sra. payne

Imagine Liam Payne

Pedido: Ta, meu pedido cm o Liam é que ele sofre um acidente e perde a memoria recente, ele não lembra so dela, acha q ainda ta na banda junto cm os outros quatro, q namora cm outra, e isso machuca ela. No fim ele se lembra mas antes ela sofre um pouquinho, se der pra fazer emocionante sabe, dramático, obrigada e beijinhos.

Espero que tenha gostado, e por favor me diga o que achou. Isso me incentiva a continuar.❤


(…)

– Você está roendo as unhas?– perguntei dando risada, Liam estava praticamente mordendo os dedos pois as unhas já haviam sido ruidas. Estávamos no carro, as luzes dos postes passavam por nós como flash’s rápidos, eu podia sentir o vento entrar pelas brechas das janelas.

– Você está dando risada de mim?– retrucou rindo baixo.– Acho que estou agoniado já.

– Não precisa ficar assim. Meus avós irão gostar de você, eles podem parecer irritados ou chatos no começo, mas logo vocês vão se dar bem.– disse o assegurando, passei as mãos em sua nuca e ele me olhou rapidamente. – Eu juro!

– Acredito em você, amor.– respondeu parando no sinal, Liam virou a cabeça para mim fazendo um biquinho com os lábios, segurei sua bochecha e beijei sua boca em um estralar de lábios.

Percebi que o corpo de Liam estava muito próximo, então vi que o mesmo estava sem cinto de segurança.– Acho melhor você por o cinto, Liam.– pedi gentilmente e ele bufou.

– Você sabe que não me sinto à vontade com isso.– disse olhando os outros carros parados ao lado.

– Isso é pra sua própria segurança.

– Eu só me importo com a sua, ok?! Você estando bem; eu também vou estar.– sorriu sem mostrar os dentes.

– Você está me desobedecendo, é isso mesmo Liam Payne?– brinquei recebendo.

– Nunca desobreceria você, Sra. Payne.– respondeu em um tom brincalhão enquanto mudava a marcha pronto para sair novamente com o carro.

De repente vejo uma luz branca muito forte, se aproximando cada vez mais ao lado de meu marido, arregalei meus olhos e tudo que pude dizer no momento foi.– Liam!

(…)

Meus olhos doíam como se tivesse duas pedras encima deles, meu corpo pesavam e não conseguia sentir nada, nem ao menos a dor ali. Abri os olhos lentamente me acostumando com a claridade do quarto, as paredes eram brancas, um branco tão claro quanto a neve, haviam janelas relativamente grandes cobertas por cortinas azuis transparente, era um hospital. Olhei para baixo vendo meu corpo coberto com um verde-claro,  meus braços estavam cheios de furos, estava tomando soro. Aquilo era horrível! Odeio, odeio com todas as minhas forças aquilo.

A porta pouco distante se abriu e entrou um homem vestido em um jaleco branco, ele observava atentamente uma pasta em suas mãos e assim que me viu ele me olhou surpreso.– Oh, então você acordou.– disse o óbvio, se aproximando de mim, um sorriso gentil não deixava seu rosto.

– O que estou fazendo aqui?– indaguei tentando me sentar na maca, mas as dores em meu corpo impedi que fizesse tal ato.

– Você não se lembra também? – retrucou a pergunta e eu enruguei a testa.

– A única coisa que me recordo é uma luz quando estava no carro com Liam. – Liam! Onde estava ele, meu Deus. – Liam está bem?

– Ah, bom… Você não tem que se preocupa no momento.– disse o doutor, só então pude ver com mais clareza seu nome bordado em seu jaleco, Silver.– Sobre você… Bem… Você não teve machucados graves apenas precisa restaurar suas forças.

– Eu quero saber sobre Liam. Por favor me diz.– implorei fazendo o máximo de forças e finalmente conseguindo pegar sua mão.– Por favor, eu imploro.

– Me desculpe eu não…

– Silver, é esse o seu nome, não é?! Você deve ser casado ou deve amar uma pessoa por aí. Então, o que iria acontecer se você não pudesse ver essa tal pessoa ou saber sobre com ela está, você se sentiria um tolo.– fechei meus olhos suspirando, eu não sabia da onde havia tirado tantas forças para dizer tudo isso.

– Eu entendo…– apertou levemente minha mão, eu o olhei com esperança e ele entortou a boca procurando pelas palavras.– Liam bateu forte demias a cabeça no vidro do carro. Isso é uma bancada muito forte e acabou mexendo com o neurônios dele. É difícil para mim dizer isso, mas o cérebro de Liam acabou rompendo alguns vasos cerebrais importantes fazendo ele inchar e sangrar internamente. Me desculpe mas não sei lhe dizer se vai demorar ou não para a melhorar dele.– o doutor suspirou triste e eu senti os batimentos do meu coração mais forte.– Eu sinto muito por isso, (S/n).

– Meu Deus.– soltei sua mão e puxei o ar em meus pulmões, mas foi em vão, eu quis responde-lo mas o ar me faltou e forcei meus pulmões para puxar ar novamente. Uma, duas ou três vezes.

– Se acalme.– ele falou um pouco desesperado enquanto percorria o olhar pelos aparelhos.– Seus batimentos estão muito acelerados.– foi a última coisa que ouvi Silver dizer antes de apagar novamente.

(…)

Eu tive alta um dia depois de ver Liam pela primeira vez depois do ocorrido, descobri que o mesmo estava em coma induzido. Eu passava dias sentada em uma poltrona ao lado de sua cama ou voltava para casa e tentava dormir, o que era impossível no momento. Geralmente, Karen, mãe de Liam dizia o quanto eu era irresponsável ppr ter deixado o seu querido filho sem segurança em seu próprio carro, eu apenas concordava segurando toda a culpa para mim.

Levou quase duas semanas para o cérebro de Liam desinchar e volta ao seu tamanho normal, essa notícia foi ótima para mim mas não mudou nada, ele continuava ali, deitado sem nenhum músculos fora do lugar. Chegou o momento em que a doutora chamou Geoff, Karen e eu para dar a notícia de que finalmente iriam acordar meu marido.

Eu sinto uma vontade imensa de chorar e agradecer a Deus por estar ouvindo todas as minhas orações, vontade de gritar e dizer que quero logo vê-lo, vontade de sair correndo e encontrar seus olhos castanhos juntamente com seu sorrisos.

– E como ele está.– falei e só então percebo que estava um pouco desesperada. Karen concordou comigo e a doutora sorriu.

– Digamos que ele se assustou quando acordou no hospital. Ele mostrou que consegue tocar nas coisas e falar.– Karen estava chorando e Geoff a abraçava de lado, eu via seu rosto aliviado por finalmente ter seu filho estável como sempre.

– N-nos podemos vê-lo?– perguntei e a doutora balançou a cabeça em um sinal positivo.

– Por favor me sigam.– comunicou se levantando de sua cadeira e nós fizemos o mesmo, passando a caminhar rumo ao quarto de Liam.

Os corredor branco iluminado me permitiu ver com mais clareza a porta em que Liam estava. Era uma explosão de sentimentos em meu pequeno corpo em cada passo que dava para o encontrar. A doutora abriu a porta e a emoção era tanta que corri para dentro de uma forma inoportuna dando-lhe um abraço em seu peito, eu sentia a sua respiração em meus cabelos e ele continuava imóvel deitado em sua cama.

– O que você está fazendo?– perguntou sério, ergui meu rosto encontrando seus olhos confusos. Em sua testa havia um corte, já tratado, enquanto outro era coberto por um curativo.– Você pode me soltar!– disse tentando soar gentil, concordei sem graça.

O pai de Liam entrou no quarto e ele rapidamente sorriu. E eu que achava que esse primeiro sorriso seria para mim.

– Filho, graças aos céus.– exclamou o abraçando, sua mãe se aproximou e o abraçou em conjunto deixando um longo beijo em seus cabelos.

– Ainda bem que esta melhor. Eu preparei a torta que mais gosta e também fiz um suéter para que você fique quentinho. Oh, meu filho eu estou tão feliz.– Karen segurou as lágrimas enquanto dizia tudo com dificuldade por conta dos soluços do antigo choro.

– Pessoal, por favor.– a doutora pediu atenção.– Ele ainda tem dificuldade para processar tudo o que dizem.

– Ah, certo…. É… desculpe.– Karen riu gesticulando com as mãos.

– Do-Dotoura.– a chamei e finalmente Liam me olhou com mais clareza, o seu olhar sobre mim era curioso. Ele parecia tentar me entender.

– Ah, sim. Eu preciso explicar isso.– a doutora comentou.– Bom… Temos um probleminha aqui e vocês vão entender após algumas perguntas: Liam, você já terminou seus estudos?

Liam discordou dando de ombros.

– Qual é a sua carreira, Liam?

– Música. Eu faço parte da One Direction.– respondeus simples.

– E em que ano estamos vivendo?

– 2013, oras.– sua voz rouca soou novamente, pouco debochada.

Liam e eu nos conhecemos em 2013, nós faziamos faculdade na mesma universidade e ele havia acabado de fazer 20 anos. Tudo bem ele não se lembra em que ano estamos, (S/n)… Isso não é grandes coisas, apenas um efeito do acidente.

– Qual é o nome da sua mãe, querido?

– Karen Payne.– respondeu rapidamente, parecendo se lembrar disso perfeitamente. Ele me olhou torto quando deixei um suspiro involuntário escapar.

Me encolhi ainda mais no canto da sala e Karen, me olhou com um sorriso triste porém encorajador.

– Quando anos você tem, Liam?– a Doutora voltou a perguntar, não parecendo abalada com as respostas.

– Ainda vou fazer 20.– Geoff veio para o meu lado passando as mãos em minhas costas de uma forma paternal.

– Você está namorando?– Liam encarou seus pais, e os mesmo o incentivaram a continuar. Ele já estava cansado dos interrogatórios, mas meu marido precisava colaborar.

– Não… Na verdade estou saindo com uma garota, ela se chama Dayse.– respondeu bufando, sinto uma queimação em meu peito, como se as torres estivessem desmoronando em meu corpo.

– Liam, querido. Qual é o nome da sua esposa?– a doutora perguntou, dez vezes mais cautelosa e tentando soar tranquilizador.

– Hã? Como assim?– enrugou a testa encarando seus pais, logo um sorriso debochado saiu de seus lábios.– Eu não sou casado, vocês estão brincando.

– Você é casado.– Geoff comunicou sério e o filho arregalou os olhos, seu pai nunca mentiu para ele.

– Eu não sou casado.– retrucou alterando seu olhar para a mãe em busca de uma resposta. Já senti lágrimas descerem por minhas bochechas incontrolávelmente.

– Sim, você é casado.– a doutora concordou.– Você se lembra do nome dela, não é?– perguntou se aproximando de mim e me abraçando de lado. A atenção de Liam caiu sobre mim, um choque percorreu todo o meu corpo, um choque de medo pelo o que ele pode dizer a seguir.

– Eu já disse que não sou casado!

Xx

❤?

/MaYa

Imagine com Liam Payne

•Pedido

•Faz um imagine cm o Liam que eles são casados, ela trabalha na empresa dele e ele demiti ela que fica puta cm ele mas ele se redimi, eles podem ter uma filha ou mais se quiser.

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Trabalhar na mesma empresa que sua esposa não é nada fácil, ainda mais quando ela é ciumenta e acha que sua secretária dá em cima de você.

Sou casado com (S/N) a seis anos e temos dois filhos, George de cinco e Lexi de quatro meses, (S/N) passou dois meses longe da empresa, mas agora que ela voltou, posso dizer que ele voltou com tudo, não é que eu não goste de companhia dela aqui na empresa, é que as vezes ela me sufoca um pouco.

-Liam, chegaram esses papéis para você assinar.- Alysson minha secretária entrou na minha sala.

-Pode deixar na minha mesa.- respondi sem olhar para ela.

-Está tudo bem Lee?- ela me olhou sorrindo.

-É que estou meio estressado, minha mulher está me sufocando.- respondi sorrindo também.

-Entendo Liam, ela parece ser bem “grudenta”.- se sentou na minha frente cruzando as pernas, Alysson é uma mulher muito atraente, mas nunca trairia minha esposa.

-Sim ela é.- suspirei pensativo.

-Sabe Lee, você é sócio da empresa, tem tudo o que precisa, por que ela tem que trabalhar aqui?- Alysson perguntou me encarando confusa.

-Desde que trabalho aqui, ela já estava aqui, foi assim que nos conhecemos.- lembrei do dia que conheci minha princesa.

Assim que cheguei em Londres, virei sócio de Niall na empresa, logo ele me apresentou todos os funcionários, dentre todos uma me chamou atenção (S/N), uma moça linda que trabalhava no departamento de contabilidade, assim que nos conhecemos começamos a sair, e assim começamos a namorar, hoje somos casados e temos dois filhos lindos.

-Mas vocês não precisam disso, Liam ela só está te atrapalhando, você tem total estabilidade de sustentar sua família, você não precisa dela aqui.- pensando bem, Alysson está certa.

-Nunca tinha pensado nisso.

-Pensa bem Liam, vai ser melhor pra vocês, seus filhos precisam dela em casa.- ela disse e saiu do meu escritório.

-Ficou bastante tempo conversando com sua secretária gostosa.- (S/N) entrou em minha sala nervosa.

-Nós estávamos conversando sobre o trabalho.- já estava me exaltando.

-Sei… Bom, vou ter que ir pra casa George está passando mal, volto mais tarde.

-O que ele tem? Você não vai voltar mais tarde.- me levantei ficando em sua frente.

-Ele está com dor de cabeça, nada grave, e sim, eu volto pra terminar meu trabalho.- ela virou as costas e saiu.

Vou ter que tomar uma decisão, (S/N) não pode mais ficar aqui, seu ciúme me irrita, e seu papel de mãe está ficando de lado, já estava decidido, irei demiti-la.

☆♡Pov (S/N)♡☆

Cheguei em casa e fui direto para o quarto do meu filho, George estava deitadoa cama e a babá ao seu lado.

-Mamãe chegou meu amorzinho.- abracei ele.-Está melhor?

-Depois que eu tomei aquele remédio horrível, sim.- ele sorria pra mim.

-Que bom meu amor, descansa um pouco, mamãe vai ficar aqui até a tarde com você.- fiquei acariciando seus cabelos até ele dormir.

Passei no quarto de Lexi e ela estava dormindo como um anjinho, esperei mais um tempo até ter certeza que George estava bem e voltei para a empresa.

Assim que cheguei na porta da minha sala, algumas pessoas estavam tirando minhas coisas de lá, Alysson secretária de Liam, estava comandando eles.

-O que está acontecendo aqui?- perguntei para ela.

-Me desculpe Sra. Payne, mas você não trabalha mais aqui.- ela me disse com a maior naturalidade.

-COM ASSIM?- me exaltei no momento.

-Liam te demitiu.- ela sorriu vitoriosa.

-Ele não tem esse direito, vou falar com ele.- sai rumo sua sala mas Alysson me puxou de volta.-O QUE VOCÊ QUER?

-Liam está em reunião, ele não pode te atender agora, vá pra casa (S/N), você não trabalha mais aqui.- minha vontade era de quebrar a cara daquela vadia.

Não respondi nada, me virei e voltei para casa, como ele foi capaz de fazer isso comigo, sempre fui apaixonada por meu trabalho, trabalho lá antes mesmo de conhecer ele, estava muito magoada, nunca pensei que ele fosse capaz de fazer isso comigo.

Assim que cheguei, fui tomar um banho pra ver se relachava um pouco, passei a tarde brincando com meus filhos, mas nada tirava a tristeza que eu estava sentindo.

-George vamos dormir, já está na hora.- troquei sua roupa e o coloquei para dormir.

Voltei para meu quarto e encontrei uma coisinha brincando com os próprios pés, Lexi havia acordado enquanto eu fazia George dormir.

-Oi meu amor, mamãe está aqui.- fiz uma voz de bebê fazendo com que ele sorrisse.

Coloquei ela para mamar, já que fazia três horas que eu havia à amamentado, me encostei na cama e fiquei observando minha bebê, escutei a porta sendo aberta e Liam entrando. Ele se aproximou, e minha raiva foi subindo cada vez mais.

-Oi amorzinho.- depositou um beijo na testa de nossa filha.- Oi amor!- tentou me beijar mas desviei o rosto.

-Vamos dormir filha.- ignorei totalmente ele e fui para o quarto de Lexi.

Fiquei um tempo por lá, afim de chegar no quarto e Liam já estar dormindo, mas não foi como eu pensei.

-Por que você está estranha.- ele se sentou na cama me encarando.

-Eu não quero falar com você.- reapondi seca e me deitei virada de costas para ele.

-O que está acontecendo com você (S/N)?- me virei para ele.

-E você não sabe?! Você me tirou da empresa Liam, me demitiu, quem te deu esse direito?- O olhava com ódio.

-Eu sou o dono, faço o que eu quero lá dentro.- não aguentei e dei um tapa em seu rosto.

-VOCÊ ACHA QUE PODE MANDAR EM TODO MUNDO?! QUE VOCÊ É O TODO PODEROSO?! NÃO LIAM, VOCÊ NÃO É! VOCÊ ME HUMILHOU NA FRENTE DAQUELA PUTA DA SUA SECRETÁRIA, ELA PRATICAMENTE ME EXPULSOU DE LÁ, COMO SE ELA FOSSE SUA ESPOSA! ISSO ME MACHUCA LIAM, AINDA MAIS PELO FATO DE EU AMAR MINHA PROFISSÃO, SER APAIXONADA PELO QUE FAÇO, e você me tirou isso.- as lágrimas escorriam livremente em meu rosto.

-Eu não queria te magoar (S/N), mas já estava passando dos limites, seu ciúmes estava me irritando, e você passa tanto tempo longe de casa, longe de nosso filhos.- ele parecia estar arrependido.

-Eu só tenho ciúmes porque te amo, não aguento aquela sua secretária dando em cima e você, ficar te chamando por apelidos, entenda Liam, eu te amo e não suportaria te perder, e minha ausência nunca foi problema, sempre que tenho um tempo livre venho aqui em casa ver as crianças.- continuei chorando.

-Me desculpe minha princesa, eu não sabia que iria te magoar tanto, acho que passei dos limites, eu também te amo muito amor.- ele veio me abraçar.

☆☆Pov Liam☆☆

-Só te peço uma coisa, já que não trabalho mais com você, demita sua secretária também, não suportaria saber que vocês estão trabalhando juntos e eu não vou estar por perto.- meu coração se apertou na hora.

-Eu vou fazer isso amanhã mesmo meu amor, e você vai voltar a trabalhar lá, eu nunca deveria ter te demitido, amanhã você mesmo vai tirá-la de lá.- nos beijamos e fomos dormir.

-Fim de jogo piranha, você está na rua.- sorri ouvindo a conversa da minha esposa com minha ex secretária.

Essa mulher não tem jeito mesmo!

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Se tiver algum erro, me perdoem!

Espero que gostem, espero a resposta de vcs!

Yasmim:)

Imagine Liam Payne- parte I – Maratona

Pedido: Oi alguma de vcs poderiam fazer um do Liam em que ele é rico e S/N não e os pais dele não gostam do relacionamento por causa disso.
*Espero que gostem

           Estacionei em frente a casa de (s/n) e mandei uma mensagem a sua espera, olhei em volta e sorri um pouco com o bairro simples e humilde em que ela vivia, as pessoas por ali pareciam mais felizes do que as outras com quem convivi a vida inteira.

           Eu nasci em uma família com boa condições financeiras, meu pai um empresário bem sucedido e minha mãe uma advogada reconhecida no mundo inteiro por seus inúmeros casos ganhos. Desde pequeno tenho do bom e do melhor, amigos na mesma classe social e só estudei nas melhores escolas. Minha mãe vivia dizendo que o certo era interagir apenas com pessoas na mesma classe social, não havia o interesse no dinheiro e nem a falsidade, porém, era sempre por interesse, amigos interesseiros e aproveitadores, pessoas mais preocupadas com o bolso do que com o coração, essa era a grande vida de uma pessoa rica, esse era o legado de alguém naquele meio deixava para a próxima geração.

           Eu nunca me senti bem sendo daquela maneira, nunca me senti realmente feliz… Mas tudo mudou quando depois de uma briga com meu pai, eu fui parar em um pequeno e simples bairro, não pobre, mas simplório, e foi naquele bairro, que a vi pela primeira vez sentada em uma praça com um livro em mãos, (s/n) era a pessoa mais linda que já havia visto, ela estava concentrada e dava leves sorrisos para as páginas finas, seus sorrisos eram os mais sinceros que eu já havia visto… Apesar de cagão e de nunca ter chegado de fato em alguém, eu estacionei e fui até ela, o olhar confuso me fez sorrir e eu perguntei se poderia sentar ali com ela, tudo que recebi foi um sorriso e ela arredou me dando espaço… Desde aquele dia eu sou completamente apaixonado por essa menina… Começamos a sair e nos conhecermos melhor, e alguns meses depois eu finalmente a pedi em namoro, conheci sua mãe e acho que nunca fui tão bem recebido em um lugar. Os dias se passaram e chegara a hora dela conhecer meus pais, eu já tinha avisado pra eles como era e não ficaram felizes, chegaram a falar que proibiam o relacionamento, mas mesmo assim eu levaria ela para conhece-los.

           (S/n) saiu de casa e eu sorri vendo como estava linda com um vestido preto delicado, ela entrou no carro e me deu um selinho leve:

- Estou bem vestida? – perguntou meio nervosa e eu sorri.

- Sempre está… Vestido bonito – eu sorri e consegui notar que era um vestido caro.

- Eu comprei ele ontem, minha mãe me ajudou a completar o dinheiro, foi o melhor que achei – disse sem graça e eu dei partida no carro.

- Não precisava comprar nada… Eu ficaria feliz em te ver com um short e uma blusa enorme como de costume – sorri e ela segurou minha mão devagar me fazendo a olhar.

- Eles não vão gostar de mim…

- Vão te amar (s/n) – suspirei e beijei sua mão.

           Ao chegarmos em minha casa eu notei ela ficar tensa e passar as mãos no cabelo aflita, dei um sorriso simples e puxei seu rosto com delicadeza beijando seus lábios com carinho:

- Eles não precisam te amar… Eu já te amo… - sorri novamente e ela assentiu mais calma.

           Abri a porta do carro e entrei em casa segurando em sua cintura, o olhar de (s/n) brilhou encarando o local e eu ri encantado, fomos até a sala de estar e meus pais aguardavam bebendo vinho, eu pigarreei e os dois se viraram para nós, minha mãe a olhou de cima a baixo e disfarçou a insatisfação, meu pai a olhou encantado me fazendo estranhar:

- Mãe, pai, essa é (s/n) – sorri para eles e a empurrei devagar.

- Sr. e Sra. Payne, é um prazer enfim conhece-los – ela disse sorrindo e minha mãe a abraçou rápido, meu pai estendeu a mão e a cumprimentou.

- O prazer é meu, senhorita – meu pai sorriu e me encarou aprovador.

- Vamos jantar? – minha mãe perguntou rápido e eu bufei com a atitude.

- Claro – minha voz saiu grave e eu me encaminhei com (s/n) para a sala de jantar.

           Nos sentamos e logo o jantar foi servido, meu pai e (s/n) engataram uma conversa animada sobre filmes e eu adorei ver aquela interação, minha mãe fazia cara de desgosto e ficava em silêncio, ela já havia analisado até o cabelo de (s/n):

- Então, (s/n), você esta na faculdade certo? O que cursa? – meu pai perguntou enquanto os empregados tiravam os pratos e traziam a sobremesa.

- Faço design – ela sorriu e me olhou.

- Nossa, mas essa é uma faculdade muito cara, você tem condições pra pagar? – minha mãe alfinetou e eu a encarei incrédulo.

- Na verdade, eu tenho bolsa, ganhei em um concurso – minha namorada estava envergonhada.

- Deve ser muito boa – meu pai elogiou e eu agradeci a ele mentalmente.

- Então você tem bastante sorte mesmo né – voltei o olhar pra minha mãe que encarava minha namorada – Passou no concurso e ganhou uma bolsa… Arranjou um namorado rico pra extorquir… - o olhar da minha mãe queimava em ódio na direção de (s/n).

- MÃE! – eu falei alto e bati na mesa – Enlouqueceu?

- Na verdade Sra. – (s/n) começou baixo – Eu nem sequer deixo Liam pagar o cinema, trabalho e ganho meu dinheiro… Não é por que tenho uma condição mais precária que preciso usufruir da fortuna de alguém… Agora se me dá licença… Preciso ir pra minha casa – ela se levantou e eu notei que a mesma segurava o choro – Obriga pelo jantar e foi um prazer conhece-los…

- (S/n), não vá – eu me levantei indo atrás e ela me parou.

- Liam… Eu não quero isso… Sempre vão criticar nosso relacionamento e achar que quero seu dinheiro, sua mãe não aprova e eu não vou viver com o peso dela me odiando… Você foi a melhor coisa que me aconteceu… Eu te amo – ela sorriu sincera e saiu em seguida me deixando lá parado.

- Liam… Filho… Foi o melhor, ela não era pra você – minha mãe veio atrás e passou as mãos em minhas costas.

- Você não a conhece! Ela era a mulher pra mim mãe – eu falei alto e vi meu pai ao longe – Vocês ligam pro que querem de mim e pra mim, não pra minha felicidade! – me afastei em direção as escadas – O papai pelo menos soube fingir, mas você mãe, você é mesquinha em um nível…

- Eu gostei dela… - meu pai se pronunciou – Ela parece colocar juízo na sua cabeça – riu fraco cruzando os braços.

- Obrigado pai – eu sorri sincero pra ele – Você… - apontei pra minha mãe – Se ela não falar mais comigo, a culpa é sua… E eu nunca vou te perdoar…

           Saí subindo as escadas e comecei a tentar ligar para (s/n), ela não atendia…

mel/