sul-americana

Ela era a queridinha do Brasil. O xodó, a graça. Aquela para a qual todos sorriam. A novinha do pedaço. Mal chegou e já se juntou com a “galera”, com os “populares”: afinal de contas, a Chape faz parte do seleto grupo que nunca caiu. Feito para se respeitar - e aplaudir. Em seis anos, conquistas, vitórias, goleadas e ascensões. Da quarta divisão, para a final de uma competição Sul-Americana. Respeita a Chape. Aqui é Chape. Chape terror. Todos somos Chape. Todos seguiremos. Todos seremos. Todos estamos. Todos ficamos… arrasados. Que triste. Que rasteira. Que aperto. Que dor. Que tragédia. Ei, juiz! Roubaram a Chape. Roubaram a nossa torcida. O nosso sorriso. A vibração. Roubaram o Bruno Rangel, o Caio, o Kempes. Roubaram a Chape. Roubaram o Victorino, o PJ, o Mário Sérgio. Ei, não estão vendo?! Roubaram a Chape. Roubaram o Jumelo, o Rodrigo e o Deva. A Chape, que não pulsava sozinha, também não vai sofrer sozinha esse roubo. Ei, juiz! Poxa vida, roubaram a Chape… Não adianta, com esse juiz não tem jeito, não tem papo, não tem pressão. A Chape foi roubada. Não é sonho, eu sequer dormi. A Chape foi mesmo roubada. A Chape, grande no seu carisma, até na hora da dor arrastou multidões. Torcemos juntos, Chape. Sofremos juntos, também. Como sofremos nas cobranças de pênalti, na noite em que o Danilo salvou quatro contra o Independiente. Só que dessa vez não deu pra salvar. Também não teve comemoração. Também não tem mais Danilo. Noite de jogo sujo, jogo triste. Roubaram a Chape. Roubaram o FOX Sports. Roubaram nossos amigos, nossos colegas. Roubaram os pais de família, os homens de bem. Roubaram um pedaço dos nossos corações. Roubaram a capacidade de acreditar, de entender, de aceitar…
—  Autor Desconhecido
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Usuário em Destaque: Marcos Batista

Blog: @memorialbatista

No Tumblr Desde: Maio de 2013

Esta semana falamos com o cartunista e músico de Belo Horizonte, Marcos Batista, sobre correção política no humor, Luciano Hulk, revista Mad, pornografia e as tiras hilárias do seu Memorial Batista. 

Nós adoramos o estilo afiado, quase proibidão, das suas tiras. Como isso tudo começou? Você é cartunista full time?

Sim, me considero cartunista full time, mas que precisa trabalhar em outras coisas para sobreviver, afinal, quem quer pagar por piadas? Eu não pagaria (risos). Comecei nisso por conta da minha fascinação desde moleque pelo humor gráfico, mas a última coisa que eu esperava era fazer meus próprios cartuns. A partir do momento em que conheci a turma da (finada revista/atual TV) Quase. que vislumbrei a possibilidade de fazer humor. E quando me envolvi mais profundamente com o desenho de humor, vi que faria aquilo com facilidade, tirando a parte de desenhar. Veja bem, comecei a desenhar aos 23 anos - não fui o desenhista clássico que nunca parou de desenhar desde criança. Então, me juntei a um colega de trabalho desenhista e escrevi uma série de 12 tiras sobre um pobre coitado que perde tudo na chuva; mas após duas tiras, meu parceiro me deu um pé na bunda alegando que tinha que trabalhar (a sabedoria que sempre me faltou…), e, assim, de forma orgulhosa e pretensiosa, eu disse que aprenderia a desenhar e que não precisaria de mais ninguém para fazer meus cartuns. E, vejam só, parece que consegui, uhú!

Mas sobre o estilo afiado e quase proibidão, é que eu tenho grande apreço por piada curta e grossa ou, então, megarefinada/genial - assim como o trabalho dos meus heróis. O que está no meio disso, para mim, é piada bunda-mole, de quem quer agradar todo mundo ou quer fazer humor adequado. Não, eu gosto de extremo e, pelo que sei, o humor mora é nos extremos mesmo, mas tem gente que insiste em dizer que essa coisa insonsa, “bem-humorada”, que produzem é humor. Tenho vontade de dar um tapa na nuca desses. Eu diria que rancor e recalque são palavras-chave do meu trabalho.

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One Love Manchester, il concerto contro il terrorismo. Da Ariana Grande ai Take That, da Miley Cyrus ai Coldplay

Due settimane dopo quel tremendo 22 maggio. A Manchester ieri si è tenuto un concerto evento a due settimane dall’attacco terroristico durante il concerto di Ariana Grande che è costato la vita a 22 persone, di cui tante bambine e adolescenti. La stessa cantante americana, assieme a molti colleghi si sono presentati sul palco dell’Old Trafford Cricket Ground di Manchester per raccogliere fondi per le vittime e per rispondere al terrore con la musica. (Credits – Getty Images)

“Non lasciate vincere la rabbia. Diffondete l’amore” è stato l’esordio sul palco del produttore di Ariana Grande, Scooter Braun, che ha voluto citare la frase detta alla cantante da un ragazzino ferito nell’attentato del 22 maggio.

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Ariana Grande è tornata sul palco di Manchester a due settimane dall’attentato terroristico al termine del suo concerto.

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Con la cantante americana, sul palco dell’Old Trafford tanti gruppi e cantanti famosi. Tra loro c’erano anche i Coldplay.

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A cantare in ricordo delle vittime del fondamentalista islamico e per raccogliere fondi anche Justin Bieber.

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Molti i duetti di Ariana Grande con i suoi ospiti. Qui la cantante americana canta insieme a Chris Martin dei Coldplay.

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Sul palco di Manchester anche Katy Perry, che ha esordito dicendo “L’amore batte l’odio e batte la paura. Toccate la persona che è accanto a voi, entrate in contatto l’uno con l’altro. E ditevi: ti voglio bene”.

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A Manchester non poteva mancare Liam Gallagher, che ha duettato sul palco con i Coldplay, intonando “Live forever”.

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Un’altra star amata dagli adolescenti di tutto il mondo e che non poteva mancare all’appuntamento con Ariana Grande è stata Miley Cyrus.

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Le due cantanti, che hanno una storia artistica molto simile, hanno poi duettato sul palco dell’Old Trafford facendo impazzire i 50mila fan accorsi.

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Il concerto è stato aperto da Marcus Mumford, seguito poi sul parco dai Take That che hanno intonato alcuni dei loro più famosi successi.

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Chi non poteva essere a Manchester, però, ha voluto lasciare un videomessaggio, come gli U2 o David Beckham e sir Paul McCartney.

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Para esse dia triste, segue a baixo o texto de Fabrício Carpinejar publicado hoje, 29/11/2016:

‘’SOMOS TODOS CHAPECOENSE!

E quando uma cidade inteira morre? Uma cidade para no ar? Quando uma cidade some e o sangue se transforma em vento? Quando os relâmpagos emudecem. Quando as estrelas ficam envergonhadas de brilhar e o sol de aparecer. Quando uma cidade perde as suas residências dentro de um avião? Porque cada homem era uma casa, uma família, uma esperança.

A queda da aeronave na Colômbia que levava o time do Chapecoense matou toda Chapecó na madrugada desta terça-feira (29/11). Porque Chapecó era o Chapecoense. Nunca vi uma torcida como aquela: pais, mães e filhos levantando bandeiras na Arena Condá. As ruas se esvaziavam para ouvir melhor o coração do estádio. Uma equipe movida pela alegria dos moradores que incentivaram com a loucura infantil do bairrismo e da gincana. Um viveiro de vozes, uma caixa de ressonância de gritos. Uma equipe que veio de baixo, da mais simples e monocromática chuteira, da pobreza da grama em 43 anos de história, que subiu da série D para A em apenas seis anos em 2013, campeão catarinense por cinco vezes, que se manteve com prestígio na elite do futebol brasileiro e que disputaria a final da Copa Sul Americana na próxima quarta, o que seria seu maior título. Novatos no triunfo, mas veteranos na resiliência.

22 mil pessoas nas arquibancadas eram 210 mil pessoas na cidade. 74 mortos são 210 mil chapecoenses. Não duvido que um país inteiro não tenha definhado junto em Rionegro, perto de Medellín, na Colômbia.

Jamais contaremos os mortos da tragédia. Jamais saberemos ao certo o número de mortos. Somos hoje todos desaparecidos.’’

O Palmeiras mereceu…. apesar de muitas criticas o Palmeiras mereceu… poderiamos ter levado o jogo aos pênaltis… mas tomamos um gol, um gol inevitavel, um gol sem falha alviverde… azar? sem dúvidas… foi um chutão do JUMAR, de longe, na gaveta… sem chances para o Marcos.

O que me deixa indignado é saber que o Palmeiras não foi eliminado pelo o Vasco, mas sim pelo trio de arbitragem… O Palmeiras não jogou bem o primeiro jogo, mas jogou o bastante para sair de lá com um empate de 1x1… coisa que deveria ter acontecido caso o gol do Palmeiras não fosse anulado… e para melhorar deram um gol para o Vasco, quando a bola já havia saido…

No jogo de volta? O Palmeiras jogou muito!! 3x1…. mereciamos ter ganho SIM!

VALEU PALMEIRAS!! NÃO É DE HOJE QUE O FUTEBOL É MANIPULADO POR AQUELES QUE DEVERIAM DER JUSTOS…. VALEU MESMO PALMEIRAS!!! E BOLA PRA FRENTE QUE TEM GAMBÁ PARA SER ESMAGADO!!

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Palmeiras 3 X 1 Vasco

Doce vitória com um gostinho amargo!
Vencemos, mas infelizmente os gols não foram o suficiente pra avançarmos de fase. Tivemos em campo um time com raça, união, força e coragem. Estreiamos nosso novo manto, que já chegou nos dando sorte, como nos seus tempos de glória. Esses são os guerreiros que a torcida que canta e vibra quer tanto vem em campo. Gladiador, Luan, Assunção e todos os outros honrando o nosso manto sagrado.
Essa sim é a Sociedade Esportiva Palmeiras que queremos ver.

Viação Sul Americana, década de 1950 / Acervo

Linha nº 2 -  São Braz (Classe Popular)

  • Itinerário de subida: praça D. Pedro II, praça do Relógio, av. Portugal, Boulevard Castilhos França, av. 15 de Agosto, praça da República, av. Nazaré, av. Independência, Largo de São Braz.
  • Itinerário de descida: o mesmo.

Guia Esquema da Cidade de Belém (1953)