te amo victoria

Te juro que te amo con un verso,
que me das la vida que no tengo.
Me atrapas en tus pestañas
y tú mismo me ayudas a coser mis alas.

Te juro que te amo con mis manos,
con estas ansias que me dan al verte llegar,
estas ansias de correr a tu encuentro
y vaciarme por completo en tu existencia.


Te juro que te amo con esta fuerza,
con este impulso de darte cada parte de mí
sin pensar en lo que cuesta
pues no me pesa nada hacerte feliz.


Te juro que te amo con un beso,
con ese primer beso que me sonrojó hasta las orejas,
ése que me hizo darme cuenta que a tu lado
recibiré lo que venga, llámese calma o tormenta.


Te juro que te amo.

—  Victoria Campos
En el momento en que lo vi de lejos, su presencia me invadió…sólo nos saludamos esa noche, entre mucha gente. Pero yo lo miré como si temiera no volverlo a ver.
— 

Victoria Ocampo (Escritora argentina, 1890-1979)

(via juntos-en-secreto)

Como no amarte si eres mi sol, como no amarte si cada día me llenas más de tu amor, como no amarte si en cada paso que yo dé se que tu los darás conmigo, te amo infinitamente y estoy absolutamente convencido que Dios está en cada historia que hemos escrito, entre líneas de felicidad y tristezas, fracasos y victorias.

Te amo por la sensibilidad de tu cariño hacia mi, y por tu tierna mirada que se enfoca en cada palpitar. Te amo y te amo muchísimo. 

—  Carisma (cartas a mi novia)
Oi, mamãe, quanto tempo a gente não se vê né?! Estou com tanta saudade de você, saudade do seu abraço que me envolvia em teus braços e eu pedia pra não ser solta nunca mais, todos os dias acontece algo e eu sempre penso “Ah, se minha mãe estivesse aqui!”, não tenho dúvida de que seria diferente. O seu amor irradia a casa, a sua alegria faz até a tristeza sorrir, eu nunca te vi triste, está sempre com aquele sorriso que ia de orelha a orelha e que sempre me transmitiu a melhor sensação do mundo. Mãe? O que posso falar mais de ti? Foi em ti, dentro de ti, o mais próximo possível que tive a minha primeira “morada”, nos semparamos fisicamente os nossos corpos em um tal dia, entretanto, as nossas almas não, assim que nasci, recebi em teus braços a proteção de toda uma vida. Não me destes apenas casa, comida, carinho, amor, tudo que esteve ao seu alcance, mas sim me destes a vida. Essa vida, que depois de uns anos eu segui sozinha, mas não sem você, não sem teu apoio, é que nem aquela música “Filho vira passarinho e quer voar”, eu voei, mas saiba que ainda as melhores asas são teus braços. Oh, mãe, os melhores momentos foram contigo, os melhores conselhos foram os teus, era tão bom chorar no teu colo enquanto a senhora me fazia cafuné. Sinto saudade de te pedir a benção antes de sair de casa, do beijinho que ganhava na testa. Ainda serei mãe e me espelharei em ti, no teu amor e no teu cuidado comigo, porque além de amiga, de conselheira e de mãe, a senhora é o meu exemplo de mulher e eu te amo muito.
—  Escrito por Victoria S., Grazi, Paula e Ana Carolina em Julieta-s