tapar boca

Hay momentos los cuales me gustaría tapar la boca de otras personas. Sus comentarios se me hacen estúpidos, absurdos, aburridos. El mismo maldito cliclé de siempre.

— Llimbert Duque.

Las cosas que quiero decirte pero nunca te voy a decir.

Estar contigo esa noche fue… inesperado. Jamás pensé terminar a tu lado compartiendo un poco más que caricias. El roce de tus manos me llenaba la piel de calor, me recorriste de pies a cabeza con tus labios haciéndome tapar mi boca con las manos para no hacer mucho escándalo. Quería darte lo mejor de mi, quería que nunca sacarás de tu mente esa noche.
Dicen que uno toma decisiones sin pensar, personalmente no estoy de acuerdo, simplemente hay ciertas cuestiones donde ya se sabe la respuesta.
Dudo que se repita esta experiencia pues no nos cuesta dejar de actuar como dos amantes que no comparten más que la indiferencia el uno por el otro cuando hay más gente presente. No se que vaya a pasar después de esto, que planes tengas y si yo estoy involucrada en ellos, pero por ahora voy a guardar la compostura, quedarme con el secreto y no susurrarlo… a no ser que me acuerde de ti…

Pedido: COM o Liam q ele é maior bandido de todos e sequestra ela q é órfã só q ela não quer dar o q ele quer, no caso sexo, ele bate nela e a tranca num quarto, a obriga a limpar a casa essas coisas até ela finalmente ceder, ela é virgem, ela fica c0m ele por anos, presa, fazendo tudo q ele quer, e ela se apaixona (stockholm syndrome) mas ele sai com outras tbm e isso machuca ela mas ele tbm se apaixona e os dois acabam juntos - Anônimo

Obrigada por ter feito o pedido.❤️

***

Imagine Liam Payne: Parte 1.

-Você tem certeza disso, cara?
Zayn me olhou sério enquanto traga seu cigarro. O olhei em confirmação, não é a primeira vez que fazemos esse tipo de coisa.

Zayn e eu -na verdade, somente eu-, estamos planejando pegar uma garota no orfanato. Não uma criança para cuidarmos, não temos capacidade o suficiente para isso e muito menos paciência, sem contar que ninguém iria querer ser filho de um dos maiores bandidos do país, ninguém sentiria orgulho disso, somente alguém com mente pequena o suficiente para pensar somente no dinheiro que eu posso oferecer e que obviamente por ser meu filho eu teria que fornecer. Mas isso está, completamente, fora de cogitação.

-Qual sua preferência? Digo…quer que eu lhe traga uma loira, baixinha, magra…?
Zayn questionou enquanto pegava suas chaves já se preparando para sair.

-Não se preocupe, na hora eu vejo.
Respondi rudemente. Este plano tem que dar certo, ou esse idiota não trabalha mais comigo.

Zayn deu em ombros e abriu a porta logo saindo e indo para seu carro, peguei tudo o que precisava e verifiquei se meu celular estava carregado. Tudo certo.

Zayn dirigiu até o orfanato, me deixando na entrada dos fundos que infelizmente -não para mim, claro- está completamente escancarada, a mercê de quem quiser entrar.

-Boa sorte.
Zayn resmungou despreocupado, acendendo outro cigarro e tragando o mesmo em meu rosto antes que eu abrisse a porta.

-Você irá precisar.
Soltei um riso sarcástico e sai do carro andando tranquilamente até as portas do grande orfanato.

Está tudo tão exposto e o ambiente está tão calmo que me impressiona o fato de essas pessoas serem tão despreocupadas com a própria segurança.

Observei o lugar e notei que a entrada dos fundos -por onde entrei- dava á uma espécie de quartinho cheio de brinquedos para crianças, patético o quanto isso é “seguro”. Caminhei até onde deduzi ser a sala principal, está vazia, não há uma viva alma nesse lugar. Comecei a olhar algumas fotos que estavam jogadas na mesinha de centro, cada foto havia um nome escrito abaixo e estavam presas a uma pequena ficha com informações dessa pessoa, provavelmente a ficha de cada uma das meninas desse orfanato. Vasculhei um pouco as fotos até encontrar algo, ou melhor, alguém me chamou muito a atenção. S/n é seu nome, parece que tem por volta de seus dezessete anos, pela foto ela tem uma aparência inocente e até mesmo mais jovem do que é, o tipo perfeito ao meu ver. Escutei passos tímidos mas não imperceptíveis vindo das escadas e rapidamente guardei a ficha em meu bolso, me escondedo dentro de um grande armário que pela minha sorte, estava vazio.

-Helena? Sra.Collins? Tem alguém aqui?
Uma doce voz foi-se ouvida, pude ver pela sua sombra que a garota parou perto do armário onde eu estava, com toda minha ousadia, abri apenas uma brecha para ver a garota de costas para mim, ela vestia uma camisola azul bebê, tinha babados e lacinhos, parecia ter vindo de um pornô Daddy kink, mas não deixava de transparecer sua verdadeira inocência.

-Bom…parece que não há ninguém por aqui…Acho que vou ter que comer esse chocolate sozinha!
Gritou, ela estava tentando chamar a atenção de alguém, mas ninguém respondeu ou sequer apareceu.

A garota andou até o meio da sala, e eu quase tive um ataque cardíaco quando a mesma se virou de abrupto, mas por sorte, ela estava olhando para a mesinha de centro e nem notou a porta do armário parcialmente aberta.

-Uh, parece que minha ficha não está aqui.
Ela resmungou e então eu olhei novamente para a ficha junto a foto em minha mão, é ela?

-Oh meu Deus…
Ela levantou sua cabeça colocando a mão na boca, olhei direito para seu rosto e sim, é ela.

-Eu vou ser adotada!
Soltou um risinho e sorriu radiante. Oh sweet, há muito o que ainda vai aprender.

-S/n!
Uma outra voz também feminina, mas desta vez parecia mais madura.

-Oh, olá Sra.Collins, eu juro que não tirei nada do lugar e…

-Cale-se garota!
A mulher a cortou. Como ela pode tratar alguém assim? Tudo bem que eu faço isso mas…sou eu, e ninguém mexe com a minha garota.

-Temos um rapaz aqui que provavelmente vai querer levar uma de vocês, por isso, se comporte e vá chamar as outras garotas.
Falou com firmeza. Zayn já começou sua parte.

-Sra.Collins! Como pode deixar que aquele garoto entre aqui? A senhora não nota? Ele não veio adotar uma criança, ele está querendo alguém para…a senhora sabe…
Outra voz desta vez desesperada desengatou a falar. Alguém para estragar meu plano.

-Não seja tola! Não importa o que ele quer fazer com a criança, ele veio adotar e se ele quiser ele vai levar!
Talvez essa mulher não seja tão ruim quanto soa.

-Mas nós não podemos deixar as crianças correrem esse risco! Nosso trabalho é protegê-las e dar a elas tudo o que seus pais não puderam dar, não podemos deixá-las nas mãos de qualquer um.

Ah, faça-me um favor! O portão estava praticamente dizendo “Quer levar uma criança de graça? Entre e pegue!” como ela ainda se preocupa.

-Não importa Helena! Meu trabalho aqui é somente cuidar para que estas pestes saiam daqui! Não importa com quem.
Ouvi um suspiro falho e pressenti que a conversa havia acabado.

Passado dois minutos, o cômodo já estava vazio novamente, sai de dentro do armário e procurei por um lugar onde poderia me esconder até conseguir pegar a garota.

Zayn e eu combinamos dele fingir que quer adotar uma criança, assim, todos estariam em um só cômodo e ficaria bem mais fácil para mim poder vasculhar a casa e ter tempo de decidir quem eu queria, logo após, teria que fazer algo para deixar apenas a escolhida em um cômodo, eu fingiria ser quem vai levá-la e, sequestrar ela.

Escutei vários passos pelo corredor, elas deviam estar indo se encontrar no pátio com Zayn e as duas funcionárias.

Subi as escadas que davam até os quartos e fui olhando os nomes em cada porta, ao que parece, cada quarto tem duas garotas e são seis portas no corredor, três de cada lado, dando no total de doze meninas. Procurei pelo quarto onde estava o nome “S/n” gravado na porta, junto a outro chamado “Alice”. Antes mesmo de entrar, escutei uma movimentação dentro do quarto, caminhei até a janela do corredor e olhei para o pátio fazendo uma conta rápida e vendo apenas onze das doze garotas que deveria estar ali, ou Alice ou S/n está naquele quarto, e o único jeito de descobrir é entrando.

Abri a porta lentamente, me encolhendo ao que o ranger pareceu mais alto do que deveria.

-Alice? Você viu meu casaco? Eu não estou o achando em lugar algum!
Ouvi a voz da garota, sua voz é tão melodiosa que apesar do jeito infantil, não me faz enjoar, apenas querer escutá-la á todo momento e talvez ter pensamentos sujos com a mesma.

Adentrei ao quarto silenciosamente, ao que parece, ela está no banheiro e não notou que sua amiguinha, na verdade, não está aqui.

-O que aconteceu com você? Não vai me resp..
A garota saiu da banheiro enquanto falava e engasgou com suas próprias palavras assim que me viu em seu quarto.

-Quem é você?
Me olhou curiosa e tentou falhamente passar confiança, eu poderia sentir o cheiro de seu medo, curiosidade e nervosismo, tudo misturado.

-Sou Payne, mas pode me chamar de…Daddy.
Sorri parecendo amigável, mas na verdade, era um sorriso nada discreto dando para perceber todas as minhas intenções para com ela, mas a mesma nunca iria notar, e assim foi.

-Olá Payne…Daddy, o que quer aqui?
Perguntou e eu passei as mãos no acolchoado de sua cama cor de rosa.

-Eu vim, adotar você, você me parece ser uma garota muito interessante, inteligente e obediente.
Falei e logo pude notar um brilho em seus olhos, um brilho de felicidade, é claro, seu maior sonho está prestes a se realizar, ou talvez, seu pesadelo, mas ela ainda não sabe.

-M-me adotar? Sério?
Me olhou com adoração.

-Por que eu estaria mentindo?
Pergunto sorrindo. Eu teria milhares de motivos para mentir, e um deles é verdadeiro, mas quem liga mesmo? Eu não.

-Meu Deus! Hoje é definitivamente o melhor dia da minha vida!
Ela começou a falar alto e eu desesperado tive que a acalmar, se não descobriram que estou aqui.

-Shhh, eu vou te levar agora, ok? não precisa levar nada, depois o Daddy compra tudo para você.
Falei pegando em sua mão.

-Espera…eu não posso me despedir de ninguém? e você não tem que assinar alguns documentos antes disso?
Parou me encarando desconfiada.

-Já assinei todos, e suas amigas estão lá no pátio tendo uma conversa muito séria, parece que alguém aprontou…precisamos ir logo, eu tenho que resolver muitas coisas ainda e você deveria estar ansiosa para conhecer sua nova casa.
Expliquei da forma mais calma que consegui.

-Eu não vou cair nessa…como posso saber se está falando a verdade? Você é um completo estranho que simplesmente apareceu aqui no meu quarto.
Cruzou os braços se afastando das minhas mãos. Bufei, essa garota vai me fazer perder a paciência.

-Vamos logo…eu tenho sua ficha e…
Quando ia pegá-la pelo braço a mesma se afastou bruscamente.

-Se não sair daqui eu vou gritar.
Ameaçou e eu me levantei.

-Eu não vou sair, não está me…
Fui cortado por um grito mas logo tapei sua boca.

-Parece que vou ter que te amarrar antes da hora, eu pensei em ir com calma mas já que prefere assim…
Peguei em uma corda de pular que estava jogada no chão e amarrei suas mãos, o que foi bem difícil já que tinha que tapar sua boca com uma mão e com a outra amarrar as cordas. Procurei por uma fita e colei em sua boca, assim ela não emitiria mais nenhum som.

-Boa garota, terá que me obedecer daqui em diante, se não quiser que isso ocorra mais vezes.
Falei sorrindo sádico e ela começou a se debater, mas se considerar minha força e seu pequeno tamanho, eu obviamente não tive que me preocupar muito com isso.

Carreguei-a no colo até a saída por onde entrei, e como combinado, lá estava o carro de meu amigo me esperando com a chave já na ignição.

Coloquei-a nos bancos traseiros e me ajeitei no banco do motorista, logo dando partida e começando minha longa viagem.

Quando parei no semáforo, peguei meu celular mandando uma mensagem para Zayn avisando que já estava tudo pronto, e ele poderia dar qualquer desculpa e ir embora de lá.

-Irei adorar essa nova aventura docinho, e aposto que você uma hora vai gostar.
Sorri desligando meu aparelho e voltando a dirigir.


[…]


Depois do que pareceram duas horas de viagem, chegamos finalmente na nada humilde casa que eu comprei, escolhi um dos lugares mais desertos da cidade e contratei onze dos melhores guarda-costas, nunca se sabe.

-Então babygirl…chegamos, gostaria que fosse de um jeito mais confortável mas…não me deu escolhas.
Tirei a chave da ignição e a guardei no meu bolso, peguei a garota que agora estava mais calma em meu colo e a levei até os grandes portões cheios de guardas e câmeras de segurança.

-Boa tarde Sr.Payne, precisa de ajuda?
Um dos guardas perguntou se aproximando de mim.

-Aqui não, apenas guarde meu carro na garagem e depois eu quero você lá dentro para conversarmos.
Ordenei sério e o mesmo assentiu se retirando.

Carreguei-a até que chegássemos em seu quarto, não tem nada de especial, é apenas uma cama arrumada, um pequeno banheiro e uma decoração neutra com poucos quadros de gatinhos e alguns vasos com flores falsas.

-Você vai ficar aqui por enquanto, espero que não tente escapar, meus seguranças não são muito delicados e não se preocuparam em ter que te arrastar de volta á mim.
Ameacei. Não irei deixá-los tocá-la, em hipótese alguma, mas ela não sabe disso.

Tranquei a porta e voltei para a sala principal onde o segurança chefe me esperava.

-Avisos: Não tocar nela em HIPÓTESE ALGUMA.

-Não contar nada a ela, qualquer coisa que ela pergunte não respondam, apenas se estiver me procurando, daí a guiem até mim.

-NUNCA deixem sua posição, não queremos que alguém entre aqui por um descuido de vocês.

-Fiquem de olho nas câmeras.

-E por último, me falem sobre tudo, tudo o que acontecer, se alguém andar por aqui perto, se ela tentar escapar…qualquer coisa!
Finalizei e ele assentiu.

-Ótimo, agora passe a informação para os outros.
Mandei e o mesmo foi embora.

Fui até a cozinha e peguei massa de macarrão e molho, já está na hora do almoço e eu mais que tudo preciso comer.

Depois de tudo pronto, deixei a mesa arrumada e voltei ao quarto da minha garota desobediente. Abro a porta e ela continua do jeito que eu havia deixado, amarrada na cama e com a boca tampada.

-Eu vou te desamarrar, mas eu já avisei o que irá acontecer se me desobedecer.
Falei sério.

Desamarrei o nó e soltei seus pulsos, tirei a fita de sua boca e olhei para a mesma que continha lágrimas nos olhos enquanto esfregava seus pulsos agora avermelhados.

-Vem, vamos comer.
Peguei pelo braço e a levei até a cozinha, sentei-a na cadeira a minha frente e logo fui para o meu lugar começando a nos servir.

-P-por…
Ouvi sua doce voz, ela gaguejou e respirou fundo provavelmente se acalmando antes de continuar.

-Por que está fazendo isso comigo?
Sua voz soou triste e baixa, provavelmente por estar segurando o choro.

-Eu gostei de você.
Sorri de um jeito perverso.

-Isso não é verdade…se gostasse de mim, não estaria fazendo isso, eu estaria livre e feliz.
Resmungou manhosamente, voltando a chorar baixinho.

-Você não entendeu, eu gostei de você. Você obviamente não me conhece, pois se conhecesse saberia que o que eu gosto…eu tenho.
Falei rude e ela fungou.

-Pra que tudo isso? O que você quer de mim?
Perguntou novamente.

-Vai saber quando for a hora, e eu espero que não me decepcione.
Sorri e pisquei-lhe o olho.

[…]

Já eram por volta das das onze da noite, meu dia foi tão estressante e tão cheio que a única coisa que eu consigo pensar é em algo que possa me acalmar, mas tudo só piorou quando liguei a TV e um filme pornô passava na TV, qual o meu problema em mudar de canal depois de assistir algo?

O filme estava tão interessante, o único real problema foi a atriz me lembrar muito a garota que estava provavelmente dormindo no quarto acima, o que me fez lembrar que eu não tive a chance de a castigar pelo ocorrido de mais cedo, e isso me parece realmente satisfatório.

Subi as escadas fazendo propositalmente muito barulho com os sapatos, talvez ela ouça e note que eu a quero acordada.

Abri a porta e olhei a garota encolhida na cama, estava bem quieta e calma, mas logo notei que não estava dormindo quando virou sua cabeça e me encarou.

-Acho que esqueci de lhe dar algo hoje.
Me aproximei da cama e ela se sentou na mesma. S/n não dizia uma palavra, talvez com medo do que eu poderia fazer então continuei a falar.

-Sabe o que fez hoje?
Perguntei e ela negou com a cabeça.

-Você me desobedeceu. E sabe o que merece por isso?
Perguntei vendo-a negar novamente.

-Oh amor, você merece ser punida. Por ser uma garota muito malvada.
Falei e a vi arregalar os olhos.

-No meu colo, agora!
Ordenei e ela nem se mexeu.

-Não escutou? Eu mandei se sentar no meu colo!
Ordenei novamente e nada dela fazer. Bufei irritado,.

-Não!
Gritou em resposta. Me impressionei com tal ato.

-Eu não perguntei eu estou mandando!
Falei novamente e ela mordeu minha mão que estava em seu braço.

-Vadia!
Desferi um tapa em seu rosto e observei as marcas de dentes em meu braço.

-Se não vai me obedecer…vai ter que ser pior.
Peguei-a pelo braço e a levei até o menor quarto da casa.

-Não queria ter que fazer isso…mas acho que deixei bem claro quando disse que era para me obedecer!
A joguei em um colchonete no chão.

-Fique aí, até que aprenda.
Tranquei a porta e voltei para a sala.

Nunca uma mulher vai me negar sexo ou me desobedecer. E ela vai ter que aprender isso, por bem ou por mal.

Agora, terei que me aliviar com uma puta qualquer.

l Dia seguinte l

Levantei da cama exausto, meu corpo doía um pouco e a mulher com ao qual eu havia dormido estava ao meu lado na cama. Depois de estar devidamente acordado e vestido, acordei-a e a chutei para fora. Não literalmente.

Caminhei em passos lentos até o quarto da minha garota, espero que esteja mais calma e tenha pensado no que fez. Destranquei a porta e logo ouvi resmungos, ela estava acordada.

-Conseguiu dormir?
Perguntei me sentando na ponta da cama e afagando seu cabelos. S/n se afastou bruscamente retirando minha mão de seus cabelos.

-Não toque em mim!
A olhei sério e desafiador.

-Uh, eu não posso tocar em você?…
Ri nasalado.

-Isso é uma pena, por quê você pode tocar na minha casa e bem…ela está precisando de uma limpeza me entende?
Sorri e a vi abrir a boca para dizer algo, mas eu a interrompi.

-E nem tente contestar, você está aqui e portanto faz o que eu mando, senão será muito pior.
Falei e ela se levantou da cama, mas não para gritar, me bater ou tentar fugir.

-Por onde eu começo?
Perguntou baixo e um sorriso vitorioso tomou conta de meu rosto.

-Pode começar lavando meus carros na verdade, estão precisando já faz um tempo.
Mandei e ela assentiu se retirando.

Logo ela cansa e se rende.

De cinco em cinco minutos eu a observava para ver se estava fazendo direito, mandei que lavasse todos os meus cinco carros, limpasse toda a cozinha e a sala principal e a sala de estar, ela ainda está limpando o meu quarto e logo depois será seu quarto mais os outros quatro cômodos. estou muito feliz de ter escolhido uma casa grande.

-Não limpou direito!
Paro-a. Ela me encara cansada.

-Onde?
Pergunta.

-Bem ali, entre a cama e o criado mudo.
Digo apontando para o lugar. Ela respira fundo e permanece parada.

-Não vai me obedecer?
Pergunto levantando uma sobrancelha desafiadoramente.

-Eu desisto…não aguento mais limpar essa casa e não comi nada desde que acordei, estou fraca e não há condições de eu continuar…eu desisto. Você venceu.
Falou jogando a vassoura no chão.

-Até que demorou um pouco, mas acho ótimo que tenha cedido. Agora você vai ser completamente minha babygirl. Só minha.
Me aproximei da mesma e passei o polegar em seu rosto, acariciando o local.

-Só…por favor, não me machuque.
Falou baixo e uma lágrima escorreu de seus olhos.

-Não se preocupe, vou pegar leve…é sua primeira vez?
Perguntei colocando uma mecha de cabelo atrás de sua orelha. Ela apenas assentiu. Eu a repreenderia mas ela está tão fraca e finalmente cedeu, então deixei como um agrado.

-Vamos comer, quero você mais acordada e disposta do que nunca.
Sorri malicioso e a levei até a cozinha.

Continua…

***

Espero que esteja gostando.😘


Eu não sabia se escrevia o hot nessa parte ou deixava para a segunda então…vocês preferem que eu escreva o hot na continuação ou que eu pule isso? Vocês decidem.


Se possível, vá na ask e diga o que achou, é importante para mim e isso me motiva a continuar.😊❤

Olhe nos olhos da pessoa com quem conversa, sorria, ria sem medo, sem tapar a boca. Sem tapar a alma. Chore sempre que julgar necessário, dê um descanso para sua alma. Abrace mais, fale mais do que sente. Diga que ama a quem você ama de verdade. Passe mais tempo com as pessoas que significam algo para você. Viaje ou vá até um lugarzinho próximo mas que te faça bem. Passe um tempo só também, organize os pensamentos, os sentimentos. Aproveite-se, ame-se. Curta-se. Permita-se viver tudo o que te fará realmente feliz e bem. Diante de Deus, sempre. Sinta. Viva enquanto é tempo, enquanto não chega a última primavera, o último verão, a última chuva no telhado. Enquanto ainda há oportunidade, amor, amanhã. Viva. Mas viva bem, no aspecto mais literal e real da palavra. Viva. Não só exista. Por favor, não só exista, apenas.
—  De verso e alma, escrevinhei.
Imagine hot com Harry Styles
  • Pedido
  • Gabi você poderia fazer um hot da (s/n) e do Harry? Que eles já são casados e tem um filho bebê… Na casa da mãe dele.

  - Já está pronta, amor? - meu marido me perguntou.

  - Sim, baby, só falta pegar a bolsa da Darcy. - o respondi e logo Harry entrou em casa para pegar a bolsa com as coisas da nossa filha enquanto eu colocava a mesma na cadeirinha de bebê.

  - E agora… casa da vovó! - meu marido gritou animado para nossa filha que o respondeu batendo palmas e dando gritinhos animados. Sorri. Harry ligou o carro e fomos em direção a casa da minha sogra.

  - Oh meu Deus, como vai, minha princesa? - Anne fez uma voz fina  para Darcy que rapidamente esticou seus bracinhos em direção a vó que a pegou no colo.

  - Oi mãe. - Harry disse fingindo que estava com ciúmes mas eu sabia que ele amava essa relação de vó e neta. Anne o olhou e riu, logo nos cumprimentou e nos convidou para entrar. Gemma saiu correndo em direção a minha filha, havia tempo que elas duas não se viam.

  - Oi linda, que saudade! - ri com a voz melosa da minha cunhada. Senti duas mãos me envolverem e por um segundo eu me assustei mas senti o cheiro do perfume de Harry e logo relaxei o corpo.

  - Eu te amo. - sussurrou em meu ouvido e imediatamente meu corpo respondeu ao seu toque se arrepiando, virei meu corpo para que eu ficasse de frente para ele e envolvi meus braços no pescoço dele.

  - E eu te amo muito mais. - o selei.

  - Seus pais são muito safadinhos, Darcy! - ouvi Gemma dizer para minha filha e escondi meu rosto no peito do meu marido sentindo meu rosto queimar de vergonha. Ouvi a risada de Harry e afundei ainda mais meu rosto.

  - Deixe eles, Gemma, seu irmão não tem mais tempo para essas coisas, então deixe os aproveitar. - ouvi minha sogra dizer e meu rosto devia estar um pimentão. Harry continuava gargalhando por conta da minha vergonha e eu sentia vontade de tapar a boca dele.

  - Tá bom, mãe. Vocês podem ir para o meu quarto. - Gemma disse e eu tomei coragem para olhar para a cara dela e a mesma estava com um sorriso malicioso, não aguentei e ri.

  - É pra já! - Harry disse me puxando para mais um beijo intenso que eu interrompi por ainda estar com vergonha, o que causou ainda mais risadas. Ouvi minha pequena começar a chorar e eu me separei de Harry indo em direção a ela.

  - Shh, calma filha, a mamãe tá aqui. - falei tirando ela do colo de Gemma e a balancei em meus braços tentando acalma-la.

  - (S/a), deixa, eu cuido da minha sobrinha. - Gemma disse pegando ela do meu colo. A olhei agradecida.

  - Eu chamo vocês na hora do almoço, podem ir descansar. - Anne disse rindo. Céus, que vergonha.

  - Tem certeza? Se você quiser eu te ajudo a fazer a comida, Anne. - disse tentando sair daquela situação constrangedora. Harry continuava dando beijinhos em meu pescoço.

  - Não precisa, querida, e também tenho que esperar meu marido chegar do mercado. - ela disse tentando me convencer.

  - Eu estava falando sério quando disse para irem para o quarto. - Gemma disse rindo. Darcy já havia parado de chorar.

  Senti duas mãos me puxando para cima e quando vi já estava segundo carregada por Harry. Ele me segurava com o maior cuidado, como se eu fosse um bebê. Ri com isso. Ele subia a escada enquanto eu ria em seu colo.

  - Me deem mais netinhos! - Anne gritou lá de baixo e eu senti minha bochecha esquentar. Céus, o que está acontecendo?

  Harry me jogou delicadamente na cama de casal e logo subiu em cima de mim me beijando. Nos beijávamos com urgência e saudade, como se fosse o nosso último. Abri os botões da camisa dele, Harry me ajudou a tira-la e foi questão de segundos para que ela fosse jogada para qualquer canto do quarto. Comecei a arranhar as costas dele enquanto o mesmo distribuía beijos e mordidinhas em meu pescoço. Gemia fraco pedindo por mais e ele atendeu meu pedido tirando minha blusa deixando meu sutiã rosa rendado à mostra.

  - Você é linda. - ele disse baixo me avaliando. Sua voz estava rouca.

  - E sua. - o puxei para um beijo que foi correspondido, enquanto suas mãos passeavam livremente por meu corpo. Comecei a beijar e distribuir leves chupões em seu pescoço. Harry gemia baixo e segurava meu cabelo com força o que me incentivava a continuar.

   Naquele momento não importava se estávamos na casa da mãe dele, se tinha gente no primeiro andar, se podiam nos escutar, nada importava além de nós.

  Meu sutiã foi retirado sem nenhuma delicadeza, foi questão de segundos para que eu sentisse a boca de Harry em meu seio direito enquanto o esquerdo era estimulado pelos dedos dele. Ele mordia e puxava delicadamente o bico do meu seio e eu clamava por mais enquanto segurava o cabelo dele o bagunçando. Harry começou a deslizar seu corpo e beijava minha barriga indo em direção ao meu short. O olhei e ele sorria para mim, seus olhos transbordavam luxúria e isso me excitava ainda mais. Seus dedos ágeis rapidamente abriram meu short e o tirou de mim. Senti os dedos dele fazerem um carinho em minha intimidade por cima da minha calcinha que já estava bem molhada. Ele estava me torturando.

   - Baby, por favor. - choraminguei por não senti-lo dentro de mim.

  - Por favor o que? - ele tirou minha calcinha lentamente sem tirar os olhos de mim. Senti sua língua em meu clitóris e gemi alto. Porra. Ele começou a soprar minha intimidade e por conta da sensibilidade isso causava um prazer inexplicável. Senti ele penetrar um dedo em mim lentamente. Eu precisava de mais.

   Ele parou tudo e voltou a subir em mim colando nossas testas. Ele havia tirado sua calça e sua cueca box branca já estava apertada por conta do volume.

  - Harry! - gemi o nome dele quando ele pressionou seu quadril em direção ao meu, colando nossas intimidades. Envolvi minhas pernas no quadril dele tentando, de alguma forma, nos juntar ainda mais.

  - Me diga o que você quer. - ele gemeu quando rebolei meu quadril em busca de mais.

  - Me fode. - disse já desesperada para senti-lo dentro de mim. Fechei meus olhos com força quando senti Harry entrar com tudo dentro de mim. Voltei a arranhar as costas dele para tentar me acalmar. Gemíamos por conta do enorme prazer, Harry aumentava as estocadas e eu sentia que estava chegando ao meu máximo mas tentei me segurar para prolongar isso.

  Gotas de suor já estavam presentes em nossos corpos mas isso não importava, não enquanto estivéssemos sendo um só.

  Harry me penetrou ainda mais rápido e com mais força e foi assim que senti meu ventre embrulhar pedindo por mais. Fechei meus olhos sentindo o clímax chegando. Ele penetrou com mais força e então eu senti tudo a minha volta parar, meu corpo estava em êxtase, meu coração parecia que ia saltar para fora. Senti o corpo de Harry ficar rijo e senti seu líquido dentro de mim. Harry colocou sua cabeça em meu ombro para descansar e eu comecei a fazer carinho em seu cabelo.

  Eu sabia que havia sido a nossa melhor pois nunca havíamos ficado tanto tempo sem. Por conta da Darcy estar tendo muitas cólicas, estávamos nos dedicando totalmente e somente à ela. Havíamos descontado toda a saudade nisso.

  Estava quase dormindo quando ouvi a voz do padrasto do Harry gritar do corredor falando que o almoço estava pronto.

  Olhei para Harry que me encarava e sorri para ele que logo retribuiu.

  - Eu amo você. - eu disse.

  - Eu te amo mais, baby. - sua voz ainda estava rouca.

  Era hora de encaramos todo mundo lá embaixo e eu não sabia com que coragem eu irei fazer isso mas havia valido à pena. Na verdade, qualquer coisa que envolva Harry vale à pena.

Gabi

Estar contigo en mis sueños es tan… inesperado. El terminar a tu lado compartiendo un poco más que caricias. El roce de tus manos me llenaba cuando más vacía me sentía, me recorrías de pies a cabeza con tus labios haciéndome tapar mi boca con las manos para no hacer mucho escándalo. Me hacías querer llevarte a las nubes con el disfrute que expresábamos en gemidos contenidos, quería darte lo mejor de mí, solo pensaba en que nunca quería que sacarás de tu mente ese momento. Quería complacerte para que no necesitarás de nadie más.
Me recuerdo nerviosa al intentar quitarte tu camisa, estaba tan nerviosa y tú sonreías, no burlándote de mí, sí no una sonrisa de ternura, al ver como aquella chiquilla prematura intentaba llevarte a la cama, a la mesa, al sillón, a la bañera, a donde quiera que me haya pasado por la mente. Hice que la cremallera de tus pantalones no siguiera siendo un obstáculo y ahí estabas observándome de nuevo, había ternura y pasión en tu mirada, entonces, lentamente, ya expuestos los dos, tu mirada cambiaba, la ternura fue remplazada por lujuria, lujuria pura. Comenzabas a besarme, primero lentamente, después con una pasión digna de ti y de lo que sentíamos, yo te devolví los besos, pero era prácticamente nueva en el arte de amar con el cuerpo, sentía tus sonrisas en mis labios, entonces, te mordía el labio inferior y eso te volvió completamente loco, tus manos estaban en todo mi cuerpo.
Hacíamos el amor, primero por amor, una, dos, tres veces, más quizá, después tuvimos sexo por el placer que nos provocaba, mí cuerpo, tu cuerpo, estábamos hechos el uno para el otro, ardíamos incontrolablemente. Hacías llover entre mis piernas cien diluvias por minuto, yo era solo una náufraga agarrándose a tu espalda como si fuera una madera en mitad del océano.
Te quiero. Y lo quiero todo contigo.
Entre susurros y algunos gritos bendecía tu existencia.
Entonces en silencio te susurraba:
- Eres mío, mío y de nadie más.
A lo que solo sonreías y continuábamos sin descansos ni medios tiempos.
Quería que me tuvieras y que estuvieras consciente de que aunque sea sólo por ese momento nos pertenecíamos el uno al otro, porque solo estábamos tú y yo, solo nosotros existíamos y después de unos minutos, ya éramos solo un ser.
También recuerdo que nos quedábamos sin aire, y entre gemidos respirábamos el mismo aire, una y otra vez, compartiéndolo todo en sí.

Imagine - Harry Styles

- Já chegou do trabalho? - Assustei-me com um beijo no pescoço.

- Sim, saí mais cedo. - Harry riu apertando forte a minha cintura. - Deixei algumas coisas para o George resolver e pronto.

- Folgado.

- Estou com saudades, sabia? - Virou-me pra ele e me beijou.

- Saudades?

- É.

- De quem?

- De você.

- E por quê?

- Ah (s/n), estamos há tanto tempo sem… Você sabe…

- Sem sexo?

- Isso.

- E você quer agora? - Ri.

- Acho que sim. - Afastou uma mexa do meu cabelo e segurando minha nuca me deu um beijo. Harry nos deitou na cama e retirou a minha calça antes de se deitar por cima de mim. Eu com alguma dificuldade consegui puxar sua camisa pra fora do corpo. Quando eu me preparava para desabotoar a sua calça o seu celular toca. - Merda. - Reclamou dando um soco no colchão.

- Deixa tocar. - Pedi passando as unhas levemente no seu peito.

- Eu preciso atender.

- Por quê?

- Pode ser algo do trabalho, algum problema e… - Interrompi-o com um beijo afobado, totalmente sem jeito, enquanto puxava sua cabeça cada vez mais pra mim. Desci para o seu pescoço e o chupei fortemente ouvindo meu marido arfar. - Alô? - Praticamente gemeu ao atender o celular.

- Desliga. - Sussurrei em seu outro ouvido.

- Um minuto. - Tapou o microfone do celular e me deu um beijo rápido sentando-se na cama de costas pra mim. - Pode falar, George.

- Amor. - Chamei-o e ele me olhou. - Vem logo. - Eu estava impaciente. Ele atiça a pessoa e depois quer deixar na mão?

- Calma. - Riu pegando meu dedo e o mordendo. - Eu entendo. Deixei o arquivo no pendrive que fica na gaveta 8, você olhou lá? - Ele falou para o seu funcionário. - Eu posso… - Foi interrompido por si mesmo quando sentiu minhas mãos no seu abdômen, eu estava atrás dele e tentava alcançar o botão da sua calça.

- Continue. - Pedi e mordi sua orelha.

- Eu… Eu… Posso te… Mandar… - Ele tentava falar me fazendo rir enquanto eu finalmente havia encontrado o botão da sua calça e após um apertão no local eu desabotoei. - O arquivo. - Harry me olhou de olhos arregalados quando eu me coloquei de joelhos diante dele. - O que está fazendo? - Ele sussurrou pra mim e eu encolhi os ombros.

- Não vou fazer o que você está pensando. - Respondi rindo e puxando a calça de seu corpo. Beijei sua coxa e fui subindo com os beijos até seu membro. - Encerro aqui. - Mordi levemente fazendo Harry gemer e depois tapar a boca.

- Não… Não foi nada, George. Pode prosseguir. - Respirou fundo e eu gargalhei vendo o grande volume em sua boxer. - Você me paga, (s/a). - Sussurrou me encarando enquanto mordia os lábios. Puxei minha blusa de meu corpo e prendi meu cabelo, eu realmente estava com calor. - Então, tudo certo? - Ele estava louco pra desligar. - Ah… Explique. - Revirou os olhos e eu ri. Eu estava completamente ferrada quando ele saísse do telefone.

Decidi provocar mais um pouco, afinal, eu estava condenada de todo jeito. Fui ao banheiro e peguei um de meus cremes, coloquei uma perna na cama, mais precisamente ao seu lado, e espalhei por toda ela. Olhei pra ele sorrindo descaradamente e logo senti sua mão grande na minha bunda apertando-a e fazendo com que eu pulasse minimamente.

- É… Eu concordo. - Mordeu o lábio inferior e com a mesma mão que apertou minha bunda ele pegou o creme, apoiou o celular no ombro e distribuiu o conteúdo do frasco na minha perna, massageando em seguida. - Eu acho que você deveria ligar para a sua namorada, George. - Ele disse me fazendo rir. Apertou minha coxa e mordeu-a logo depois enquanto me olhava, a ideia era que eu provocasse ele, mas acho que algo mudou aqui… - Porque a minha mulher está a me provocar bem aqui na minha frente e eu preciso urgentemente fazer sexo com ela, você me entende? - Ele disse ainda me olhando e eu fiquei muito irritada.

- Que merda é essa, Styles? - Falei baixo e ele riu,não sei se era de mim ou de algo que o George tenha dito. Harry me puxou pela cintura e me prendeu em seu colo.

- Te aconselho a ir pra casa agora, cara. - Gargalhou. - Aproveite a noite, eu farei a mesma coisa. - Desligou o celular rapidamente e o jogou na poltrona à frente da cama, Harry levantou-se comigo em seu colo e me colocou um tanto indelicadamente na cama.

- Por que fez aquilo?

- Uma pequena forma de vingança. - Atacou meu pescoço mordendo-o com força.

- E com que cara que eu vou olhar para o George depois, hein?

- É simples, não olha. - Riu descendo minha calcinha.

- Porque não é você.

- De certa forma tem a ver comigo, amor. - Desceu seus beijos pelo meu peito e desatacou o meu sutiã.

- Mas você é descarado demais. - Fechei os olhos gemendo ao sentir sua boca em meus seios.

- Talvez.

- Dá pra acelerar aí? - Pedi puxando levemente seus cabelos.

- Não. - Respirei fundo agarrando-o pelas pernas. - Minha vingança só está começando, senhora Styles. - Chupou meu queixo e o mordeu. - Hoje você vai saber o que de fato é uma provocação e vai aprender que isso não se faz quando o seu marido está tratando de negócios ao telefone.

- Merda. - Xinguei irritada.

Ele sabia fazer as coisas e eu tinha certeza que ia me ferrar, mas esse era um preço que eu teria que pagar por ter provocado o meu marido, mesmo que minimamente enquanto ele estava no celular com um funcionário. Harry gostava muito de sexo, então esse seria um belo pretexto pra ele me fazer ficar a noite toda acordada junto a ele. E eu, claro, não acho ruim. Longe de mim!

Jess

Día 26-FanFic Wigetta-Un Mes


Era lunes por la mañana, Samuel sentía las lagrimas secas en su rostro. Guillermo había terminado abrazando a Samuel del torso y Zeus en medio de ellos dos, así como en los viejos tiempos, cuando Zeus era apenas un bebé. Porque ellos había sido sus padres desde el momento que salió del hospital en brazos de la hermana de Guillermo. ¿Enserio se atrevería a abandonarlos? ¿En verdad estaba tan enamorado de Estefanía como decía estarlo? ¿Había luchado tanto para solo dejarlo caer sus manos y hacerlo añicos? ¿Estaba decidió a firma esos papeles?
Los dejo dormir, habían pasado por tantos altibajos que se hacia una idea de el daño emocional que estarían sufriendo estos últimos días.  A veces se sentía culpable por lo que  sentía, sentía que engañaba a Guillermo de todas las formas posibles, porque quería demostrarle que en el fondo, todavía lo amaba pero después ese amor  y cariño se lo regalaba a Estefanía y ella lo convertía en un deseo sexual.  
Amaba a su hijo, tanto que soportaba la inquietud que le causaba tener que besar, abrazar y querer a Guillermo en frente de los ojos de Zeus. No tenia idea si lo hacia por Zeus o por él mismo. Ya no sabia que sentía.  
No tenia ninguna intensión de odiar a nadie, ni siquiera a Estefanía quien había sacrificado la vida de un pequeño inocente, su hijo propio, a la de ella. Sinceramente prefería la del bebé pero ya era muy tarde y él no decidía sobre el cuerpo de Estefanía.  
Sentía como si todo su cuerpo se fuera a desplomar en cualquier momento, sus sentimientos lo estaban afectado mucho. La culpa, eso era lo que lo estaba literalmente matando. Por su culpa Guillermo tal vez estaría a días de su muerte y solo estaba luchando cada segundo de su vida y daba cada calada de aire por Zeus, no por él.  
Acomodo su playera, se vio al espejo de cuerpo completo. Ya no se reconocía, parecía otra persona, distante a todo lo que era antes, al Samuel que existía años atrás que estaba arrasándose de amor por Guillermo. Parecía exagerado pero así estaba tiempo atrás, Guillermo no había sido alguien muy fácil de conquistar.  
Las gotas de su cabello mojado caían por su rostro, las limpio y seco su cabello pasando una toalla sobre el. Era muy temprano, las calles todavía estaban obscuras, tal vez era el cambio de estación, tal vez, él ya no pudo conciliar el sueño y ya muy poco le importaba el tiempo.  
Preparo el desayuno y lo dejo en la mesa con una pequeña nota y después salió hacia su trabajo. Zeus despertaría con un dolor de cabeza horrible, decidió no llevarlo a la escuela, le habían recomendado reposo.
A su teléfono le llegaban miles de mensajes, llamadas perdidas y mensajes de voz, no necesariamente de su madre. Eran todas de Estefanía y la culpa que cargaba. Aun cuando Samuel le había alzado la voz y le hubiese dicho tal cosa, ella seguía con esa obsesión de mantenerlo a su lado, constase lo que costase. Pero era obsesión, no amor. Hizo caso omiso a cualquier cosa que ella dijese pero de una u otra forma, tendrían que hablar y arreglar sus problemas. Samuel podía personarla, de cualquier cosas pero Zeus era intocable, no le permitiría eso a Estefanía, de cierta forma no la perdonaría del todo pero ella ya se estaba convirtiendo, prácticamente en su esposa. No quería el divorcio para librarse de Guillermo. Así, al menos, no lo pensaba.  
La salud de su familia iba de mal en peor, Guillermo luchaba él solo con una enfermedad de la que Samuel, no tenia conocimiento, el simple hecho de pensar en la posibilidad de que Guillermo se fuese, le causaba gran terror. Y ahí estaba la polémica entre si dejarlo o seguir luchando por algo que tal vez se había acabado ya hace tiempo.  
La tarde paso lenta y aburrida, el reloj marcaba al rededor de las cuatro y media de la tarde, Samuel había quedado verse con Estefanía en una cafetería cerca de su casa.  
Guillermo había despertado muy tarde  eso lo alarmo. Era tanto el cansancio que existía en su consiente que no tenia ganas ni de respirar. Zeus tenia un plato de cereales y veía la televisión, seguía en la ropa de ayer.  
-Buenos días pequeño.
-Buenos días papi  
-¿Y tú padre?-se levanto de la cama, tenia todo el cuerpo adolorido, los ojos le pesaban y se sentia de muerte pero tuvo la fuerza para regresarle la sonrisa a su hijo. Zeus alzo los hombros
-Dejo un papel en la cocina  
-¿Como te sientes?  
-Bien pero me duele-toco su cabeza y el vendaje blanco.
Guillermo se sorprendió al ver la casa limpia y el desayuno en la mesa con una nota que anunciaba que Samuel llegaría pronto. ¿Tanto había dormido?
Se dio una ducha muy corta al igual que Zeus, cuidando la herida de su cabeza y colocado otro vendaje.  
-Parece un gorrito-dijo Zeus mientras Guillermo con pocas fuerzas le ponía el pantalón, le saco una gran sonrisa y asintió ante el cometario de Zeus.  
Se fue a preparar la comida, era muy tarde pero estaba consiente que tenia un hijo, que de seguro moría de hambre.  
Pero entonces, cuando había puesto el plato en la mesa donde todavía yacía el desayuno sin siquiera haber sido tocado por Guillermo. Todos se volvió negro, su vista fallo, sus piernas fallaron, un escalofrió recorrió su cuerpo y su cuerpo callo sobre el frio suelo. Zeus salió corriendo de la habitación por el ruido de algo caer. Vio a Guillermo tirado, con los ojos cerrado.  
<<¿Estará durmiendo? ¿Porque en el suelo?>>-pensó
Se acerco a él y lo movió, pero no estaba durmiendo. Se preocupo. ¿Le habrá pasado lo mismo que a su pez?
Tomo el teléfono de Guillermo, suerte que no tenia clave y que Zeus era un niño extremadamente inteligente.
El teléfono de Samuel vibro en sus pantalones y detuvo su caminar hacia la cafetería, en la pantalla estaba el nombre de Guillermo, inconscientemente sonrió pero le preocupo, Guillermo casi no le llamaba a menos que fuese una emergencia.
-Guille ¿Que sucede?
-Soy yo…-una voz de un infante se escucho del otro lado y de repente la sangre se le congelo, no tenia un buen presentimiento de esto-Papi esta acostado en el suelo, no despierta
Zeus estaba a punto de soltar lagrimas y su voz lo comprobaba. Estaba sentado a un lado del cuerpo de Guillermo, inmóvil. No sabia si regresarse o ir con Estefanía. Escogió por correr a su auto y conducir lo mas rápido que pudo hasta su casa, casi sin importar si mataba a alguien por el camino.
De una forma, muy dramática entro a la casa y corrió hasta Guillermo, todavía respiraba, solo se había desmayado. Vio los patos de la mañana con el desayuno todavía ahí. Guillermo no había comido nada desde hace tiempo, y no sabia que se estaba haciendo mas daño del que ya tenia. Pero es que, él en realidad no tenia hambre, tenia nauseas, le causaba un gran dolor en el estomago y de repente, sin su consentimiento, todo se le devolvía.
Samuel lo tomo en brazos, lo llevo al sofá mientras Zeus miraba impotente, no sabia que hacer y solo se dedico a tapar su boca y no hacer ruido mientras lloraba.
Primero Zeus inconsciente y ahora Guillermo ¿Enserio había sido tan mala persona?
Samuel le paso un poco de alcohol por la nariz y le dio unos pequeños golpes, no quería hacerle daño. Un par de minutos después, despertó, sin tener conciencia de lo que había sucedido. Unas ganas inmensas de volver el estomago le llegaron hasta la garganta y Samuel le detuvo un bote, le acaricio la espalda y después le limpio la boca. Nada de residuos de comida había salido, solo agua y saliva. Guillermo se recostó de nuevo y Zeus corrió a abrazarlo mientras lloraba.  
-Papi, no te mueras-Guillermo le limpio las lagrimas y sonrió pero no contesto nada.
-Vamos Zeus, déjalo, tiene que descansar.
Zeus no quería despegarse de él, pero obedeció y con respiraciones hondas y cortas por el llanto, se fue hasta su habitación. Realmente tenia miedo a que su padre se muriera.
-¿Como te sientes?
-Cansado, muy  cansado.  
-¿Quieres que llame al medico?
Guillermo negó con la cabeza.
-Gracias.
-¿Porque?
-Por venir, supongo que estabas ocupado.  
Y Samuel se quedo callado, no sabia que responderle, lo llevo hasta la habitación, tal vez pesaba menos que Zeus y vaya que le causaba un miedo enorme. Su vida se estaba volviendo miedos y preocupaciones.  
Guillermo no quería que ningún medico lo revisara, era el miedo de que Samuel quisiera saber que tenia. El estrés también causo que se desmayara, había estado pensando tanto en un futuro, en como arreglárselas para cuidar de un niño él solo. Porque aun cuando ya no tuviese las ganas suficientes para superar casa fase de su enfermedad y seguir luchando, tenia una pequeña esperanza de un futuro sin o con Samuel. Porque sabia que tenia prácticamente los días contados, pero albergaba esa pequeña chispa de esperanza de que todo estaría bien, que él podría seguir luchando contra él mismo y todo lo que se viniese encima pero últimamente, el estrés que le causaba el cuidar de Zeus, no ser una carga para alguien mas y ser autosuficiente aún es su circunstancias, era mucho, sumándole la falta de alimento. Probablemente Guillermo estaría muerto. De no ser por aquellos pequeños ojos que derraman lagrimas he imploraban que su padre siguiera vivo. Y como ya muchas veces se lo había demostrado, solo luchaba por su hijo.
-Debe de haber algún tratamiento ¿No te das cuenta? Guillermo, estas muriendo y yo no puedo soportar verte así.
-Es un simple resfriado y con las circunstancias… ya sabes, esto de la separación… No hay tratamiento, solo alérgicos.
-Guillermo no me mientas, solo esta vez, sé sincero conmigo.
Guillermo dio una gran calada de aire, era lo que le faltaba a sus pulmones, aire y mas aire, sentía como si sus pulmones se hundieran junto con su corazón que era frágil.
-Estoy cansado. Hablemos de eso, después. Zeus no ha comido, te agradecería si pudieras prepararle algo.  
-Y ¿Tú? ¿Has comido algo?
Guillermo negó. Pero tampoco es como si tuviese hambre, no la tenia.  
-Te traeré algo.
Paso el tiempo, Guillermo se había quedado dormido. Samuel se había olvidado de Estefanía y jugaba con Zeus con el nuevo juego que le había comprado. Afuera llovía, los días últimamente eran fríos, húmedos y muy grises.
Estefanía había regresado a casa sola, en medio de la noche con peligro de ser asaltada o cualquier otra cosa. Las lagrimas que resbalan por su rostro y se perdían con la lluvia que caía sobre ella, eran de rabia, no se podía describir aquel sentimiento que hería su corazón, se sentía decepcionada, usada. Estefanía, se estaba enamorando de un hombre casado, con una familia. Creía que tenia bien controlados sus sentimientos pero ahora todo se le iba de las manos de un día a otro.
Samuel se sentó al borde de la cama después de haberle leído un cuento a Zeus.  
<<Ojala todos fuese tan fácil igual que en el libro>>-se dijo así mismo.  
Lo acomodo, le puso las mantas encima y le dio un beso en la frente. Dejo salir un gran suspiro cuando estuvo en el pasillo.  
Vio el plato de fruta, no había ni siquiera tocado ni movido de la mesa. Prendió la luz de su habitación, el reloj marcaba las once y media de la noche. Miro casa centímetro de Guillermo. ¿En que momento se había muerto y seguía respirando? ¿Por qué no le decía lo que le sucedería?
Todos sus huesos resaltaban mas, su piel había perdidos su color y ahora lo cubrían marchas que según Guillermo, no le dolían pero claro que lo hacían.  
Un escalofrió recorrió a Samuel. Se recostó a un lado de Guillermo y se durmió imaginando que nada pasaba y que todos estaba perfecto. 

Día 27 con unagordashipperdewigetta

Preference - Natal

Harry:

Parei na cozinha olhando tudo em volta, eu estava um pouco inutil ali, praticamente todas as mulheres da familia estavam naquele ambiente, os homens espalhados na sala conversando e rindo mais alto que a música.

-Querida leva essa salada pra mim? - Anne me deu uma tigela sorrindo.

Entrei na sala e Harry estava gargalhando de algo, me viu do outro lado da sala e abriu os braços, totalmente bebado.

-GOSTO DE MULHER ASSIM - ele gritou pra mim - COZINHANDO PRA MIM.

Arregalei levemente os olhos indicando que ele calasse a boca mas isso o despertou, Harry correu até mim e me agarrou de lado beijando minhas bochechas.

-Que cheirinho gostoso - disse forçando a voz - voce ta cheirando peru.
-Chega de vinho pra voce - tirei sua taça.
-OHHHH - ele levantou a palma da mão - vai apanhar no bumbum.
-Pelo amor de deus - Gemma disse baixo com uma farofa nas mãos.
-Sai pra lá coisa ruim - ele gritava desgrenhado.

Harry estava tonto, cambaleando, seu cabelo bagunçado, a camisa aberta até o peito, a boca vermelha e um sorriso bobo nos lábios, seu hálito não podia ser mais forte.

-Voce não pode beber tanto assim amor - falei abotoando sua camisa.
-NAAAAAUM - ele tirou minhas mãos - eu to com calor.
-Então vamos tomar um ar, vem - eu estava vermelha de vergonha.
-Qué não - falou se sentando - EU QUERO COMER MÃE.

Seus primos riam de seu estado e eu tentava tapar sua boca a cada besteira que ele tentava dizer, encostei do seu lado na cadeira e observei todos se protarem para a ceia, assim que cada um foi assumindo seu lugar Harry pareceu impaciente.

-Cadeira dura - falou com uma careta.
-Babe - Anne chamou fazendo um sinal de silencio com os dedos.

Ele bufou alto e alguns reprimiram uma risada, seu padrasto levantou e começou a agradecer pelas presenças dos familiares no natal.

-E o peru? - Harry disse sussurrando alto o bastanta pra mim.
-Harry - Anne falou num tom perigoso.
-UÉ eu não to vendo ele - ele disse levantando os ombros.

Mais uma vez o discurso recomeçou.

-Blá blá blááá - ele gritou e eu me levantei.
-Vamos tomar uma água? - sugeri pra ele que sorriu.

Segurei-o pelo braço e o levei para a cozinha, fiz o mesmo se sentar num banco e peguei a cafeteira servindo uma enorme xícara em seguida, Harry se jogou pra cima de mim me encoxando e eu pulei de susto.

-Oque acha amor, vamos FAZER?
-Fazer oque Harry? - falei me soltando de seu aperto.
-A-M-O-R - ele soletrou alto e eu dei um tapa em seu braço - ai, hum então quer um amorzinho selvagem hoje?
-HARRY - falei alto colocando ele no banco - toma logo esse café.

Ele fechou a cara e encostou na mesa olhando em volta.

-ACHEI O PERU!

Louis:

-DINGO BEL, DINGO BEL - ele cantava gritando pela janela do carro e depois gargalhava - viu a cara da velhinha?
-Pra que isso? - falei e ele deu de ombros.
-Voce é chata.

Louis dirigia rápido para chegarmos a tempo da ceia na casa de seus pais, viajavamos por mais de três horas e ele passou metade do caminho assustando pobre velhinhas nas ruas, agora a neva dificultava sua alta velocidade.

-Bosta - ele disse diminuindo.
-Aproveita e para ali um pouquinho, preciso usar o banheiro.
-Numero um ou dois? - ele disse me fazendo virar indignada.
-E porque voce quer saber?
-Demorou pra responder, é numero dois - e riu me fazendo dar outro tapa.

Louis estacionou em frente a um posto de gasolina e desceu pra abastecer.

-Não esquece - ele gritou me fazendo olhar - pra cima e pra baixo - imitou o ato de limpar-se.
-Idiota.

Corri na loja de conveniencia e um mini coral de crianças estava alojada lá dentro, cantando alto alguma canção de natal, sorri e corri para os fundos, depois de usar o banheiro voltei e sai de volta para a rua, parei olhando a cena de Louis do meio das crianças com a mesma pastinha verde delas cantando a plenos pulmões.

-O MENININHO JESUUUUUUS - ele finalizou fazendo uma dancinha.
-BRAVO - bati palmas e ele agradeceu.
-Valeu meninada - e assim tirou a carteira do bolso - agora façam fila que o titio vai dar dinheiro.
-Meu deus - falei rindo.

Liam:

Olhei no relógio da sala e percebi que eram quase meia noite, nossa ceia estava toda montada embaixo de um pano preto totalmente vedada, meus pais e os pais dele não estavam na cidade então decidimos passar nosso primeiro natal juntos, no nosso apartamento, Liam por sua vez inventou que queria cozinhar e fez tudo sozinho, passou o final de semana inteiro sem me deixar tocar na cozinha, e agora ele vinha da cozinha com uma enorme bandeja.

-E o prato principal - ele falou anunciando.
-Eu to morta de fome - falei feliz.
-Então se preprare benzinho - ele disse depositando a bandeja fechada na mesa - pronta?
-Muito - falei animada.

Liam segurou cada ponta da toalha que cobria nosso jantar e contou até três em silencio com os dedos.

-TCHANAAAAAAAM - ele gritou levantando a toalha.

Olhei ansiosa para a mesa e fiquei surpresa, pensei ver tudo murcho ou desgrenhado mas estava tudo tão lindo, grande, bonito e suculento que abri a boca totalmente chocada.

-EAAAIIII? - ele dizia ainda com seu avental sobre o corpo.
-Meu, deus.

Tinha desde torradas enfeitadas e desenhadas até o mais suculento frango recheado, doces, sucos, frutas, tudo bem enfileirado, bonito e decorado, Liam começou uma dancinha da vitória e eu ri.

-Então, voce fez tudo?
-Elementar minha cara - ele disse orgulhoso - seu namorado além de muito gostoso, cozinha bem.
-E jogou as embalagens fora? - falei desviando o olhar.
-Que embalagens?! - disse chocado apoiando-se na mesa - oque voce sabe dona senhorita?
-Oque eu sei?? - falei falsamente indignada e gargalhei.
-AAAAAH SAFADA - ele apontou pra mim - então voce sabe.
-Padaria North Salt, encomende sua ceia conosco - eu disse abrindo os braços no ar e ele abaixou a cabeça.
-Droga.

Niall:

-O senhor esta me devendo um dinheiro - o primo de Niall dizia desconfiado.
-Oque? - ele disse supreso - eu não lembro desse dinheiro.
-Ih caloteiro - falei cutucando sua barriga de lado .
-Esse moleque que é mentiroso, cada vez que venho pra casa inventa um dinheiro diferente.

Estavamos reunidos na sala de estar da casa dos pais dele, meus pais também estavam juntos, todos rindo e conversando depois da ceia de natal, Niall estava conversando com seus primos e eu estava ao lado.

-Toma pega seu dinheiro - eu peguei a carteira dele no bolso e joguei para o garoto.
-Perdeu - o menino gritou mostrando a lingua e eu ri.

Niall levou a mão ao rosto.

-EU TE PEGO CANALHA - ele gritou mas o garoto correu.
-Perdeu - falei baixo.
-E voce é uma trairinha né - ele disse me segurando pela cintura - merece apanhar.
-Que isso - falei ofendida - meu pai ta aqui viu.
-Manda ele vir aqui falar comigo - ele falou alto com cara de bravo - faço ele chorar em dois tempos.
-AAAAAAATA - falei e rimos.

Niall me beijou e minutos depois sua mãe cruzou a sala com o rosto vermelho e cara fechada.

-Niall James - ela chamou nervosa.
-Que que foi? - ele disse emburrado quando ela quase o derrubou.
-Isso é coisa de se mostrar pros seus primos?

E então ela estendeu uma foto minha só de biquini, uma cartela de camisinhas, dois cartões premiun de motel e um folheto de sex shop, levei a mão a boca e Niall deu um gritinho agudo.

-JESUS - ele disse pegando tudo - desculpa mãe.
-Caramba viu - ela disse dando um tapa em seu ombro e saindo.
-Como voce faz isso?! - falei tapando o rosto.
-ahh voce que deu a carteira pra ele caramba - ele disse quase roxo.

Seu primo voltou correndo depois e sorriu pra Niall mostrando um jóinha.

-Ai ó, ta sabendo oque é bom desde cedo, to nem ai.

Zayn:

-E oque eu devo levar exatamente? - gritei do closet.
-Meu pai - ele disse bufando - já falei.
-Eu nunca passei o natal com as pessoas da sua religião - eu falei nervosa.
-Até parece que a gente mata uma virgem e come ela na mesa - ele disse grosso.

Sai só de sutiã e parei no batente da porta abrindo a boca em indignação.

-Eles sabem que eu não sou mais virgem né?
-Eu vou dar um tapa na sua cara - ele disse depois de pensar que eu diria algo sério e eu gargalhei.
-Branco pode né? - gritei voltando ao closet.
-NÃO - ele gritou.
-Porque??! - falei franzindo a testa.
-Porque voce não é mais virgem ué.

E assim quem gargalhou foi ele, revirei os olhos e peguei meu vestido verde escuro, curto mais lindo, vesti na mesma hora e fui mostra-lo.

-TA LOUCA DE IR DE VERDE? - ele gritou se levantando da cama.
-Porque?! - falei assustada.
-Essa é a cor da negatividade e acharam que voce esta trazendo más energias.
-É sério? - falei encarando o vestido - é tão lindo.
-Troca (S/n) - ele falou sério.
-É sério mesmo Zayn? - encarei desconfiada e ele se manteve sério.
-É muito sério.
-Mas eu já vi voce usando verde - falei franzindo os olhos.
-No natal? - ele cruzou os braços.

Parei e pensei, ele manteve me encarando.

-Tá eu troco - falei e voltei, segundos depois ouvi sua gargalhada alta.
-Besta - ouvi ele dizer.
-EU VOU PELADA - gritei nervosa.
-VAI MESMO - ele gritou de volta - meu pai te assa na grelha com molho.

Horas depois eu estava pronta, de vermelho, Zayn disse que essa era a cor das oferendas a seus deuses no país de sua familia mas eu ignorei fazendo ele fechar logo a porta, fui na sua frente e caminhei até o carro.

-VAI OFERENDA - ele gritou rindo e eu virei o fuzilando - destrava o carro amorzinho?

Desearía. (Drabble Wigetta)

Deja que su cuerpo, flojo y adormecido, descienda pegado a la puerta hasta caer al suelo, intentando hacer el menor ruido posible. Lleva rápidamente la mano derecha para tapar su boca y que el sonido de su sollozo no sea escuchado por ellos. Muerde su labio con fuerza y cierra los ojos, preguntándose porqué está ahí, porqué le gusta sufrir de esa manera, y a pesar de que encuentra una respuesta, no se levanta, simplemente sigue allí, escuchando como al otro lado de la puerta, su mejor amigo, la persona de la que lleva enamorado más años de los que puede contar, está con Lidia, esa chica que conoció cinco meses atrás, con un bonito pelo castaño y ojos verdes.

“Dijiste que no me dejarías solo…”- Susurra a la nada, e intenta levantarse, pero su cuerpo está totalmente inmóvil, parado frente a la puerta de Samuel, escuchando como él y su pareja están riendo y hablando a susurros.- “Dijiste que pasara lo que pasara, siempre me cuidarías”- Las lágrimas descienden por su mejilla frías y constantes. Quiere irse a su habitación, esconderse bajo las mantas y desaparecer. Quiere sufrir ahora y aparentar que todo está bien mañana. Quiere… ¿Querría que Samuel tuviese ojos para él en algún momento? Por supuesto. Pero… ¿No quiere, por encima de todo, la felicidad de ese chico idiota que tanto ama? Sí. Y sabe que será feliz con Lidia, pero duele tanto. Tantísimo que a veces piensa que puede llegar a desgarrarlo por dentro, partiéndolo en dos.

Sabe que le quedan pocos días junto a su mejor amigo, pues él se va a mudar con ella en menos de dos semanas, y no sabe qué hacer. No sabe si decirle a Samuel que no se vaya de su lado, o simplemente dejarlo ir. Porque su mente es un caos, peor aún que si estuviese siguiendo a su deseo egoísta del corazón.

¿Por qué, a pesar de todo, Samuel no puede ser feliz a su lado? ¿Por qué necesita a alguien más?

Al otro lado de la puerta se siguen escuchando risas y murmullos, quizá de la película, o quizá -¿no puede parar de torturarse?- están divirtiéndose de otra manera. La simple idea hace que quiera salir corriendo de la casa.

Suspira e intenta tranquilizarse. Es un hombre de 23 años, debe saber llevar esta situación. . ¿Cuántas veces se ha dicho eso antes de que todo se vuelva a venir abajo? Su corazón parece una máquina inestable; días en los que está genial porque Samuel está ahí con él, viendo una película, jugando juntos por horas y hablando de tonterías, y otros, a pesar de que Samuel sigue estando ahí, bajo el mismo techo, lo siente lejos, muy lejos, y sabe que Vegetta desea estar al lado de ella. Solo tiene que mirar sus ojos, que brillan con una intensidad casi mágica cuando la mira. Y eso a Guillermo lo está matando.

Se levanta del suelo, como si cargara una pesada piedra sobre su espalda, volviéndose a vestir con corazas invisibles sobre su roto corazón, y anda con cuidado para que sus pisadas no se escuchen, pero no pasan diez segundos para que Samuel ya esté en la puerta de su habitación, con Lidia justo detrás de él.

-¡Hey!- Lo saludo el mayor, con una sonrisa que, Guillermo puede asegurar, iluminaría toda Barcelona.- ¿Pasa algo, compañero?- Willy niega, con una sonrisa que no llega a sus ojos.- ¿De verdad? Pareces estar cansado, además tienes los ojos rojos.- El menor se siente totalmente imbécil por las pintas que debe tener, así que parpadea varias veces y dice que no es nada, que simplemente se le ha metido algo. Samuel lo cree, porque Guillermo siempre se ve sonriente y feliz, ¿qué podría pasarle?- ¿Quieres venir a ver las nuevas fotos que nos han mandado del piso?- Grita Vegetta, como si se tratase de un niño pequeño con un nuevo videojuego. Si todos hubiesen estado en silencio, hubiesen podido escuchar como, mientras Guille asentía, un sonido de algo rompiéndose -¿su corazón quizá? ¿se podía romper aún más?- caía al suelo, despedazándose más y más, hasta llegar al punto de ser tan pequeños los trozos esparcidos, que jamás podrían volver a unirse.

“Desearía que hubiésemos sido felices juntos…”- Piensa, mientras mira con detenimiento las fotos del nuevo piso de Samuel, donde él no estará.-“Pero… deseo por encima de todo, que tú seas feliz”- Y, riendo a carcajadas, le da la enhorabuena a su mejor amigo por el piso tan maravilloso que ha encontrado.-“Porque te quiero más de lo que me quiero a mí mismo.”

Nice to meet you | Wigetta

[Reproducir en bucle si es que desean :D]

El sol estaba precioso, la brisa primaveral golpeaba en mi rostro y llenaba mis pulmones de aire limpio. Mi sonrisa no se hizo esperar al divisar, al lado de mi primo, a aquel que hace tiempo estaba robando mis suspiros.

Cuanto amaba que ese pringado fuera parte de mi familia en estos momentos.

Separé mi cuerpo de ese banco en el que estuve casi por media hora esperando. Ansioso y, con mis manos temblorosas, caminé a su encuentro.

Él no sabía de mis sentimientos, y obviamente Frank, mi primo, tampoco lo sabía, por lo que me sorprendió cuando me dijo que íbamos a salir con su mejor amigo. Mi corazón comenzó a palpitar en cero coma y es que se me había hecho costumbre verlo solo desde lejos, admirar su perfil, como sus ojos se escondían cuando reía o esa loca manía que tenía de jugar con su reloj cuando estaba nervioso, pero nunca me había animado a tener contacto directo con él.

Me gustaba escuchar su voz que llegaba a mis oídos como un leve susurro traído desde la lejanía por el viento, me gustaba como en invierno salía a la lluvia sin un paraguas, cerraba sus ojos y levantaba su rostro con una preciosa sonrisa disfrutando de como las gotas chocaban con él y como en verano regañaba al sol porque sus rayos llegaran al encuentro con su piel nieva. No tienen idea de cuánto amaba cuando se sonrojaba si la maestra le preguntaba a él, o cuanto deseaba sentir su perfume, ese que solo podía oler cuando pasaba junto a mí de camino a su casillero cuando estábamos en la secundaria…

¿Cuántos años habían pasado de eso? ¿Cuánto había pasado de que podía estar cerca de él en el salón? ¿Verlo a todas las semanas en las escasas clases que compartíamos?

Tres, tres años en los que solo lo veía a lo lejos en la Universidad que por suerte compartíamos, o cuando iba a buscar a Frank a casa de la abuela para salir con él. Si me detengo a pensar, yo creo que más de una vez me sorprendió espiándole cuando mi primo se atrasaba y él tenía que sentarse en el sofá, nervioso y como no, girando la correa de su reloj sobre su muñeca. Es que me era imposible no buscar aunque sea un momento su rostro para grabarme cada detalle de él, aunque su imagen vivía alojada en mi memoria a largo plazo, y sinceramente dudo que algún día pueda olvidarla.

Guillermo, ese era su nombre, aquel que era perfecto para él. La verdad es que siempre me sentí un tonto por no poder, ni una sola vez, acercarme a él y presentarme solo para escuchar como mi nombre salía de sus gruesos y deseables labios. Esos labios  que me hacían sobresaltar y bajar la vista cada vez que esbozaban una tímida sonrisa en dirección a mí. La mayoría del tiempo me maldecía por no poder tener el valor de decir un simple “Hola”, algo que podía cambiar todo.

-¡Samuel! – Dijo Frank cuando llego a mi lado, abrazándome contra él. Si algo tenía que destacar de mi primo, era que conmigo se comportaba no solo como un pariente con el que compartía sangre, era mi mejor amigo, aquel con el que podía contar siempre, pasara lo que pasara él estaba ahí para mí, con sus brazos abiertos, su sonrisa sincera y sus palabras de apoyo. – No te había visto macho, creí que no vendrías.

Sutilmente, me guiño un ojo para poner su vista en su acompañante haciendo que mi corazón dejara de latir o comenzara a palpitar muy fuerte, la verdad no lo sé, no tenía tiempo de ponerme a pensar en lo que le pasaba a mi cuerpo en ese momento, porque por fin lo tenía aquí, al frente, a tan solo unos centímetros de distancia, con sus mejillas teñidas de rojo, su sonrisa radiante solo para mí. Se acercó aun más extendiendo su mano en mi dirección. La miré temeroso viendo sus dedos y como levemente temblaba, sonreí y correspondí, sintiendo por primera vez como era rozar su piel con la mía. Un escalofrío recorrió mi cuerpo y miré directamente a los ojos sin soltar su mano. Mi pulso estaba acelerado y no me importaba nada más, podrían estar asaltando la cafetería a mis espaldas y yo ni me enteraría, para mí solo existía él.

-Soy Guillermo, encantado – Su voz era gruesa, pero a la vez suave, una perfecta combinación que me robo un poco de la cordura que aún me quedaba.

-Sa-samuel, igualmente, encantando – Un suave carraspeo nos sacó de esa burbuja y un Frank, con una ceja alzada y una sonrisa pícara alternaba sus ojos entre Guillermo y yo que aun teníamos nuestras manos unidas en ese agarre cordial.

-Guille, Samuel estaba contigo en matemáticas y química, en último grado… ¿Lo recuerdas? – Miré sorprendido a mi primo, y quise tapar su boca en cero coma. Sabía cuál sería su respuesta puesto que yo pasaba desapercibido para todos, era invisible, de seguro ni siquiera sabía que existía.

-¡Cla-claro que lo recuerdo! Samuel de Luque – Sonrió ampliamente, deleitándome con su perfecta pronunciación de mi nombre. Sus ojos ahora estaban puestos en mí, se veía nervioso, incluso tanto como yo - Tú eras el que estaba siempre en el último puesto. Nunca te veía al terminar las clases…

-Es que… Es que tenía cosas que hacer, mis siguientes clases eran complicadas y-y pues… Eso – Mentí, mal, pero mentí. Soltó una suave risilla y sus ojos se escondieron bajo esos perfectos y achuchables mofletes. Mordí mi mejilla interna, y es que aún no caía en cuenta que estaba enfrente de mí.

-Claro campeón – Soltó a modo de burla Frank. – Ahora, ¿Van a seguir mirándose de esa extraña manera, o iremos por aquel café helado que me prometieron?

Guillermo y yo reímos nerviosos y caminamos a aquella cafetería. Después de tanto tiempo, la brisa se encargó de recordarme su perfume y volví a sentirme como en el instituto, embobado completamente, muriendo de ganas de abrazarlo y no soltarlo más ¿Parecía un sicópata? Hasta yo pensaba que sí, y por eso me alegraba que nadie aquí pudiera leer los pensamientos.

Llegamos a aquel lugar, que estaba aún vacío, y nos sentamos todos en una mesa quedando Frank al lado de Guille, él a mi lado y yo al lado de Frank. Nos observábamos mas no decíamos nada. Yo me dedicaba a mirar furtivamente al hermoso pelinegro de ojos rasgados que estaba junto a mí mientras que él sonreía mirando su reloj de pulsera. Estaba seguro que en cualquier momento aquel objeto comenzaría a dar vueltas guiado por su otra mano.

-Bueno, creo que iré a pedir ¿Todos lo mismo? – Asentimos en señal de aprobación. Guillermo posó sus ojos en mí y no tardé en encontrarlos. Lo observé mientras una sonrisa se abría paso en mi rostro.

-Por fin puedo conocer tu voz – Soltó sin más, botando el aire de sus pulmones, como si le fuera un alivio decirlo de una vez por todas. Tragué fuerte esperando que mi voz no me jugara una mala pasada.

-¿Que-querías conocer mi voz? – Traté de sonar divertido, pero creo que mi intento fue en vano, siendo remplazado por ilusión en forma de palabras. Mordí mi labio inferior mientras que él ladeaba su cabeza.

-La verdad, sí… Siempre he querido hablar contigo pero siempre te has escondido o me has esquivado. Yo… - Hizo una pausa dudando de lo que iba a decirme. Suspiró y volvió a hablarme dejándome sorprendido, totalmente – Siempre quise conocerte, que llegáramos a ser amigo, no sé. Quizá te suene loco, o tonto, pero tú me gustabas, estaba loco por ti cuando éramos unos críos.

Volvió a reír nervioso mientras que mi cabeza daba vueltas por tanta información que estaba recibiendo. No fui capaz de decir nada, solo esperaba que llegara Frank a salvar la situación, pero pasaban los minutos y no aparecía. Guillermo miraba a otro lado esperando, aguardando una respuesta, que por más que quisiera gritar no me atrevía a hacerlo. Era todo tan repentino que no dudaba en que esto fuera un sueño de los tantos que él protagonizaba.

-Lo siento… De verdad no fue mi intención incomodarte, solo… Frank me dijo que debía decirte esto, no sé, le hice caso y acabo de joder todo ¿Verdad? – Suspiró dejando ver un sutil puchero que me terminó de matar por completo. Llevó sus manos a su rostro y comenzó a susurrar – Tengo que confesar otra cosa, bueno… No creo que Frank vuelva. Quería dejarme a solas contigo, que habláramos pero creo que los nervios me han traicionado y ¡Aagh! Esto fue una pésima idea, de verdad, juro que no pensé que te afectaría tanto… Si quieres puedes irte no hay pro…

-También me gustas, o sea, m-me gustabas, antes no ahora, quiero decir, ahora también a menos que yo no te guste más, en ese caso no me gustas, y yo… yo… No sé qué estoy diciendo – Solté quedándome sin aire y sonrojándome por completo al darme cuenta de lo que había dicho. Bajó lentamente sus manos por su rostro dejándome ver sus preciosos ojos más abiertos de lo normal y como intentaba reprimir una bella sonrisa. Por mi cabeza solo pasaba que esto sería un desastre ¿Primera vez que le hablo y le confieso que me gusta? ¿Puede salir algo bien después de estas extrañas y rápidas confesiones?

-Siempre le preguntaba a tu primo por ti… -Comenzó a hablar llevándose con sus palabras el tenso ambiente que reinaba y para qué negarlo, llevándose mi corazón también, ahora completamente – Deseaba conocerte pero siempre me evitabas así que no me quedaba más remedio que tratar de conocer como eras por medio de preguntas que no siempre tenían respuestas, mirarte a escondidas y pedirle a Frank que me avisara cuando estabas con él para ir a buscarlo y poder verte, aunque siempre estuvieras escondido detrás de la puerta de la cocina – Rió mirando sus manos que descansaban en sus rodillas – No sé cómo es que te clavaste en mi cabeza, en mi… en mi corazón. Vaya, debes pensar que estoy loco por decir esas cosas…

-Te gusta utilizar un lápiz de color verde para escribir, si no tienes, su reemplazo solo puede ser uno de tinta azul, ningún otro – Solté cerrando mis ojos y empuñando mis manos en un impulso de valentía- Cuando es otoño pisas cada una de las hojas que hay en tu camino, aun si eso significa detenerte y llegar retrasado a clases. Hablas con las ardillas o las aves, y sueles acariciar a cada cachorro que se ponga en tu camino. En invierno te enfermas con facilidad porque nunca utilizas un paraguas y en verano te detienes en cada sombra que haya en el camino y le hablas al sol como si el pudiera escucharte. Cuando estás nervioso, como ahora, te gusta jugar con eso – Dije apuntando su muñeca en la cual aquel objeto giraba – No te gusta que te abracen pero a Frank no le niegas ese contacto y amas comer fresas, a cualquier momento del día, cualquier hora…

-Eso… ¿Eso qué fue? ¿Quién te ha dicho esas cosas? – Dijo sorprendido, mientras sonreía ampliamente.

-Creo que no eres al único que le gusta observar… -Mi nerviosismo se notaba a leguas. Había reconocido en voz alta muchas cosas y al contrario de lo que pensé, él solo me mostraba sus perlados dientes. – Creo que ambos hemos confesado que actuamos como dementes… Empezamos bien ¿No?

Reímos, porque claramente no había sido así. Suspiró mientras se paraba enfrente de mí mirándome fijamente, transmitiéndome un poco de nerviosismo. Imité su acción y lo seguí fuera de la cafetería en la cual estábamos. Caminamos en silencio hasta la plaza donde me hizo el gesto para que me quedara bajo la sombra de un árbol. Confundido, le hice caso viendo cómo se alejaba de mí, sin siquiera mirar atrás y ciertamente el miedo a que no volviera me invadió por completo. Miré el suelo intentando calmar a mis pensamientos, intentando confiar en que su sonrisa no fue fingida, que sus palabras habían sido reales, cuando de repente sentí que alguien tocaba mi hombro suavemente. Levanté mi vista encontrándome con Guillermo que me miraba con una amplia sonrisa.

-¿Disculpa? ¿Eres Samuel, verdad? Buah, no pensé encontrarte en este parque – Levanté una ceja porque de verdad que no entendía nada. – Soy Guillermo Díaz, mejor amigo de tu primo, un gusto en conocerte… ¿Te gustaría ir a tomar un café para charlar? Digo, soy amigo de tu primo e incluso íbamos a clases juntos, pero nunca nos hemos hablado ni nada.

Y fue en ese momento mi cerebro capto lo que intentaba hacer… Darnos un comienzo “normal”. Reí por su tontería pero le seguí el juego, no era nadie para negarme a la encantadora idea que había tenido, me parecía realmente tierno lo que estaba haciendo.

-¡Claro! Eres ese Guille. Mi primo me ha hablado de ti y te he visto un par de veces – Reí. Claro que lo había visto, mordió su labio inferior conteniendo una risa – Me encantaría ir a tomar algo contigo, pero con una condición… Yo invito.

-Eso no sería justo para ti…-llevó su mano a su mentón simulando pensar en una solución- Pero ni modo, tendremos que quedar de nuevo para invitar yo también ¿No? – Asentí en un gesto de aprobación. Realmente me encantaba la idea de quedar de nuevo, de seguir hablando, de conocerlo más de lo que ya lo conocía.

-Me parece perfecto, Guillermo.

*-*-*-*-*-*-*-*

:D

el titulo en ingles queda más pro (?

não há lógicas nos poemas

há muito tempo estou com isso na cabeça, essas palavras feitas não servem de nada, meu amor, presta atenção antes de tentar me seduzir com essas sentenças, já conhecemos os jogos sujos, sai água da torneira e eu coloco a boca pra tapar, mas se sair poemas dessa sua boca esnobe eu me faço de surdo e não escuto um estrofe, cansei de querer o seu mundo e não receber nem uma chave da sua casa, eu procuro sempre alguma conduta e não encontro, enquanto você risca toda sua parede branca de pincel vermelho, eu risco o meu chão de giz, à moda antiga mesmo, e não venha querer cobrir os meus rabiscos com os seus poemas vagabundos, a diferença entre as minhas escritas das suas é que as minhas mesmo quando o giz apaga ela permanece dentro de mim, já as suas… não resta nem um A.

Eduardo Alves, indeferindo.

Capítulo 41.1

Vanessa: É… o… como…

Ela gaguejou e não conseguiu finalizar uma frase, até ficar com uma cara de “WTF?!”

Clara: Ô mulher, deixa eu entrar!

Falei já invadindo o quarto, já que ela não tinha ação alguma. O medo que antes até estava controlado voltou a tremer pelo meu corpo. Minhas mãos estavam frias e molhadas, bateu logo uma síndrome de não ficar quieta, ora eu mexia no cabelo, ora balançava as pernas, ora estalava os dedos. Eu era uma pilha de nervos em quanto ela era uma estátua. Me encostei na cama e tentei controlar a loucura do Thor e felicidade do Boi. Ela ficou de frente a mim, como se quisesse entender aquela situação.

Vanessa: Clara…

Ela falou com um fio de voz, que me fez voltar a tentar soltar as palavras.

Clara: Van… Eu queria te pedir desculpas, por ter colocado minha mãe entre a gente.

Vanessa:É…

Ela fez um olhar confuso, e eu notei que além de linda, ela tava bem lenta.

Clara: Tô falando de quando tudo começou, Van. Quando eu tava naquele hospital, mil coisas passavam pela minha cabeça, tudo eu imaginava que você tava se relacionando com aquele médico. Pra mim, era mais do que amizade, aquele ciúme foi me corroendo, eu fui dando voz as loucuras que minha mãe dizia. Eu tinha acabado de sobreviver! Porra, eu me acordo e você tá de amorzinho com aquele doutorzinho!

Vanessa: Amorzinho o caralho! Cê tá louca, Clara?! Cê sabe o que eu passei naquele tempo?! O quanto de desaforos escutei da tua mãe e o quanto eu tive que me esconder naquele hospital?!!!

Vanessa conseguiu simplesmente me calar, ela me gritou com uma raiva que dava pra sentir pelos olhos dela. Eu, simplesmente desabei. Eu tinha minhas dúvidas! Eu não sabia o que tinha se passado ali. Porque não conversaram comigo?

Clara: E por causa da minha mãe você tinha que ficar pra cima e pra baixo com aquele médico?! Você não via as segundas intenções dele?!

Vanessa: É lógico, não sou criança e nem ele! Mas ele me respeitava, ele sabia o quanto eu estava sofrendo por você!

Clara: Ah ta! Agora, você que não vê a maldade, né?!

Vanessa: Mano! Se você acha que eu sou filha da puta desse jeito aí, então não sei o que você tá fazendo aqui!

Vanessa deu as costas pra mim e foi em direção a porta. Nesse momento eu me desesperei, cobrei de mim, uma atitude, corri até ela e a puxei pelo braço. A força dela era bem maior que a minha, mas o meu puxão a pegou desprevenida, e ela virou-se já enxugando as lágrimas.

Vanessa: Você não concorda comigo, Clara?! Eu vendo a mulher que eu amo em cima de uma cama de hospital, tendo sobrevivido de um acidente que até mesmo eu julgava ser minha culpa, e eu apesar disso ainda conseguir me relacionar com outra pessoa… Eu tenho que ser uma tremenda filha da puta! Não acha?!

Era como se tudo entrasse em mim como fogo, me queimava até a pele, tudo que a Vanessa soltou. Mas “a mulher que eu amo”, me marcou. Eu estava passando a ver tudo com outros olhos. Quando nós amamos alguém é assim, nós fantasiamos momentos, criamos sentimentos inexistentes, tudo o que o ciúme nos oferece é criar um mundo onde quem nós amamos queira nos fazer de besta a qualquer custo. Mas quando o nosso amor, nos cita como “O meu amor”, tudo se derrete, inclusive, acho que até nosso cérebro. Porque é impressionante como surge um arco íris nos nossos olhos, um novo caminho, uma nova descoberta. Descobrimos que existe a reciprocidade.

Clara: Calma, Van! Pera, volta aqui… Vamos sentar aqui.

Falei a puxando para nos sentarmos no tapete que tinha ali.

Clara: Me perdoa! Por isso também! Me perdoa por ter sido tão idiota… Eu não enxergava dessa forma! Eu..

Vanessa: Clara…

Clara: Vanessa! Eu vim atrás de você, sua mãe me falou que você tinha saído, e quando eu cheguei na boate vi você ficando com o Jonas! Então tudo o que tinha na minha cabeça se confirmou, entende!?

Vanessa: E eu, Clara? Você só pensou em você! Não sabe como foi difícil pra mim, e quando eu pensava que tudo ia melhorar, pois você tava melhorando, você praticamente me expulsou da sua vida! Você nem imagina o quanto eu sofri e me preservei esperando por você que não vinha nunca! Aí você vem atrás de mim, justo no dia que eu resolvi seguir minha vida?! E ainda se acha no direito de criar teorias loucas a meu respeito?!

Clara: Van… eu…

Vanessa: Você mesmo! Você é uma trouxa, mano. Quantas vezes te chamei pra conversar, e você sempre colocava algo na frente, você me tirou da sua vida sem uma conversa!

Clara: Eu sei, eu sei! Mas só agora eu sei. Mas eu tb sofri, Van. Eu senti saudades de você! Eu estava perdida todo esse tempo e só eu não enxergava isso.

Vanessa: Eu deveria ter insistido em conversar contigo…

Clara: Iria adiantar?! O destino, poderia muito bem atrapalhar, poderia ter dado errado outras coisas. Acho que a gente precisava desse tempo. Pelo menos, eu, precisava.

Ela baixou a cabeça e abraçou os joelhos com o braço, logo em seguida me olhou. Ela não sabia como dar continuidade na nossa conversa, Vanessa apesar de demonstrar toda a sua mágoa, estava com um pé atrás comigo.

Clara: Eu sei que aquilo que eu te disse naquele hospital, é real. É o que eu sinto por você! Você lembra?

Vanessa: Óbvio.

Clara: Então, precisei me enganar nos braços de outras pessoas, me afundar em bebidas, e sofrer a cada dia que passou.

Vanessa: Nós sofremos de maneiras diferentes.

Clara: Exatamente.

Eu não consegui conter um pequeno sorriso, envergonhado e fraco.

Vanessa: Para! Não sorri!

Clara: Você tá feliz com aquele Sr. Jaleco?!

Vanessa: HAHAHA!! Para, Clara!

Clara: Me responde, você tá feliz?

Vanessa: Eu não tô com ele…

Clara: Mas, você…

Vanessa: Eu o que?! Você que tá com aquela baixinha louca!

Clara: Eu não tô com ela, depois que fizemos amor, no dia do casamento, eu já não queria mais voltar com ela. Depois da briga, pra mim, foi o fim. Eu só…

Vanessa: Só o que?!

Clara: Ah, mano, ouvi você dizendo que ia chamar ele pra almoçar, ai quando veio falar comigo cê começou avisando que tinha conversado com o Jonas, tava toda estranha, me deu um pavor, e eu inventei e deixei no ar coisas que não existiam.

Vanessa: Mano!!! Oh como cê é trouxa! Eu ia te falar, que já não conseguia mais ficar com ele, e que iria terminar na manhã seguinte.

Eu simplesmente me achei a pessoa mais idiota do planeta, eu tava morrendo de vergonha de ser tão paranoica! Eu entendi tudo errado, e ainda quase acabei afastando a gente de novo. Me encolhi e claro que fiquei visivelmente fora dali.

Vanessa: Clarinha, porque você veio aqui?!

A resposta dessa pergunta abrange muita coisa, mas é compreensível só com uma frase.

Clara: Porque Eu te amo…

Ela levou uma das mãos até a sua boca, deixando tapar o sorriso que ia de orelha a orelha, esse gesto demonstrava como ela tava com muita vergonha, mas também muito feliz.

Eu fui até ela e parei bem próxima do seu rosto, nós duas estávamos com os olhos vidrados uma na outra, nossas bocas ora sorriam, ora arfavam de vontade contida. Primeiro eu a abracei, nossos corpos se encaixaram como se um precisasse do outro, o beijo foi consequência.

Vanessa: Olha aqui pra mim…

Nós estávamos deitadas, nos beijando, até que ela puxou meu queixo, pra que eu a olhasse.

Vanessa: Eu te amo…

Clara: Tá, mas agora nós precisamos começar direitinho.

Vanessa: É sim… Sem meias conversas, meias pal…

Clara: QUER NAMORAR COMIGO?!

Ela gargalhou e mais uma vez tentou tapar a boca com a mão.

Clara: ah, tá… você não quer, né vagabunda?!

Me desfiz do abraço dela e fingi estar com raiva.

Vanessa: ÓBVIO, CLARO QUE EU QUERO!

Clara: Rum…

Vanessa: Vem cá, minha bicudinha linda!

Ela falou rindo e me abraçando, distribuindo tapas por todo o meu corpo, óbvio, estou falando da Vanessa, tapas não poderiam faltar.

Vanessa: Agora, cadê?!

Clara: O que?!

Vanessa: O buquê de rosas, caixa de chocolates… ué!

Clara: Te trouxe algo bem mais precioso e gostoso do que isso tudo!

Vanessa: Hum… xeu ver! É bolotinha, loirinho, uma peste igual a você?!

Clara: Isso mesmo!

Vanessa: Obaaaa!! Obrigada, amooooor… melhor presente de todos os tempossss!!

Vanessa levantou-se e me deixou lá estirada no chão, correu pra porta e sequer fechou. Eu fiquei lá rindo da cena. Nossa, como eu tô… Em paz! Meu coração bate tranquilamente e eu sinto uma alegria ferver em todo o meu corpo. Sim, eu tava sorrindo pro teto, pro vento e pro nada.

PS. Kamy <3

Assim como Deus tapou a boca dos inimigos de Daniel, Ele vai tapar a boca de muita gente que duvida de sua capacidade, apenas confie no Senhor, Compartilhe com fé!
Capítulo 27

Clara voltou a beijar o pescoço de Vanessa, mordiscando sua orelha, quando o celular da fotógrafa tocou.


– Não atende, por favor.


– Preciso atender, desculpa.


Enfrentando o bico de raiva de Clara, Vanessa atendeu o celular.


– Sim, sou eu. Claro que não esqueci, chego em dez minutos aí!


Vanessa estapeou a testa assinalando que mentira, havia se esquecido do seu compromisso de domingo.


– Clarinha desculpe-me, mas, preciso ir. Fui contratada pra fotografar um Bar Mitzvá, e estou atrasada!


– Ainda nos vemos hoje?


– Não sei minha linda…


Deu um beijo rápido nos lábios de Clara e partiu para seu trabalho.

O dia pareceu não ter fim para Clara que guardava as esperanças de rever Vanessa à noite, esta mesmo a contragosto, não pode se livrar cedo de suas obrigações, se tornando inviável retornar à casa de Clara.

*****

Sem conseguir esconder sua tristeza por passar o dia inteiro sem notícias de Vanessa, Clara saía da universidade, atravessando o corredor central na saída da biblioteca, foi puxada ao passar de frente á porta da sala do diretório acadêmico.

Tomada pelo susto, mal teve tempo de se refazer, quando sentiu uma mão tapar sua boca evitando seu grito, fora pressionada contra a porta, quando sentiu bater em um skate encostado na parede, preso pela perna de quem lhe seqüestrara seu coração foi tomado de uma satisfação inesperada.


– Oi minha linda, saudades.


Vanessa disse lhe sorrindo, liberou a boca de Clara presa por sua mão, para em seguida beijá-la vorazmente.


– Você é louca? Se alguém entrar aqui?


– Não vamos demorar o Ché Guevara genérico, presidente do DCE que estava aqui volta logo, só queria te entregar isso aqui.


Vanessa entregou um embrulho a Clara.


– O que é isso?


– Não dá tempo você abrir aqui… Guarda depois você me diz se gostou. Preciso ir, tenho um trabalho de equipe chato para fazer.


– Mas…


– Confie em mim, nos falamos amanhã.


Vanessa roubou outro beijo de Clara
.

– Vai você primeiro… – Vanessa disse.

Foi a vez de Clara roubar um beijo da loira.

– Eu também estava morrendo de saudades.


Trocaram um sorriso de encantamento antes de se despedirem. Clara saiu ansiosa para abrir o pacote entregue por Vanessa, sentou-se em um dos bancos na recepção da universidade e se surpreendeu com o conteúdo que estava embrulhado: um celular com um cartão escrito “leia as instruções”. Clara não conseguiu esconder o sorriso, pouco se importando com o aparelho, tratou de ler as tais instruções escritas:


– “Você acaba de receber um exemplar de uma moderna invenção chamada telefone celular. Não se assuste se ao colocá-lo perto de seu ouvido, você escutar vozes, elas não são do além, se trata apenas de um meio de comunicação na cidade grande. Antes de me xingar mentalmente, por eu te chamar mais uma vez de caipira, preciso que você leia atentamente as instruções: Primeiro, ligue o aparelho, na memória dele, existe apenas o número do meu celular. Segundo, ligue para o único número da memória do seu aparelho, para escutar uma mensagem especial para você. Terceiro, quando ligar, não cite meu nome. Quarto tire esse sorriso bobo da cara, se não vão pensar que você está apaixonada”.

Sorriu sozinha, segurando o aparelho, realizando a cena de Vanessa lhe dizendo isso pessoalmente, ansiosa, ligou o aparelho, fazendo o primeiro telefonema como fora instruída.


– Gostou do presente? – Vanessa atendeu do outro lado da linha.


– Você é louca! Esse aparelho deve ter custado caro! Nem é meu aniversário ainda, não mereço esse presente!


– Regra de boa educação, apenas agradeça o presente, sem fazer menção do valor material dele.


– Claro que eu adorei o presente, nem tenho palavras para agradecer! Muito obrigada, eu precisava mesmo de um, mas estava esperando pedi-lo aos meus pais no meu aniversário…


– Não precisa tanto… O presente foi meio egoísta, no fundo foi para meu benefício.


– Como assim?


– Não quero mais passar o que passei ontem… E hoje o dia todo.


– O que aconteceu?


– Perder o sono, perder a paz, por estar longe de você e não poder ao menos escutar sua voz.


Segundos de silêncio no telefone, até Clara se refazer da declaração que escutara. Parecia flutuar ouvindo isso de Vanessa, demorou até concatenar uma sentença lógica.


– Você ainda está aí? – Vanessa perguntou.


– Sim estou.


– Se você precisar dar esse número para seus pais está anotado na caixa.


– Aham…


– Preciso desligar agora, o pessoal está me esperando pra fazer o trabalho…


– Van… Desculpa, espera.


– Oi, pode falar.


– Eu também não consegui dormir ontem, esperando você, estava sufocada de saudades, te procurando hoje aqui…


– Pelo menos nosso sono está garantido hoje não é? – Vanessa brincou.


– E o que faço com a saudade? – Clara mordeu os lábios disfarçando a timidez.


– Vamos ter que dar um jeito nela… E na minha também, é questão prioritária.


– Vanessa respondeu com um sorriso nos lábios.


– Ligo mais tarde então… Bom trabalho e…


– O quê?


– Tire esse sorriso bobo dos lábios, podem pensar que você está apaixonada.


Ambas não conseguiam esconder aquele sentimento que crescia: doce, tenro, leve e ao mesmo tempo, a atração intensa, avassaladora, descomunal que invadia os sentidos, tornando o encontro das duas uma necessidade vital.

O presente dado por Vanessa, naquela noite teve sua utilidade comprovada. Passaram horas ao telefone compartilhando os acontecimentos do dia, evidenciando uma intimidade que por ser precoce parecia irreal, mas não era. O que antes parecia aversão demonstrada por elas, era afinidade que se confirmava nos risos, na unidade de pensamento, no reconhecimento de qualidades uma da outra.


– Está tarde Clarinha, precisamos dormir.


– … verdade… Pelo menos hoje vou dormir com a lembrança de sua voz no meu pensamento.


– Eu também, e a vontade de que amanheça logo, pra eu te encontrar.


– Isso me faz lembrar que amanhã teremos novo round: Vanessa versus Madimbú.


Vanessa gargalhou.


– Ao menos dessa vez, não estarei sozinha.


– Se depender de mim, você não estará nunca mais sozinha Van
.

Foi a vez de Vanessa ser surpreendida com a declaração da outra, ficando sem palavras.


– … muito bom saber disso Clarinha.


– Então, boa noite, até amanhã Van.


Pensamentos e sentimentos unidos em corpos separados naquela noite anunciavam o nascimento de uma paixão improvável, se foi destino o responsável por isso, elas não sabiam, mas algo se configurava como previsível: aquele encontro, aquela paixão, mudaria a vida de Vanessa e Clara para sempre.

——————-

Galera… Eu meio que desanimei :-/
Ninguém comenta, ninguém me incentiva… Sou carente poxa :-(

Me dêem carinho ou vou ter que apelar!!

Hihi

Beijinhos