e trabalha em mim”, postou uma outra. 

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Camila Pitanga muda visual para nova fase de ‘Babilônia’

Atriz vive a mocinha Regina na atual trama das 21h (Divulgação/TV Globo)

Camila Pitanga, 38, vai se transformar para mostrar uma nova fase da Regina, a personagem que vive na novela “Babilônia”. Nos próximos capítulos do folhetim, a mocinha da história irá aparecer com o visual repaginado.

Da acordo com o site da trama das 21h da Globo, a ex-comerciante se tornará modelo por acaso e fará um ensaio fotográfico para um editorial de joias vintage. Os telespectadores poderão ver a nova versão da morena a partir da próxima sexta-feira (3). 

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Com roupas de grife, acessórios e um penteado bem produzido, Regina mudará até de comportamento e vai passar a imagem de uma mulher rica e sofisticada. Resta saber se os outros personagens que convivem com ela na comunidade irão aprovar ou não as transformações da mocinha de “Babilônia”.

El hombre en la Luna

Ocurrió la noche del 20 de julio, madrugada del 21 de julio de 1969 en España.

600 millones de telespectadores contemplaban lo que ocurría más allá de la estratosfera. El hombre había llegado a la Luna y Neil Armstrong acababa de pronunciar una frase que atravesaría las fronteras del tiempo y el espacio: 

“Este es un pequeño paso para el hombre, pero un gran salto para la humanidad”.

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TV digital: Campanha de desligamento do analógico chega a Belo Horizonte

Convergência Digital … 30/06/2015 … Convergência Digital A partir do próximo dia 2 de julho, os telespectadores de Belo Horizonte e de mais 23 cidades próximas começarão a ser avisados do desligamento das transmissões analógicas da TV aberta terrestre, previsto para ocorrer em 26 de junho de 2016. De acordo com a Portaria 3.205/2014 do Ministério das Comunicações, a campanha obrigatória deve começar 360 dias antes por meio da inserção, na tela, da logomarca da TV analógica e de uma tarja in

via: http://eexponews.com/tv-digital-campanha-de-desligamento-do-analogico-chega-a-belo-horizonte_5935785693937664
Jayme Matarazzo defende Pedro: “Ele levou um tombo tentando acertar”

O ator revela que entende a reação do público em relação ao seu personagem (Foto: Globo / Alex Carvalho)

O personagem de Jayme Matarazzo enfrentou uma verdadeira transformação ao longo de “Sete Vidas”. Pedro, que no começo da trama era um cara bacana e alto astral, mostrou novas nuances que não necessariamente agradaram ao telespectador. O talento do ator, que passou com muita veracidade cada conflito vivido pelo jovem, levou o protagonista a perder o posto de queridinho da novela e decepcionar parte do público. “Gosto desta curva do personagem, pois me possibilitou mostrar outro tipo de atuação, outras cores. Acho legal que as pessoas torçam para ele e mais legal ainda a oportunidade que ele vai ter de reconquistar o público”, analisa Matarazzo.

Durante um bate-papo com o Folhetim na última quarta-feira (24), o ator também falou da fama, da influência de seu pai - o diretor Jayme Monjardim -, na sua carreira e dos dramas vividos por seu personagem na novela das seis da Globo. Confira:

No começo da novela, o Pedro era um cara bacana, tranquilo, mas mudou muito depois de descobrir que o Miguel (Domingos Montagner) era seu pai biológico e que teria um filho com Taís (Maria Flor), o que o levou a abrir mão de Júlia (Isabelle Drummond). Isso fez com que muita gente deixasse de torcer por ele.

Tenho certeza que as pessoas só ficaram chateadas com ele porque gostaram muito dele no começo. Se existe uma implicância hoje em dia é porque o Pedro sempre foi muito alto astral e correto, estava com a vida encaminhada. É compreensível e era de se esperar a desilusão do público. Acho legal esta curva do personagem, pois me possibilitou mostrar outro tipo de atuação. Para mim, como ator, é maravilhoso poder interpretar um mocinho que se jogou em um abismo profundo e esquecer de qualquer tipo de torcida perante o público. É a vida real. Curto quando os mocinhos têm a possibilidade de cometer erros dentro do percurso da novela, é um caminho interesse e faz com que a história enriqueça. Acho legal que as pessoas torçam para ele e mais legal ainda a oportunidade que ele vai ter de reconquistar o público. O personagem vai ter a chance de reconquistar não só a sua vida e o seu amor, como também o público. É uma baita oportunidade para um final de novela. Aliás, graças a Deus, a gente chega à reta final com algo tão imprevisível em mãos. Estou aqui conversando com você, faltam duas semanas para acabar as gravações, e não sabemos qual desfecho a autora vai dar para a novela. Que bom!

Como você avalia a trajetória do Pedro?

O Pedro é um dos personagens que mais tomou dura da vida. Ele também teve uma transição muito brusca da fase jovem para a adulta. Fora que ele sempre teve muito amor e admiração pela figura masculina que teve (Vicente) e, de repente, entrou outra figura paterna, que é o oposto do que ele conhecia. Na verdade, acho que, por muito tempo, o Pedro tentou ser uma pessoa que ele não era, tentou seguir um modelo que ele achava ser o ideal. Ele só esqueceu de olhar para si mesmo e entender quais eram suas próprias vontades e sonhos. Mas viva a vida que nos dá a oportunidade de cair e levantar. Este personagem diz isso. Ele levou um tombo, tentando acertar, e isso torna todas as atitudes dele nobres. Ele é um cara de coração bom, que tentou acertar, mas não olhou para ele mesmo, tentou agradar aos outros e foi aí que ele se perdeu.

Acredita que ainda existe a possibilidade dele ter um final feliz ao lado de Júlia?

Todas as possibilidades são possíveis e isso é ótimo. A Lícia (Manzo - autora da novela) conseguiu escreveu de uma forma que todos os finais são imprevisíveis. Isso me instiga e me deixa curioso. Torço e acho que ele terá uma oportunidade que a vida lhe dará para corrigir ou, pela primeira vez, lutar pelo que ele realmente quer.

Você é filho de um grande diretor, isso te ajudou ou te dificultou profissionalmente?

Isso foi indiferente na minha trajetória. Ter um pai tão talentoso, vivido e diferenciado sempre me ajudou porque existe uma troca de pai e filho. A facilidade que tenho em relação a ele é muito mais para a vida do que para a minha carreira. Ter um pai talentoso por perto só me trouxe benefícios. As dificuldades moram muito mais nos olhares e no julgamento dos outros. As coisas na minha carreira aconteceram de forma bonita e natural e muito distante do meu pai. Ninguém tem dúvida disso. A minha trajetória prova que nossos caminhos também andam em pararelo, mas todas as vezes que estes caminhos se cruzarem, como aconteceu em “Sete Vidas”, será maravilhoso, um prazer enorme. Tenho a certeza que saio enriquecido e fortalecido deste trabalho, por ter tido a oportunidade de acompanhar a conduta de trabalho do meu pai e ver de perto como ele é um cara sábio e dá milhões de exemplos positivos para tanta gente.

Você é bonito, jovem, já interpretou até um príncipe… assim fica difícil fugir do título de galã, não acha?


Eu não tenho problema nenhum em relação a nenhum título, mas defendo que não sou eu quem levantará esta bandeira de galã e nem trabalho para isso. Eu simplesmente trabalho para fazer arte, aquilo que gosto. Os meus personagens levaram, talvez, a um lugar onde transitam os galãs, mas não levanto esta bandeira. Não tenho nada contra e o rótulo não me entristece, mas também não ocupa a minha cabeça.

Em 2010, Jayme Matarazzo atuou em “Escrito nas Estrelas” (Foto: TV Globo / Blenda Gomes)

Qual trabalho mais te marcou até hoje?

“Sete Vidas” tem sido especial e já é um dos trabalhos mais especiais da minha carreira. Mas, pelo desafio e falta de experiência da época, te diria também “Escrito nas Estrelas”, que foi meu primeiro trabalho grande na TV. Tinha um personagem atípico, que falava sozinho… foi um grande desafio. O que levo daquela novela foi a coragem que eu tive de assumir aquele desafio naquele momento. Tudo era novidade e a exposição era gigante.

Qual personagem você gostaria de interpretar?

Não tenho um personagem dos sonhos. Graças a Deus nossa profissão nos possibilita mergulhar em universos totalmente diferentes. Então todo personagem que me exija mergulhar em um universo diferente, me dá um tesão a mais. Mas também amo contar história simples, do cotidiano, como a de “Sete Vidas”. Sei lá, se eu puder fazer personagens que me remetam a universos dos quais sonhei em fazer parte quando criança, vai fazer legal.

Você é um artista que consegue preservar sua vida pessoal. É difícil manter o foco da imprensa na sua carreira?

Acho muito simples. Essa é uma tarefa que cabe a cada um de nós que trabalha com esta profissão. Sei dos obstáculos como paparazzi, falta de privacidade e pessoas que te reconhecem na rua, mas o incômodo depende de como cada um lida com o assédio. Eu sou um cara caseiro e lido com isso de uma forma bem natural. Cada um, ao longo da profissão, constrói um tipo de relação com a imprensa e com o público e acho que eu conquistei o respeito de ambos. Em relação à imprensa, é nítido o quanto eu faço questão de que apenas meus personagens apareçam. A imprensa sabe e respeita isso. Perante o público também. Fiz entenderem que sou uma pessoa normal, então também me abordam de maneira normal. Adoro receber o carinho do público na rua, será sempre um prazer.

Já que lidar com a fama é simples na sua opinião, qual foi o maior desafio da carreira de ator?

Ter que aprender a trabalhar na frente das câmeras, praticamente ao vivo, para o Brasil inteiro. Entrei nesta profissão sem bagagem, sem uma escola por trás. Tive que aprender quase que simultaneamente a ter quer fazer. Tenho muito orgulho de ter encarado este desafio e para, hoje em dia, me realizar fazendo o que faço.

Você tem orgulho quando olha para o lado e vê que faz parte de uma geração muito promissora de jovens atores?

Sinto orgulho de olhar para o lado e ter muitas pessoas talentosas com quem aprender. Fazer parte de um grupo tão seleto e talentoso é uma oportunidade gigante de aprender com tudo e com todos. Na profissão de ator, a gente aprende a todo momento. Não existe um diploma que você conclui o curso e, acabou, é aquilo. Ser ator é aprender todo dia.

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