soldadas

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As mais belas e perigosas soldadas

As mais belas e perigosas soldadas

Em muitos países quando se atinge a maior idade é o momento para os rapazes cumprirem com seu dever a pátria e se alistarem nas forças armadas, porem este conceito de rapazes há alguns anos começou a mudar e as moças enfrentaram o preconceito e se tornaram membros efetivos da luta contra o crime.

Hoje ainda uma parte muito pequena da população feminina sente o desejo de se juntar as forças militares, mas das que se juntaram muitas são de dar água na boca, e convenhamos me diga se não dá uma vontade de servir, especialmente na Suíça?

Galeria com 30 fotos com o que há de mais bonito e perfumado (nem sempre) em exércitos pelo mundo.

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Poucas coisas naquele palácio irritavam mais Leira do que esperar. A maldição de locomover-se para uma reunião, que nem era tão importante, e deparar-se com uma longa espera. Como era de praxe, e o reino inteiro sabia de tal fato, Leira não esperava, então rapidamente levantou-se após uma tolerância de dez minutos e se retirou da sala. Com duas soldadas de seu exército atrás de si, deslizou pelo corredor, sem desviar os olhos do caminho traçado à frente e sem direcioná-los a qualquer pessoa ali. Iria para seu gabinete, onde resolveria seus assuntos particulares com Torstein. Foi quando de repente uma voz ao fundo do corredor a chamou, obrigando-a a parar seu caminho para virar-se para trás, assim poderia encarar a pessoa nos olhos. Seu cenho se franziu de leve, com a usual expressão fechada e arrogante estampando seus traços extremamente femininos.

Arielle “Aria” Blackraven tem 27 anos, é uma plebeia, possui cauda cinza e se parece com Katheryn Winnick.

“I’ve got a tortured mind and my blade is sharp, a bad combination in the dark.”

♔ ABOUT HER:

Filha de comerciantes, Arielle sempre teve uma vida simples e sentia-se inteiramente satisfeita com o que tinha, não era como muitas de suas amigas que sonham em se tornar rainha ou princesa um dia, na realidade, por mais que a loira admirasse a profissão de seus genitores, ela desde pequena sonhava em se tornar uma soldada da rainha, e lutar pela segurança daqueles que pacificamente lutavam pelo bem de milhares de outros, mas logo essa mentalidade ingênua iria mudar. Sem irmãos, a pequena sempre fora o centro das atenções em seu lar, e por esse motivo não havia criança que amasse e idolatrasse mais seus pais. Podia-se afirmar que aquela era uma família especial e unida, mas tudo estava destinado à discórdia. Os anos foram passando e logo a verdade inevitavelmente aparecera. O mundo no qual ela vivia estava longe de ser perfeito, como seus pais faziam parecer ser. Logo uma tragédia iria abrir-lhe os olhos e lhe contemplariam com uma visão atenta e analítica do que acontecia a sua volta, a menina logo percebera que nem todos aqueles que estavam no poder realmente pensavam no bem da população, muito pelo contrário, eram capazes de destruir quem quer que fosse para que pudessem ter ainda mais poder em suas mãos imundas.

Certa manhã, Arielle fora despertada pelos gritos de sua mãe que entrara com urgência em seu quarto, ela lhe imploravam por ajuda, pois seu pai havia sido capturado pela guarda real e estava sendo acusado de ser um traidor e que estava planejando o assassinato da rainha. Aquilo soava como o grande absurdo que realmente era, a menina tinha certeza de que seu pai nunca seria capaz de fazer tamanha atrocidade, que ele sempre empregava o seu tempo e sua energia em fazer o bem e nada mais do que isso. As duas se esforçaram para evitar que o pior acontecesse, porém mesmo depois de conseguir adentrar o castelo – através de muitos confrontos verbais e corporais – tudo que Arielle recebeu como resposta foi ouvir novamente a acusação que seu pai era um traidor e assisti-lo ser morte de maneira violenta e barbárica. O alicerce que sustentava a família Blackraven que parecia perfeita aos olhos da menina e todos aqueles que os conheciam, juntamente com toda a sua felicidade plena, agora desmoronava a sua frente. Por muito tempo temeu pela morte de sua mãe, e se perguntava se o que havia acontecido era uma confusão com a identidade do suspeito daquele suposto crime cometido ou se o assassinato do homem fora encomendado por puro capricho e para o entretenimento de alguns. Mas a verdade era que descobrir a razão daquela morte não traria seu pai de volta, nada o faria.

Algum tempo depois, Arielle abordara sua mãe, no intuito de lhe dizer que não concordava com a morte de pessoas inocentes como seu pai e que acreditava que toda aquela situação poderia ser evitada no futuro, bastavam eles lutarem por uma mudança. Mas o que começou como uma conversa civilizada terminou com uma briga entre as duas, que culminou na decisão da mais nova de lutar por aquilo que acredita em segredo, sem arrastar a mãe para as possíveis consequências de seus atos. Por mais curioso que pareça, não há uma fagulha sequer de ódio no coração da garota hoje em dia, havia apenas magoa e determinação. A loira sabia a coisa certa a ser feita, e não haveria momento mais adequado, pois logo soubera a respeito da revolução que aparentemente estava próxima de acontecer. Mas ela acredita conhecer bem a rainha, e que deve agir de maneira discreta inicialmente, sem grande alarde, para que não seja morta antes de poder fazer algo a respeito de toda a tirania existente no reino, por isso, pouquíssimas e elegidas pessoas sabem sobre os seus desejos revolucionários. E é assim que ela age, recebe informações sobre os revolucionários e tenta tramar, em sua mente agitada e torturada, um plano de ataque contra aqueles que insistem em destruir a vida daqueles que apenas lutar diariamente por suas felicidades e daqueles a quem amam.

PERSONALITY:

A aparência de Arielle em conjunto com a sua postura é capaz de assustar muitas pessoas. Mas não se deixe enganar pela cara amarrada ou pela sua postura violenta. A garota é normalmente muito educada e não sai distribuindo grosserias gratuitamente. Apesar de sua personalidade um tanto quanto excêntrica, é bastante generosa na maioria das situações. Dificilmente será a primeira a atacar alguém, mas nunca foge de uma luta e não teme em se arriscar, além de gostar e ter a necessidade de sentir a adrenalina de quando entra em alguma confusão ou discussão, pois isso a faz se lembrar de que está viva, mesmo que não assuma publicamente isso. Por mais que se esforce para nunca demonstrar esse lado de sua personalidade, a mente da garota é extremamente atormentada, por inseguranças e memórias as quais tenta com afinco se esquecer, como a falta de uma das únicas pessoas as quais realmente amara em sua vida e a culpa por não ter sido capaz de salvá-la. Durante algumas noites ela tem crises graves de choro e ataques de pânico, quando ela se sente completamente sem ar e quase incapaz de continuar com a sua vida. Mas aos poucos vem aprendendo como controlar tais ataques, mesmo que o motivo seja a sua vontade de esconder suas fragilidades do resto do mundo. Teme que esteja perdendo o resto de sua sanidade pouco a pouco. É possível afirmar que há duas versões de Arielle: A frágil e danificada, que secretamente luta diariamente para manter sua sanidade, e a garota forte e solidária que luta pela própria vida e a dos outros. Por esse motivo, ela se tornou uma pessoa bastante reservada e de poucas palavras. Gosta de observar, porém odeia ser observada e principalmente ser analisada.

♔  PLAYER: Jojo

OCUPADA

Hoy el reto del amor es que dejes de ser el conductor de tu grúa.

Año del Señor 2015
Lerma, 20 de mayo 

Hola, buenos días, hoy Joane nos lleva al Señor. Que pases un feliz día. 

CRISTAL QUE NO VA A LA DERIVA; ¡CRISTAL QUE VUELA!

Como ya sabes, estamos cubriendo el claustro con… bueno… eso no te lo puedo concretar… hay quien dice “paraguas”; otras, “sombrero”, pero, le llamemos como le llamemos, ver el proceso de montaje es sorprendente.

El otro día pusieron una estructura que durante días estuvieron construyendo en la plaza. Con una grúa la alzaron sobre el monasterio y la fueron bajando hasta quedar perfectamente fija sobre el claustro después de ser soldada. ¡Cuánta expectación!

Ayer la cosa fue más delicada: los cristales. No podía hacer viento y no podían quedarse sin electricidad, de lo contrario caerían. La imponente grúa situada en la plaza dirigía todas las maniobras. Los cristales, apilados en un camión, esperaban pacientemente. Eran enormes, unas dicen que de unos 60 kg; otras, que muchos más; la cosa es que eran enormes y, a su vez, frágiles.

Una cuerda caía de la grúa con una especie de ventosas, dos chicos medían para que las ventosas quedasen centradas, las apretaban y… con gestos daban la orden a la grúa para empezar la maniobra. Separaban el cristal del resto poco a poco, empezaba a alzarse, cada vez iba cogiendo más altura ante la vista de toda la gente que estaba en la plaza y de las monjas apiladas en la ventana.

El cristal desaparecía por encima del tejado. Corriendo íbamos al claustro y allí veíamos cómo lentamente descendía, mientras los chicos que esperaban, con cuidado, le ayudaban a entrar en los raíles preparados de la estructura. Lo fijaban y subían sobre él para quitar la ventosa, ¡daba vértigo mirar! 

Pero ahí estaba, formando parte de la estructura, dejándonos ver a través de él el cielo azul, y preparado para cobijarnos un poco más del frío en invierno.

Hoy quizá tú te sientas como ese cristal: en una camioneta, sin saber a dónde vas, dejándote llevar sin un rumbo fijo, desorientado, frágil. Pero no es día para resignarte. Cristo no quiere eso para ti. Él es el conductor de la grúa. Deja que ponga las ventosas sobre ti, que te alce en el aire, ¡sobre el tejado! Sí, sientes vértigo, parece que en muchos momentos te vas a romper, pero con Él nunca te caes si no dejas de mirarle, si no dejas que se “corte” la electricidad. Alto, muy alto…

Y ya por fin ves tu sitio en la estructura, parece lejano, que no vas a encajar, pero te fías: deja que tus hermanos te ayuden, el Señor los ha puesto a tu lado; que te pongan en los raíles, que te ayuden a que te sitúes. Por fin, ya en tu sitio, el corazón descansa. Tú no lo has buscado, quizá no es lo que imaginabas, pero el que dirige la grúa te ha sorprendido, te ha puesto en el mejor lugar: cristal para que los demás puedan ver a través de ti el cielo, puedan ver a Cristo en tus gestos, en tu acogida, en tu amor. Cristal que transmite calor tendiendo la mano aún viéndose frágil, porque sabe quién le sostiene.

Hoy el reto del amor es que dejes de ser el conductor de tu grúa. En tus decisiones, en eso que tanto te pesa, en tus miedos… sé cristal. Déjate alzar por Cristo, deja que Él lleve tu vida y te ponga en tu sitio. Merece la pena, descansa en Él, deja que te haga Feliz. ¡Vuela!

VIVE DE CRISTO
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Arquiteta com apenas 7% de visão cria blog de beleza após curso com top maquiador

Marcos Costa e Lúcia Florio (Foto: Edu Delfim) leia mais

Mesmo com a quantidade de informação sobre produtos de beleza e os passo a passos que a internet oferece nos dias de hoje, nem sempre é fácil aprender todas as etapas de uma maquiagem. Mas, temos de admitir: às vezes, é a preguiça quem fala mais alto e nos faz deixar esse ritual de beleza diário de lado.


A arquiteta Lúcia Florio é prova que nem a deficiência visual é um obstáculo na hora de se cuidar e se produzir. Lúcia nasceu com a Doença de Stargardt, uma forma de degeneração gradativa da mácula, e começou a perder a visão aos oito anos. Hoje, aos 38, tem somente 7%, mas vive como qualquer outra pessoa e, acredite, alimenta um blog com textos e tutoriais de maquiagem.


Quem acessa a página de Lúcia e assiste aos seus vídeos (superdidáticos, por sinal!) nem imagina que até pouco tempo ela mal fazia ideia da variedade de produtos de beleza que existe no mercado. “Eu nunca fui muito interessada em maquiagem, só usava batom e rímel e achava que já estava bom. Mas, desde que comecei a acompanhar blogs de moda e beleza isso mudou”, declarou.


Os famosos “look do dia” ou “make de hoje”, tão tradicionais nas páginas das blogueiras, cativaram a arquiteta, que não demorou muito pra pensar em fazer as suas próprias versões. “Eu vi na ideia de escrever e gravar vídeos a oportunidade de auxiliar outras mulheres com deficiência visual”, contou.


Com uma ajudinha do acaso, que a levou ao Instituto Dorina Nowill por conta de um curso de mobilidade, Lúcia ficou sabendo do curso que o top maquiador Marcos Costa ministra especialmente pra mulheres cegas e com pouca visão, o Maquiagem para Todas. Ela decidiu se inscrever pra ampliar seus conhecimentos sobre o assunto e aprimorar técnicas.


A partir daí, a maquiagem passou a ser uma constante na vida da arquiteta. Durante as aulas, ela aprendeu não só a usar todos os tipos de produtos, desde a base até a sombra, como também a medir quantidade certa de cada um deles. “Por conta da minha visão, antes eu exagerava em tudo, achava que quanto mais, melhor. Com o Marcos, aprendi que, quando se trata de maquiagem, menos é mais”, explicou.

Lúcia Florio (Foto: Arquivo Pessoal)

 


Além disso, o curso também aguçou a sensibilidade de seus olhos e, aliado à sua formação em arquitetura, abriu um leque maior de combinações de cores. Segundo Lúcia, o curso foi um verdadeiro divisor de águas em sua vida.


O Beleza na Ponta dos Dedos estreou em setembro de 2014 e está perto de bater a marca de 100 publicações. Pra ter um resultado perfeito na hora de gravar os vídeos, ela sempre conta a ajuda da mãe, que fotografa cada passo com o tablet pra Lúcia conferir se o make está certinho.

O sucesso da performance de Lúcia com a maquiagem rendeu, inclusive, uma parceria da arquiteta com Marcos Costa: ele a convidou pra ser sua assistente da próxima edição do curso, que deve começar entre junho e julho deste ano.

Como surgiu o Maquiagem para Todas


O ano era 2008 quando o maquiador oficial da Natura e queridinho de dezenas de celebridades decidiu levar seu conhecimento e sua técnica de maquiar com os dedos às mulheres com problemas visuais.

                       
“Um dia eu estava ouvindo rádio e passaram uma matéria sobre as dificuldades de locomoção dos cegos. Me lembrei de uma vizinha que não enxergava, mas estava sempre bem arrumada. Neste momento, comecei a pensar em como poderia ajudar essas pessoas e logo tive a ideia de criar um curso de automaquiagem”, contou. “Fiz o teste com essa vizinha e ela adorou. Então, convidamos algumas amigas dela pra montar a primeira turma e foi um sucesso”, acrescenta.

O intuito de Costa nunca foi lidar com o curso como um projeto, mas sim como uma caridade. “Minha família sempre pensou muito no próximo e eu achava que estava na hora de fazer algo pelas outras pessoas também”. O maquiador sempre teve como uma de suas principais características a maquiagem com os dedos, e viu que isso era perfeito pras mulheres com dificuldades visuais.

“Muitas mulheres ficam cegas ao longo da vida, e isso acaba com a autoestima delas. Eu vou logo dando bronca, mando ir na manicure, falo que elas não podem deixar de se cuidar”, declara. O profissional ainda explica que é preciso ter calma, pois elas são muito ansiosas pra começar a se maquiarem sozinhas e com todos os produtos.

Hoje, a iniciativa de Marcos Costa já atendeu mais de 700 mulheres e esse número não para de aumentar.

Astrid Swenthrad tem 22 anos, é uma soldada possui cauda esmeralda e se parece com Adelaide Kane.

“I’m scared to get close and I hate being alone I long for that feeling to not feel at all the higher I get, the lower I’ll sink I can’t drown my demons, they know how to swim.”

ABOUT  HER:

A união de Ragnar, capitão do exército real, e uma plebeia não fora vista com bons olhos por nenhum dos que tinham contato direto com a família do soldado, já que a ideia de que a tal sereia pudesse estar tentando se aproveitar das riquezas e da posição do outro não parecia distante ou absurda. Ainda que muitos fossem aqueles que chegavam a repudiar a ideia de aceitar a plebeia ou a mais nova sereia do reino como membros da família de Ragnar, o tritão fez questão de acolhê-las e mantê-las próxima a si, sem deixar de lado sua função no exército, o que nunca deixou de ser a prioridade de sua vida, assim como fazer o possível e o impossível para ajudar a manter a ordem do reino.

O nascimento de Astrid, ainda que precoce, não fora uma grande surpresa para os familiares de seus pais, que tinham entre vinte e vinte e quatro anos quando sua primogênita veio ao mundo submarino. Fora recebida ainda com uma certa hesitação, mas muito carinho e amor por aqueles que tinham a mente aberta para todo o tipo de relação, independentemente da classe social dos que estavam envolvidos, já que era impossível ignorar a semelhança física da garota com a de sua mãe, sendo quase que uma cópia fiel da matriarca. Seus avós paternos, ainda relutantes a acolheram de bom grado, diferente do que fizeram com sua mãe, temendo que a aproximação pudesse colocar em risco o status que carregavam por centenas de anos.

A infância fora tranquila, pelo menos aos olhos da mais nova. Tinha o que precisava para ter uma vida confortável e segura, além da liberdade para explorar os lugares próximos a Lakeford, onde Astrid gostava de passar grande parte de seus dias, acompanhada ou não pelos poucos amigos que tinha. No geral, a morena sempre preferiu ficar sozinha, descobrir as coisas por si só e sempre superar a si mesma, para que seu pai pudesse se orgulhar de ter uma filha como ela, depois do que havia arriscado para que pudessem tê-la. Astrid sempre estivera ocupada, tentando chamar a atenção e orgulhar seus parentes que nem notou quando sua mãe passou a se distanciar ao longo dos anos, antes de deixá-los alguns anos mais tarde.

O abandono não fora uma grande surpresa para Astrid, ou para seu pai, já que ambos tinham suas responsabilidades e as cumpriam acima de qualquer outra coisa e sua mãe, parecia continuar a parte de tudo. O motivo real da matriarca ter decidido partir não fora descoberto até que ela completasse seus doze anos, quando descobriu que o que a família de seu pais mais temia era a realidade. A matriarca havia realmente seduzido o capitão para que conseguisse se aproximar do castelo e da família real, tirando informações valiosas para aqueles que estavam insatisfeitos com a forma de governo de sua rainha. Além disso, a sereia havia uma outra família, dentre os revolucionários e Astrid, um irmão que desconhecia. Ainda que fosse nova demais para entender o que estava acontecendo e porque seus familiares, de uma hora para a outra, haviam começado a olha-la de uma forma diferente e fria, a morena permaneceu ao lado do pai, apoiando-o e tentando compreender as decisões que tomava, antes de ser morto por sua mãe cerca de uma ano mais tarde. A matriarca, fora caçada e exilada pouco tempo depois da morte do pai e a Swenthrad se tornou conhecida como a “filha de uma traidora”. Astrid não negava suas origens, mas não poderia dizer que se orgulhava pelas escolhas feitar por sua geradora, talvez se orgulhasse de sua coragem e força, mas não ousaria permitir que passasse disso.

Quando atingiu a maioridade, Astrid Swenthrad alistou-se para o exército da rainha, recebendo o apoio a família de Ragnar e de alguns amigos próximos que acreditavam nas palavras e na força da sereia. Pretendia ser como o pai, além de mostrar àqueles que ainda ousavam julgá-la pelo destino de sua mãe que, apesar da aparência bastante semelhante das duas, podiam ser completamente diferentes.

PERSONALITY:

Astrid puxou a beleza de sua mãe e o intelecto de seu pai. É uma jovem astuta e segura, também bastante corajosa e racional. Costuma ser taxada como “disciplinada demais” por aqueles que a conheceram quando mais jovem. A Swenthrad não costumava ser tão preocupada com a imagem que deveria passar para aqueles que não a conheciam. Era uma exploradora nata, por assim dizer, sempre tentando descobrir coisas notas e superar desafios que alguns poderiam julgar impossível para uma jovem como ela. Astrid sempre gostou de surpreender os que lhe julgavam fraca e isso, com toda certeza, não mudou depois do exilio de sua mãe e morte de seu pai.

A ausência de seu progenitor, fez com que a sereia fundisse sua personalidade a dele, tornando-se impassível e até um tanto fria, quando se tratava de outros seres marinhos. Ainda prefere sua privacidade e seu próprio espaço, não demonstrando seus sentimentos a menos que seja necessário, diferente de seus pensamentos, que Astrid faz questão de deixar a maioria bastante claro. Teme que, de alguma forma, tenda a desaprovar a liderança de sua rainha e que, em algum momento, acabe por trai-la e por esse motivo, principalmente, faz tudo para manter a postura exigida por sua posição.

PLAYER: Lara

OCUPADA

Primero que nada, no sé que estoy haciendo. Segundo, la catolica y tercero es que me da lo mismo el perkin qlo sapo hijo de la yuta que lea esto☺️jiji… Lo unico que te puedo decir es que… gracias; gracias por soportarme durante todo este tiempo, gracias por mostrarme una cara que pocos conocen sobre ti, gracias por hacer tantas cosas que nunca nadie había hecho por mí. A pesar de todo esto que esta pasando te quiero recordar que te adoro demasiado y que siempre seras la más soldada de mundo mundial… jaja que? Creias que diria que siempre serás la mejor? Olvidalo.. Te adoro demasiado vida mia ten en mente que siempre, SIEMPRE, estare para ti pase lo que pase hasta que nos volvamos viejos, seas fea, nadie te pesaue y estes arrugada como una pasa kakaka😈 Aaah… y nunca olvides que “todo contigo o nada con nadie”. Pd: Todavía espero mis cupcakes. Pd2: Soy batman. Je t'aime💕

4

Design por Outra Oficina - Peça multiuso de porcas soldadas com pintura eletrostática nas cores amarelo, preto, vermelho, azul claro ou branco

Dica: peso de papel, porta copos, elemento decorativo de parede, segurador de porta e o que você imaginar :)

Dimensão: 10 x 10 x 2 cm

Valor: R$ 200,00

“— I left my true self back, reborn of evil”

  • Irina Yermakov é o nome que consta no arquivo 1587, conhecida como Magnificent, natural de Moscou/Rússia com a capacidade de Magnetismo. Ela possui 19 anos e está do lado dos DARKNESS, sua função é Ladra de jóias (Soldada) e sua semelhança com India Eisley é extraordinária.
My fight isn’t over

Os irmãos Yermakov só conheceram um lado do mundo em que nasceram; o lado negativo, repleto de maldades e atrocidades que eles nem conseguiam assimilar. No ano de dois mil e vinte e seis, vite e um anos após a guerra contra os mutantes, o mundo tentava se recuperar do estrago que lhe fora feito, erguendo-se aos poucos; os humanos ajustando-se a companhia dos geneticamente modificados; os mutantes lutando por sua sobrevivência, escondendo-se dos que poderiam machucá-los; e havia também os que se mostravam alheios ao que acontecia, tentando ter uma vida normal. Este era o caso de Anya e Vladimir Yermakov que não fizeram parte da guerra, mas que colhia os frutos desta em suas almas, vendo sua cidade Moscou na Rússia ser destruída aos poucos, sendo tomada por quem continha habilidades indescritíveis; um poder que até mesmo o próprio Senhor desconhecia. Porém, a felicidade batia á porta deles, entregando-os gêmeos; as crianças nasceram para renovar a esperança do casal, sem que tivessem noção do quanto os filhos seriam perseguidos no futuro. Irina e Lev vieram ao mundo geneticamente modificados, portadores de mutações divergentes, mas que só seriam descobertas futuramente. Irina por sua vez, a caçula por dois minutos, já demonstrava sua inteligência ainda pequena; uma criança linda, dona de grandes olhos azuis; de lábios carnudos assim como sua mãe; um anjo em toda a sua personificação; a menina dos olhos de Vladimir. Sem que soubesse muito do mundo, já reconhecia o amor em toda a sua grandeza; amava seus pais, sua família e acima de tudo, seu irmão; era nítida a afinidade que os dois tinham, compartilhando muito mais do que sentimentos; eles compartilhavam a alma enquanto cresciam juntos, enquanto descobriam mais do mundo em que habitavam, sem que soubessem o propósito de seus nascimentos. A primeira demonstração de seu poder acontecera aos oito anos, durante o jantar. Irina conseguira mover um garfo, deixando a todos espantados; seus pais então tiveram conhecimento sobre a mutação correndo nas veias de sua menininha.

Mas como era de se esperar, Lev também nascera um mutante, fazendo com que seus pais acreditassem serem amaldiçoados. Aquele era o fim da família, um fim que eles não permitiriam que alcançasse seus alicerces. Anya e Vlad por sua vez, optaram por manter a mutação dos filhos em segredo para que estes pudessem ter uma vida tranquila. O complicado era disfarçar duas crianças mutantes, descobrindo seus poderes; Irina estava sempre tentando movimentar objetos metálicos; as mãos sempre no alcance de algo que pudesse lhe ser um brinquedo; a mente vasculhando todo o ambiente em que jazia, procurando por qualquer coisa que pudesse lhe ser útil. Aos onze anos de idade, ainda não tinha uma noção completa do que podia fazer, do que era capaz. Contudo, a vida reservava mais para os irmãos; mais da maldade que os cercava; mais de uma dor infinita que os quebrariam em mil pedaços. Fora em um dia como qualquer outro, que Irina viu sua família ruir; o departamento invadira a casa dos Yermakov’s, procurando por ela e Lev. Seus pais não permitiram o acesso, protegeram a vida dos filhos até o último segundo, até serem mortos na sala de casa sendo assistidos pelas crianças. A dor que atingiu Irina a deixou sem reação, como se tivesse sido tirada do seu corpo; avistou Lev tentando enfrentar os agentes da D.O.C.D e acabar desacordado; sentiu ser levada de um lado á outro; e no fim, jazia em uma cela cuja parecia ser feita de dejetos, mas o mal cheiro não lhe era um problema. A dor pela perda e o medo que viria á seguir eram maiores. E á base de tranqüilizantes, os irmãos passaram a ser cobaias; passaram fome, calor extremo, frio; foram furados centenas de vezes para que tivessem acesso aos seus sangues; passaram seis anos presos no inferno.

Irina já não era mais a mesma; a mente perturbada, o corpo ferido de tantas maneiras; a felicidade lhe roubada, tudo contribuiu para a criação de uma garota rebelde, fria e até mesmo, desprovida de sentimentalismo. O seu único porto seguro era Lev, que permanecia de pé, sustentando-a, sendo responsável por alegrá-la mesmo que temporiamente; e o que nutria por ele confundiu-se, misturou-se e transformou-se em uma obsessão descabida, um amor descontrolado. Mas não poderiam continuar naquele cativeiro e num excesso de raiva, sem saber que tinha tal poder em mãos, Irina matou dez pessoas controlando o ferro que corria nas veias dos que jaziam naquela sala prontos para machucá-la mais uma vez; depois disso, tudo ficou por conta de Lev que usando seus poderes os tirou do inferno. Seis anos após a morte dos pais e não tinham para onde ir, não tinham como sobreviver. Passaram a viver de pequenos furtos em Moscou, usando uma fábrica abandonada como lar. Todavia, a esperança os atingiu; os boatos sobre uma rebelião liderada por um mutante alcançou os ouvidos de Irina, convencendo Lev que aquele era o momento; o momento de sentirem-se úteis e almejarem por vingança. Foram para Tóquio e juntaram-se á Petrus, sabendo que finalmente, poderiam fazer parte de uma família novamente. Usando seus poderes dentro dos Darkness, cada um com funções diferentes, os irmãos não deixaram de permanecer juntos, unidos naquele propósito grandioso. O único problema para Irina, seria controlar toda a sua raiva e manter-se no caminho, sem que surtasse por conta dos traumas e das dores que se fincaram em sua alma, prejudicando-a.

Personality traits

 leal               ✘  desconfiada
✔  audaciosa      ✘  impulsiva
✔  determinada    ✘  delinquente

Friends or enemies

Lev Yermakov: Lev é a única família que restara, portanto, Irina daria a vida pelo irmão; mataria por ele novamente sem pensar duas vezes. Mas há também, aquele sentimento insano que nutre por ele; o amor do avesso, o desejo, toda a loucura que acredita ser provinda de seus traumas. O que sente por Lev é errado, todavia, não consegue matar este sentimento; e mesmo sabendo que já tiveram um contato mais íntimo - aos treze anos em meio á dor -, acredita que não acontecerá novamente. Irina se policiará para manter-se no eixo e acalmar seu coração desprovido de razão.

Emma Dixon: Embora tenha uma certa dificuldade para deixar que as pessoas se aproximem dela, Emma é a única que permitiu logo de cara que se aproximasse. Gosta da companhia da loira; gosta de conversar com ela; ás vezes é bom ter alguém que não seu irmão. E na ignorância, alheia para com a verdade que ronda Emma, se permite ser enganada por esta, crendo em uma amizade verdadeira e sincera. Sem imaginar que na verdade, serve de cobaia para a espiã.

Diego Lopez: Com todo o seu charme e seu espanhol ridículo, Diego a irrita; Irina já pensou em matá-lo diversas vezes de tantas formas divergentes, que depois de um tempo não havia mais maneiras de levá-lo á óbito. O moreno sabe que ela não está disponível para azarações, mas continua insistindo em conquistá-la. Sua desconfiança a impede de entregar-se a outra pessoa, juntamente com o que sente por Lev, mas no fundo sabe que Diego é uma boa pessoa e muito bonito, embora irritante. 

[x] Este personagem encontra-se indisponível.