sons de vez

( * &. ✧ ━ CHASE CARTER GIF ICONS.

 — HI THERE !!  if you click the link above you’ll find 31 gif icons of chase carter. all of them were made by me && so please do not put these in your own gif hunts, thank you. please like/reblog if you found these somewhat useful as they took me a while to make. enjoy, sweethearts !

**note: this will be updated regularly, i hope so.

(goodbye.)

        + Komorebi

     —Ni si quiera lo pienses, este es mi lugar para dormir.— Advirtió cuando sintió a alguien acercarse a aquel recóndito lugar del aeropuerto que había proclamado como su cama. Su vuelo a Japón no salía sino hasta dentro de nueve horas, y luego de todo el escándalo del crucero, creía que tenía más que merecida una siesta. Fue así que molesto con todo el ruido que había en las salas de espera, decidió explorar los pasillos de oficina hasta que dio con uno que parecía estar en desuso. Con su maleta a un lado, sacó un par de sudaderas, las enrolló y las colocó como almohadas, preparándose para dormir, colocándose un gorro encima para evitar la luz, cuando una silueta le interrumpió. —Buenas noches.— Dijo, refunfuñando, aún cuando los rayos del sol estaban claramente presentes.

Adolescencia

Siempre pense que cuando fuera adolescente todo seria divertido, la escuela, los amigos, las fiestas, el alcohol, los novios, todo. Pense que era todo perfecto, pense que la escuela seria mejor con nuevos amigos, crei que haria nuevas amistades todos los dias. Crei que todos los fines de semana tendria una fiesta en la que beberia mucho alcohol y mis papás no me dirian nada, pensaba que en esa fiestas conseguiria novio y que lo pasariamos bien como todo lo hace parecer. Pero todo solo fue una suposicion… Ser adolescente no es como yo esperaba, la escuela no te deja tiempo para nada, los amigos son falsos, en vez de ir a fiestas me lo paso estudiando, el alcohol lo eh probado menos de cinco veces, no tengo tiempo para una relacion que sea duradera. No salgo, no bebo alcohol, no consumo drogas, no fumo y estudio todo el dia, y mis papás se siguen quejando de mi, de todo lo que hago y de lo que no hago.

Inseparáveis

- Kim Taehyung/V

- Romance (Mais ou menos… ??)

Originally posted by nnochu

 Já fazia mais de um ano que estudávamos juntos, mas nunca fomos tão próximos quanto desejava. Talvez amigos, mas não melhores amigos. Por mais que eu tentasse me aproximar, parecia uma missão impossível. Sempre que ficava do meu lado, meu coração acelerava e meu cérebro já que não conseguia processar um mínimo detalhe que não fosse ela.

Seu aroma de pêssego era tão suave quanto seu toque. Leve e gentil. Seu sorriso era radiante, como o melhor atributo do seu rosto juntamente com seus olhos. Nossa, os olhos… Não existe um jeito melhor para descrever do que ‘’ Indescritível’’.

Quando ela entra em algum lugar, sinto como se tudo parasse e eu simplesmente estivesse preso no tempo. Apenas ela em movimento e sob as luzes, como em um filme.

-Taehyung! Você vai jogar ou não?! – Perguntou-me Namjoon, empurrando-me e me derrubando no chão. – Está quase há dez minutos encarando a tela da televisão sem dizer uma palavra!

-E aliás, é minha vez. Você morreu umas 38 vezes. – Disse Jimin, agarrando o controle da minha mão. Jungkook começou a rir, já que foi ele quem me venceu em todas essas partidas.

Suga estava dormindo na cama atrás de nós, roncando um pouco alto e babando no meu travesseiro. J-Hope e Jin torciam animados para seus jogadores preferidos – Jungkook e agora Jimin –, indagando-se quando jogariam de uma vez.

Namjoon dificilmente largava o celular ultimamente, estava ocupado demais conversando com sua mais nova namorada, cujas fotos gostava de mostrar para nós a cada dez segundos dizendo como era sortudo. De todos nós, ele era o único comprometido nesse momento, mas alguns estavam em uns rolos já fazia um tempo, como Hoseok e Suga.

Continuei quieto, vendo Jungkook e Jimin jogarem fervorosamente, gritando um com o outro enquanto riam. J-Hope e Jin os acompanhavam na barulheira e normalmente, eu faria o mesmo. Hoje minha vontade estava limitada à dormir, comer e respirar. Apenas isso.

Do nada, um braço surgiu atrás de mim, fazendo-me dar um pulo de susto. Suga colocou sua cabeça no meu ombro, deixando claro seu estado ‘’ morto-vivo’’. Ele começou a roncar de novo, só que dessa no meu ouvido. Empurrei-o para o lado, fazendo com que ficasse pendurado para fora da cama.

-Posso sair, galera? Minha namorada está me esperando e sabe, já faz um tempo desde que os vimos. – Perguntou Namjoon, animado. Os meninos ignoraram ele completamente, estando ocupados demais jogando ou dormindo. Apenas eu o respondi.

-Pode ir, apesar de que vocês se viram ontem mesmo. – Namjoon riu, se levantando e pegando suas coisas. Suga murmurou alguma coisa contra a madeira da cama, levantando o braço, mas não deixando-o levantado por tanto tempo.

-Usem proteção! Vê se não quebra a cama, Namjoon… – E logo, voltou ao estado nocauteado. Estávamos cansados por causa de como o dia começou, tão corrido. Tivemos treino de dança e vocal inesperados, nos acordaram bem mais cedo do que estamos acostumados e fizeram a gente se mover demais. Isso acabou principalmente com Suga.  

Suspirei, me levantando dali e saindo do quarto. Os meninos nem perguntaram onde eu estava indo, mas pude sentir seus olhos sobre mim. Acho que conseguiam ver no meu rosto que não me sentia tão bem como se costume e decidiram me deixar relaxar, sem ter que dar tantas satisfações.

Fui até a sala de música do meu pai, onde ele costumava fazer suas canções antes do divórcio. Mamãe ficava fora o dia todo, trabalhando e trabalhando em mais de um emprego. O piano continuava ali, assim como o violão, a guitarra, a bateria e um microfone dentro do estúdio de gravação.

Fui até o piano, suspirando e esticando os dedos. Precisava relaxar. Tirar ela da minha cabeça. Lembrar dos seus mínimos detalhes sabendo que eles não eram meus ainda, me deixava levemente maluco. Antes de tocar qualquer tecla, ouvi passos se aproximando e batidas na porta que já havia sido deixada aberta.

-Está tudo bem, Tae? Você parece meio… Desligado de tudo. – Disse Jin, se sentando na cadeira ao meu lado. Os meninos se espalharam pela sala, me encarando com preocupação. Suga estava com o rosto todo marcado pelo travesseiro e com um pouco de baba ao lado da boca.

-Só estou com muitas coisas na cabeça, não se preocupem. – Jungkook cerrou os olhos, encarando-me com desconfiança. Ele me conhecia mais do que qualquer um ali, sabia que aquilo não se passava de uma mentira.

Só de pensar em toda a pressão escolar, a que a empresa impunha sobre nós, minhas preocupações quanto à mim mesmo e nela… Era como pedir para perder a linha. Noites mal dormidas, refeições não feitas… Tudo isso também ajudava bastante na minha saúde detonada.

Os meninos também passavam por isso, porém tinha a habilidade de esconder. Minhas expressão dizia mais do que qualquer coisa, o que me irritava muito ás vezes. Eles sempre sabiam como me sentia, não importa o quanto tentasse evitar.

-Tudo bem – Disse Suga, suspirando. – Vamos compor um pouco, o que acha? Assim, pode esvaziar essa cabeça aí. – Ele se aproximou, fazendo um gesto para que Jin saísse e se sentou na minha frente.

Ficamos a tarde toda compondo e desabafando uns com os outros. Foi uma boa tarde.

(…)

As meninas usavam os cabelos soltos, deixando-os balançar com o vento. Menos ela, _______ havia prendido os fios em uma trança um pouco frouxa. Suas mãos delicadas seguravam os livros contra seu peito enquanto caminhava quase saltando.

-Bom dia, V! – Disse, se sentando ao meu lado. Nossas carteiras foram decididas no começo do ano e nunca mudamos de lugar.

-Bom dia, ______. Gostei da sua trança. – Falei, um pouco travado, mas tentando me soltar o máximo possível. Ela sorriu, colocando-a no seu ombro.

-Obrigada. Ei, você está sabendo do que vamos fazer hoje? – Fiz uma expressão confusa e ela riu, se ajeitando na cadeira. – Vamos ir em um parque de diversões! Vai ser superdivertido!

-Mas… Por quê? Não nos avisaram de nada, como sabe?

-Por causa do dia do estudante, ora essa. Sei disso porque Natasha me contou – Naty, como a chamávamos, era filha do diretor da escola. Sabia de tudo antes de qualquer pessoa e acabava estragando a surpresa ás vezes. – Eles alugaram um ônibus bem grande e vamos passar o dia lá. Se bem me lembro, é aquele que construíram recentemente na cidade.

Enquanto ela falava, eu só conseguia prestar atenção no jeito como seus lábios se moviam com cada palavra, o jeito como suas pernas, tão lindas, ficavam cruzadas de uma forma elegante. Alguns fios da trança escapavam ás vezes, dando um ar tão natural para ______…

-V….? Está me ouvindo? – Ela perguntou, virando a cabeça para me encarar. – Parece que está em outra galáxia. – A garota riu, dando um leve tapa no meu ombro. Pisquei algumas vezes, voltando para a realidade.

-Então, parque de diversões? – Respondi, tentando não passar mais vergonha do que já estava passando.

-Sim, um parque de diversões. Você ao menos ouviu o que falei agora? Sobre os bancos do ônibus? – Fiz um sinal negativo, abrindo um sorriso e fechando um pouco os olhos. Minhas mãos automaticamente coçaram minha nuca, em vergonha. – Os bancos são para duas pessoas, seu idiota. Estava pensando que poderíamos sentar juntos, o que me diz disso? As outras garotas vão ficar juntas e acabei sobrando… Você é o menino mais próximo de mim aqui.

Ergui a sobrancelha, surpreso, porém assentindo e sentindo minha boca pendendo levemente aberta. Aquilo era uma novidade, não sabia disso. Pensei que estivéssemos bem longe disso. Ela sorriu, batendo no meu joelho com as mãos.

-Você é bobo. Eu gosto de você. – Disse, antes que uma de suas amigas se aproximasse por trás e a chamasse para ir até a mesa com as outras garotas. Ela se levantou e acenou para mim, sorrindo.

Acenei de volta, sem nem saber como me sentir direito. ‘’ Eu gosto de você’’, aquelas palavras repetiam várias e várias vezes na minha cabeça. Engoli em seco, tentando absorver tudo que tinha acabado de acontecer. Viagem para um parque de diversões, sentado no mesmo banco que ela, o amigo mais próximo que ______ tinha na escola e aquela última frase. Muitas coisas para pouco tempo.

O sinal bateu e o professor entrou na sala, fazendo todos correrem para os seus lugares. Ele colocou suas coisas sobre a mesa e sorriu, animado.

-Bom alunos, estávamos planejando uma viagem para vocês. Iríamos para um parque de diversões hoje… Porém! – Ele disse, antes mesmo dos alunos fazerem algum som. – Como já fomos ano passado e retrasado, queríamos algo diferente. Então, pensamos em um acampamento. Dois dias e uma noite no meio da floresta, em contato com a natureza. O que me dizem?

Como ele era o professor de biologia, deduzi que mais feliz não poderia estar. Alguns alunos reclamaram, falando que isso era a pior coisa que poderia acontecer, outros ficaram tão animados quanto o homem. E assim, uma ‘’guerra’’ se iniciou dentro da sala.

-Tudo bem! Os que não quiserem ou não puderem ir, podem ficar aqui, na escola, tendo atividades extracurriculares, o que me dizem disso? – O professor continuou, rindo. Ele sabia o que os alunos iriam responder, era óbvio. Mais uma onda de sons subiu, dessa vez concordando em ir. – Dispensaremos vocês para que voltem para a casa, arrumem suas coisas. Partiremos daqui três horas!

Os alunos se apressaram em arrumar suas coisas para ir até a parada de ônibus. Corri, sem me despedir de ninguém, e peguei minha bicicleta no estacionamento. Antes que pudesse sair, um toque suave no meu ombro chamou-me a atenção. Era ______.

-Você mora cinco quadras daqui, não é? – Perguntou, ajeitando o material no seu colo. Assenti, colocando a alça da mochila mais para cima do meu ombro. – Eu moro quase na mesma rua que você, pode me dar uma carona? Costumo vir andando, mas posso me atrasar de fizer isso agora.

-Sobe aí, não tem problema nenhum. – Falei, indo um pouco mais para frente e deixando com que sentasse atrás de mim. Nossos corpos estavam colados, literalmente, e seus braços abraçavam meu tronco. Consegui sentir sua respiração no meu ouvido e sua cabeça se aconchegou no meu ombro.

Não falei nada, apenas comecei a pedalar rápido. Teria que manter todo o meu controle para não desequilibrar a bicicleta e levar nós dois ao chão. Chegamos bem rápido, deixei ela em casa e fui direto para a minha.

Peguei uma mala antiga do meu pai e expliquei toda a história para minha mãe enquanto colocava algumas roupas ali dentro. Mamãe, sendo como qualquer outra, encheu minha bagagem com remédios, curativos e coisas desse tipo, mesmo comigo dizendo que não era necessário já que não seria uma viagem de um mês e sim, só dois dias.

Ela empacotou algumas comidas enquanto eu tomava um bom banho rapidamente. Com os cabelos molhados mesmo, vesti uma roupa limpinha e coloquei um perfume mais leve. Assim que as coisas ficaram prontas, apressei-me para sair de casa.

Foi aí que me deparei com o problema.

Como levaria minha mala e ________ naquela bicicleta? Normalmente, eu apenas colocaria a bagagem entre as minhas pernas, prendendo-a no guidão, e continuaria. Mas agora, com ela junto, seria bem mais complicado.

Mordi o lábio, virando para trás e vendo minha mãe me encarando da porta. Corri até ela, pedindo desculpas por ter esquecido do beijinho de tchau. Puxei seu rosto para o meu, beijando sua bochecha bem rápido.

-O que devo fazer? Ela não vai caber junto comigo e a mala. – Falei, pedindo ajuda para a minha mãe. A mulher pensou um pouco e então sorriu.

-Vocês têm três horas, não é? – Assenti. – Seja um cavalheiro. Deixei a bicicleta aqui e caminhe com ela até a escola. Vocês têm mais de uma hora ainda.

-Ah… Tudo bem, então… Tchau mãe! – Falei, dando mais um beijo na sua bochecha e me afastando, vendo que _______ estava saindo de casa, carregando uma mala mais ou menos do tamanho da minha, só que com rodinhas.

Apressei-me para alcançá-la e explicar que iríamos andando. A expressão confusa no seu rosto enquanto eu me aproximava dizia tudo.

-Vamos caminhar? – Perguntei, sorrindo. Ela sorriu, assentindo e dando de ombros.

-Então tudo bem, sem bicicletas. – Seus ombros estavam levemente encolhidos e um sorriso ainda se mantinha em seu rosto.

Ás vezes, enquanto andávamos, conseguia vê-la espiando, tentando me olhar sem que eu percebesse, o que me fazia sorrir como uma criança. Seu rosto corava toda vez que isso acontecia, principalmente quando ela sabia que eu estava ciente do que estava fazendo.

-Você é bonito, Oppa. – A segunda surpresa do dia. Ela nunca me chamava de Oppa, só quando queria alguma coisa. Eu já havia falado que apreciava quando garotas me chamavam disso, mas não qualquer uma, claro.

Será que ela estava querendo algo?

Encarei-a com a sobrancelha levantada e um pequeno sorriso no rosto. Ela desviou o olhar, rindo e depois me dando um soco no ombro.

-Pare de me fazer ficar com vergonha! – Ela era simplesmente um amor. Tão adorável, delicada e linda como uma flor. Sorri, bagunçando seus cabelos.

-Você está fazendo isso por conta própria, não estou dizendo uma só palavra – Falei, me defendendo. Ela apenas sorriu, mas quase caiu no chão logo em seguida. Sua mala prendeu em uma pedrinha no chão. – Aqui, deixe-me tirar para você. – Abaixei-me e soltei a bagagem, deixando-a vermelha mais uma vez.

-Dessa vez, foi culpa sua. – Apenas sorri, continuando a andar. Era impossível não se apaixonar por ela.

Chegamos na escola faltando alguns bons minutos para os ônibus saírem, então sentamos em um banco de madeira que havia lá. As amigas dela ficavam olhando para nós e rindo, cochichando entre sim. Olhei para ela – para baixo – e encostei em seu ombro com o meu.

-O que deu em você? Ficou tão tímida de repente.

-Culpa sua.

-MINHA? – Falei, colocando uma das minhas mãos no meu peito e fazendo uma expressão surpresa. Ela se levantou e deixou-me ali sozinho, indo até suas amigas. Pude ver um sorriso se formando em seu rosto enquanto saía, então decidi não dizer mais nada.

Assim que os ônibus chegaram, todos embarcamos. Fiquei esperando por _________, que não aparecia de jeito nenhum. Suspirei, fechando os olhos e deixando com que minha cabeça descansasse no encosto do banco.

As portas do automóvel se fecharam, mas nada ______ aparecer. Fiquei preocupado, então apenas corri e pedi para que o motorista esperasse mais um pouco.

-Não posso. – Foi a resposta que recebi. Suspirei, pedindo para que abrisse as portas. Ele abriu, carrancudo. Saí correndo para dentro da escola para ver se a encontrava e a vi saindo rápido de dentro do banheiro.

-Eu só fui no banheiro! Me falaram que faltava cinco minutos ainda! – Ela respondeu, um pouco descabelada. Peguei seu braço e a puxei com pressa.

-Vamos logo!

Saímos correndo e por sorte conseguimos entrar no ônibus segundos antes de ele fechar a porta. Sentamos no banco e eu apenas fechei os olhos, respirando com dificuldade.

-Você é maluca.

-Eu estava apurada. Disseram que faltava cinco minutos, a culpa não foi minha. Eu tinha acabado de entrar no banheiro quando ouvi as meninas falando que tinham que correr porque os ônibus já estavam saindo.

-Quem te disse que faltava cinco minutos?

-As minhas amigas. – Respirei fundo, olhando pela janela. Por algum motivo, eu sentia como se aquilo tivesse sido de propósito, como se quisessem prejudicar ________.

-Tem certeza de que elas são confiáveis? – Atrevi-me a perguntar.

-É claro que são! São minhas melhores amigas! – Ela cruzou os braços e se calou depois daquilo. Não ousei abrir a boca para falar mais uma palavra.

(…)

Não sei quanto tempo da viagem se passou, mas praticamente todos estavam dormindo. Conseguia ver de onde estava sentado, Namjoon abraçado em sua namorada, os dois nocauteados. Suga estava babando sobre o próprio ombro com a cabeça caída sobre Jungkook, que também dormia, no banco ao lado do nosso.

________ estava dormindo com a cabeça no meu ombro, roncando tão baixinho que era quase inaudível. Olhei pela janela, percebendo a acumulação de árvores ao nosso redor.

Meus olhos pesavam, assim como minha cabeça. Respirei fundo, tentando me manter acordado. Não gostava tanto assim de dormir em viagens escolares, mas dessa vez não parecia possível continuar.

O motorista passou por uma lombada muito rápido, fazendo todos do ônibus pularem e acordarem com um susto. Ouvi a risada do homem e então sua voz dizendo que havíamos chegado. Suspirei, olhando para _______ e vendo que ela parecia atordoada.

-Chegamos. – Falei, tirando o cabelo do seu rosto. Ela sorriu e assentiu, se levantando devagar para pegar sua mala que estava guardada em um compartimento no fundo do ônibus.

Havia várias cabanas ali, na terra. Alguns professores nos encaravam, animados. Eles começaram a dar as ordens assim que todos saíram dos ônibus, mas não prestei muita atenção. Meu sono era demais. _______ segurava meu braço, como se eu fosse seu ursinho de pelúcia e ela a criança.

-Ficarão em trios dentro das cabanas! Podem se divertir! – Disse o professor de biologia. Apenas olhei para ______, que agora conversava com suas amigas. Meus amigos me encaram, então tirei os dedos delicados dela do meu braço e fui até eles.

-Então, o que me dizem? Somos em sete, o que devemos fazer? – Namjoon perguntou, olhando sua namorada ao longe.

-Pode ir com ela. – Falei, trocando o peso de uma perna para a outra.

-Não quero ficar colado nela o tempo todo, é enjoativo. Quer dizer, tenho medo de que fique enjoativo. – Assentimos e então começamos a olhar ao redor, procurando por respostas.

-Hey, Tae. O que me diz de ficar com _______? Se quiser, posso ficar com vocês. – Disse Hoseok.

-Ela vai ficar com as amigas, provavelmente. – Respondi, olhando para os lados ainda. J-Hope sorriu, apontando para trás de mim.

-Não é o que parece. -  Ela estava parada, vendo as amigas se afastarem enquanto riam. Porém, a expressão de _______ não parecia nada alegre. Meu coração apertou e saí correndo até lá, sem nem me importar de avisar os meninos.

-Está tudo bem? – Perguntei, segurando seus ombros e a fazendo olhar para mim, delicadamente. Seus olhos estavam um pouco inchados, talvez pelo sono… Ou, bom… – Ei, pode me falar, sabia? Não precisa ficar em silêncio total.

-Você estava certo, só não sei como isso aconteceu… – Ela disse, começando a chorar, provavelmente, de novo. Abracei-a, colocando sua cabeça sobre meu peito. Acariciei seus cabelos sem dizer mais uma palavra.

-Você pode ficar comigo durante o acampamento, se quise-

-Eu quero, Oppa. – Afastei-me um pouco, apenas o suficiente para vê-la. Sorri, vendo seu rosto agora mais calmo.

-Então, venha. Vamos conhecer meus amigos, você vai gostar deles, eu prometo.

(…)

Passamos o dia conversando, combinando quem dormiria com quem. _______ permanecia do meu lado o tempo todo e eu conseguia perceber que ela ainda não estava bem. Perguntava-me o que aquelas garotas haviam falado para a garota para deixá-la assim…

O tempo se passou, eu dividiria a cabana com Jimin e ________. Com a lua no céu, pude ver as amigas da menina a chamando para conversar do outro lado do acampamento. É claro que me mantive atento, mas o sono não estava me permitindo fazer muito.

Assim que ela se aproximou, a conversa começou e as meninas riam, menos ______. A garota apenas sorria, mas de um jeito forçado. Jimin me chamou por um momento para ajudá-lo a arrumar a cabana por dentro, o que demorou alguns minutos.

Quando voltei, as garotas não estavam ali, muito menos ______. O desespero me abateu, eu sabia que iria acontecer alguma coisa ruim. Sentia isso. Eu apenas me importava com ela naquele momento, nada mais me importava.

Corri até a cabana dos professores, pedindo para entrar.

-_______ sumiu! Ela saiu com algumas meninas da turma e elas não estão mais aqui. – Falei, antes que me perguntassem qualquer coisa.

-Agora vocês entenderam o motivo pelo qual eu preferia o parque de diversões? – Disse o professor de português. – Droga! Não podemos fazer grande alarme por isso, quando foi a última vez que a viu?

-Há alguns minutos.

-Elas não devem estar muito longe, pode ir procurar? – Continuou ele. Assenti rapidamente, olhando para fora da cabana só para checar se haviam voltado. Meu sangue ferveu quando percebi que as garotas tinham voltado, mas ________ não.

Saí correndo até elas com passos pesados. As garotas ainda riam, conversando como se tivessem feito algo incrível.

-O que fizeram com ela? – Perguntei, nervoso.

-Estamos só brincando de esconde-esconde, Oppa. – Uma delas respondeu, imitando o jeito de ________ falando Oppa. Meu sangue borbulhava.

-Vocês a colocaram para dentro da floresta?! Estão malucas?! – Falei, antes de sair correndo para dentro daquele lugar. Minha jaqueta balançava com o vento e minhas pernas fraquejaram com o trovão que cortou o ar rapidamente. –__________?!

Comecei a chamar por seu nome enquanto andava na floresta. A concentração de árvores aqui era bem maior, bem mais escuro e assustador. As folhas balançavam com o vento e os trovões continuavam. Depois de alguns minutos andando, não demorou nada até que chuva começasse a cair sobre minha cabeça.

Acelerei o passo até encontrá-la abaixada, abraçada nos próprios joelhos enquanto chorava. Pelo que andei, elas haviam levado ______ longe demais do acampamento e ela deveria ter esquecido o caminho. Suas roupas estavam sujas de lama e ela não usava uma jaqueta, muito menos uma blusa com mangas.

-________? – Perguntei, me aproximando. Ela olhou para cima, se levantando e vindo até mim com os braços abertos, assim como uma criança. A abracei, os raios atravessando o céu sobre nossas cabeças. – Está tudo bem agora, eu estou aqui. Calma, elas não podem mais te machucar.

Segurei sua mão e a levei para a árvore mais próxima, uma que nos protegesse da chuva. Não estávamos totalmente seguros, mas pelo menos não nos molhávamos tanto. Porém, numa hora dessas, ______ não deveria mais saber nem o que era lágrima e o que eram pingos de chuva.

-O que elas fizeram dessa vez? – Perguntei, sentado ao seu lado enquanto a abraçava com a minha jaqueta.

-Elas falaram que para compensar o que fizeram comigo antes de sairmos, iríamos brincar de esconde-esconde, mas longe do acampamento e usando vendas porque seria mais divertido. Eu e mais três meninas tampamos os olhos. Quando chegamos aqui, senti um empurrão nas minhas costas e caí no chão, quando tirei a venda dos olhos já não sabia mais onde estava. Não sabia voltar. Eu sou tão burra!

Ela deu um tapa na própria testa e começou a chorar, seus músculos tensionados e os ombros se movendo rápido. Ela usou as mãos para esconder o rosto. Mesmo de onde estava, sentia o ódio que ______ sentia de si mesma naquele momento.

-Não, você não é burra. Você só quis acreditar que ainda podia confiar nelas, poxa, foram suas amigas por tanto tempo. Me perguntou o que as levou a fazer isso. – Ela deu de ombros, me abraçando.

-Eu odeio essa escola. Não tem pessoas que prestam aqui! Quero logo acabar para sair desse lugar….

-Eu não presto? – Perguntei, não esperando uma resposta. Foi quase automático.

-Você é um dos motivos pelos quais eu não saio desse lugar, Oppa. – Ela disse, abrindo um sorriso sem mostrar os dentes. Ela me encarava com atenção e eu devolvia o olhar com a mesma atenção.

-Você é um amor, sabia? – Falei, sem pensar e me arrependendo dois segundos depois. – Quer dizer, você é fofa. É, isso. – Ela começou a rir um pouco, me encarando ainda.

-Eu já sei, Oppa.

-Ah, que modesta. – Falei, rindo. Ela me empurrou fraco e me encarou um pouco mais séria dessa vez.

-Não estou falando disso. Já sei do que você sente. Sabe, não sabe esconder muito bem – Ela disse, sorrindo. – E isso é fofo.

Ela se curvou na minha direção e me deu um pequeno beijo no rosto, depois um no nariz. Fiquei paralisado, sem saber nem como respirar. _______ sabia?! A garota começou a rir, me abraçando e escondendo seu rosto no meu peito.

-Obrigada por ter vindo me procurar, Oppa.

{Anos depois, na faculdade…}

Estávamos na mesma universidade, mas em cursos diferentes. Ela passava os recreios comigo e nós éramos inseparáveis. Apesar de todas as mudanças, tantas mudanças, até mesmo dentro de nós, ainda continuávamos juntos.

Hoje seria um dia especial, o dia em que eu debutaria. Finalmente, depois de anos treinando incansavelmente para me tornar um cantor, teria minha recompensa. _________ iria ao nosso show e levaria alguns amigos do seu curso.

Faltava alguns minutos para subirmos sobre o palco e eu já conseguia vê-la na primeira fileira, sorrindo e acenando para mim. Ela estava tão diferente, tão linda, nunca pensei que isso fosse possível, mas aconteceu.

Assim que subimos sobre o palco para nos organizarmos na posa inicial da música, vi suas pequenas mãos que sempre cheiraram a pêssego. Elas estavam entrelaçadas com as do menino ao seu lado, Zico.

Aishi… Quanta inveja eu tenho do seu namorado.

 //MinSuga 

Ella se siente como un precipicio; como la luz al final del túnel. No sonríe a menudo, su boca parece ser las vías de un tren descarrilado.

Él se siente como un suicida; ve la muerte como el principio de una gran historia. Sonríe a menudo; pero le duele hacerlo.

Ella ama completamente; él, profundamente. Son polos opuestos, pero, de vez en cuando, se cruzan por la calle. Y se sonríen. Ella tímidamente, él con ganas de comerle la boca.

Están los días en los que se sienten tan perdidos que tienen la necesidad de encontrarse. Tienen noches de confesiones. Se cuentan de todo, incluso las cicatrices. Se lamen las heridas. Y se abrazan fuertemente para intentar sanar las heridas interiores, que son las que más tardan en cicatrizar.

La mayor parte del tiempo, incluso en verano: ella utiliza abrigo. Tiene unas cuentas heridas hechas con un alfiler, por todas esas noches en las que se sentía sola, o cuando otra chica le decía que estaba ausente de belleza. Y ella se lo creía.

Él carece de amigos y tiene amor de sobra. Tiene una frase tatuada en su brazo izquierdo: “Ni siquiera esto es eterno, pero sí permanece hasta la muerte”. Ha intentado varias veces aterrizar el vuelo al fondo de un puente, pero por alguna razón importante y poderosa no puede.

Él nunca ha sentido lo que es un hogar, pero cuando está cerca de ella y cuando sus brazos lo arropan; siente cómo lo abriga, lo acoge y le transmite calor.

A ella no le gusta lo que se refleja cuando está parada frente a un espejo. No sabe que, para él, ella es el poema más bonito.

—  Benjamín Griss
¿Como seducir a Cáncer?

Cuando se trata de seducir a la gente lunar, hay que ser románticos, un buen modo es una caminata, cena y luego llevarlos a bailar o a alguna presentación musical o teatral, también funciona si deciden quedarse en casa acurrucados en el sofá a ver una película. Cáncer adorara que quieras acurrucarte con el/ella, les encanta, no los fuerces al sexo, no te precipites, no estas tratando de seducir a un Géminis, estas tratando de seducir a un Cáncer así que se paciente. 

Recuerda que para que un Cáncer te permita “hacerlo” con el/ella, necesita sentirse seguro, ten en cuenta eso cuando se aproxime el momento, se gentil y lleva las cosas con calma, cuando Cáncer este listo para eso te lo hara saber. 

También puedes intentar una cena romántica, preparada por ti, obviamente, con velas y pétalos de rosa, y si quieres ambiente musical, averigua sus canciones románticas preferidas, cada uno de ellos tiene una percepción un poquito distinta del romance musical, seria bueno que lo supieras por adelantado. 

Tanto el hombre como la mujer cáncer gustan de recibir cumplidos de sus pechos o pectorales sea cual sea el caso, puede hacerlo, en el momento de… , no escoja cualquier otro momento cotidiano, lo único que lograra es que se cohíban y se regresen a su caparazón de cangrejito, si no hace esto, muestre el pecho, si es mujer use algún tipo de escote discreto y si es varón, use alguna prenda de cuello abierto.

TIPS PARA SEDUCIRLO:

  1. Luego de su hermosa cena romántica, pueden sentarse juntos en el sofá, y ese es el momento de hacer la jugada, a los Cáncer les gusta tocar y ser tocados así que acércate, si se acomoda a tu cuerpo las probabilidades son altas, una vez que estén cómodos y bien acurrucados puedes susurrarle algunas cosas al oído como: “Me alegra haberte conocido”, “Me gusta estar contigo”, etc, etc, acercaro lentamente hacia ti y cuando sus rostros estén cerca bésalo, despacio y al son de la música, una vez que Cáncer empiece a “perder el aliento”, gemidos suaves y eso, sabrás que esta listo y que es el momento.
  2. Use la psicología inversa, ya que Cáncer tiene un miedo terrible a ser usado y desechado, debe expresar que siente el mismo temor que ellos pero que al estar con el/ella se siente seguro y protegido y sin temor de salir lastimado, puede decir algo como: “En serio me agradas, eres comprensiv@ y creo que siento algo por ti, pero he sido lastimad@ antes y no quiero que vuelva a suceder lo mismo” y entonces Cáncer dirá algo como: “Te entiendo, yo tampoco quiero salir lastimad@ de esto, pero te juro que jamás haría algo que pudiera hacerte daño” y entonces tan conmovido por las dulces palabras del cangrejito debe darle un beso tan apasionado como el de una película romántica, luego de eso pueden comenzar a desvestirse y el resto es historia.
  3. Otra forma de seducirlo es tomándoles el pelo, aprovechando esa característica suya de no querer ser heridos ni herir, luego de muchos besos y caricias, cuando este a punto de pasar algo, déjalo, míralo a los ojos un rato y vuelve a besarle, puedes decirle entre este juego, porque lo tendrás que hacer muchas veces: “No estoy listo”, y así un montón de veces, hasta confundirlo un poco, lo que se pretende es que Cáncer tome el control de la situación y de el primer paso y no te suelte, o mejor si antes de eso empieza a confortarte, esta táctica no es muy segura… porque en caso de que el Cáncer con el que este sea muy inseguro, jamas lograra llegar a ningún lado y deberá intentarlo de otro modo, otro día. 

Originally posted by hurtheartbreaker

youtube

Si bien la guerra clásica contra la ciencia ya estaba casi extinta, ahora está volviendo. Personas antivacunas (pese a las grandes evidencias y demostraciones) o que niegan el cambio climático (ídem) y encima los presupuestos de la mayoría de gobiernos mundiales destinados a cuestiones científicas/de investigación son cada vez menores (y eso que nunca fuera enormes).

Cada vez se busca más ciencia comercial, de aplicación inmediata. Pero esto es absurdo, es una “solución” a corto plazo.

“Vivimos en una sociedad dependiente de la ciencia y la tecnología en la que prácticamente nadie sabe sobre ciencia y tecnología”

- Carl Sagan

Y este es mi resumen del vídeo.

Nunca se pusieron a pensar en mas allá de wigetta.

O sea, nunca vieron a wigetta como hermanos? Y a vegetta como hermano mayor? Siempre cuidando a Willy en todo. Que nadie le haga daño a el niño, sino los destroza? Hoy re al pedo me puse a verlos por ese lado, como una hermandad. Que se cuidan y aprenden uno del otro. Weee re que noooo. Son marido&marido se re garchannnnn ojala confirmen que son pareja de una vez me canse de todo cjau.

I used to think that i was better alone... l One Shot

Sumario: Un lindo high school AU. Alguien le manda notas deamor a Louis.

Notas: Esta historia no es mía. Le pertenece a la linda Amy. El blog sólo se encarga de la traducción con su debida autorización. Puedes encontrar la historia original aquí (x)

¡Hola chicos! Espero que estén muy bien :D Bueno, esta actualización es una de las que habrá en este mes, queríamos hacer algo especial para ustedes, para que se llenen de amor y no sean unos “grinch” de ese día tan especial :) Ya había pedido permiso para traducir este OS desde el año pasado xD Ya dejo de divagar, saben que apreciamos mucho sus likes, reblogs y sus comentarios nos dan animos para seguir haciendo esto :) Gracias a Ana V por ser una grandiosa beta <3

 ¡Disfruten!

-Abdi

Keep reading